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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

CHIQUINHA GONZAGA


Francisca Edwiges Neves Gonzaga, compositora, pianista e regente, nasceu no Rio de Janeiro a 17 de outubro de 1847 e morreu na mesma cidade em 28 de fevereiro de 1935.

Filha de uma família do Império, aos 11 anos compôs a sua primeira música. Casou-se aos 16 anos (5/11/1863), e, aos 18, mãe de quatro filhos (três com Jacinto Ribeiro do Amaral e uma filha com João Baptista de Carvalho), abandonou o marido (oficial da Marinha mercante) e levando consigo o filho mais velho (João Gualberto), passou a viver com um engenheiro de estradas de ferro, de quem também se separou logo depois.



Francisca Edwiges Neves Gonzaga

Enfrentando todos os preconceitos de seu tempo, Chiquinha foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Lecionava piano para poder sustentar seus filhos. Musicou aproximadamente 77 peças de teatro.

Sua obra reúne composições nos mais variados gêneros: valsas, polcas, tangos, maxixes, lundus, fados, serenatas, músicas sacras, entre outras.

Participou ativamente do movimento pela libertação dos escravos.

Em 1998 a cantora Olívia Hime reúne músicas esquecidas da compositoras, convida conceituados poetas para lhes fazer letra e grava um CD pelo selo Quarup.

Em janeiro de 1999, estreou na rede Globo de Televisão uma minissérie sobre a sua vida, vivida, em suas respectivas fases, pelas atrizes Regina e Gabriela Duarte (mãe e filha).

Principais obras

Atraente

Casa de caboclo (Em parceria com Luiz Peixoto)

Faceiro

Falena

Gaúcho (Corta-jaca)

Lua branca

Ó abre alas

Fonte: www.geocities.com


Francisca Edwiges Neves Gonzaga nasceu em 17.10.1847 na cidade do Rio de Janeiro, filha de José Basileu, então 1º tenente, mais tarde marechal, e da modesta mestiça Maria. O casamento de ambos só seria formalizado 3 anos depois. A avó paterna de Chiquinha tinha parentesco com a avó paterna do então Marquês de Caxias.

Chiquinha recebeu boa educação geral e adequada formação musical, tendo aulas provavelmente com o maestro Elias Álvares Lobo. Com 16 anos, em 1863, casa-se com Jacinto do Amaral, 8 anos mais velho, moço de posses e projetos ambiciosos, nascendo-lhes logo 2 filhos: João Gualberto e Maria do Patrocínio. Jacinto, muito ciumento, obrigou-a e o filho João Gualberto a acompanhá-los em penosas viagens do seu navio cargueiro até o Paraguai durante a guerra de Solano Lopes, que fretava para transportar armas, soldados e escravos.

O casamento não era feliz, pois Jacinto, intransigente, não admitia que Chiquinha cultivasse a música, que tanto amava, no piano que levara no dote. Por fim, impõe-lhe um dilema: ele ou a música! Chiquinha não tem dúvidas: "Pois, senhor meu marido, eu não entendo a vida sem harmonia!"

Deixa então a casa, mas volta porque se descobre grávida de um terceiro filho: Hilário. Pouco depois, contudo, abandona de vez o lar, para escândalo da sociedade patriarcal e repúdio do pai, que a "declara morta e de nome impronunciável".

Nessa ocasião, passa a freqüentar o ambiente masculino e nada recomendável dos músicos populares tornando-se amiga do grande flautista e compositor Calado, considerado o Pai dos Chorões Brasileiros, que muito a estimava. Também se liga apaixonadamente a João Batista, jovem e rico engenheiro de inclinação boêmia. Para continuar junto dele, e ao mesmo tempo aliviar as pressões na Corte, não hesita em acompanhá-lo quando é contratado para dirigir a construção de linha férrea no interior de Minas Gerais.

Terminado o contrato em 1875, voltam para o Rio de Janeiro havendo o nascimento de uma filha de ambos: Alice. João Batista resolve de novo fixar-se em Minas, numa fazenda de sua propriedade. Chiquinha, cansada do seu comportamento mulherengo, logo o deixa, sendo a gota d'água o episódio em que o surpreende com outra. Apesar dos pesares, João Batista foi o grande amor de sua vida.

