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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

sábado, 22 de outubro de 2011

Dia do Pára-Quedista


22 DE OUTUBRO
O paraquedismo, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é um esporte criado há pouco tempo. Na verdade ele vem do eterno sonho do ser humano, destinado a viver no chão, o sonho de VOAR! Voar livremente utilizando somente seu próprio corpo, assim como fazem os pássaros!
O sonho tem início registrado ainda na mitologia, que mostra DEDALO e seu filho ÍCARO na busca de alçar vôo com asas de penas de pássaro ligadas por cera.
Em 1306, aparecem registros de acrobatas chineses que se atiravam de muralhas e torres empunhando um dispositivo semelhante a um grande guardachuva que amortecia a chegada ao solo.
Em 1495, LEONARDO DA VINCI escreveria em suas notas: "Se um homem dispuser de uma peça de pano impermeabilizado, tendo seus poros bem tapados com massa de amido e que tenha dez braças de lado, pode atirar-se de qualquer altura, sem danos para si". DA VINCI é considerado também o precursor como projetista de um pára-quedas.
Em 1617, o italiano FAUSTO VERANZIO salta com um "paraquedas" da torre da catedral de Veneza, aterrando ileso diante dos espectadores.
Em 1783, SEBASTIAN LENORMAND constrói e patenteia um paraquedas com que repetidamente executa saltos.
Em 1785, JEAN PIERRE BLANCHARD constrói e salta com um paraquedas feito de seda, sem a armação fixa que ate então era utilizada para manter o velame aberto.
Em 1797, ANDRE-JACQUES GARNERIN, em Paris, salta de um balão a uma altura aproximada de 2000 pés. GARNERIN prossegue saltando regularmente e a ele a história deu a honra de ser considerado o PRIMEIRO PARAQUEDISTA DO MUNDO. Em 1802, em Londres, GARNERIN salta a 8000 pés, um recorde para a época.
Em 1808, pela primeira vez o paraquedas foi usado como salva-vidas quando o polonês KUPARENKO o utiliza para saltar de um balão em chamas.
Em 1837, acontece o primeiro acidente fatal com um paraquedista, quando ROBERT COCKING falece em razão do impacto contra o solo. COCKING saltava com um paraquedas com o desenho de um cone invertido que se mostrou inadequado, não resistiu à pressão e fechou.
Em 1887, o Capitão americano THOMAS BALDWIN inventa o equipamento que se ajusta ao corpo do paraquedista, substituindo os cestos até então utilizados. Este invento foi um novo e importante passo para o desenvolvimento do paraquedismo.
Em 1901, CHARLES BROADWICK inventa o paraquedas dorsal, fechado dentro de um invólucro, como os que hoje são utilizados pelos pilotos de aviões militares. O sistema de abertura do paraquedas era um cabo amarrado ao balão.
Em 1911, GRANT NORTON realiza o primeiro salto utilizando um avião. NORTON decolou levando o paraquedas nos braços e na hora do salto arremessou-o para fora sendo por ele extraído da aeronave.
Em 1919, LESLIE IRVIN executa o primeiro salto livre, abrindo o paraquedas, por ação muscular voluntária durante a queda livre.
Em 1930, os russos organizam o primeiro Festival Desportivo de Paraquedismo.
Em 1941, o exército alemão emprega o paraquedas como equipamento de guerra, lançando pára-quedistas militares para conquistar a Ilha de Creta.
Dai em diante o pára-quedismo se desenvolve numa velocidade vertiginosa, seja quanto aos equipamentos, técnicas de salto e tipos de competição.
Fonte: www.cbpq.org.br

