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( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO


9 de Setembro

Foi no dia 9 de setembro de 1933, através do Decreto nº 23.133, que o então presidente Getúlio Vargas criou uma normatização para a atuação do médico veterinário e para o ensino dessa profissão. Em reconhecimento, a data passou a valer como o Dia do Veterinário. Mas escolas de veterinária já existiam no Brasil, desde 1910.

É chamada de medicina veterinária a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças dos animais domésticos e o controle de distúrbios também em outros animais.

Pessoas se dedicam a tratar de animais desde os tempos antigos, desde que começaram a domesticá-los. A prática da veterinária foi estabelecida desde 2.000 a.C. na Babilônia e no Egito. Porém, segundo alguns registros encontrados, remonta a 4000 a.C.

O Código de Hammurabi, o mais completo e perfeito conjunto de leis sobrevivente, que se encontra hoje no Museu do Louvre francês, desenvolvido durante o reinado de Hammurabi (que viveu entre 1792 e 1750 a.C.) na primeira dinastia da Babilônia, já continha normas sobre atribuições e remuneração dos "médicos de animais".

Na Europa, a história da veterinária parece estar sempre ligada àqueles que tratavam os cavalos ou o gado. Os gregos antigos tinham uma classe de médicos, chamada de "doutores de cavalos" e a tradução em latim para a especialidade era veterinarius. Os primeiros registros sobre a prática da medicina animal na Grécia são do século VI a.C., quando as pessoas que exerciam essa função - chamados de hippiatros (hipiatras, os especialistas da medicina veterinária que tratam dos cavalos) - tinham um cargo público. As escolas de veterinária surgiram na Europa no meio do século XVIII, em países como Áustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Polônia, Rússia e Suécia.

O marco do estabelecimento da medicina veterinária moderna e organizada segundo critérios científicos é atribuído ao hipólogo francês Claude Bougerlat, na França de Luís XV, com a criação da Escola de Medicina Veterinária de Lyon, em 1761. A segunda a ser criada no mundo foi a Escola de Alfort, em Paris.

O Imperador Pedro II esteve, no ano de 1875, visitando a escola parisiense de Medicina Veterinária de Alfort e com a boa impressão que teve, decidiu criar condições para o aparecimento de instituição semelhante no Brasil, porém as duas primeiras escolas do gênero só apareceram no governo republicano: a escola de Veterinária do Exército, em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, em 1913, ambas no Rio de Janeiro.

O capitão-médico João Moniz Barreto de Aragão, patrono da medicina veterinária militar brasileira, foi o fundador da Escola de Veterinária do Exército em 1917, no Rio, mas a profissão não tinha regulamentação até o Decreto de Getúlio Vargas, de 9 de setembro de 1932, que vigorou por mais de trinta anos.

Para o exercício profissional passou a ser exigido o registro do diploma, a partir de 1940, na Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador da profissão.

A partir de 1968, com a lei de criação dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, foi transferida aos conselhos a função de fiscalizar o exercício dessa profissão e é também onde se faz o registro profissional.

A formação em medicina veterinária dura, em média, cinco anos, com os dois primeiros anos tratando das disciplinas básicas anatomia, microbiologia, genética, matemática, estatística, além de nutrição e produção animal. Depois é a vez de estudar as doenças, as técnicas clínicas e cirúrgicas e então optar pela especialização.

As especializações são clínica e cirurgia de animais domésticos e silvestres, e de rebanhos; trabalhar nas indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos; trabalhar em manejo e conservação de espécies, observando os animais silvestres em cativeiro para estudar a sua reprodução e conservação, implantando projetos em reservas naturais; fazer controle de saúde de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais; usando tecnologia, fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos.

Dia do Veterinário

Profissionais dedicados
Dos animais muito amigos
Conhecem a sua realidade
E também quando estão em perigo
Não tem gato ou papagaio
Periquito ou cachorro
Todos são seus pacientes
E tratados como gente
Como amor e afeição
Carinho e muita atenção.

Cuidando dos nossos "bichinhos"
Eles também cuidam de nós
Pois quando os vemos sadios
Ficamos felizes também

É uma profissão linda
E também abençoada
E a sua clientela
É um pouco complicada
Pois não sabem falar
Muito menos escrever
Mas nem por isso eles deixam
De se fazer compreender.

Parabéns veterinários
Pela sua profissão
Pelo seu dom divino
E a sua dedicação.

Sandra Mamede

Fonte: www.ibge.gov.br

No dia 9 de setembro de 1932, por meio do Decreto nº 23.133, o então Presidente Getúlio Vargas normatizou a atuação do médico veterinário e o ensino da profissão no país. Em função disso, a data passou a ser comemorada como o Dia do Veterinário.

No entanto, já existiam escolas de veterinária no Brasil: a escola de Veterinária do Exército, fundada em 1914, e a escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, fundada em 1913; ambas no Rio de Janeiro.

A partir de 1940, para o exercício da profissão passa a ser exigido o registro do diploma na Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário do Ministério da Agricultura, órgão fiscalizador da profissão. Vinte e oito anos depois, com a lei de criação dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, a função de fiscalizar o exercício da profissão foi transferida aos conselhos. Os mesmos passaram a ser os responsáveis pelo registro profissional.

Áreas de atuação – O médico veterinário pode atuar em clínica e cirurgia de animais domésticos, silvestres e de rebanhos. Pode também trabalhar nas indústrias de produtos para animais, acompanhando a produção de alimentos, rações, vitaminas, vacinas e medicamentos, bem como no manejo e conservação de espécies, estudando a reprodução e conservação de animais silvestres em cativeiro, para implantar projetos em reservas naturais.

