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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Computação de Nuvem


5 respostas para você começar a usar a computação em nuvem
Já pensou em armazenar o calendário letivo, o planejamento das aulas ou as provas dos alunos em um servidor acessível em qualquer computador? Com uma conexão à internet este serviço já está disponível (e de graça) para ajudar no seu dia a dia em sala de aula.
1. O que é computação em nuvem e por que possui esse nome?

A computação em nuvem (do inglês cloud computing) refere-se, basicamente, a utilização de servidores remotos, que são acessados através da Internet, para a realização de processos computacionais, que antes eram dependentes dos componentes físicos (Hardware), ou seja, do computador de cada usuário. A ideia de computação em nuvem, portanto, remete à analogia de que os arquivos passam a ser armazenados fora do aparelho do usuário. De modo geral, a computação em nuvem pode ser dividida em duas categorias: o processamento e o armazenamento de dados.
O processamento de dados em aplicativos ou programas que são acessados nos servidores centrais é a forma ainda menos utilizada de computação em nuvem. Um bom exemplo desta categoria são os aplicativos do Google, os Google Apps, que podem ser utilizados gratuitamente. Com essa ferramenta é possível editar textos, planilhas, apresentações, tabelas, gráficos e outros documentos sem precisar ter um programa instalado no seu computador. Você só precisa de um navegador e uma conexão à Internet. Além disso, como os documentos ficam armazenados "em nuvem", você pode editar um documento no seu computador pessoal, no computador da escola ou até mesmo através de um celular, sem precisar de dispositivos como o pen drive, por exemplo.A segunda categoria de computação em nuvem é o armazenamento de dados. Esta é a forma mais utilizada pelos usuários da internet. Os primeiros serviços de armazenamento de dados estavam ligados aos servidores online de e-mails - quando deixamos de "baixar" as mensagens para os nossos computadores. Com o Yahoo ou o Gmail é possível ler a mensagem no próprio servidor. Hoje, temos novos e mais modernos serviços de armazenamento de dados, sobre os quais vamos falar a seguir.
2. Como funciona? Que tipo de material posso armazenar na nuvem (fotos, vídeos, provas dos alunos, apresentações de slides)?

Todo tipo de arquivo pode ser armazenado em nuvem. Para utilizar algum serviço de armazenamento de dados, o usuário precisa criar uma conta em algum servidor e enviar os seus arquivos. Isto significa que, você precisa identificar quais servidores armazenam o tipo de arquivo que você pretende salvar e também avaliar se o servidor oferece a capacidade de armazenamento de que precisa. A forma de envio dos arquivos, assim como o tipo de arquivo a ser armazenado varia de acordo com o conjunto de serviços oferecido por cada servidor remoto.
O tipo de arquivo que pode ser armazenado depende muito do tipo de usuário do serviço. Há a possibilidade de armazenamento de arquivos eletrônicos como textos, planilhas, tabelas, apresentações, mas também é possível guardar vídeos, músicas, fotos, figuras e até programas.
3. A computação em nuvem pode ajudar no planejamento das aulas?

A computação em nuvem pode auxiliar os professores não apenas no planejamento, mas também na organização, elaboração, aplicação e avaliação de diversas atividades com os alunos.
Os aplicativos de edição de textos, de planilhas e de apresentações em nuvem permite ao professor planejar as suas aulas em qualquer local, desde que possua uma conexão à internet e um equipamento básico, computador, smartphone ou tablet que lhe permita conectar.Estes mesmos aplicativos permitem aos alunos compartilhar arquivos com maior facilidade e agilidade. Isso significa que alguns trabalhos em grupo podem ser feitos sem que os estudantes saiam de suas casas - já que todos podem ver simultaneamente quando um documento está sendo alterado na nuvem.
Você, professor, pode auxiliar os alunos em seus trabalhos, fazendo comentários durante o processo de elaboração. Tudo por meio de dispositivos de processamento de dados em nuvem. Também é possível centralizar o recebimento de trabalhos e realizar as correções em qualquer lugar, até mesmo de dentro do ônibus ou do metrô. Os calendários letivos também podem ser armazenados em nuvem, assim como as ementas das disciplinas e os conteúdos que serão trabalhados nas aulas seguintes. É evidente que este ainda não pode ser o único meio de comunicação extraclasse com os alunos (afinal, nem todos dispõem de computadores com acesso à internet em casa ou na escola), mas é uma ferramenta que pode ajudar, e muito, a ganhar tempo no planejamento das aulas e a agilizar os momentos de interação com os estudantes.
4. Corro risco de perder documentos importantes usando a computação em nuvem?

A questão da segurança na computação em nuvem envolve a segurança do computador que está acessando a rede; a segurança da rede que está sendo utilizada e a segurança das informações armazenadas. Ter um bom antivírus no computador para evitar invasões indesejadas é sempre recomendado. Para garantir a segurança, contudo, as empresas que oferecem plataformas de computação em nuvem desenvolvem constantemente tecnologias e controles utilizados para a proteção de dados, aplicativos e a infraestrutura adequada.
Os dispositivos tecnológicos de segurança para a computação em nuvem podem ser classificados em três categorias: 1. Segurança e privacidade, que englobam tecnologias que impedem o acesso de pessoas não autorizadas às informações armazenadas. 2. Compliance, que diz respeito à garantia do cumprimento das regulações, políticas, normas e acordos entre fornecedores e usuários do serviço, assim como a obediência às políticas regulatórias em âmbito local, regional, nacional e internacional. Para garantir a segurança neste nível, os provedores passam constantemente por auditorias, garantem a recuperação dos dados caso sejam perdidos e a manutenção dos serviços. 3. Questões legais e contratuais, que abrange tudo o que está associado à garantia de prestação dos serviços, à garantia dos direitos de propriedade intelectual e à transferência completa dos dados para o usuário.
Além disso, os servidores em nuvem são obrigados por lei a manter registros de todas as vezes que os dados armazenados forem acessados.
5. Que programas oferecem esse serviço? Quanto custa?
Diversos programas e empresas oferecem o serviço de armazenamento de dados em nuvem. A maior parte dos provedores oferecem pacotes gratuitos, com capacidade de armazenamento reduzida, mas suficiente para um usuário comum, e pacotes pagos, geralmente utilizados por empresas que necessitam armazenar grandes quantidades de dados.
Alguns dos servidores mais conhecidos e confiáveis são:
iCloud, que permite o armazenamento gratuito de documentos, mas a compatibilidade é melhor entre usuários de dispositivos da Apple. (www.icloud.com)
GoogleDocs, que oferece gratuitamente 1 GB de armazenamento de dados, e também disponibiliza os aplicativos para a criação dos arquivos. (www.docs.google.com)
Amazon S3, serviço provido pela Amazon.com, que oferece planos de armazenamento de dados em nuvem. Atualmente está disponível para usuários residentes nos EUA e na Europa. (http://aws.amazon.com)
Youtube, permite o armazenamento e compartilhamento gratuito de vídeos. A principal diferença em relação a outros serviços é o fato de que todos os usuários do site podem assistir aos vídeos postados por qualquer pessoa. (www.youtube.com)
FilesAnywhere, que possui planos gratuitos de armazenamento de até 1 GB, e planos pagos que variam entre 5 e 500 GB. (www.filesanywhere.com)
DropBox, que possui planos gratuitos de armazenamento de até 2 GB, e planos pagos que podem armazenar até 1000 GB. (www.dropbox.com)
SugarSync, que oferece 5 GB de armazenamento gratuito. (http://www.sugarsync.com)
Mais informações sobre estes serviços podem ser conferidas na reportagem "Quando o longe fica perto", de Veja.
*O autor é sociólogo, mestre e doutorando em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia da Unicamp.
Rafael Bennertz
Fonte: revistaescola.abril.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dia Nacional do Cego


13 DE DEZEMBRO
COMO TRATAR DEFICIENTES VISUAIS CORRETAMENTE
Ofereça sua ajuda sempre que um(a) cego(a) parecer necessitar. Mas não ajude sem que ele(a) concorde;
Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em que e como ajudar, peça explicações de como fazê-lo;
Para guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou no ombro. Não a pegue pelo braço: além de perigoso, isso pode assustá-la. À medida que encontrar degraus, meios fios e outros obstáculos, vá orientando-a. Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa lhe seguir;
Ao sair de uma sala, informe o(a) cego(a); é desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio. Não evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver", os(as) cegos(as) também as usam;
Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas cegas não têm memória visual, não se esqueça de indicar as distâncias em metros (por exemplo: "uns vinte metros para a frente"). Mas se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, diga algo como "eu gostaria de lhe ajudar, mas como é que devo descrever as coisas?", ele(a) lhe dirá;
Ao guiar um(a) cego(a) para uma cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira, e informe se a cadeira tem braços ou não;
Num restaurante, é de boa educação que você leia o cardápio e os preços;
Uma pessoa cega é como você, só que não enxerga; trate-a com o mesmo respeito que você trata uma pessoa que enxerga;
Quando você tiver em contato social ou trabalhando com pessoas portadoras de deficiência visual, não pense que a cegueira possa vir a ser problema e, por isso, nunca as exclua de participar plenamente, nem procure minimizar tal participação. Deixe que decidam como participar. Proporcione à pessoa cega a chance de ter sucesso ou de falhar, tal como qualquer outra pessoa;
Quando são pessoas com visão subnormal (alguém com sérias dificuldades visuais), proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhe se precisa de ajuda, quando notar que ela está em dificuldade.