Com o primogênito João Gualberto, Chiquinha vai residir no bairro de São Cristóvão, no Rio. Precisa trabalhar para sobreviver e, para isso, ministra aulas particulares de disciplinas escolares e de piano. Reaproxima-se do amigo Calado, com quem consegue alunos de piano e a oportunidade de tocar em grupos de choro. Historicamente, é a primeira mulher e o primeiro pianista do choro. Ao mesmo tempo, encontra na composição de músicas outro caminho para algum ganho e expressão de sua arte.

Com a primeira música que consegue imprimir, a polca Atraente, em 1877, obtém uma aceitação extraordinária, traduzida em mais de 15 edições. Daí em diante, fica cada vez mais conhecida à medida que são editadas outras músicas em papel e, mais tarde, pode apresentá-las no teatro musicado.

Famosa e comentada, alvo da maledicência e de preconceitos, tem ativa participação nos movimentos que empolgam a época, como a revolta, em 1880, contra o imposto do vintém nas passagens dos bondes, a abolição da escravatura, finalmente alcançada em 1888, e a implantação da República no ano seguinte.

Em 1885, já tinha derrubado outras barreiras. Na terceira tentativa, consegue com que uma peça de sua autoria, A Corte na Roça, seja encenada. As duas anteriores com músicas suas, Viagem ao Panasco e Festa de São João, não foram aceitas pelo fato de ser mulher e não haver precedente. Torna-se, assim, a primeira compositora brasileira a ser levada à cena. Nesse mesmo ano, num espetáculo em seu benefício, consagra-se igualmente como a primeira mulher a dirigir uma orquestra, portanto a primeira maestrina que tivemos.

Em 1899, para o Cordão Rosa de Ouro, do Andaraí, compõe a marchinha de rancho Abre Alas, considerada a primeira música composta especialmente para o carnaval, desde então símbolo do mesmo, ainda que decorrido todo um século.

Seu coração inquieto e ardente ainda tinha espaço para o amor. Também em 1899, já com 52 anos, une-se a João Batista, de apenas 16 anos, e o apresenta como filho, solução que julga suficiente para evitar maiores constrangimentos. Os que a conhecem, por admiração e amizade, fingem acreditar. Malgrado a diferença chocante de idade, foi uma união tão forte que duraria até seu falecimento, e mais além, já que Joãozinho jamais trairia a memória da "mãe" com revelações indiscretas.

Por 3 vezes esteve em Portugal. A primeira em 1902, desembarcando na volta com o "filho" Joãozinho, que por fim assumia publicamente, mas que ninguém conhecia, apesar de já bem criado. Na viagem de 1904, sempre com Joãozinho ao seu lado, passa meses. Na última viagem, que durou de 1906 a 1909, e que desenvolve atividade profissional, com destaque, no teatro de revistas português.

De novo no Brasil, toma pé no meio musical, nada mais que a retomada do seu legítimo lugar, para assinalar, em 1912, o maior êxito, até hoje, do teatro brasileiro, a burleta Forrobodó, com texto de Carlos Bettencourt e Luiz Peixoto. Outras peças de Chiquinha, nos anos seguintes, continuariam a merecer o favor do público, entremeadas com o escândalo que foi a execução, mesmo que apenas em solo de violão, do seu popularíssimo tango Corta-Jaca, em 1914, no Palácio do Catete, por decisão de Nair de Tefé, mulher do presidente Hermes da Fonseca.

Sempre lutadora, levantou também bem alto a bandeira do direito autoral. Era a única mulher entre os 21 fundadores, em 1917, da SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais), que acompanharia de perto no seu dia-a-dia enquanto viveu. A SBAT muito deveu também a Joãozinho Gonzaga, seu funcionário, incansável na cobrança dos direitos. Reconhecendo os bons serviços prestados, a SBAT, em assembléia, mesmo não sendo ele escritor, considerou-o o sócio-efetivo e benemérito.