O profissional pode ainda fazer controle de saúde de rebanhos em propriedades rurais ou fiscalizar os estabelecimentos que vendem ou reproduzem animais, além de fazer melhoramentos de qualidade dos rebanhos por meio de tecnologia adequada.

Fonte: UFGNet

História da Medicina Veterinária

A Medicina Veterinária nasceu quando o homem primitivo começou a domesticar o primeiro animal. Os mais antigos registros de nossa atividade profissional datam do Século XVIII AC, com informações gravadas no Papyrus Veterinarius de Kahun, com várias referências sobre a "medicina animal". Mas a Medicina Veterinária moderna teve a sua origem em 1762 quando Claude Bourgelat criou, em Lyon, na França, a primeira Escola de Veterinária, instalando, ele próprio, a segunda em Maison Alfort, nos arredores de Paris, em 1765. Essas duas escolas se constituíram em verdadeiros polos irradiadores para as demais nações do mundo. Até o final do Século XVIII, surgiram 20 estabelecimentos de ensino veterinário na Europa.

No Brasil, a idéia de criação de estabelecimentos dedicados ao estudo da Medicina Veterinária foi despertada quando o Imperador Dom Pedro II visitou a Escola Veterinária de Alfort em 1875, só se concretizando, entretanto sob a égide da República, com o Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado pelo Presidente Nilo Peçanha.O documento tornava obrigatório o ensino da Medicina Veterinária. No mesmo ano foram criadas a Escola de Veterinária do Exército e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária, ambas no Rio de Janeiro.

O ensino foi dirigido, inicialmente, de maneira diferente nas duas escolas. A civil foi orientada à produção animal, principalmente dos bovinos. Os animais importados eram atacados pelos carrapatos transmissores da anaplasmose e babesiose, exigindo um exaustivo trabalho de premunição. Mais tarde, houve uma grande orientação para a clínica de pequenos animais e a saúde pública veterinária, com a campanha contra o mormo, doença que atacava os cavalos e os soldados. Os melhores alunos da Escola do Exército eram enviados para o Instituto Osvaldo Cruz, precursor da pós-graduação formal no Brasil, muitos dos quais foram transformados posteriormente em destacados cientistas.

A primeira turma da escola civil graduou-se em 1917. Três anos depois, fundava-se a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária - SBMV.

O primeiro diploma legal a regulamentar a Medicina Veterinária veio com o Decreto 23.133 de 9 de setembro de 1933. Essa data foi escolhida posteriormente como o dia do Médico Veterinário.

Em 23 de outubro de1968, houve a aprovação da Lei 5.517, que estabelece a segunda regulamentação e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária.

História do Símbolo

Para padronizar e unificar um emblema que identificasse a Medicina Veterinária entre as demais ciências biomédicas no Brasil, o CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária), instituiu um concurso em nível nacional.

Foram apresentadas 172 sugestões. Uma comissão julgadora selecionou em outubro de 1993, os melhores trabalhos, julgando-os com base nos princípios histórico-culturais da medicina animal brasileira e mundial.

A proposta vencedora justificou sua sugestão afirmando que inúmeras profissões liberais buscaram na antiguidade greco-latina a inspiração para criar seus símbolos. A Ciência Jurídica é um exemplo. No caso das ciências biomédicas, algumas profissões adotam a tradicional serpente enrolada em um bastão ou, então, a taça e a serpente, caso dos farmacêuticos.

Tradição

Quanto à Medicina Veterinária, julgou-se ser de coerência histórica e tradição a adoção da serpente e do bastão, símbolo de Esculápio, deus da arte de curar na Grécia Antiga. Estes símbolos vêm inseridos na letra "V", tendo como moldura um hexágono irregular.

A serpente representa a prudência, a vigilância, a sabedoria, a vitalidade, o poder de regenerescência e preservação da saúde.

O bastão (primitivamente um galho de árvore com algumas folhas) significaria os segredos da vida terrena, poder da ressurreição e o auxílio e suporte da assistência dada pelo médico aos seus pacientes; sua origem vegetal representaria as forças da natureza e as virtudes curativas das plantas.

Quanto às cores usadas em sua representação gráfica, a dominante é a verde, pois significa a vida vegetal, a juventude e a saúde. A cor branca, sendo a união de todas as outras, significa integração, luta pela vida e paz. A cor preta representa força, vigília e a luta contra as adversidades.

A Lenda

Na mitologia Grega, o deus Asclépio (adotado e adorado pelos romanos com o nome de Esculápio) era filho de Coronis e Apolo e teria sido educado pelo centauro Quirão, ensinando-lhe a arte de curar os doentes e até mesmo o poder de ressuscitar os mortos.

Segundo a lenda grega, Esculápio ou Asclépio, foi morto pelo rei dos deuses, Zeus (Júpiter para os romanos), passando a ser adorado em diversos santuários da Grécia, sendo o mais famoso o de Epidauro. Hígia, sua filha, cujo nome deu origem ao vocábulo Higiene, era considerada a deusa da Saúde.

Juramento

JURAMENTO DO MÉDICO VETERINÁRIO: Sob a proteção de Deus PROMETO que, no exercício da Medicina Veterinária, cumprirei os dispositivos legais e normativos, com especial atenção ao Código de Ética, sempre buscando uma harmonização perfeita entre ciência e arte, para tanto aplicando os conhecimentos científicos e técnicos em benefício da prevenção e cura de doenças animais, tendo como objetivo o Homem. E prometo tudo isso fazer, com o máximo respeito à ordem pública e aos bons costumes, mantendo o mais estrito segredo profissional das informações de qualquer ordem, que, como profissional tenha eu visto, ouvido ou lido, em qualquer circunstância em que esteja exercendo a profissão. Assim o prometo.

Fonte: www.pucpcaldas.br

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