Fonte: www.deficientesvisuais.org.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Redes Sociais


Qual é a primeira coisa que você faz quando entra na internet? Checa seu e-mail, dá uma olhadinha no Twitter, confere as atualizações dos seus contatos no Orkut ou no Facebook? Há diversos estudos comprovando que interagir com outras pessoas, principalmente com amigos, é o que mais fazemos na internet. Só o Facebook já tem mais de 500 milhões de usuários, que juntos passam 700 bilhões de minutos por mês conectados ao site - que chegou a superar o Google em número de acessos diários. A internet é a ferramenta mais poderosa já inventada no que diz respeito à amizade. E está transformando nossas relações: tornou muito mais fácil manter contato com os amigos e conhecer gente nova. Mas será que as amizades online não fazem com que as pessoas acabem se isolando e tenham menos amigos offline, "de verdade"? Essa tese, geralmente citada nos debates sobre o assunto, foi criada em 1995 pelo sociólogo americano Robert Putnam. E provavelmente está errada. Uma pesquisa feita pela Universidade de Toronto constatou que a internet faz você ter mais amigos - dentro e fora da rede. Durante a década passada, período de surgimento e ascensão dos sites de rede social, o número médio de amizades das pessoas cresceu. E os chamados heavy users, que passam mais tempo na internet, foram os que ganharam mais amigos no mundo real - 38% mais. Já quem não usava a internet ampliou suas amizades em apenas 4,6%.
Então as pessoas começam a se adicionar no Facebook e no final todo mundo vira amigo? Não é bem assim. A internet raramente cria amizades do zero - na maior parte dos casos, ela funciona como potencializadora de relações que já haviam se insinuado na vida real. Um estudo feito pela Universidade de Michigan constatou que o 20 maior uso do Facebook, depois de interagir com amigos, é olhar os perfis de pessoas de gente que acabamos de conhecer. Se você gostar do perfil, adiciona aquela pessoa, e está formado um vínculo. As redes sociais têm o poder de transformar os chamados elos latentes (pessoas que frequentam o mesmo ambiente social que você, mas não são suas amigas) em elos fracos - uma forma superficial de amizade. Pois é. Por mais que existam exceções a qualquer regra, todos os estudos apontam que amizades geradas com a ajuda da internet são mais fracas, sim, do que aquelas que nascem e crescem fora dela.
Isso não é inteiramente ruim. Os seus amigos do peito geralmente são parecidos com você: pertencem ao mesmo mundo e gostam das mesmas coisas. Os elos fracos não. Eles transitam por grupos diferentes do seu, e por isso podem lhe apresentar coisas e pessoas novas e ampliar seus horizontes - gerando uma renovação de ideias que faz bem a todos os relacionamentos, inclusive às amizades antigas. Os sites sociais como Orkut e Facebook tornam mais fácil fazer, manter e gerenciar amigos. Mas também influem no desenvolvimento das relações - pois as possibilidades de interagir com outras pessoas são limitadas pelas ferramentas que os sites oferecem. "Você entra nas redes sociais e faz o que elas querem que você faça: escrever uma mensagem, mandar um link, cutucar", diz o físico e especialista em redes Augusto de Franco, que já escreveu mais de 20 livros sobre o tema. O problema, por assim dizer, é que a maioria das redes na internet é simétrica: se você quiser ter acesso às informações de uma pessoa ou mesmo falar reservadamente com ela, é obrigado a pedir a amizade dela, que tem de aceitar. Como é meio grosseiro dizer "não" a alguém que você conhece, mesmo que só de vista, todo mundo acabava adicionando todo mundo. E isso vai levando à banalização do conceito de amizade. "As pessoas a quem você está conectado não são necessariamente suas amigas de verdade", diz o sociólogo Nicholas Christakis, da Universidade Harvard. É verdade. Mas, com a chegada de sites como o Twitter, a coisa ficou diferente.

Amizade assimétrica

No Twitter, eu posso te seguir sem que você tenha de autorizar isso, ou me seguir de volta. É uma rede social completamente assimétrica. E isso faz com que as redes de "seguidores" e "seguidos" de alguém possam se comunicar de maneira muito mais fluida. Ao estudar, com um time de pesquisadores, a sua própria rede no Twitter, Christakis percebeu que seu grupo de amigos tinha começado a se comunicar entre si independentemente da mediação dele. Pessoas cujo único ponto em comum era o próprio Christakis acabaram ficando amigas entre si. "As redes sociais estão ficando maiores e mais diversificadas", diz o sociólogo e pesquisador de redes Barry Wellman, da Universidade de Toronto.
É o seguinte. Eu posso me interessar pelo que você tem a dizer e começar a te seguir. Nós não nos conhecemos. Mas você saberá quando eu o retuitar ou mencionar seu nome no site, e poderá falar comigo. Meus seguidores também podem se interessar pelos seus tuítes e começar a seguir você. Os seus seguidores podem ter curiosidade sobre mim e entrar na conversa que estamos tendo. Em suma: nós continuaremos não nos conhecendo, mas as pessoas que estão à nossa volta estabelecem vários níveis de interação - e podem até mesmo virar amigas entre si.
Mas boa parte dos cientistas ainda acha que, mesmo estando em contato com qualquer pessoa mais facilmente e a todo o momento, a distância conti-nuará prejudicando as amizades. "A internet faz com que você consiga desacelerar o processo, mas não salva as relações", acredita o antropólogo Robin Dunbar. "No fim das contas, ainda precisamos estar próximos das pessoas de vez em quando." É verdade. A maioria dos especialistas em relacionamento humano acredita que a proximidade física é essencial para sentirmos os efeitos benéficos das amizades profundas. Só que o cérebro pode estar começando a mudar de opinião.
Um estudo que está sendo realizado na Universidade da Califórnia começou a desvendar o efeito que as redes sociais produzem no organismo. Mais precisamente, o que acontece com os níveis de ocitocina quando usamos o Twitter, por exemplo. É há um efeito. Os primeiros resultados mostraram que tuitar estimula a liberação desse hormônio, e consequentemente diminui os níveis de hormônios como cortisol e ACTH, associados ao estresse.
Isso significa que o cérebro pode ter desenvolvido uma nova maneira de interpretar as conversas no Twitter. "O cérebro entende a conexão eletrônica como se fosse um contato presencial", diz Paul Zak. Isso seria uma adaptação evolutiva ao uso da internet. "O sistema de ocitocina está sempre se ajustando ao ambiente em você está", diz. "Pode ser que, de tanto interagir em redes sociais, as pessoas estejam se tornando mais sintonizadas para a amizade. E aí elas acabam fazendo mais amigos, inclusive presencialmente." Ou seja: além de mudar as amizades, a internet também pode acabar modificando o próprio cérebro humano. Mas ainda é cedo para dizer se acabaremos nos tornando seres hiperssociais, com cérebros capazes de acomodar um número maior de amigos. O próprio Paul Zak diz que não é possível desconsiderar a importância do contato físico - um dos mais importantes estimulantes da liberação de ocitocina no organismo. "No máximo, vamos ter mais possibilidades de manter relações íntimas a distância por mais tempo", diz. Outros, como Robin Dunbar, acham que a tecnologia ainda pode nos surpreender, e romper a última barreira da amizade online: "O Skype e outros serviços do tipo não são bons o suficiente, porque não nos permitem tocar um no outro em realidade virtual. Ainda."

AMIZADE POS-MODERNA

A internet e as redes sociais se baseiam em dois tipos de relação:
Amizade simétrica

É recíproca: se eu quiser ter você como amigo e acessar o seu perfil, você precisa autorizar o pedido e se tornar meu amigo também.
Pró: Privacidade. Você decide quem terá acesso às suas informações.
Contra: Reduz a possibilidade de conhecer gente nova.
Exemplos: Facebook / Orkut / Flickr / Linkedin / MSN / Last.fm
Amizade assimétrica

Não é recíproca: eu posso adicionar ou seguir você sem precisar pedir permissão (e posso inclusive fazer isso sem que você saiba).
Pró: Torna muito mais fácil a formação de laços e comunidades.
Contra: Mais difícil de virar amizade íntima, pois a interação é pública.
Exemplos: Twitter / Buzz / Tumblr / Blip.fm
Fonte: super.abril.com.br

sábado, 22 de outubro de 2011

Dia do Pára-Quedista


22 DE OUTUBRO
O paraquedismo, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é um esporte criado há pouco tempo. Na verdade ele vem do eterno sonho do ser humano, destinado a viver no chão, o sonho de VOAR! Voar livremente utilizando somente seu próprio corpo, assim como fazem os pássaros!
O sonho tem início registrado ainda na mitologia, que mostra DEDALO e seu filho ÍCARO na busca de alçar vôo com asas de penas de pássaro ligadas por cera.
Em 1306, aparecem registros de acrobatas chineses que se atiravam de muralhas e torres empunhando um dispositivo semelhante a um grande guardachuva que amortecia a chegada ao solo.
Em 1495, LEONARDO DA VINCI escreveria em suas notas: "Se um homem dispuser de uma peça de pano impermeabilizado, tendo seus poros bem tapados com massa de amido e que tenha dez braças de lado, pode atirar-se de qualquer altura, sem danos para si". DA VINCI é considerado também o precursor como projetista de um pára-quedas.
Em 1617, o italiano FAUSTO VERANZIO salta com um "paraquedas" da torre da catedral de Veneza, aterrando ileso diante dos espectadores.
Em 1783, SEBASTIAN LENORMAND constrói e patenteia um paraquedas com que repetidamente executa saltos.
Em 1785, JEAN PIERRE BLANCHARD constrói e salta com um paraquedas feito de seda, sem a armação fixa que ate então era utilizada para manter o velame aberto.
Em 1797, ANDRE-JACQUES GARNERIN, em Paris, salta de um balão a uma altura aproximada de 2000 pés. GARNERIN prossegue saltando regularmente e a ele a história deu a honra de ser considerado o PRIMEIRO PARAQUEDISTA DO MUNDO. Em 1802, em Londres, GARNERIN salta a 8000 pés, um recorde para a época.
Em 1808, pela primeira vez o paraquedas foi usado como salva-vidas quando o polonês KUPARENKO o utiliza para saltar de um balão em chamas.
Em 1837, acontece o primeiro acidente fatal com um paraquedista, quando ROBERT COCKING falece em razão do impacto contra o solo. COCKING saltava com um paraquedas com o desenho de um cone invertido que se mostrou inadequado, não resistiu à pressão e fechou.
Em 1887, o Capitão americano THOMAS BALDWIN inventa o equipamento que se ajusta ao corpo do paraquedista, substituindo os cestos até então utilizados. Este invento foi um novo e importante passo para o desenvolvimento do paraquedismo.
Em 1901, CHARLES BROADWICK inventa o paraquedas dorsal, fechado dentro de um invólucro, como os que hoje são utilizados pelos pilotos de aviões militares. O sistema de abertura do paraquedas era um cabo amarrado ao balão.
Em 1911, GRANT NORTON realiza o primeiro salto utilizando um avião. NORTON decolou levando o paraquedas nos braços e na hora do salto arremessou-o para fora sendo por ele extraído da aeronave.
Em 1919, LESLIE IRVIN executa o primeiro salto livre, abrindo o paraquedas, por ação muscular voluntária durante a queda livre.
Em 1930, os russos organizam o primeiro Festival Desportivo de Paraquedismo.
Em 1941, o exército alemão emprega o paraquedas como equipamento de guerra, lançando pára-quedistas militares para conquistar a Ilha de Creta.
Dai em diante o pára-quedismo se desenvolve numa velocidade vertiginosa, seja quanto aos equipamentos, técnicas de salto e tipos de competição.
Fonte: www.cbpq.org.br