A EVOLUÇÃO DO PÁRA-QUEDISTA
A evolução do pára-quedista depende de vários fatores, um conjunto de elementos que se unem e que, aos poucos, vão formando a estrutura pessoal do esportista. Fatores determinantes, como a consciência de todos os pontos envolvidos na evolução, são de extrema importância para que a mesma possa ocorrer naturalmente e da maneira correta. O ideal é que aconteça gradualmente e sem esforços de antecipação dos passos, que só devem ser percorridos após determinado tempo.
A escolha do pára-quedismo como esporte já denota um tipo de perfil que excede os limites cotidianos, típico de alguém que está à procura de algo desafiador. Mas há nesse contexto uma ambigüidade incrível ao mesmo tempo em que pressupõe a ausência de limites, o esporte revela-se bastante limitador em alguns aspectos psicológicos e físicos. As sensações que experimentamos se alteram com o tempo, elas modificam a nossa visão da vida e também dentro do esporte. Gradativamente, vamos alterando nossas percepções e nossos medos. Isso conseqüentemente gera uma autoconfiança que pode ser positiva ou prejudicial, dependendo de como o pára-quedista utiliza e lida com estas emoções.
No início todas as novidades e sentimentos que experimentamos nos geram uma certa confusão mental, que acaba nos proporcionando uma pequena distorção da noção aeroespacial que cresce indefinidamente, não possuindo padrões ou fatores específicos que determinem sua evolução. Com o passar do tempo, vamos adquirindo a experiência necessária para que nossos sentidos desenvolvam-se com relação ao novo ambiente e aos novos estados de consciência que necessitamos para a prática do esporte e, especificamente, dos exercícios que estamos praticando naquele determinado momento.horizontal da aeronave), a queda-livre, as pessoas que estão com você no salto, os exercícios ou manobras, a noção do nosso corpo, a percepção da velocidade que atingimos, o momento da separação, o track, deslocamento horizontal, a atenção para sabermos se realmente nos afastamos, se existem pessoas por perto, seja em cima, ao nosso lado ou embaixo, os pára-quedas abertos de outros grupos que saíram na frente, o acionamento do pára-quedas, a verificação da abertura naquele momento em que ela se inicia, a sustentação e desaceleração do nosso corpo, os checks para termos certeza de que está tudo em ordem, nossa orientação com o campo de visão de 360°, localização da área de pouso, intensidade do vento, tráfego aéreo, outro velames, ordenação e planejamento de pouso, a aproximação, o circuito final e finalmente o pouso. Tudo isso faz parte de um conjunto técnico que é necessário, mas aliado a toda esta parte técnica, ainda temos as milhares de sensações que experimentamos durante o conjunto que chamamos de salto.
A subida do avião, a sensação da saída, os primeiros segundos da queda livre, a velocidade terminal, a percepção do ar fluindo por nosso corpo, a paisagem que se abre diante de nossos olhos, a sensação do vento e tudo o que experimentamos durante um salto... São muitos os sentidos, sentimentos e pensamentos que se alternam de um segundo para outro.
E se pararmos para pensar e perceber, todo este conjunto se desenvolve em harmonia e sincronia, passo a passo, salto a salto, e cada vez mais trocamos de sensações, nos familiarizamos com as freqüentes, experimentamos as novas e desta maneira evoluímos nosso corpo, mente e espírito dentro do nosso esporte, com uma grande reflexão em cada momento de nossas vidas.O desenvolvimento técnico é lento e não se deve procurar caminhos curtos, porque eles não existem. Tudo que vem rápido vai embora rápido, apenas as coisas conquistadas com esforço são duradouras. A técnica é conquistada praticando os movimentos básicos de modo lento, cadenciado e repetitivo, de forma que o corpo e a mente possam ir entendendo os caminhos espaciais a percorrer.
Quando se pratica um movimento muitas vezes e de modo lento, se percebe todas as variações e possibilidades. A afobação camufla a magia da precisão e a beleza da limpidez técnica. A resistência no desempenho é inversamente proporcional ao foco em que a pessoa consegue permanecer durante a atuação.
No pára-quedismo, o atleta deve se manter focado durante a subida da aeronave e atuar conforme o briefing por 35 segundos, no caso de FQL 4, em queda livre. A queda livre é um fator que gera "medo". Esse medo deve ser superado. A maioria das pessoas não consegue atuar com 100% de foco, pois não têm preparo físico ou psicológico adequado.
Portanto, para conseguir atingir uma performance perfeita, o atleta tem de, além de se preparar tecnicamente, estar bem preparado física e psicologicamente.
A velocidade é adquirida a partir da execução correta dos movimentos. O corpo e a mente começam a aprender e a velocidade vai aparecendo naturalmente. O mais importante antes da velocidade é realizar os movimentos corretos. "O lento sai rápido" é uma frase muito escutada pelos atletas de 4-way. Significa que se fizer os movimentos lentos e corretos a média final de pontos será maior do que o time que faz os movimentos rápidos e não precisos, estes têm de, a todo momento, ficar se corrigindo em queda livre.
Quando uma pessoa começa a saltar, dizemos que ela esta saltando no "escuro", porque ela não tem muita noção do que está acontecendo em queda livre, está "perdida" espacialmente e não vê nada. Estou me referindo à noção do corpo em queda livre e às noções espaciais na visão 3D.
Depois de alguns saltos o atleta adquire habilidade para "sobreviver" sozinho, ele está num estágio onde começa a ter consciência dos movimentos e partes do corpo em queda livre, percebendo se esta indo para frente, para trás, girando, deslizando lateralmente, etc.
Ele salta "vendo algumas coisas", mas às vezes não tem muita certeza do que está acontecendo e, na maioria das vezes, "chega atrasado". Falta ainda, a antecipação dos movimentos. Com o tempo e treinamentos específicos, o atleta começa a ampliar os horizontes, ver melhor o que está em sua volta e a ter uma boa noção corporal durante a queda livre.
No entanto ainda falta, às vezes, antecipação nos movimentos. É o momento em que ocorrem afobações para realizar movimentos rápidos. Conseqüentemente, o aluno esquece do básico, que é fazer devagar e corretamente, tornando a antecipação mais difícil ainda.
De repente, num "estalo mental", parece que tudo fica mais claro e o atleta ancora a idéia de que os movimentos devem ser executados da maneira correta e na velocidade que sua mente pode acompanhar, pois só assim ele começa a aprender a antecipar os movimentos e estar no lugar certo, na hora certa. Geralmente, é o momento em que os atletas se unem para fazer o primeiro time de 4-way.Ainda neste estágio o atleta se afoba muito quando vê os companheiros fazendo movimentos em queda livre. Ele acaba querendo fazer mais rápido do que todos, o que, conseqüentemente, dá chances para executar o movimento fora do eixo ou numa velocidade em que ele não conseguirá se manter até o fim do salto.
A partir deste ponto, com treinamentos individuais e com o time, o atleta vai atingindo um nível técnico e mental onde ele vê tudo e também atua de forma tranqüila e cadenciada, respeitando a velocidade individual e a do time, antecipando os movimentos de forma correta e aumentando naturalmente a velocidade dos movimentos.
É o momento em que o mental training faz parte do atleta, quando ele consegue visualizar todo o salto antes de fazê-lo. É o momento em que os integrantes do time se olham e conversam somente com o olhar, é quando, em queda livre, um time está voando com 100% de certeza do que está fazendo.
Faça uma reflexão, veja em que fase está e analise por quais sentimentos tem passado, como está seu nível mental de percepção e entendimento do exterior, que o cerca a cada salto. Até que ponto os fatores externos influenciam sua vida dentro e fora do pára-quedismo? Quanto você tem se preparado para encarar o nosso esporte da melhor maneira possível? Fica aqui a mensagem deste mês.
Blue skies e boa reflexão.
Fonte: www.pqdbrasil.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dia do Médico