Até falecer, em 28.2.1935, no Rio de Janeiro, com 87 anos, Chiquinha não sentiu esgotada a sua capacidade criativa. Em 1933, era levada à cena sua última peça original, Maria, no Teatro Recreio, tendo texto de Viriato Corrêa, com quem tinha marcado os êxitos memoráveis de A Sertaneja, em 1915, e Juriti, em 1919.

Maior vulto de compositora popular brasileira, Francisca Edwiges Neves Gonzaga contribuiu, inestimavelmente, para a formação do nosso nacionalismo musical e, tantas vezes pioneira, teve a coragem de viver, com intensidade e desassombro, tudo o que lhe ditava o coração de mulher adiante do seu tempo.

Fonte: www.samba-choro.com.br

domingo, 27 de fevereiro de 2011

DIA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO


27 DE FEVEREIRO

Muitas vezes, o Livro Didático é a única forma de acesso da criança à leitura e à cultura letrada. Suas principais funções são transmitir conhecimentos, desenvolver capacidades e competências, consolidar e avaliar o conteúdo estudado.

Recurso didático fundamental, sua distribuição gratuita aos estudantes da rede pública é assegurada pelo Estado.



Em 1929, foi criado o Instituto Nacional do Livro, com o objetivo de legitimar o Livro Didático e auxiliar no aumento de sua produção. No entanto, essa política passou por muitas mudanças até resultar na criação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), em 1985.

A partir daquele ano, o professor da escola pública passou a escolher o livro mais adequado aos seus alunos e ao projeto pedagógico da escola, a partir de uma pré-seleção do MEC. A reutilização do livro e a introdução de normas de qualidade foram outros importantes avanços.

Com o amadurecimento desse processo, a produção e a distribuição de livros didáticos tornaram-se contínuas e massivas a partir de 1997.

Hoje, o governo federal envia livros didáticos aos alunos do ensino fundamental e tem aumentado a oferta de obras de literatura, dicionários e até mesmo de livros em braile (para os deficientes visuais) e em libras (para os deficientes auditivos).

Também tem sido crescente, nos últimos anos, a distribuição de obras didáticas aos alunos do ensino médio e aos programas de alfabetização de jovens e adultos.

Fonte: Ministério da Educação


O livro faz toda a diferença na formação de uma criança.

Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

"O livro constitui um meio fundamental para conhecer os valores, os saberes, o senso estético e a imaginação humana.



Como vetores de criação, informação e educação, permitem que cada cultura possa imprimir seus traços essenciais e, ao mesmo tempo, ler a identidade de outras.

Janela para a diversidade cultural e ponte entre as civilizações, além do tempo e do espaço, o livro é ao mesmo tempo fonte de diálogo, instrumento de intercâmbio e semente do desenvolvimento".

Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

MARCHINHAS DE CARNAVAL



ALÁ-LÁ-Ô (CARLOS GALHARDO - 1941)

Allah-la-ô ô ô ô ô
Mas que calor ô ô ô ô

Atravessamos o deserto de Saara

O sol estava quente

Queimou a nossa cara

Allah-la-ô, ô ô ô ô ô
ô

Mas que calor, ô ô ô ô ô ô...

Viemos do Egito

E muitas vezes nós tivemos que rezar

Allah, Allah, Allah, meu bom Allah

Mande água pra iôiô

Mande água pra iaiá

Allah, meu bom Allah




Ó ABRE ALAS - (CHIQUINHA GONZAGA, 1899)

Ô Abre Alas,
Que eu quero passar (2 X)

Eu sou da Lira,
Não posso negar (2 X)

Ô Abre Alas,
Que eu quero passar (2 X)

Rosas de Ouro é quem vai ganhar (2 X)



AURORA - (MÁRIO LAGO-ROBERTO ROBERTI)

Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora

Um lindo apartamento

Com porteiro e elevador

E ar refrigerado

Para os dias de calor

Madame antes do nome

Você teria agora

Ô ô ô ô Aurora



BALANCÊ - (BRAGUINHA-ALBERTO RIBEIRO)

Ô balancê balancê
Quero dançar com você
Entra na roda morena pra ver
Ô balancê balancê