A EVOLUÇÃO DO PÁRA-QUEDISTA
A evolução do pára-quedista depende de vários fatores, um conjunto de elementos que se unem e que, aos poucos, vão formando a estrutura pessoal do esportista. Fatores determinantes, como a consciência de todos os pontos envolvidos na evolução, são de extrema importância para que a mesma possa ocorrer naturalmente e da maneira correta. O ideal é que aconteça gradualmente e sem esforços de antecipação dos passos, que só devem ser percorridos após determinado tempo.
A escolha do pára-quedismo como esporte já denota um tipo de perfil que excede os limites cotidianos, típico de alguém que está à procura de algo desafiador. Mas há nesse contexto uma ambigüidade incrível ao mesmo tempo em que pressupõe a ausência de limites, o esporte revela-se bastante limitador em alguns aspectos psicológicos e físicos. As sensações que experimentamos se alteram com o tempo, elas modificam a nossa visão da vida e também dentro do esporte. Gradativamente, vamos alterando nossas percepções e nossos medos. Isso conseqüentemente gera uma autoconfiança que pode ser positiva ou prejudicial, dependendo de como o pára-quedista utiliza e lida com estas emoções.
No início todas as novidades e sentimentos que experimentamos nos geram uma certa confusão mental, que acaba nos proporcionando uma pequena distorção da noção aeroespacial que cresce indefinidamente, não possuindo padrões ou fatores específicos que determinem sua evolução. Com o passar do tempo, vamos adquirindo a experiência necessária para que nossos sentidos desenvolvam-se com relação ao novo ambiente e aos novos estados de consciência que necessitamos para a prática do esporte e, especificamente, dos exercícios que estamos praticando naquele determinado momento.horizontal da aeronave), a queda-livre, as pessoas que estão com você no salto, os exercícios ou manobras, a noção do nosso corpo, a percepção da velocidade que atingimos, o momento da separação, o track, deslocamento horizontal, a atenção para sabermos se realmente nos afastamos, se existem pessoas por perto, seja em cima, ao nosso lado ou embaixo, os pára-quedas abertos de outros grupos que saíram na frente, o acionamento do pára-quedas, a verificação da abertura naquele momento em que ela se inicia, a sustentação e desaceleração do nosso corpo, os checks para termos certeza de que está tudo em ordem, nossa orientação com o campo de visão de 360°, localização da área de pouso, intensidade do vento, tráfego aéreo, outro velames, ordenação e planejamento de pouso, a aproximação, o circuito final e finalmente o pouso. Tudo isso faz parte de um conjunto técnico que é necessário, mas aliado a toda esta parte técnica, ainda temos as milhares de sensações que experimentamos durante o conjunto que chamamos de salto.
A subida do avião, a sensação da saída, os primeiros segundos da queda livre, a velocidade terminal, a percepção do ar fluindo por nosso corpo, a paisagem que se abre diante de nossos olhos, a sensação do vento e tudo o que experimentamos durante um salto... São muitos os sentidos, sentimentos e pensamentos que se alternam de um segundo para outro.
E se pararmos para pensar e perceber, todo este conjunto se desenvolve em harmonia e sincronia, passo a passo, salto a salto, e cada vez mais trocamos de sensações, nos familiarizamos com as freqüentes, experimentamos as novas e desta maneira evoluímos nosso corpo, mente e espírito dentro do nosso esporte, com uma grande reflexão em cada momento de nossas vidas.O desenvolvimento técnico é lento e não se deve procurar caminhos curtos, porque eles não existem. Tudo que vem rápido vai embora rápido, apenas as coisas conquistadas com esforço são duradouras. A técnica é conquistada praticando os movimentos básicos de modo lento, cadenciado e repetitivo, de forma que o corpo e a mente possam ir entendendo os caminhos espaciais a percorrer.
Quando se pratica um movimento muitas vezes e de modo lento, se percebe todas as variações e possibilidades. A afobação camufla a magia da precisão e a beleza da limpidez técnica. A resistência no desempenho é inversamente proporcional ao foco em que a pessoa consegue permanecer durante a atuação.
No pára-quedismo, o atleta deve se manter focado durante a subida da aeronave e atuar conforme o briefing por 35 segundos, no caso de FQL 4, em queda livre. A queda livre é um fator que gera "medo". Esse medo deve ser superado. A maioria das pessoas não consegue atuar com 100% de foco, pois não têm preparo físico ou psicológico adequado.
Portanto, para conseguir atingir uma performance perfeita, o atleta tem de, além de se preparar tecnicamente, estar bem preparado física e psicologicamente.
A velocidade é adquirida a partir da execução correta dos movimentos. O corpo e a mente começam a aprender e a velocidade vai aparecendo naturalmente. O mais importante antes da velocidade é realizar os movimentos corretos. "O lento sai rápido" é uma frase muito escutada pelos atletas de 4-way. Significa que se fizer os movimentos lentos e corretos a média final de pontos será maior do que o time que faz os movimentos rápidos e não precisos, estes têm de, a todo momento, ficar se corrigindo em queda livre.
Quando uma pessoa começa a saltar, dizemos que ela esta saltando no "escuro", porque ela não tem muita noção do que está acontecendo em queda livre, está "perdida" espacialmente e não vê nada. Estou me referindo à noção do corpo em queda livre e às noções espaciais na visão 3D.
Depois de alguns saltos o atleta adquire habilidade para "sobreviver" sozinho, ele está num estágio onde começa a ter consciência dos movimentos e partes do corpo em queda livre, percebendo se esta indo para frente, para trás, girando, deslizando lateralmente, etc.
Ele salta "vendo algumas coisas", mas às vezes não tem muita certeza do que está acontecendo e, na maioria das vezes, "chega atrasado". Falta ainda, a antecipação dos movimentos. Com o tempo e treinamentos específicos, o atleta começa a ampliar os horizontes, ver melhor o que está em sua volta e a ter uma boa noção corporal durante a queda livre.
No entanto ainda falta, às vezes, antecipação nos movimentos. É o momento em que ocorrem afobações para realizar movimentos rápidos. Conseqüentemente, o aluno esquece do básico, que é fazer devagar e corretamente, tornando a antecipação mais difícil ainda.
De repente, num "estalo mental", parece que tudo fica mais claro e o atleta ancora a idéia de que os movimentos devem ser executados da maneira correta e na velocidade que sua mente pode acompanhar, pois só assim ele começa a aprender a antecipar os movimentos e estar no lugar certo, na hora certa. Geralmente, é o momento em que os atletas se unem para fazer o primeiro time de 4-way.Ainda neste estágio o atleta se afoba muito quando vê os companheiros fazendo movimentos em queda livre. Ele acaba querendo fazer mais rápido do que todos, o que, conseqüentemente, dá chances para executar o movimento fora do eixo ou numa velocidade em que ele não conseguirá se manter até o fim do salto.
A partir deste ponto, com treinamentos individuais e com o time, o atleta vai atingindo um nível técnico e mental onde ele vê tudo e também atua de forma tranqüila e cadenciada, respeitando a velocidade individual e a do time, antecipando os movimentos de forma correta e aumentando naturalmente a velocidade dos movimentos.
É o momento em que o mental training faz parte do atleta, quando ele consegue visualizar todo o salto antes de fazê-lo. É o momento em que os integrantes do time se olham e conversam somente com o olhar, é quando, em queda livre, um time está voando com 100% de certeza do que está fazendo.
Faça uma reflexão, veja em que fase está e analise por quais sentimentos tem passado, como está seu nível mental de percepção e entendimento do exterior, que o cerca a cada salto. Até que ponto os fatores externos influenciam sua vida dentro e fora do pára-quedismo? Quanto você tem se preparado para encarar o nosso esporte da melhor maneira possível? Fica aqui a mensagem deste mês.
Blue skies e boa reflexão.
Fonte: www.pqdbrasil.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dia do Médico


18 DE OUTUBRO
Neste 18 de outubro, comemora-se o Dia do Médico, em referência ao dia consagrado pela Igreja Católica a São Lucas, padroeiro da medicina. O santo, que foi um dos quatro evangelistas, escreveu o “3º Evangelho” e o Ato dos Apóstolos” do Novo Testamento da Bíblia Sagrada.
Era médico, pintor, músico e historiador. São Lucas nasceu na Antióqua (atual Turquia), no início do século I. Bondoso, abnegado, peregrinou por muitos lugares curando as pessoas e desafiando instituições políticas. Não conheceu Jesus, mas escreveu o Evangelho, transmitindo suas palavras. Morreu aos 80 anos e seus restos mortais estão na Basílica de Santa Justina, em Pádua, na Itália.
São Lucas é o santo dos médicos. Seu nome, como patrono da classe, foi lançado por Eurico Branco Ribeiro, cirurgião paulista e estudioso da vida do santo.Sua escolha deveu-se às ações que, naquela época, aliviaram o sofrimento de muitos doentes. Desse modo, adotou-se o dia do santo médico para homenagear todos aqueles que, com a mesma tenacidade e dedicação que São Lucas teve um dia, salvam vidas, curam doenças e atenuam os males da saúde.
Fonte: www.amb.org.br




Médico: uma profissão que salva vidas
O que faz
Busca tratar e curar as doenças das pessoas enfermas, indicando tratamentos a base de remédios, procedimentos cirúrgicos ou mudança de hábitos alimentares.
Características profissionais importantes (aptidões)
Dedicação máxima à profissão, gostar de estudar e conhecer as novidades da área, saber se relacionar com as pessoas de forma humana, capacidade de análise de situações (saber diagnosticar).
Mercado de Trabalho
Hospitais Públicos e Particulares, Clinicas médicas, consultórios particulares, grandes empresas (médico do trabalho), clubes esportivos entre outros.
Especializações
Após a formação em Bacharel em Medicina, podendo atuar como Clínico Geral, o médico poderá entrar em cursos de especializações.
Exemplos
Medicina do trabalho, patologia clínica, ginecologia, geriatria, genética, cardiologia, urologia, neurocirurgia, psiquiatria, pediatria, medicina sanitária, angiologia, dermatologia, etc.
Fonte: geocities.com

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia do Professor


5 de Outubro

Importância da data, 15 de outubro, comemoração
PROFESSOR: UM PROFISSIONAL FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA NAÇÃO.