18 DE OUTUBRO
Neste 18 de outubro, comemora-se o Dia do Médico, em referência ao dia consagrado pela Igreja Católica a São Lucas, padroeiro da medicina. O santo, que foi um dos quatro evangelistas, escreveu o “3º Evangelho” e o Ato dos Apóstolos” do Novo Testamento da Bíblia Sagrada.
Era médico, pintor, músico e historiador. São Lucas nasceu na Antióqua (atual Turquia), no início do século I. Bondoso, abnegado, peregrinou por muitos lugares curando as pessoas e desafiando instituições políticas. Não conheceu Jesus, mas escreveu o Evangelho, transmitindo suas palavras. Morreu aos 80 anos e seus restos mortais estão na Basílica de Santa Justina, em Pádua, na Itália.
São Lucas é o santo dos médicos. Seu nome, como patrono da classe, foi lançado por Eurico Branco Ribeiro, cirurgião paulista e estudioso da vida do santo.Sua escolha deveu-se às ações que, naquela época, aliviaram o sofrimento de muitos doentes. Desse modo, adotou-se o dia do santo médico para homenagear todos aqueles que, com a mesma tenacidade e dedicação que São Lucas teve um dia, salvam vidas, curam doenças e atenuam os males da saúde.
Fonte: www.amb.org.br