Quando por mim você passa

Fingindo que não me vê

Meu coração quase se despedaça

No balancê balancê

Você foi minha cartilha

Você foi meu ABC

E por isso eu sou a maior maravilha

No balancê balancê

Eu levo a vida pensando

Pensando só em você

E o tempo passa e eu vou me acabando

No balancê balancê



BANDEIRA BRANCA - (MAX NUNES-LAÉRCIO ALVES, 1969)

Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade
Eu peço paz

Saudade mal de amor de amor

saudade dor que dói demais

Vem meu amor

Bandeira branca eu peço paz



CABELEIRA DO ZEZÉ
(JOÃO ROBERTO KELLY-ROBERTO FAISSAL, 1963)

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova

Será que ele é maomé

Parece que é transviado

Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!

Corta o cabelo dele!




MAMÃE EU QUERO - (JARARACA-VICENTE PAIVA, 1936)

Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração

Pega a mamadeira e vem entrá pro meu cordão

Eu tenho uma irmã que se chama Ana

De piscar o olho já ficou sem a pestana

Olho as pequenas mas daquele jeito

Tenho muita pena não ser criança de peito

Eu tenho uma irmã que é fenomenal

Ela é da bossa e o marido é um boçal




MARCHA DO REMADOR - (ANTÔNIO ALMEIDA - 1969)


Se a canoa não virar olê olê olá
Eu chego lá

Rema rema rema remador

Quero ver depressa o meu amor

Se eu chegar depois do sol raiar

Ela bota outro em meu lugar




CIDADE MARAVILHOSA - (ANDRÉ FILHO, 1934)

Cidade maravilhosa,
Cheia de encantos mil!
Cidade maravilhosa,
Coração do meu Brasil!
Cidade maravilhosa,
Cheia de encantos mil!
Cidade maravilhosa,
Coração do meu Brasil!

Berço do samba e das lindas canções
Que vivem n'alma da gente,
És o altar dos nossos corações
Que cantam alegremente.

Jardim florido de amor e saudade,
Terra que a todos seduz,
Que Deus te cubra de felicidade,
Ninho de sonho e de luz.




LINDA MORENA - (LAMARTINE BABO, 1932)


Linda morena, morena
Morena que me faz penar
A lua cheia que tanto brilha
Não brilha tanto quanto o teu olhar

Tu és morena uma ótima pequena

Não há branco que não perca até o juízo

Onde tu passas

Sai às vezes bofetão

Toda gente faz questão

Do teu sorriso

Teu coração é uma espécie
de pensão

De pensão familiar à beira-mar

Oh! Moreninha, não alugues tudo não

Deixe ao menos o porão pra eu morar

Por tua causa já se faz revolução

Vai haver transformação na cor da lua

Antigamente a mulata era a rainha

Desta vez, ó moreninha, a taça é tua




MÁSCARA NEGRA (ZÉ KETI, PEREIRA MATTOS)


Quanto riso oh quanta alegria
Mais de mil palhaços no salão
Arlequim está chorando
Pelo amor da colombina
No meio da multidão

Foi bom te ver outra vez

Está fazendo um ano

Foi no carnaval que passou

Eu sou aquele pierrô

Que te abraçou e te beijou meu amor

Na mesma máscara negra

Que esconde o teu rosto

Eu quero matar a saudade

Vou beijar-te agora

Não me leve a mal

Hoje é carnaval




ME DÁ UM DINHEIRO AÍ
(IVAN FERREIRA-HOMERO)

Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?

Não vai dar não?

Você vai ver a grande confusão

Que eu vou fazer bebendo até cair

Me dá me dá me dá, ô!

Me dá um dinheiro aí!




MULATA IÊ IÊ IÊ
(JOÃO ROBERTO KELLY)



Mulata bossa nova
Caiu no hully gully
E só dá ela
Ê ê ê ê ê ê ê ê
Na passarela

A boneca está

Cheia de fiufiu

Esnobando as louras

E as morenas do Brasil


MARIA SAPATÃO (CHACRINHA)


Maria Sapatão
Sapatão, Sapatão
De dia é Maria
De noite é João

O sapatão está na moda

O mundo aplaudiu

É um barato

É um sucesso

Dentro e fora do Brasil




SACA-ROLHA (ZÉ DA ZILDA)