O Dia do Trabalho é comemorado em 15 de outubro. Esta data deve ser lembrada e comemorada por todos, pois os professores exercem atividades de suma importância para o desenvolvimento do nosso país.
São os professores que alfabetizam nossas crianças e transmitem informações e conhecimentos fundamentais para o desenvolvimento dos nossos jovens. Os professores também atuam na motivação para os estudos, no desenvolvimento de habilidades e na transmissão de valores sociais positivos e saudáveis.
Mas os professores não estão presentes somente nas salas de aulas das escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Superior. Os mestres também estão nos cursos de línguas, escolas de esportes, cursos vestibulares e etc.
Esta profissão é tão marcante em nossas vidas que é difícil encontrar alguém que não se lembre de um professor que marcou sua infância ou juventude.
Parabéns Professores !!!
Fonte: geocities.com

sábado, 8 de outubro de 2011

Eu e os micos com animais

Adoro animais... Outro dia estava pensando... Gosto tanto dos animais, mas acho que eles não gostam muito de mim.
Desde o dia em que me casei percebi que teria problemas com animais...
Era uma noite linda, fresca, uma noite enluarada, maravilhosa. Lá estávamos depois da cerimonia religiosa, felizes, no parque do Ibirapuera para fotografar. Eu linda e maravilhosa o meu recém marido e o fotografo, tirando belas fotos. Quando de repente olhei minha saia... Estava mudando de cor... olhei de novo ... Gritei!!!!! Minha saia estava repletas de grilos, muitos grilos....Fiquei paralisada... Tentei tirar o vestido, mas era abotoado por centenas de minúsculos botões de pérolas nas costas, os quais nem por sonho conseguiria tirar sozinha. Depois de acalmada,o noivo e o fotografo passaram algum tempo tirando os grilos das diversas camadas de saia. Eu nem respirava e nem ousava olhar para aquilo.


MAs não parou por aí....

Um tempo depois, numa viagem bem legal que fizemos para Campos novos Paulista-SP, presenciei um cavalo dar um coice enorme numa amiga nossa. Foi terrível vê-la passar a Páscoa com uma ferradura estampada na panturrilha.( Desta vez, não fui eu a vítima).

Em uma viagem deliciosa para Caxambu-MG, fomos fazer um passeio bem divertido de charrete. Fomos visitar uma cachoeira. Na margem da tal cachoeira estavam alguns animais, vacas e bois... Todos desceram, se aproximaram apreciaram e de repente uma enorme vaca de olhos negros e imensos disparou atrás de mim.... Corri tanto que nem sei como larguei meu filho no colo do monitor. Foi uma coisa absurda. Não sei se a vaca desistiu de mim, ou se eu fui mais rápida que ela. Até hoje penso nisso.

Alguns anos depois.... Numa outra viagem, essa viagem foi inesquecível...
Fomos para Bonito-MS, lugar lindo, maravilhoso, hotel deslumbrante o Sta Esmeralda...
Ao chegarmos, nos instalamos e fomos almoçar, depois de mais de 1000 km de estrada, estavámos famintos...Nos acomodamos no restaurante, lindo, diga-se de passagem....
Quando sem mais nem menos, sai do lustre um papagaio bem nutrido e com garras imensas e pousa na minha cabeça... Gritei, me debati, esqueci completamente onde estava, tamanho foi o susto. Só sentia aquela ave enorme e com as garras cravadas em minha cabeça.Depois que o Edson me acalmou, me dei conta que todo o restaurante parou de comer para me observar... Uma sensação "maravilhosa"... Nem isso me fez perder o apetite...kkkkk Depois de orientada , fiquei sabendo que a ave era praticamente hóspede do hotel, e lá se abrigava e se divertia. No dia seguinte soube que eu não fui a única vítima, a outra pessoa derrubou até cadeira. kkkkkkk
Numa destas tardes, recebemos a visita desta ave que se chamava Kekel, soube depois, No chalé, veio roubar nosso suco de manga. kkkk Ficamos até amigas posteriormente...kkkk




Em outra viagem que fiz em Monte Verde-MG, lugar bucólico e aconchegante...
Fomos visitar um criadouro de trutas, pois lá é o que mais tem...Um lugar enorme, onde vc visita os tanques com trutas em várias fases de crescimento. Num onde vc nem sequer vê os peixinhos. Um outro com os peixinhos que parecem de aquário, pequeninos... Num outro onde eles já estã maiores, e outro onde já estão preparados para o abate. Pois lá tem um restaurante onde preparam a truta que vc escolher para comer... Sentei-me a beira do tanque e fiquei admirando os peixes, lindos, enormes. A água borbulhava. Toquei a água calmanete e os danadinhos se aproximaram... Toquei novamente, meu marido disse: Cuidado o peixe vai te morder!
Mas não deu tempo de mais nada e ecoei um berro imenso...
Quem poderia pensar que peixe morde!
Nunca ouvi falar, só tubarão....
Levei um tranco no dedo que achei que tinha perdido o dedo.
O lugar é imenso, mas o meu berro foi maior. Todos que lá estavam se levantaram para ver o que tinha acontecido....
Fique verde de raiva. Por que não acreditei que peixe morde!!!!! Teria me poupado o vexame.




Já em Eldorado... Fomos visitar a caverna do diabo.
Ao chegarmos no chalé, o recepcionista estava mostrando as instalações e resolvendo um pequeno probleminha na tv. Quando resolvi levar a necessaire para o banheiro para colocar as coisas em oredem....
Do nada sinto um peso no peito, que olho, nossa, um terror.... Uma perereca surgiu do nada e estava grudada em mim, me encarando com olhos enormes... Grite, gritei, gritei..... Não conseguia me desvencilhar dela de jeito nenhum.... Acho que ela achou que eu era uma moita, pois estva com uma blusa estampada de flores, e ela não queria sair de lá por nada. Foi um terror. Até que o Edson se aproximou e tirou com a mão a perereca que media uns 3 cm...kkkkk MAs o meu berro ecoou por todo o vale. kkkkkk

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sinuca


Sinuca é um jogo de mesa, taco e bolas praticado no Brasil, e constitui uma variante do snooker, um jogo de mesa inventado em 1875 na Grã-Bretanha.
Neste jogo dois adversários tentam colocar num dos seis buracos da mesa as bolas coloridas (não brancas) na seqüência definida pelas regras. Pode ser jogado individualmente ou em dupla.
Numa mesa de 2,84 m X 1,42 m (medida brasileira), são colocadas oito bolas, com pontuação de 1 (vermelha) a 7 (preta) mais a bola branca.
As regras em vigor no Brasil são ligeiramente diferentes das do snooker praticado no resto do mundo:
A bola branca é utilizada para impulsionar as outras. Denomina-se bola da vez a bola colorida de menor pontuação presente na mesa.
Ela é livre, isto é, o jogador não perde pontos caso erre quando tenta encaçapar (matar) essa bola. Quando encaçapada, ela não retorna à mesa e dá direito ao jogador de jogar livremente qualquer outra bola. Esta, se encaçapada, retorna à mesa e o jogador deve a seguir jogar a nova bola da vez.
Com exceção da tacada inicial (saída), é permitido jogar uma outra bola no lugar da bola da vez, porém com castigo, isto é, com perda de 7 pontos em caso de erro.
A mesa original, inglesa, possui mais 50 cm, tanto na largura, quanto no comprimento, com 15 bolas vermelhas (bola 1) ao invés de apenas uma, como no Brasil, e regras diferentes da nossa adaptação.
Hoje, há uma tendência, principalmente em campeonatos oficiais, de se jogar na “regra inglesa” (ver descrição da mesma em snooker), visando internacionalizar os atletas brasileiros.
O termo sinuca é usado popularmente no Brasil, nos inúmeros, bares, salões e clubes etc., muitas vezes para fazer referência a vários tipos de jogos de bilhar.
No entanto, em sua origem, o termo sinuca é um aportuguesamento do termo inglês “snooker”. Este jogo de “snooker”, ou sinuca no Brasil (que, com o tempo, sofreu também aqui um abrasileiramento de suas regras, que foram sendo alteradas à medida que se diminuía o número de bolas vermelhas com que era jogado), a um observador mais atento não pode ser confundido com os diversos jogos de bilhar existentes e que ganham muitos nomes conforme a região em que são praticados, e.g. mata-mata, bola 8, bola 9, vida, fuca, 21, carolina, etc. – muitos deles originados nos Estados Unidos e não na Inglaterra, como é o caso do snooker.
Portanto se conclui que sinuca/snooker é o nome específico de um determinado jogo (quer na regra inglesa, quer na regra brasileira), mas que, apesar dessa especificidade, às vezes é utilizado popularmente de forma genérica, para fazer referência a diversos tipos de jogos de bilhar (inclusive americanos).
De tal sorte, poder-se-á ouvir um amigo convidar outro para jogar “sinuca”, quando, na verdade, ambos estariam indo jogar “bola 8?, ou outro jogo de bilhar qualquer jogado no Brasil.

Fonte: www.emvideira.com.br



A Sinuca (ou snooker) foi inventada em 1875, na Grã-Bretanha. É um jogo em que dois adversários tentam encaçapar as bolas coloridas na sequencia. Pode ser jogado individualmente ou em dupla. Numa mesa de 2,84 m X 1,42 m (medida brasileira), são colocadas oito bolas, com pontuação de 1 (Amarela) a 7 (preta) mais a bola branca.
A branca é utilizada para impulsionar as outras. Devem-se matar as bolas em seqüência. Elas permanecem na caçapa. Quem mata a bola da vez tem direito a mais dois lances, incluindo bolas fora da seqüência (se encaçapadas, elas retornam à mesa). Nesses lances, se não matar um bola na primeira tacada, não perde pontos. Errando uma segunda, o jogador perde 7 pontos. A mesa original, inglesa, possui mais 50 cm, tanto na largura, quanto no comprimento, com 15 bolas vermelhas (bola 1) ao invés de apenas uma, como no Brasil, e regras diferentes da nossa adaptação.
Hoje, há uma tendência, principalmente em campeonatos oficiais, de se jogar na "regra inglesa" (ver descrição da mesma em Snooker), visando internacionalizar nossos atletas.
Jogadores brasileiros famosos: Carne Frita, Rui Chapéu, Renato Quirino, Roberto Carlos, Boca Mucha, Doutor Cláudio.O Uso do Termo Sinuca
O termo sinuca é usado popularmente no Brasil, nos inúmeros botecos, bares, salões e clubes etc., muitas vezes para fazer referência a vários tipos de jogos de bilhar.
No entanto, em sua origem, o termo sinuca é um aportuguesamento do termo inglês "snooker".
Este jogo de "snooker", ou sinuca no Brasil (que, com o tempo, sofreu também aqui um abrasileiramento de suas regras, que foram sendo alteradas à medida que se diminuia o número de bolas vermelhas com que era jogado), a um observador mais atento não pode ser confundido com os diversos jogos de bilhar existentes e que ganham muitos nomes conforme a região em que são praticados, e.g. mata-mata, bola 8, bola 9, vida, fuca, 21, carolina etc, muitos deles originados nos Estados Unidos e não na Inglaterra, como é o caso do snooker/sinuca.
Portanto se conclui que sinuca/snooker é o nome específico de um determinado jogo (quer na regra inglesa, quer na regra brasileira), mas que, apesar dessa especificidade, às vezes é utilizado popularmente de forma genérica, para fazer referência a diversos tipos de jogos de bilhar (inclusive americanos). De tal sorte, poder-se-á ouvir um amigo convidar outro para jogar "sinuca", quando, na verdade, ambos estariam indo jogar "bola 8", ou outro jogo de bilhar qualquer jogado no Brasil.
INSTRUÇÕES PARA INICIANTES: HORIZONTALIDADE DO TACO
O maior problema encontrado entre os iniciantes da sinuca é o mau posicionamento do taco, que geralmente é utilizado com a traseira muito elevada. Isso faz com que a bola branca seja forçada de cima para baixo, afundando no pano e desviando-se do alinhamento.
Obtem-se um melhor desempenho se o taco for colocado o mais próximo possível da POSIÇÃO HORIZONTAL.
Nota-se que os lances de execução mais complicada são aqueles em que a bola branca está colada ou encavalada, justamente por requererem o levantamento da traseira do taco.
Mas assim como não se deve levantar demais a traseira do taco, também não se deve baixá-la demais: no afã de se posicionar o taco horizontalmente, pode-se cometer o erro de baixar demais a parte de trás do taco, de tal forma que esta poderá bater na tabela no momento da execução da tacada desviando o taco da posição correta.
Às vezes essa batida é muito sútil e pode nem ser percebida, mas qualquer toque, por mais sutil que seja, pode ser suficiente para fazer errar a jogada.
Esse equívoco de baixar demais o taco é muito comum e acontece porque a tabela da mesa é mais alta que o plano onde as bolas rolam, fato que, com exceção de algumas jogadas, impede de se obter uma posição exatamente horizontal.
Daí se depreende que a horizontalidade do taco é uma questão bastante delicada, merecedora de um estudo atento por parte do praticante, que, à medida em que tenta colocar o taco o máximo possível na horizontal, não deve ultrapassar os limites que proporcionam a sua livre movimentação. É o fio da navalha.
Fonte: pt.wikipedia.org