Médico: uma profissão que salva vidas
O que faz
Busca tratar e curar as doenças das pessoas enfermas, indicando tratamentos a base de remédios, procedimentos cirúrgicos ou mudança de hábitos alimentares.
Características profissionais importantes (aptidões)
Dedicação máxima à profissão, gostar de estudar e conhecer as novidades da área, saber se relacionar com as pessoas de forma humana, capacidade de análise de situações (saber diagnosticar).
Mercado de Trabalho
Hospitais Públicos e Particulares, Clinicas médicas, consultórios particulares, grandes empresas (médico do trabalho), clubes esportivos entre outros.
Especializações
Após a formação em Bacharel em Medicina, podendo atuar como Clínico Geral, o médico poderá entrar em cursos de especializações.
Exemplos
Medicina do trabalho, patologia clínica, ginecologia, geriatria, genética, cardiologia, urologia, neurocirurgia, psiquiatria, pediatria, medicina sanitária, angiologia, dermatologia, etc.
Fonte: geocities.com

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia do Professor


5 de Outubro

Importância da data, 15 de outubro, comemoração
PROFESSOR: UM PROFISSIONAL FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA NAÇÃO.

O Dia do Trabalho é comemorado em 15 de outubro. Esta data deve ser lembrada e comemorada por todos, pois os professores exercem atividades de suma importância para o desenvolvimento do nosso país.
São os professores que alfabetizam nossas crianças e transmitem informações e conhecimentos fundamentais para o desenvolvimento dos nossos jovens. Os professores também atuam na motivação para os estudos, no desenvolvimento de habilidades e na transmissão de valores sociais positivos e saudáveis.
Mas os professores não estão presentes somente nas salas de aulas das escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Superior. Os mestres também estão nos cursos de línguas, escolas de esportes, cursos vestibulares e etc.
Esta profissão é tão marcante em nossas vidas que é difícil encontrar alguém que não se lembre de um professor que marcou sua infância ou juventude.
Parabéns Professores !!!
Fonte: geocities.com

sábado, 8 de outubro de 2011

Eu e os micos com animais

Adoro animais... Outro dia estava pensando... Gosto tanto dos animais, mas acho que eles não gostam muito de mim.
Desde o dia em que me casei percebi que teria problemas com animais...
Era uma noite linda, fresca, uma noite enluarada, maravilhosa. Lá estávamos depois da cerimonia religiosa, felizes, no parque do Ibirapuera para fotografar. Eu linda e maravilhosa o meu recém marido e o fotografo, tirando belas fotos. Quando de repente olhei minha saia... Estava mudando de cor... olhei de novo ... Gritei!!!!! Minha saia estava repletas de grilos, muitos grilos....Fiquei paralisada... Tentei tirar o vestido, mas era abotoado por centenas de minúsculos botões de pérolas nas costas, os quais nem por sonho conseguiria tirar sozinha. Depois de acalmada,o noivo e o fotografo passaram algum tempo tirando os grilos das diversas camadas de saia. Eu nem respirava e nem ousava olhar para aquilo.