As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo mão na saca saca saca rolha
E bebo até me afogar
Deixa as águas rolar

Se a polícia por isso me prender

Mas na última hora me soltar

Eu pego o saca saca saca rolha

Ninguém me agarra ninguém me agarra




AI, QUE SAUDADES DA AMÉLIA (ATAULFO ALVES)Nunca vi fazer tanta exigência

Nem fazer o que você me faz

Você não sabe o que é consciência

Nem vê que eu sou um pobre rapaz

Você só pensa em luxo e riqueza

Tudo o que você vê, você quer

Ai, meu Deus, que saudade da Amélia

Aquilo sim é que era mulher

Às vezes passava fome ao meu
lado

E achava bonito não ter o que comer

Quando me via contrariado

Dizia: "Meu filho, o que se há de fazer!"

Amélia não tinha a menor vaidade

Amélia é que era mulher de verdade

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

...falando para corações e mentes

A persuasão traz algum desconforto para as pessoas que acreditam que ela seja sinônimo de manipulação. Mas é alcançada pela personalidade de quem está falando e pelo discurso que dá credibilidade. Para facilitar as técnicas de persuasão, utilize as seguintes dicas:

Seja persuasivo, não manipulador- Não permita que essas duas palavras se aproximem. A persuasão com principios pode realmente trazer melhores resultados a todos.

Focalize a sua personalidade - Entenda e pratique as técnicas básicas de persuasão e desenvolva uma personalidade persuasiva. As pessoas acham que alguém com personalidade é alguém com credibilidade.

Seja gentil- Uma pessoa que é gentil e pronta para ajudar os outros é mais persuasiva que alguém que quer colocar seus próprios interesses como prioridade. Faça um esforço para ser gentil e ajude os outros sempre que possível.

Fiscalize sua comunicação - Preste atenção na sua própria comunicação. Com que frequência você se refere a si? E aos outros? Aumente a proporção para os outros e diminua para você.

Seja honesto - Não prometa o que não pode cumprir. Tenha certeza de estar falando sempre a verdade e as pessoas irão acreditar em você.

Seja corajoso- Não tenha medo de enfrentar o que é doloroso ou desconfortável. As pessoas irão respeita-lo por isso.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

FELIZ ANIVERSÁRIO NIKOLAS





Nikolas, meu filho querido, quero que saiba o quanto te amo e o quanto você é importante para nossa familia. Agradeço sempre a DEUS, por ter permitido que você faça parte de nossa familía.
Quero que saiba que sempre nos esforçamos muito para lhe possibilitar o melhor, e se caso falhamos em algum sentido, peço-te que nos perdoe.
Não é muito fácil ser mãe ou pai, sempre quisemos o melhor para você meu filho, que não sofresse, que não chorasse, não sentise medo, não sentise frio nem fome, e nesta tentativa incessante de poupá-lo de todo mal do mundo, acabamos por torná-lo um tanto frágil e hoje sofro muito quando os outros estranhos te machucam e te magoam.
Mas existe outras coisas que quero que saibas,
Que você é muito especial para mim e que te amo muito meu filho e que todos os dias rezo para que tenhas sempre saúde e forças para encontrar a tua felicidade seja ela qual for e onde quer que seja e com quem quer que seja.
Eu te peço que nunca permita que as outras pessoas te diminuam, lembre-se sempre dos exemplos que teve, de nossa coragem em enfrentar a vida, nossa luta,mas principalmente da nossa união e do nosso amor e siga sempre o que disser o teu coração e só assim estará sempre no caminho do bem.Nunca deixe a ganância subir à sua cabeça, não deixe os interesses financeiros serem maiores que o seu caráter e sua bondade.
Meu filho amado sejas sempre do bem e lembres-se que Jesus Cristo podia tudo, contra tudo e contra todos e mesmo assim não importou-se em parecer humilde e submisso diante da pequenez dos humanos que o crucificaram, pois só alguém verdadeiramente soberano consegue perdoar a prepotência e o egoísmo dos outros e assim ele perdoou e fez para que todos compreendessem a sua generosidade a sua misericórdia e a grandiosidade de seu amor por todos nós. Portanto nunca se envergonhe dos seus sentimentos nobres.
Nikolas nunca se esqueça que sua família te ama muito e estará sempre ao seu lado. Pode contar sempre com o nosso apoio.Desejo a você todas as alegrias que vc possa ter, todas as emoções que possa viver e todo o suce$$o que possa obter.
Que Deus te ilumine e te proteja onde quer que você vá...