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Todo dia é dia de flores


As plantas artificiais mudaram de nome e viraram as queridinhas de todos que apreciam uma boa decoração.
As flores encantam, emocionam, alegram. Remetem a cores, amores e perfumes. Melhor do que isto, impossível! Quem já ganhou um buquê ou arranjo de flores naturais, sabe o quanto torcemos para que durem mais um pouquinho, somente para sentirmos seu perfume e admirarmos sua beleza, lembrando com carinho da pessoa que nos agraciou com esse presente tão significativo.
Felizmente, os recentes avanços tecnológicos tornaram possível o desenvolvimento de produtos utilizados na confecção de flores artificiais, com carac
teristicas muito próximas das naturais. Foram rebatizadas como plantas permanentes, aquelas antigas flores de plástico, de aspecto grosseiro, que enfeitavam a casa da vovó. A nova versão é formada por um material chamado "soft touch" ou toque suave, cuja textura, forma e cores nos remetem às flores naturais. A semelhança é tanta, que é preciso ter muito cuidado para não rega-las por engano.
As plantas permanentes tornaram-se parte integrante da decoração de casas e peças comerciais. Elas embelezam o ambiente, estão sempre novas e não exigem cuidados especiais. Há dez anos atuando no segmento de decoração e arranjos florais, a proprietária da loja Vener Presentes, Rosana Veneroso, conta que a sofisticação das flores permanente é resultado do uso de materiais de qualidade como seda, silicone e materiais finos com pinturas delicadas e texturas que imitam as irregularidades das folhas e caules. Sua loja na zona oeste de São Paulo, possui cinco ambientes distintos com mais de 5000 itens para arranjos de flores e plantas permanentes, além de objetos para decoração.
Para Rosana, as flores permanentes são o carro chefe da Vner Presentes, com destaque para montagem de arranjos personalizados.
Uma ideias interessante para quem deseja reformular o ambiente ...
E agora que a Primavera chegou, aproveitem para enfeitarem suas casas com muitas flores, naturais ou não.


Por Carina Bessa, jornal leve e leia

domingo, 18 de setembro de 2011


OS SAPATOS DO VERÃO 2012
Anabelas, neutros, color blocking, corda, cobra e materiais rústicos estão entre as apostas das marcas que participaram da Francal.
Os sapatos da primavera-verão 2011/2012 serão os com saltos anabela, texturas, tons neutros e color blocking, os blocos de cores. Cobra é o bicho da vez e aparece em tons naturais e coloridas. Também será a estação da corda, que vem em amarrações, em saltos e detalhes. Materiais mais rústicos, como juta e linho, devem cair no gosto das apaixonadas por sapatos. Essas tendências estão entre as apostas de mais de mil fabricantes que expuseram na feira Francal, entre segunda-feira (27) e esta quinta (30), no Anhembi, em São Paulo.
Na próxima temporada de calor, os pés vão ficar mais à mostra que no verão 2011. As rasteirinhas e as sandálias com tiras voltaram, bem como os modelos com ar retrô, com aquele aspecto de "sapato da vovó". As pedras, que brilharam na temporada passada, continuam, mas agora aparecem com aspecto mais rústico, sem brilho, como se não tivessem sido lapidadas. Em contrapartida, o strass voltou, dos menores aos grandões, com muito brilho, que também está nos modelos com glitter - uma das apostas fortes - ou paetês. Vai valer a pena investir também em modelos estampados, como os florais e listrados.
Ao lado dos saltos de corda, os de madeira e palha vão estar em alta. Há modelos inteiriços, tradicionais e também os esculpidos, em diversos formatos. O aspecto artesanal aparece ainda nos tressês e no crochê. As meias-patas, que têm sido a sensação há mais de um ano e meio, continuam, enormes. Há saltos que chegam aos 15 centímetros, sejam os anabela, sejam os com meia-pata.
A geometria e as linhas arquitetônicas vêm fortes, em recortes e formatos. O tornozelo vai ficar preso por amarrações, das mais diversas, como nas espadrilhas, mas há também espaço para os modelos sem amarração nenhuma atrás, como tamancos e rasteirinhas, que não estiveram nas vitrines no último verão. Os sapatos pretos devem sair das ruas, dando espaço para os tons amarronzados, beges e neutros. Pontos de luz aparecem volta e meia para iluminar esses modelos. Entre as cores, os azuis, laranja e coral são as principais apostas.
Para as que não gostam de sandálias, os oxford e as sapatilhas ainda vêm com tudo. Modelos abotinados, que foram a sensação do verão 2011, ainda devem aparecer nas prateleiras, mas com menos exemplares. Os bicos finos, que já deram às caras sutilmente no inverno, também estão nas coleções de verão.

Fonte: moda.ig.com.br

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dia do Feirante


25 de Agosto

História das Feiras Livres

As feiras livres funcionam no Município de São Paulo desde meados do século XVII, haja vista a ocorrência de uma certa oficialização para venda, em 1687, de "gêneros de terra, hortaliça e peixe, no Terreiro da Misericórdia".
No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.
Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.
Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.
Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.

O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.
Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.
No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.
Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.
Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.
A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.
As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.
O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.


Fonte: www.prefeitura.sp.gov.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Lançamento do livro: SUICÍDIO: FALSA SOLUÇÃO!!!!


O suicidio nunca será solução para mal algum, simplesmente porque a morte não existe. Pode-se matar o corpo a qualquer momento, para isso basta utilizar o livre-arbítrio, contudo jamais a pessoa conseguirá aniquilar a própria vida, pois esta não reside no corpo, mas sim no Espírito que é imortal.
Neste livro, veremos a falácia que representa o suicídio, demonstrando a tese de que a morte não existe e que o suicídio é uma falsa solução...
Veremos, também, nesta obra o quanto é importante a valorização da vida e a utilização de todos os recursos para praticar o amor, única forma de encontrar o sentido existencial, e superar todo e qualquer sofrimento presente em nossas vidas.
Local:
Grupo Socorrista Maria Magdala
Rua Iquiririm, 316- Vila Indiana
Butantã- São Paulo

Por Dr. Alírio de Cerqueira Filho

Fonte: Jornal Leve e Leia

terça-feira, 2 de agosto de 2011

VOLTA ÀS AULAS


Pronto! Eis mais um grande recomeço

Corre! A faxina tem que ser geral – ordena o diretor. E a sala 7, também já foi pintada? E as carteiras, já estão prontas? – pergunta a professora. É preciso que tudo esteja limpo e arrumado, hein, porque “eles” já estão chegando! – diz a coordenadora.

É hora de recomeçar. De reviver o que passou e sonhar com o que há por vir. De avaliarmos as coisas maravilhosas que aconteceram no ano passado e as nem tão maravilhosas assim. E é isso aí, minha gente! Todos envolvidos para que o momento seja mesmo muito especial.

Pensar nos espaços físicos da escola dá mesmo um trabalhão. Tudo tem que estar na mais perfeita ordem. Uma ansiedade só! Para os que aqui já estavam como também para os alunos novos que vão chegar. Arruma aqui! Conserta ali! Puxa pra cá! E assim vai... Um grande desafio. Hummm!!! E o lanche! O que servir? Tem que ser atraente e gostoso.

Mas, difícil mesmo é pensar e repensar o papel pedagógico da escola para acolher e acomodar a todos, com suas semelhanças e diferenças; pois a escola, além de promover as grandes descobertas que o conhecimento proporciona, deve ser um lugar democrático, onde todos sejam respeitados, estimulados a trocar experiências e a aprender a se relacionar. É um ambiente onde a solidariedade e a amizade devem imperar.

Dentro desse propósito, a nossa escola promove uma recepção amena, em que um professor orientador, devidamente preparado para cada turma, incentiva as relações, apresenta o novo ambiente escolar e suas dependências, conta um pouco sobre a história da escola para que todos se sintam acolhidos e muito bem vindos!

Nesse encontro, é promovido um debate a fim de se construir conjuntamente um Estatuto da Boa Convivência, em que deveres e direitos são formulados pela própria turma, sob a orientação do professor, sendo registrados na ata da escola e fixados no mural da sala. Ao final, o aluno preenche uma ficha na qual conta um pouco de sua história pessoal, seus anseios e seus medos.

No que diz respeito à família, esta exerce uma função extraordinária na adaptação, preparando o aluno para o novo ambiente escolar e supervisionando sua rotina, dando-lhe dicas e conselhos preciosos para uma melhor adequação, diante de tantas novidades...

É essencial que a escola se prepare e se organize de forma a construir uma relação mais positiva e de companheirismo entre todos os seus membros. Na escola, temos grandes possibilidades de estabelecer vínculos de amizades para uma vida inteira. Então, respire fundo e aproveite o ano letivo que começou. Adote uma postura receptiva e prepare-se para um futuro de longas parcerias.

