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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Computação de Nuvem


5 respostas para você começar a usar a computação em nuvem
Já pensou em armazenar o calendário letivo, o planejamento das aulas ou as provas dos alunos em um servidor acessível em qualquer computador? Com uma conexão à internet este serviço já está disponível (e de graça) para ajudar no seu dia a dia em sala de aula.
1. O que é computação em nuvem e por que possui esse nome?

A computação em nuvem (do inglês cloud computing) refere-se, basicamente, a utilização de servidores remotos, que são acessados através da Internet, para a realização de processos computacionais, que antes eram dependentes dos componentes físicos (Hardware), ou seja, do computador de cada usuário. A ideia de computação em nuvem, portanto, remete à analogia de que os arquivos passam a ser armazenados fora do aparelho do usuário. De modo geral, a computação em nuvem pode ser dividida em duas categorias: o processamento e o armazenamento de dados.
O processamento de dados em aplicativos ou programas que são acessados nos servidores centrais é a forma ainda menos utilizada de computação em nuvem. Um bom exemplo desta categoria são os aplicativos do Google, os Google Apps, que podem ser utilizados gratuitamente. Com essa ferramenta é possível editar textos, planilhas, apresentações, tabelas, gráficos e outros documentos sem precisar ter um programa instalado no seu computador. Você só precisa de um navegador e uma conexão à Internet. Além disso, como os documentos ficam armazenados "em nuvem", você pode editar um documento no seu computador pessoal, no computador da escola ou até mesmo através de um celular, sem precisar de dispositivos como o pen drive, por exemplo.A segunda categoria de computação em nuvem é o armazenamento de dados. Esta é a forma mais utilizada pelos usuários da internet. Os primeiros serviços de armazenamento de dados estavam ligados aos servidores online de e-mails - quando deixamos de "baixar" as mensagens para os nossos computadores. Com o Yahoo ou o Gmail é possível ler a mensagem no próprio servidor. Hoje, temos novos e mais modernos serviços de armazenamento de dados, sobre os quais vamos falar a seguir.
2. Como funciona? Que tipo de material posso armazenar na nuvem (fotos, vídeos, provas dos alunos, apresentações de slides)?

Todo tipo de arquivo pode ser armazenado em nuvem. Para utilizar algum serviço de armazenamento de dados, o usuário precisa criar uma conta em algum servidor e enviar os seus arquivos. Isto significa que, você precisa identificar quais servidores armazenam o tipo de arquivo que você pretende salvar e também avaliar se o servidor oferece a capacidade de armazenamento de que precisa. A forma de envio dos arquivos, assim como o tipo de arquivo a ser armazenado varia de acordo com o conjunto de serviços oferecido por cada servidor remoto.
O tipo de arquivo que pode ser armazenado depende muito do tipo de usuário do serviço. Há a possibilidade de armazenamento de arquivos eletrônicos como textos, planilhas, tabelas, apresentações, mas também é possível guardar vídeos, músicas, fotos, figuras e até programas.
3. A computação em nuvem pode ajudar no planejamento das aulas?

A computação em nuvem pode auxiliar os professores não apenas no planejamento, mas também na organização, elaboração, aplicação e avaliação de diversas atividades com os alunos.
Os aplicativos de edição de textos, de planilhas e de apresentações em nuvem permite ao professor planejar as suas aulas em qualquer local, desde que possua uma conexão à internet e um equipamento básico, computador, smartphone ou tablet que lhe permita conectar.Estes mesmos aplicativos permitem aos alunos compartilhar arquivos com maior facilidade e agilidade. Isso significa que alguns trabalhos em grupo podem ser feitos sem que os estudantes saiam de suas casas - já que todos podem ver simultaneamente quando um documento está sendo alterado na nuvem.
Você, professor, pode auxiliar os alunos em seus trabalhos, fazendo comentários durante o processo de elaboração. Tudo por meio de dispositivos de processamento de dados em nuvem. Também é possível centralizar o recebimento de trabalhos e realizar as correções em qualquer lugar, até mesmo de dentro do ônibus ou do metrô. Os calendários letivos também podem ser armazenados em nuvem, assim como as ementas das disciplinas e os conteúdos que serão trabalhados nas aulas seguintes. É evidente que este ainda não pode ser o único meio de comunicação extraclasse com os alunos (afinal, nem todos dispõem de computadores com acesso à internet em casa ou na escola), mas é uma ferramenta que pode ajudar, e muito, a ganhar tempo no planejamento das aulas e a agilizar os momentos de interação com os estudantes.
4. Corro risco de perder documentos importantes usando a computação em nuvem?