Suce$$o, paz, amor e união sempre!

Bjus de sua mãe,

Cida moreton

DIA NACIONAL DO ROTARY


23 DE FEVEREIRO

ROTARY nasceu no início deste século, em Chicago - cidade então dominada pela ignorância e egoísmo, crimes e vícios - por inspiração do jovem advogado Paul Percy Harris que, em sua solidão, percebeu a urgente necessidade das pessoas de fazerem amigos que se ajudassem mutuamente.



Certa noite, após jantar em casa de um amigo, Paul Harris foi por ele apresentado aos vizinhos e pôde constatar que as amizades existentes eram exclusivamente profissionais. Percebeu então, que podia transformar alguns de seus clientes em verdadeiros amigos. Dedicou-se a um estudo analítico da "Vida dos Negócios" e resolveu fundar um Clube de Homens de Negócios e Profissionais, para desenvolverem entre si relações de companheirismo e amizade.

Convidou três de seus clientes: Gustavus Loerh - Engenheiro de Minas, Hirarn Shorem - Alfaiate e Silvester Schiele - Comerciante de Carvão, para, com ele próprio, serem os fundadores do Clube. Reuniram-se pela primeira vez no escritório de Silvester Schiele e decidiram que o quadro social do Clube seria composto por urna pessoa de cada ramo de negócio ou profissão evitando, assim, concorrência entre os seus membros.

Em 23 de fevereiro de 1905 realizou-se a primeira reunião e a instalação do Rotary Club de Chicago, sendo eleito para presidente, Silvester Schiele. Em 1907, Paul Harris foi eleito Presidente do Rotary Club de Chicago e sua principal meta de trabalho foi desenvolver o quadro social de seu Clube e estender o movimento Rotário a outras cidades, dirigindo-o à prestação de serviços à comunidade.

O objetivo inicial do Rotary que era o "Auxílio Mútuo" é acrescido e suplantado pelo "Ideal de servir", visando especialmente a Paz Mundial.

Nessa ocasião vários Rotary Clubs foram fundados, em diferentes cidades. Em 1910 realizou-se a 1ª Convenção de Rotary, onde foi criada a Associação Nacional de Rotary Clubs.

Em 1917 a Associação Internacional de Rotary Clubs passou a denominar-se Rotary International; em 15 de dezembro do mesmo ano foi fundado o primeiro Rotary Club do Brasil: o Rotary Club do Rio de Janeiro.

A partir daí o movimento rotariano continuou crescendo no Brasil e em todo o mundo

O Rotary Club é uma entidade que exige de seus sócios o seguinte perfil pessoal:

ser adulto

de bom caráter e boa reputação comercial ou profissional

demonstrar interesse na prestação de serviços comunitários

possuir meios de pagar as despesas mensais e per-capitas de associação

Além de preencher esses requisitos, para se tornar um rotariano, é necessário um convite que parta da instituição.

Fonte: UFGNet, Soleis

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

PÊLOS ENCRAVADOS


FIM DOS PÊLOS ENCRAVADOS

Os pêlos encravados é uma realidade que afeta um número considerável de mulheres. Tendo por nome técnico Foliculite, trata-se de pêlos que não conseguem crescer e que acabam por formar o equivalente a pequenas bolhas inflamadas na pele.

Uma das grandes causadoras do pêlo encravado é a depilação. A cera, fria ou quente, é um dos métodos mais utilizados pelas brasileiras e, apesar de apresentar resultados duradouros, causa mais pêlos encravados do que a lâmina ou o creme depilatório. Isto acontece porque o fio demora mais tempo para crescer e, no momento que tenta sair para a superfície do corpo através dos poros, encontra como barreira a nova camada de queratina, que provoca o intervalo entre as depilações seja de, no mínimo, quatro semanas.