Adriana Teixeira Silva

Fonte: www.turminha.mpf.gov.br

quarta-feira, 27 de julho de 2011

DIA DO MOTOCICLISTA



27 DE JULHO

Segurança

Os "12 Mandamentos" do Motociclista

Enquanto as autoridades se dividem entre propor medidas de restrição ao uso da moto e fazer campanhas educativas para os Motociclistas, o motociclista Lucas Pimentel valendo-se de sua experiência a frente da ABRAM - Associação Brasileira de Motociclistas elaborou de maneira clara e prática uma lista contendo os "Doze Mandamentos" para a segurança dos motociclistas no trânsito.

A Associação Brasileira de Motociclistas (Abram) tem uma lista com "Doze Mandamentos" para a segurança dos motociclistas nas ruas e nas estradas brasileiras:

1 – Mantenha a motocicleta sempre em ordem

Verifique a calibragem e o estado geral dos pneus; cheque o funcionamento do farol, setas, lanterna e luz de freio; verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio hidráulico; confira o cabo, e a regulagem da folga ideal do sistema hidráulico; revise os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a mão a CNH e o CRLV; utilize o protetor de pernas (mata-cachorro) e a antena anti-cerol.

2 – Pilote utilizando equipamentos de segurança

Capacete aprovado pelo Inmetro; calça e jaqueta de tecido resistente (preferencialmente de couro); botas ou sapados reforçados e luvas (de preferência de couro).

3 – Reduza a velocidade

Quanto menor a velocidade, maior será o tempo disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.

4 – Atenção e concentração

O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.

5 – Respeite a sinalização de trânsito

Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.

6 – Cuidado nos cruzamentos

Os cruzamentos são os locais de maior incidência de acidentes de trânsito, então redobre a atenção e reduza a velocidade ao se aproximar dos mesmos, principalmente nos cruzamentos sem sinalização de semáforos.

7 – Cuidado nas ultrapassagens

Sinalize as manobras com antecedência e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado. Tenha cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.

8 – Cuidado com pedestres

Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito urbano. Seja cordial e fique alerta para os pedestres desatentos, principalmente crianças e idosos.

9 – Seja visto

Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos.

10 – Alcoolismo

Está comprovado que bebida e direção não combinam. Então, se beber, não pilote. Fique vivo no trânsito.

11 – Mantenha distância

É imprescindível manter uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros), principalmente em avenidas e rodovias.

12 – Cuidado com a chuva

Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.

Elaborado por Lucas Pimentel, presidente da Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM), reprodução somente com autorização.

Nota

Os 12 Mandamentos do Motociclista, na forma de mini-cartilha foi recentemente distribuído no Salão da Motocicleta/Salão das Motopeças. Além disso, é um dos temas das palestras que a entidade realiza através do PRAM – Programa de Prevenção de Acidentes com Motocicletas.

Fonte: www.abrambrasil.org.br

terça-feira, 26 de julho de 2011

DIA DA VOVÓ


26 DE JULHO

Comemora-se o Dia dos Avós em 26 de Julho, e esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de

Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança.

Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria.

Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos.

Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos.

Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida, para ser Mãe de Seu Filho.

São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.

O Dia dos Avós gera polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração.

Mas o papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos.

Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.

As avós são também chamadas de "segunda mãe", e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de estar vivenciando os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.

Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.

Fonte: www.belita.org

quarta-feira, 20 de julho de 2011

DIA INTERNACIONAL DO AMIGO E DA AMIZADE


20 DE JULHO

Amigo - Que é ligado a outro por laços de amizade. Em que há amizade.

Amizade - Sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou atração sexual. (Dicionário Aurélio)

Quem é ou tem um amigo ou traz no peito esse sentimento nobre, sabe que a amizade vai muito além da definição de um dicionário.

A amizade é uma espécie de amor fraterno que, quando verdadeiro, só deseja uma única coisa em relação ao amigo:

vê-lo feliz. Vê-lo realizar seus sonhos, desenvolver seus potenciais, alcançar suas metas.

E tem como base a troca - de experiências, de anseios, de vida - envolto num clima de fidelidade, confiança e respeito mútuo.

Respeito, inclusive, pelos defeitos, por aquilo que, se não podemos mudar, ao menos podemos relevar e ajudar no que for possível.

Amigo, afinal, é para todas as horas, tristes ou felizes, com grana ou sem grana, para a aventura ou para o tédio.

Feliz Dia da Amizade!

"Amigo é coisa pra se guardar/ do lado esquerdo do peito/ dentro do coração/ Assim falava a canção/ que na América ouvi" nos canta emocionado e com boca trêmula nosso querido Milton Nascimento.

Ele sabe que amigo é coisa séria.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

HISTÓRIA DO ALL STAR


A MARCA

História Converse - All Star

A nossa vida é feita de histórias, das coisas que vivemos e fazemos a cada dia e que nos trouxeram até o presente. A Converse não é diferente. Ao longo dos seus mais de cem anos, se tornou uma das marcas mais importantes do mundo.

E para chegar até aqui, viveu histórias inesquecíveis:

1908 – 1918

Marquis Mills Converse funda a Converse Rubber Shoe Company em Malden, MA. Após iniciar a produção de calçados de lona, é lançado o Converse All Star, o primeiro tênis de performance para basquete do mundo. No final deste período, a Converse já produzia até 20.000 pares por dia. No mesmo ano Chuck Taylor amarra seu primeiro All Star.

1921 – 1930

Charles "Chuck" Taylor se junta a Converse com novas ideias para o All Star. Em 1923 o Harlem Renaissance é fundado. Também conhecido como o New York Rens, eles se apresentam por todo o país até 1949, remodelando o basquete e ganhando o primeiro Campeonato Mundial, com Converse nos pés. A assinatura de Chuck Taylor é incorporada ao logotipo All Star, marcando aquele que, até hoje, é reconhecido como o primeiro calçado de basquete endossado.

1935 – 1942

O campeão de Badminton Jack Purcell projeta junto à Converse o seu calçado - assinatura, inovador e durável, que mais tarde viria a ser um dos grandes sucessos da marca. A Converse modifica a produção para apoiar os esforços na guerra, projetando a bota A6 Flying Boot - utilizada por toda a corporação aérea do exército americano - e um tênis Chuck Taylor All Star para treinamento básico.

1949 - 1974

A Associação de Basquete da América e a Liga de Basquete Nacional se juntam para formar a NBA. Todos os jogadores calçam Chuck Taylor All Star.A Converse desenvolve uma versão baixa do All Star - o "oxford" - que logo se tornaria o calçado preferido, tanto de jogadores profissionais quanto daqueles que procuravam por lazer. Com tanto sucesso, o All Star Chuck Taylor ganha sete novas cores, além dos originais preto e branco. Em 1974 é lançado o One Star, um calçado de performance baixa que se tornou a escolha dos skatistas.

1976 – 1984

Enquanto o Pro Leather dominava as quadras de basquete profissionais, a Converse inaugurava um dos primeiros laboratórios de biometria da indústria. A Converse foi a patrocinadora oficial das Olimpíadas de Los Angeles, onde o time de basquete masculino americano ganhou medalha de ouro calçando Converse.

1986 – 1994

A Converse lança campanhas inesquecíveis, como "Escolha sua arma" e "Grandmama". Em 1992, o ChuCK Taylor All Star comemora 75 anos com 500 milhões de pares vendidos no mundo inteiro.

2003 - 2008

A Converse lança linhas de produtos assinadas com colaborações de John Varvatos e Dwyane Wade (primeira linha assinada de basquete da Converse, desde o Chuck Taylor All Star). Além disso, se junta ao RED, tornando-se parte do movimento mundial de conscientização. A marca entra no seu segundo século, honrando a herança de ver as coisas um pouco diferente, amar as pessoas que querem mudar o mundo para melhor e, basicamente, celebrando o espírito de rebeldia e originalidade.

E as melhores histórias são as que não acabam, as que vc simplesmente continua adicionando e adicionando, durante todo o tempo maravilhado criativo, disruptivo e otimista. As coisas evoluem de maneira corajosa para ser do que eram, para o que são, ao que se tornarão.

Fonte: www.converseallstar.com.br

terça-feira, 19 de julho de 2011

SETE PECADOS CAPITAIS


Origem dos 7 pecados capitais

Pecado do latim: peccátu

1. erro. engano, falsidade, aparente.

2. transgreção à lei de Deus;

3. transgreção de preceito religioso;

4. maldade;

5. injustiça

6. Saber a diferença entre o bem e o mal e escolher fazer o mal.

7. Algo que tem como salário a morte.

8. Obras da carne.

9. Estado da alma que não se encontrou com Jesus Cristo.

10. Qualquer ato que separa o ser humano de Deus; passível de ser perdoado quando o pecador se arrepende e invoca o nome de Jesus Cristo.

A palavra pecado é usada para caracterizar desobediência a lei de Deus, que pode ser perdoável, não necessitando ser confessado, caso a pessoa se arrependa; ou também um pecado capital, que é aquele que precisa ser confessado, a pessoa se arrepender de ter cometido e, na maioria das vezes de penitência para que a alma possa ser purificada no mármore do inferno.

Pecado é transgredir a lei de Deus. A Bíblia diz em 1 João 3:4 “Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia.”

Apesar do conceito de pecado significar uma transgressão contra a vontade de Deus e se relacionar às descrições das falhas de caráter e do comportamento humano mais graves, fazendo parte da tradição judaico-cristã, eles não aparecem explicitamente na Bíblia. Alguns historiadores acreditam na relação dos 7 pecados capitais com os 10 mandamentos . Ou seja, os 7 pecados capitais são uma continuidade da mentira da igreja católica romana para inventar o fictício purgatório, que, segundo a igreja , é necessário para purificar a alma dos pecados que não foram suficientemente lavados pelo sangue de Cristo. Já os Dez Mandamentos foram dados por Deus como Lei moral para a sociedade, não obedecê-los origina o pecado.

O Cristianismo nos afirma que papai do céu, que vive lá em cima e vigia tudo o que fazemos, o tempo todo, em todo canto. Este papai tem uma lista de 10 coisas que ele não quer que a gente faça.

Se fizermos alguma dessas coisas, papai do céu tem um lugar especial, cheio de fogo,fumaça, sofrimento, tortura e angústia onde ele vai lhe mandar viver, queimando, sofrendo, sufocando, com a cara virada no pó, gritando e chorando para todo o sempre. Mas não se preocupe, isso é só um castigo, ele ainda ama você! Historicamente, os sete pecados capitais só foram enumerados e agrupados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas do apótolo São Paulo. Esse pecados também são chamados de mortais, porque significariam a morte da alma em contraste com os pecados veniais, considerados menos ofensivos. Capital vem do latim caput (cabeça), significando que esses sete são como mães de todos os outros pecados.