MAs não parou por aí....

Um tempo depois, numa viagem bem legal que fizemos para Campos novos Paulista-SP, presenciei um cavalo dar um coice enorme numa amiga nossa. Foi terrível vê-la passar a Páscoa com uma ferradura estampada na panturrilha.( Desta vez, não fui eu a vítima).

Em uma viagem deliciosa para Caxambu-MG, fomos fazer um passeio bem divertido de charrete. Fomos visitar uma cachoeira. Na margem da tal cachoeira estavam alguns animais, vacas e bois... Todos desceram, se aproximaram apreciaram e de repente uma enorme vaca de olhos negros e imensos disparou atrás de mim.... Corri tanto que nem sei como larguei meu filho no colo do monitor. Foi uma coisa absurda. Não sei se a vaca desistiu de mim, ou se eu fui mais rápida que ela. Até hoje penso nisso.

Alguns anos depois.... Numa outra viagem, essa viagem foi inesquecível...
Fomos para Bonito-MS, lugar lindo, maravilhoso, hotel deslumbrante o Sta Esmeralda...
Ao chegarmos, nos instalamos e fomos almoçar, depois de mais de 1000 km de estrada, estavámos famintos...Nos acomodamos no restaurante, lindo, diga-se de passagem....
Quando sem mais nem menos, sai do lustre um papagaio bem nutrido e com garras imensas e pousa na minha cabeça... Gritei, me debati, esqueci completamente onde estava, tamanho foi o susto. Só sentia aquela ave enorme e com as garras cravadas em minha cabeça.Depois que o Edson me acalmou, me dei conta que todo o restaurante parou de comer para me observar... Uma sensação "maravilhosa"... Nem isso me fez perder o apetite...kkkkk Depois de orientada , fiquei sabendo que a ave era praticamente hóspede do hotel, e lá se abrigava e se divertia. No dia seguinte soube que eu não fui a única vítima, a outra pessoa derrubou até cadeira. kkkkkkk
Numa destas tardes, recebemos a visita desta ave que se chamava Kekel, soube depois, No chalé, veio roubar nosso suco de manga. kkkk Ficamos até amigas posteriormente...kkkk




Em outra viagem que fiz em Monte Verde-MG, lugar bucólico e aconchegante...
Fomos visitar um criadouro de trutas, pois lá é o que mais tem...Um lugar enorme, onde vc visita os tanques com trutas em várias fases de crescimento. Num onde vc nem sequer vê os peixinhos. Um outro com os peixinhos que parecem de aquário, pequeninos... Num outro onde eles já estã maiores, e outro onde já estão preparados para o abate. Pois lá tem um restaurante onde preparam a truta que vc escolher para comer... Sentei-me a beira do tanque e fiquei admirando os peixes, lindos, enormes. A água borbulhava. Toquei a água calmanete e os danadinhos se aproximaram... Toquei novamente, meu marido disse: Cuidado o peixe vai te morder!
Mas não deu tempo de mais nada e ecoei um berro imenso...
Quem poderia pensar que peixe morde!
Nunca ouvi falar, só tubarão....
Levei um tranco no dedo que achei que tinha perdido o dedo.
O lugar é imenso, mas o meu berro foi maior. Todos que lá estavam se levantaram para ver o que tinha acontecido....
Fique verde de raiva. Por que não acreditei que peixe morde!!!!! Teria me poupado o vexame.