As lâminas de barbear, criticadas por alguns, propiciam menos encravamento e, ao contrário do que se pensa, não deixa o mais grosso. Mas, tabém não são tão inocentes assim, pois a passagem constante da parte metálica sobre a pele causam irritação. E, pela pele estar irritada, o pêlo não consegue rompê-la e acaba por não nascer. Outra causa para o problema é fazer a depilação na véspera de ir à piscina. Isto propicia uma irritação da pele devido ao cloro da água, que é nocivo para a mesma. O ideal, mas meio sem lógica, é tentar usar a lâmina depois de ir para a piscina.

Segundo membros da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o problema é que, ao suprimir o pêlo, dependendo do método de depilação escolhido, os fios mais grossos, principalmente os da virilha, podem voltar a nascer encurvados e penetrar de novo na pele. Normalmente, eles costumam encravar devido ao espessamento da pele, que acontece devido ao excesso de formação da sua proteína básica, a queratina.

Como se não bastasse, o uso de roupas apertadas, a obesidade e o nascimento de vários pêlos num único folículo piloso ajudam a agravar o drama, já que obstruem o orifício de saída do pêlo. Com isso, aparecem bolinhas que podem dar origem à foliculite, infecção causada por bactérias.

Mas, se você é assim como boa parte da mulherada e sofre com os danados dos pelinhos encravados, comece a respirar aliviada. Com a ajuda da tecnologia e de alguns truques bem simples, dá para prevenir e até mesmo matar esse mal pela raiz.

No entanto, a técnica mais indicada para resolver o problema é a depilação definitiva a laser, pois é a única capaz de destruir o folículo piloso e impedir o nascimento de outro pêlo.

Há vários tipos de laser, como Photoderm, Epilight, Epitouch, Epilaser, Diode Laser, Versa Pulse, entre outros. Esse método é eficaz porque o pigmento responsável pela coloração do pêlo, a famosa melanina, atrai e absorve a luz emitida pelo equipamento, o que promove um superaquecimento do bulbo capilar e "mata" a raiz do pêlo.

Vale lembrar, no entanto, que é necessário mais do que uma sessão (em média, de três a seis) para acabar definitivamente com o problema. Pois, os pêlos têm três fases de crescimento e nem todos passam por elas ao mesmo tempo. Ou seja, se ele ainda estiver na fase em que está dentro do folículo, o raio de luz não surtirá efeito algum, já que o fio serve como uma antena para atrair o laser.

Mas nem tudo é maravilhoso quando se trata dessa técnica. A aplicação é um pouco incômoda e deixa a local avermelhado. Deve-se aplicar protetor solar na região para não correr o risco de ganhar manchas.

Mas, sempre vale aquele velho ditado: a gente sabe que é muito mais fácil prevenir que os pêlos encravados apareçam do que combater o problema quando ele já está lá, instalado no seu devido lugar (prevenir é melhor que remediar). Com truques mais do que especiais e fáceis de serem seguidos, nós garantimos que os pelinhos irão embora de uma vez por todas e você recuperará aquela pele lisinha e sem nenhum resquício de que eles estiveram por ali.

Uma das formas mais eficazes de prevenir os pêlos encravados é lançar mão da boa e velha esfoliação. Para quem tem a pele oleosa, o procedimento deve ser feito duas vezes por semana com agentes abrasivos - de médio a forte. Já as donas de uma cútis seca devem esfoliar o corpo só um dia da semana com substâncias abrasivas suaves. Entre os produtos prediletos dos dermatologistas para o "esfrega-esfrega" estão os cremes com ácidos, como o glicólico ou o retinóico. Eles só podem ser comprados com prescrição médica e o seu uso deve ser feito com acompanhamento profissional, não importa se a aplicação for em casa ou no consultório. São preferenciais principalmente na região da virilha recomenda-se o uso de cremes com ácido salicílico. Manchas escuras já instaladas na região só desaparecem com o uso de substâncias clareadoras, como hidroquinona, ou com peelings seriados feitos por dermatologistas.

Cremes com peróxido de benzoíla ou ácido azeláico também apresentam resultados eficazes.