Os pecados capitais são caracterizados como vícios de conduta praticados pelos homens. O termo pecado foi originado de uma classificação das condições humanas da antiguidade que precede ao surgimento do cristianismo, conhecidas atualmente como vícios, uma nomenclatura que foi usada, posteriormente, pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. O que antes era visto como problema de saúde pelos antigos gregos (por exemplo, a depressão) foi transformado em pecado (preguiça) pelos grandes pensadores do Cristianismo.

O pecado da preguiça é simplesmente o da indolência. Cientistas modernos sugerem que vítimas de depressão clínica podem ter sido julgados erroneamente como “preguiçosos” durante a Idade Média. Quem será que tem razão, a igreja ou a ciência? Oh, dúvida cruel! Mas, enfim, os pecados capitais mais praticados foram divididos e enumerados pelo Papa Gregório Magno, no século VI e definitivamente firmados no século XIII pelo teólogo São Tomás de Aquino.

Para São Tomás de Aquino, para cada pecado há uma virtude no outro lado da balança, funcionando como antídotos a esses vícios principais, sendo essas virtudes classificadas como: disciplina (para combater a preguiça), generosidade (avareza), castidade (luxúria), paciência (ira), temperança (gula), caridade (inveja) e humildade (soberba).

Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação.

Já o segmento evangélico, não crê em purgatório, nem classifica os pecados como “passíveis de análise”. Segundo seus preceitos, não existe pecado pequeno ou grande, pois “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. Ou seja, o pastor bota é quente no seu terreiro, ou peca de jeito ou não peca.

Se quiseres ser perdoado, a única diferença vai ser no tamanho do perdão, traduzindo para o “avarêz”: o que importa é a sua condição financeira, pois só ela comprará a sua salvação.

O que os religiosos diziam ser pecado, os gregos e romanos celebravam. A história dos 7 pecados capitais é cheia de reviravoltas surpreendentes, incluindo contradições Cristãs e comportamentais que evoluíram ao longo dos séculos, de acordo com a necessidade individual ou social da humanidade. Um cristão religioso dirá que os seres humanos já nascem culpados, por causa do pecado original de Adão e Eva, uma falta que é contudo redimida pelo batismo. Psicólogos, sociólogos e afins, dirão que o sentimento de pecado é algo adquirido, em geral na infância, e decorrente da educação e relação com os pais. Um biólogo evolucionista argumentará que a concepção de pecado ou culpa está relacionada ao gene, como necessidade de sobrevivência, por exemplo.

Os 7 pecados capitais foram tema de um documentário desenvolvido pelo History Channel, onde são apresentados, individualmente, a evolução e origem de cada pecado.

Abaixo, mostramos alguns trechos do documentário, seguidos das definições e algumas observações acerca da história dos 7 pecados capitais:

Inveja

Segundo Tomás de Aquino, Inveja é o desgosto ou pesar pelos bens do outro, a dificuldade de admirar o outro, o sentimento de injustiça .

O slogan que define a inveja é: Ele é mais do que eu, também quero” a inveja nos faz perder o contato com nossas reais possibilidades.

“Pela inveja do diabo”, costuma dizer-se, entraram no mundo o pecado e a morte, pois o diabo, ao ser condenado a sua condição de anjo maligno, por ser demasiadamente soberbo, tenta fazer com que o ser humano caia no mesmo pecado, e deixe de gozar de um bem que lhe foi arrebatado.

A tradição cristã classificou a inveja como um dos pecados capitais, o vício oposto à virtude da caridade. Tomás de Aquino, no entanto, pergunta por que o sentimento de tristeza tem que ser mau e pecaminoso. Acontece que a maldade não radica no sentir, ou na paixão, mas no que dela pode advir. Não é mau se entristecer, diz São Tomás de Aquino, porque os outros têm aquilo que me falta. A inveja é vício, em todo o caso, na medida em que compele o homem a agir – a agir mal – para remediar essa tristeza. O reprovável não é se sentir aflito pelo bem do outro. O sentimento é incontrolável; o pecado, ao contrário, está na ação que induz essa aflição, a qual é consentida, livre, e pode ser má.
Gula

A Gula é absorver o que não se necessita, ou o que é excedente. Pode se manifestar em todos os quatro planos (espiritual, emocional, racional e material). Claro que a igreja distorceu o sentido original. Segundo São Tomás de Aquino, das forças autodestrutivas existentes, uma das que homem pode se submeter é a gula.

Esse pecado capital poderia se entender como o mais primitivo de todos, uma vez que a oralidade, a primeira fase do desenvolvimento humano, na qual a boca é a fonte de prazer caminha com o homem durante toda sua vida.

Ira

Segundo o dicionário: substantivo feminino, do latim Ira. cólera; zanga; indignação; raiva; desejo de vingança.

Para a Igreja Católica: a ira não atenta apenas contra os outros, mas pode voltar-se contra aquele que deixa o ódio plantar sementes em seu coração, e neste caso normalmente é levado ao suicídio.

Preguiça

Isto provavelmente quase ninguém deve saber, mas o nome original da Preguiça é Acídia.

Acídia é a preguiça de busca espiritual.

Quando a pessoa fica acomodada e passa a deixar que os outros tomem todas as decisões morais e espirituais por elas.

É muito fácil de entender porque a Igreja Católica substituiu a Acídia pela Preguiça dentro dos sete pecados: Trabalhar pode, pensar não! Continuem ganhando dinheiro pra nós, e deixe que eu converso com Deus para que ele resolva tudo.

Luxúria

É definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso, tendo também conotações sexuais. “deixar-se dominar pelas paixões”. Em português, luxúria foi completamente deturpado e levado apenas para o sentido físico e sexual da palavra, mas seu equivalente em inglês (Lust) ainda mantém o sentido original (pode-se usar expressões como “lust for money”, “lust for blood”, “lust for power”).

A melhor tradução para isso seria “obsessão”. A luxúria tem efeito na esfera espiritual quando a pessoa passa a ser guiada pelas suas paixões ao invés de sua racionalidade.

Eu morro no inferno, mas num deixo esse pecado de lado.

Orgulho

É o brio, a altivez, a soberba. A sensação de que “Eu sou melhor que os outros” por algum motivo. Isto leva a ter uma imagem de si inflada, aumentada, não correspondendo a realidade.

Em sua síntese, orgulho é um sentimento de satisfação pessoal pela capacidade ou realização de uma tarefa. Sua origem remonta do latim “superbia”, que também significa supérfluo. Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo.

São Thomas de Aquino determinou sete características como inerentes ao orgulho:

Jactância – Ostentação, vanglória, elevar-se acima do que se realmente é.

Pertinácia – Uma palavra bonita para “cabeça-dura” e “teimosia”. É o defeito de achar que se está sempre certo.

Hipocrisia – o ato de pregar alguma coisa para “ficar bem entre os semelhantes” e, secretamente, fazer o oposto do que prega. Muito comum nas Igrejas.

Desobediência – por orgulho, a pessoa se recusa a trabalhar em equipe quando não tem suas vontades reafirmadas. Tem relação com a Preguiça.

Presunção – achar que sabe tudo. É um dos maiores defeitos encontrados nos céticos e adeptos do mundo materialista. A máxima “tudo sei que nada sei” é muito sábia neste sentido. Tem relação com a Gula.

Discórdia – criar a desunião, a briga. Ao impor nossa vontade sobre os outros, podemos criar a discórdia entre dois ou mais amigos. Tem relação com a Ira.

Contenda – é uma disputa mais exacerbada e mais profunda, uma evolução da discórdia onde dois lados passam não apenas a discordar, mas a brigar entre si. Tem relação com a Inveja.

Avareza

Caracteriza-se pelo excesso de apegos pelo que se possui. Normalmente se associa avareza apenas ao significado materialista, de juntar dinheiro, mas sua manifestação nos outros elementos (espiritual, emocional e mental) é mais sutil e perniciosa. A avareza é considerada a origem de todas as falsidades e enganações.

E é nela que todo caráter moral desses pecados cai em contradição, quando nós observamos que é nas próprias igrejas onde a avareza predomina.

“Todo pecado se fundamenta em algum desejo natural e o homem, ao seguir qualquer desejo natural, tende à semelhança divina, pois todo bem naturalmente desejado é uma certa semelhança com a bondade divina” -, e que o pecado é desviar-se da reta apropriação de um bem, Tomás lembra que, se a busca da própria excelência é um bem, a desordem, a distorção dessa busca é a soberba que, assim, se encontra em qualquer outro pecado: seja por recusar a superioridade de Deus que dá uma norma, norma esta recusada pelo pecado, seja pela projeção da soberba que se dá em qualquer outro pecado. Ao acumular indevidamente riquezas, por exemplo, é a afirmação da excelência do eu – pela posse – o que se busca. Assim, a soberba, mais do que um pecado capital, é rainha e raiz de todos os pecados. “A soberba geralmente é considerada como mãe de todos os vícios e, em dependência dela, se situam os sete vícios capitais, dentre os quais a vaidade é o que lhe é mais próximo: pois esta visa manifestar a excelência pretendida pela soberba e, portanto, todas as filhas da vaidade têm afinidade com a soberba”

Poderíamos dedicar uma postagem exclusiva para este pecado capital, visto a evolução histórica da sua concepção, nenhum pecado mudou tanto ao longo dos anos quanto o pecado da ganância.

Para Gregório, o homem avarento era um assassino. Se ele vivesse nos tempos atuais, será que ele consideraria a Igreja Universal como uma Casa de Detenção do Senhor? “Aquele que guarda para seu próprio uso o que iria sustentar o pobre, está matando todos aqueles que poderiam viver para a sua abundância.” (Papa Gregório).

Alguns pensadores da época, tinham seu próprio conceito acerca da Avareza. Aristóteles acreditava que para o indivíduo alcançar uma boa vida ele deveria encontrar o equilíbrio entre o excesso e a deficiência. Já Horácio, defendia que a ganância era o próprio castigo e não o pecado; o castigo era o de estar fadado eternamente pela desejo insaciável pelo poder. É dele a máxima: “Quanto mais você tem, mais você deseja”.

Mas dentre todos estas criaturas antigas, Jesus, com certeza foi o mais engraçado.

Jesus proclamou: – Afastem-se da ganância. O que ganhará o homem se ganhar o mundo e perder a alma?

Com a sua mania de consolar os pobres e oprimidos, Jesus costumava dizer à eles: – Vocês é que são os abençoados, e não os ricos.