Já em Eldorado... Fomos visitar a caverna do diabo.
Ao chegarmos no chalé, o recepcionista estava mostrando as instalações e resolvendo um pequeno probleminha na tv. Quando resolvi levar a necessaire para o banheiro para colocar as coisas em oredem....
Do nada sinto um peso no peito, que olho, nossa, um terror.... Uma perereca surgiu do nada e estava grudada em mim, me encarando com olhos enormes... Grite, gritei, gritei..... Não conseguia me desvencilhar dela de jeito nenhum.... Acho que ela achou que eu era uma moita, pois estva com uma blusa estampada de flores, e ela não queria sair de lá por nada. Foi um terror. Até que o Edson se aproximou e tirou com a mão a perereca que media uns 3 cm...kkkkk MAs o meu berro ecoou por todo o vale. kkkkkk

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sinuca


Sinuca é um jogo de mesa, taco e bolas praticado no Brasil, e constitui uma variante do snooker, um jogo de mesa inventado em 1875 na Grã-Bretanha.
Neste jogo dois adversários tentam colocar num dos seis buracos da mesa as bolas coloridas (não brancas) na seqüência definida pelas regras. Pode ser jogado individualmente ou em dupla.
Numa mesa de 2,84 m X 1,42 m (medida brasileira), são colocadas oito bolas, com pontuação de 1 (vermelha) a 7 (preta) mais a bola branca.
As regras em vigor no Brasil são ligeiramente diferentes das do snooker praticado no resto do mundo:
A bola branca é utilizada para impulsionar as outras. Denomina-se bola da vez a bola colorida de menor pontuação presente na mesa.
Ela é livre, isto é, o jogador não perde pontos caso erre quando tenta encaçapar (matar) essa bola. Quando encaçapada, ela não retorna à mesa e dá direito ao jogador de jogar livremente qualquer outra bola. Esta, se encaçapada, retorna à mesa e o jogador deve a seguir jogar a nova bola da vez.
Com exceção da tacada inicial (saída), é permitido jogar uma outra bola no lugar da bola da vez, porém com castigo, isto é, com perda de 7 pontos em caso de erro.
A mesa original, inglesa, possui mais 50 cm, tanto na largura, quanto no comprimento, com 15 bolas vermelhas (bola 1) ao invés de apenas uma, como no Brasil, e regras diferentes da nossa adaptação.
Hoje, há uma tendência, principalmente em campeonatos oficiais, de se jogar na “regra inglesa” (ver descrição da mesma em snooker), visando internacionalizar os atletas brasileiros.
O termo sinuca é usado popularmente no Brasil, nos inúmeros, bares, salões e clubes etc., muitas vezes para fazer referência a vários tipos de jogos de bilhar.
No entanto, em sua origem, o termo sinuca é um aportuguesamento do termo inglês “snooker”. Este jogo de “snooker”, ou sinuca no Brasil (que, com o tempo, sofreu também aqui um abrasileiramento de suas regras, que foram sendo alteradas à medida que se diminuía o número de bolas vermelhas com que era jogado), a um observador mais atento não pode ser confundido com os diversos jogos de bilhar existentes e que ganham muitos nomes conforme a região em que são praticados, e.g. mata-mata, bola 8, bola 9, vida, fuca, 21, carolina, etc. – muitos deles originados nos Estados Unidos e não na Inglaterra, como é o caso do snooker.
Portanto se conclui que sinuca/snooker é o nome específico de um determinado jogo (quer na regra inglesa, quer na regra brasileira), mas que, apesar dessa especificidade, às vezes é utilizado popularmente de forma genérica, para fazer referência a diversos tipos de jogos de bilhar (inclusive americanos).
De tal sorte, poder-se-á ouvir um amigo convidar outro para jogar “sinuca”, quando, na verdade, ambos estariam indo jogar “bola 8?, ou outro jogo de bilhar qualquer jogado no Brasil.