A questão da segurança na computação em nuvem envolve a segurança do computador que está acessando a rede; a segurança da rede que está sendo utilizada e a segurança das informações armazenadas. Ter um bom antivírus no computador para evitar invasões indesejadas é sempre recomendado. Para garantir a segurança, contudo, as empresas que oferecem plataformas de computação em nuvem desenvolvem constantemente tecnologias e controles utilizados para a proteção de dados, aplicativos e a infraestrutura adequada.
Os dispositivos tecnológicos de segurança para a computação em nuvem podem ser classificados em três categorias: 1. Segurança e privacidade, que englobam tecnologias que impedem o acesso de pessoas não autorizadas às informações armazenadas. 2. Compliance, que diz respeito à garantia do cumprimento das regulações, políticas, normas e acordos entre fornecedores e usuários do serviço, assim como a obediência às políticas regulatórias em âmbito local, regional, nacional e internacional. Para garantir a segurança neste nível, os provedores passam constantemente por auditorias, garantem a recuperação dos dados caso sejam perdidos e a manutenção dos serviços. 3. Questões legais e contratuais, que abrange tudo o que está associado à garantia de prestação dos serviços, à garantia dos direitos de propriedade intelectual e à transferência completa dos dados para o usuário.
Além disso, os servidores em nuvem são obrigados por lei a manter registros de todas as vezes que os dados armazenados forem acessados.
5. Que programas oferecem esse serviço? Quanto custa?
Diversos programas e empresas oferecem o serviço de armazenamento de dados em nuvem. A maior parte dos provedores oferecem pacotes gratuitos, com capacidade de armazenamento reduzida, mas suficiente para um usuário comum, e pacotes pagos, geralmente utilizados por empresas que necessitam armazenar grandes quantidades de dados.
Alguns dos servidores mais conhecidos e confiáveis são:
iCloud, que permite o armazenamento gratuito de documentos, mas a compatibilidade é melhor entre usuários de dispositivos da Apple. (www.icloud.com)
GoogleDocs, que oferece gratuitamente 1 GB de armazenamento de dados, e também disponibiliza os aplicativos para a criação dos arquivos. (www.docs.google.com)
Amazon S3, serviço provido pela Amazon.com, que oferece planos de armazenamento de dados em nuvem. Atualmente está disponível para usuários residentes nos EUA e na Europa. (http://aws.amazon.com)
Youtube, permite o armazenamento e compartilhamento gratuito de vídeos. A principal diferença em relação a outros serviços é o fato de que todos os usuários do site podem assistir aos vídeos postados por qualquer pessoa. (www.youtube.com)
FilesAnywhere, que possui planos gratuitos de armazenamento de até 1 GB, e planos pagos que variam entre 5 e 500 GB. (www.filesanywhere.com)
DropBox, que possui planos gratuitos de armazenamento de até 2 GB, e planos pagos que podem armazenar até 1000 GB. (www.dropbox.com)
SugarSync, que oferece 5 GB de armazenamento gratuito. (http://www.sugarsync.com)
Mais informações sobre estes serviços podem ser conferidas na reportagem "Quando o longe fica perto", de Veja.
*O autor é sociólogo, mestre e doutorando em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia da Unicamp.
Rafael Bennertz
Fonte: revistaescola.abril.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dia Nacional do Cego


13 DE DEZEMBRO
COMO TRATAR DEFICIENTES VISUAIS CORRETAMENTE
Ofereça sua ajuda sempre que um(a) cego(a) parecer necessitar. Mas não ajude sem que ele(a) concorde;
Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em que e como ajudar, peça explicações de como fazê-lo;
Para guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou no ombro. Não a pegue pelo braço: além de perigoso, isso pode assustá-la. À medida que encontrar degraus, meios fios e outros obstáculos, vá orientando-a. Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa lhe seguir;
Ao sair de uma sala, informe o(a) cego(a); é desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio. Não evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver", os(as) cegos(as) também as usam;
Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas cegas não têm memória visual, não se esqueça de indicar as distâncias em metros (por exemplo: "uns vinte metros para a frente"). Mas se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, diga algo como "eu gostaria de lhe ajudar, mas como é que devo descrever as coisas?", ele(a) lhe dirá;
Ao guiar um(a) cego(a) para uma cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira, e informe se a cadeira tem braços ou não;
Num restaurante, é de boa educação que você leia o cardápio e os preços;
Uma pessoa cega é como você, só que não enxerga; trate-a com o mesmo respeito que você trata uma pessoa que enxerga;
Quando você tiver em contato social ou trabalhando com pessoas portadoras de deficiência visual, não pense que a cegueira possa vir a ser problema e, por isso, nunca as exclua de participar plenamente, nem procure minimizar tal participação. Deixe que decidam como participar. Proporcione à pessoa cega a chance de ter sucesso ou de falhar, tal como qualquer outra pessoa;
Quando são pessoas com visão subnormal (alguém com sérias dificuldades visuais), proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhe se precisa de ajuda, quando notar que ela está em dificuldade.

Fonte: www.deficientesvisuais.org.br