Jesus era meio cara de pau, porque você chegar para uma pessoa que está morrendo com a fome e todas as outras pragas advindas da liseira e lhe dizer que ele era mais abençoado que aquele cidadão que estava no conforto do seu lar com o bucho cheio, é não ter noção do perigo, é ter muita coragem de não levar um “mói de peia” proveniente da Ira que devia causar nos pobres. Eu, hein! Mais tarde, esse mesmo Jesus foi vítima de sua própria falácia. no episódio em que Judas entregou Jesus em troca de 30 conto réi magro.

Depois desse fato, o apóstolo Paulo escreveu algo, que mais tarde se tornaria uma crítica secreta do Cristianismo ao Império Romano corrompido pela ganância: “A Raiz de todo o mal é a Avareza” Que foi traduzida para o latim: “Radix Omium Matorum Avarira”, sendo as inicias formadoras do nome ROMA! Existe também a história da batalha entre os Vícios x Virtudes, onde o estudioso Prudêncio, considerado gênio na época, por conseguir personificar os pecados, deu forma de mulher à Ganância. Persistindo o episódio no qual ela, que tinha uma aparência feia, se fantasiou em um corpo e rosto belos para poder ludibriar as pessoas que antes não conseguia; Dissimulada, a ganância justificou a sua avareza em nome dos filhos pobres que teria para sustentar.

Qualquer semelhança com aquela pessoa bem arrumada, simpática e falante, que fica no altar da sua igreja, não é mera coincidência.

Não podemos deixar de registar a importância, para a época, do escritor italiano Dante Alighieri, que foi quando realmente surgiu a noção de inferno, purgatório e paraíso, na obra Divina Comédia. Dante escreveu sobre os castigos criado para os pecadores, mandando-os para o inferno, que é onde ele encontra os padres pecadores vendedores de indulgências (perdão total ou parcial dos pecados terrenos, traduzindo para nossa época: dízimo).

A prática da indulgência indicava que agora a Ganância era uma prática aceitável pela igreja. No documentário aparece Dante punindo os padres, que são enterrados, no inferno, de cabeça para baixo com os pés pegando fogo, representando o inverso do ritual do batismo. Mas nem queimando esse povo teve jeito, mais tarde eles inventaram a Simonia (que é a venda de favores divinos, bençãos, cargos eclesiásticos, como por exemplo, a confissão).

Depois desses fatos, e com o advento do capitalismo, da Revolução Industrial e de tantos outros fatos mercantis, o pecado da Avareza nunca mais foi o mesmo, se é que algum dia ele, realmente, representou pecado. Hoje, a ganância é vista como um dom, nós costumamos exaltar os ricos e poderosos.

Mesmo assim, os fanáticos religiosos continuam pensando no pecado como coisa verdadeira, real. Mas, de maneira mesmo que simplória, as pessoas estão se tornando mais esclarecidas e aprendendo a separar fantasia de realidade.

Pecados são frutos de uma concepção religiosa. Não há pecados, o que existe é a indiferença em relação aos problemas dos outros, a arrogância, a incapacidade de doar-se. Atitudes que, contudo, resultam de problemas pessoais.

Fonte: reevolucao.net

quinta-feira, 14 de julho de 2011

"QUALIDADE DE VIDA" OU "QUALIDADE DEVIDA"?


Padrões e perfis apontados como modelos, resultam em prosperidade emocional, pessoal e profissional?

O mundo nos fala sobre as “Qualidades” de um vencedor, caso se encaixe próximo a esse “perfil” :

Questiona-se sobre o resultado pretendido e obtido?
O caminho é bom e faz você feliz?
Pode enxergar com clareza e coração o que realmente procura nesse movimento incessante,às vezes, obssessivo, na direção escolhida?
Fez a escolha baseado em que: “Qual Idade De Vida“ , “Qualidade De Vida ” ou "Qualidade Devida“ ?

Fique atento na base de sua escolha,pois ela quem lhe orienta pelo caminho que lhe conduz aos acontecimentos prazerosos, onde suas ações trazem satisfações e felicidades e seus sonhos podem tornar-se realidade. Cuide para que sejam realmente os "seus sonhos" .

VIVA SEU PRÓPRIO MODELO

Qualidade é forma de vida, caminho que só você escolhe e trilha utilizando-se da sua intuição e seu coração, sem outras influências.Tudo que é externo e não vivido por você é “ ilusão”, pois, a verdade dos fatos, pessoas e coisas é privilégio de quem as vivência.

Construa você seu modelo de prazer, realização e felicidade, assim encontrará o ponto dinâmico de equilíbrio profissional,financeiro, pessoal, emocional, energético e espiritual. O equilíbrio a que me refiro não sugere igualdade em todos os planos, mas harmonia.

APRENDA COM VOCÊ – A LUCIDEZ

Permita-se responder apenas às exigências práticas que tenham significado na sua vida. Relaxe, pelo menos tente. Reproduza e fortaleça apenas crenças que sejam suas, de mais ninguém e, atraia sensações que sejam importantes para você, afastando as sensações estressantes, de ansiedade, euforia .

Dê um passo para fora, questione-se, reveja sua direção com olhos limpos. Se as situações do dia-a-dia são, na maioria, prazerosas, bom sinal. Do contrário, valide a manutenção desse caminho que, talvez, seja apenas suportável ou mesmo sem graça,e, com mornas e pouco satisfatórias recompensas.

APRENDA COM VOCÊ – A REAÇÃO

Reforçamos, sem perceber, uma distância de nós mesmos. Nos ignorarmos.E, quanto mais habitamos em vazios interiores, com a mesma intensidade, promovemos reforços exteriores que nos distanciam de nossas verdades e felicidade. É exaustivo atender as exigências externas, se não se sabe o que deseja. E, movido por ilusões sobre a vida “ dos outros”, acredita que essas exigências devam ser seguidas e, paga-se o preço que for necessário. Ser feliz não tem preço.

DESAPRENDA - O AUTO ABANDONO

Seja por vaidade, ignorância ou medo, auto-abandono resulta em doenças físicas e emocionais, acionadas pelo organismo como reflexo dos sentimentos negativos que nos geramos. Seja franco e corajoso com você, assuma -se por inteiro! Nunca aprisione quem e como você é, para ser quem deve ou é indicado que seja. Vença seu mundo interior, nosso maior desafio, e saboreie essa vitória no mundo exterior.

Sei bem que não é fácil mudar, realizar transformações profundas, reavaliar crenças, abandonar hábitos limitadores e começar uma vida renovada.

CONHEÇA VOCÊ !

Seja Inteligente, faça diferente! Mergulhe no seu lado de dentro, lá estará o que precisa e pode encontrar nesse momento para sua satisfação.Viva sua meta de prosperidade e felicidade agora! Isso é Qualidade!

Solte-se e descubra o que fez com você até agora, arrisque um zig-zag, dê espaço para "você mesmo" ocupar a sua vida. Olhe-se como se fosse a primeira vez, descubra novidades. Procure-se mais vezes, se escute de verdade, se dê carinho com as próprias mãos, faça perguntas para você mesmo e as responda de forma que possa escutar, escute seu silêncio.

A necessidade das pessoas é a de “ si mesmas”. Você precisa de você encaixado em si para conquistar qualquer coisa. Uma vez feita a sua escolha,e enveredado por esse caminho, não conseguirá voltar atrás, pois os benefícios passam a ser palpáveis,bem reais e nos permitem avançar desfrutando,em qualquer idade e situação,de momentos excelentes. Paciência com você!

ORIENTE SUA FORÇA E CORAGEM NA SUA DIREÇÃO

Flua. Dê mais força para você. Logo aprenderá amar melhor essa pessoa, que pode ser seu maior e fiel companheiro: "você mesmo”. Comece a dar espaço para que possua a Qualidade Devida em vários planos. Proporcione-se o melhor que puder. Seja seu passo grande ou pequeno, te levará para mais perto do seu eu verdadeiro.Valorize suas qualidades e desejos e seja compreensivo com seus pontos a serem melhorados.

Encontrará o caminho de volta para sua casa – O coração Ingênuo,livre de impurezas e perdoado por você mesmo. Que seja um prazer se "reencontrar, reconhecer e aceitar" você. Quando menos esperar, vai dar de cara e ser invadido por felicidades, prazeres, conquistas , ambundância, plenitude de forma contagiante e independente de qualquer padrão .

Isso nada mais é que essa tal, Qualidade Devida de Vida ! Você ligado no seu coração.

Fonte: www.artigos.com

FÉRIAS!!!!! QUAL A MELHOR DIVERSÃO PARA CADA IDADE?


As crianças precisam de desafios, iniciação aos esportes, contato com a natureza e visitas a museus

Você já parou para pensar no que o seu filho faz quando está fora da escola? Assiste TV, pratica esportes, brinca com amiguinhos? Nas férias, nos fins de semana ou no contraturno, é natural que as crianças (e os pré-adolescentes, claro) queiram se divertir, mas os pais devem estar atentos às brincadeiras dos pequenos (e mesmo daqueles que não são mais tão pequenos), pois há atividades adequadas e inadequadas para cada faixa etária.

A educadora Adriana Friedmann, autora dos livros A Arte de Brincar e Desenvolvimento da Criança através do Brincar, explica que o "brincar" deve ter lugar prioritário na vida da criança. "Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral", afirma.

De acordo com a educadora, o "brincar" é composto por vários elementos: uma estrutura (começo, meio e fim), os meios (como brincar), os fins (por que brincar), o conteúdo (a temática da brincadeira), as regras, o espaço, o tempo, os brinquedos, os parceiros e um comportamento lúdico (ações e reações daqueles que brincam). "Historicamente o homem sempre brincou, através dos diversos povos e culturas e no decorrer da história, sem distinção, nas ruas, praças, feiras, rios, praias, campos. Mas, ao longo do tempo, as formas de brincar, os espaços e tempos de brincar, os objetos de brincar e os brincantes foram se transformando", afirma Adriana Friedmann. Leia mais sobre a história da infância na reportagem O fim da infância.

Segundo a educadora, brincar sempre foi essencial para o ser humano, mas é uma ação que está perdendo seu espaço físico e temporal. Entre as causas dessa perda de espaço estão o crescimento das cidades, a ausência de locais públicos voltados para o lazer, o fato de as crianças terem muitas atividades extracurriculares, a falta de segurança e a inserção da mulher no mercado de trabalho, o que diminuiu o tempo das crianças perto da família.

Tudo isso provocou uma redução na quantidade de tempo que as crianças dedicam a brincadeiras. Para não deixar que o seu filho cresça sem saber o que são brincadeiras como esconde-esconde e amarelinha, é preciso que você entre em ação, acompanhe as atividades dele e incentive-o a brincar de forma saudável e adequada para a idade. A educadora Adriana Friedmann alerta: cada faixa etária exige um tipo diferente de brincadeira.

Marina Azaredo

Fonte: educarparacrescer.abril.com.br