Fonte: www.emvideira.com.br



A Sinuca (ou snooker) foi inventada em 1875, na Grã-Bretanha. É um jogo em que dois adversários tentam encaçapar as bolas coloridas na sequencia. Pode ser jogado individualmente ou em dupla. Numa mesa de 2,84 m X 1,42 m (medida brasileira), são colocadas oito bolas, com pontuação de 1 (Amarela) a 7 (preta) mais a bola branca.
A branca é utilizada para impulsionar as outras. Devem-se matar as bolas em seqüência. Elas permanecem na caçapa. Quem mata a bola da vez tem direito a mais dois lances, incluindo bolas fora da seqüência (se encaçapadas, elas retornam à mesa). Nesses lances, se não matar um bola na primeira tacada, não perde pontos. Errando uma segunda, o jogador perde 7 pontos. A mesa original, inglesa, possui mais 50 cm, tanto na largura, quanto no comprimento, com 15 bolas vermelhas (bola 1) ao invés de apenas uma, como no Brasil, e regras diferentes da nossa adaptação.
Hoje, há uma tendência, principalmente em campeonatos oficiais, de se jogar na "regra inglesa" (ver descrição da mesma em Snooker), visando internacionalizar nossos atletas.
Jogadores brasileiros famosos: Carne Frita, Rui Chapéu, Renato Quirino, Roberto Carlos, Boca Mucha, Doutor Cláudio.O Uso do Termo Sinuca
O termo sinuca é usado popularmente no Brasil, nos inúmeros botecos, bares, salões e clubes etc., muitas vezes para fazer referência a vários tipos de jogos de bilhar.
No entanto, em sua origem, o termo sinuca é um aportuguesamento do termo inglês "snooker".
Este jogo de "snooker", ou sinuca no Brasil (que, com o tempo, sofreu também aqui um abrasileiramento de suas regras, que foram sendo alteradas à medida que se diminuia o número de bolas vermelhas com que era jogado), a um observador mais atento não pode ser confundido com os diversos jogos de bilhar existentes e que ganham muitos nomes conforme a região em que são praticados, e.g. mata-mata, bola 8, bola 9, vida, fuca, 21, carolina etc, muitos deles originados nos Estados Unidos e não na Inglaterra, como é o caso do snooker/sinuca.
Portanto se conclui que sinuca/snooker é o nome específico de um determinado jogo (quer na regra inglesa, quer na regra brasileira), mas que, apesar dessa especificidade, às vezes é utilizado popularmente de forma genérica, para fazer referência a diversos tipos de jogos de bilhar (inclusive americanos). De tal sorte, poder-se-á ouvir um amigo convidar outro para jogar "sinuca", quando, na verdade, ambos estariam indo jogar "bola 8", ou outro jogo de bilhar qualquer jogado no Brasil.
INSTRUÇÕES PARA INICIANTES: HORIZONTALIDADE DO TACO
O maior problema encontrado entre os iniciantes da sinuca é o mau posicionamento do taco, que geralmente é utilizado com a traseira muito elevada. Isso faz com que a bola branca seja forçada de cima para baixo, afundando no pano e desviando-se do alinhamento.
Obtem-se um melhor desempenho se o taco for colocado o mais próximo possível da POSIÇÃO HORIZONTAL.
Nota-se que os lances de execução mais complicada são aqueles em que a bola branca está colada ou encavalada, justamente por requererem o levantamento da traseira do taco.
Mas assim como não se deve levantar demais a traseira do taco, também não se deve baixá-la demais: no afã de se posicionar o taco horizontalmente, pode-se cometer o erro de baixar demais a parte de trás do taco, de tal forma que esta poderá bater na tabela no momento da execução da tacada desviando o taco da posição correta.
Às vezes essa batida é muito sútil e pode nem ser percebida, mas qualquer toque, por mais sutil que seja, pode ser suficiente para fazer errar a jogada.
Esse equívoco de baixar demais o taco é muito comum e acontece porque a tabela da mesa é mais alta que o plano onde as bolas rolam, fato que, com exceção de algumas jogadas, impede de se obter uma posição exatamente horizontal.
Daí se depreende que a horizontalidade do taco é uma questão bastante delicada, merecedora de um estudo atento por parte do praticante, que, à medida em que tenta colocar o taco o máximo possível na horizontal, não deve ultrapassar os limites que proporcionam a sua livre movimentação. É o fio da navalha.
Fonte: pt.wikipedia.org