Se não puder se submeter a uma série de depilação a laser, alterne os métodos depilatórios, entre cera e lâmina. Quando optar pela lâmina, evite passá-la várias vezes em cima do mesmo lugar para não irritar a pele, o que evita bastante o problema. Também desinfete a lâmina com certa frequência com álcool e algodão.
Não caia na tentação de cutucar, espremer ou arrancar com a pinça os pêlos encravados. Isso só vai ajudar a deixar o local mais inflamado, além de deixar a pele marcada ou manchada.

Após a depilação, acalme o local com loções à base de camomila, azuleno ou calêndula. Ao contrário do que se faz normalmente, não aplique creme após a depilação. Espere para fazê-lo no dia seguinte. Experimente passar água gelada sobre a pele para fechar os poros e conter a irritação.

Procure ainda por cremes específicos, próprios para foliculite. Procure por alguém que entenda na farmácia para ajudá-la. E, caso não encontre nenhum, recorra a produtos da linha masculina, pois foram feitos para o mesmo tipo de problema, só que na barba.

Evite calças apertadas, pois elas também dificultam que o pêlo chegue até a superfície da derme.Se você não tem tempo (ou dinheiro!) para consultar um especialista, a dica é massagear a silhueta, duas vezes por semana, com uma escova ou uma bucha vegetal durante o banho. Mas atenção: se a epiderme for sensível, escolha uma esponja bem macia para não machucar a superfície corpórea.

Agora, receitas caseiras de esfoliantes para ajudar no combate à foliculite: misture uma colher (sopa) de iogurte natural, uma colher (sopa) de açúcar branco e dois morangos amassados. Espalhe esse mix pelo corpo com movimentos circulares e capriche nos pontos mais ressecados e onde o encravamento ocorre com maiorincidência.

Fonte: www.esteticacursos.com.br

sábado, 19 de fevereiro de 2011

DIA DO ESPORTISTA19 DE FEVEREIRO


19 DE FEVEREIRO

O esportista, ao praticar exercícios físicos, coletiva ou individualmente - e com método -, está aperfeiçoando a atividade de seu corpo e mente.

Nessa atividade, ele emprega sua força, sua habilidade e inteligência (em conjunto ou separadas), seguindo regras pré-fixadas. O objetivo é vencer os adversários que enfrenta direta ou indiretamente.Daí concluírmos que, apesar de em alguns esportes o homem precisar dominar uma máquina (automóvel, moto, lancha etc), a natureza (alpinismo, natação) ou mesmo os animais (caça subaquática, hipismo etc), o esporte teve sua origem da competição entre homens ou grupos de homens.

O esportista, então, é aquele que tem como principal intenção superar outros competidores e até a si mesmo, suas próprias limitações. Quando o esportista cruza a faixa de chegada ou o juiz da disputa determina seu encerramento, trata-se do ponto final de um trabalho exaustivo para atingir o ápice do condicionamento corporal, visando à vitória.

Ele encerra em si o desejo de perfeição, a idéia de totalidade. O atleta perseguirá essa finalidade em toda a sua vida dedicada ao esporte.

Fonte: www.ibge.br

O esporte visa trabalhar tanto o corpo quanto a mente, por isso, deve ser feito com acompanhamento médico e de um profissional de educação física. Seja o esporte coletivo ou individual, profissional ou amador, o esporte não é uma atividade recente.



Os primeiros a sistematizarem o esporte como competição foram os gregos e foi deles que veio a idéia do que hoje conhecemos como Olimpíadas. As Olimpíadas ganharam esse nome porque eram realizadas num vilarejo grego chamado Olímpia.

Era uma espécie de comemoração oferecida a Zeus, o deus do Olimpo. Hoje em dia, o esporte está integrado a interesses e rende milhões e milhões de dólares por ano.

O mundo do esporte está se separando da simples atividade física.

O esporte está ligado a empresas, a clubes e à mídia gerando uma grande receita de dinheiro.

Além do dinheiro gerado pelo esporte profissional, há também o gerado pelo apelo midiático de estética, o que envolve academias, modalidades esportivas da moda e até mesmo a indústria de roupas para ginástica. Mas mesmo assim, o esporte continua sendo um dos melhores meios para garantir um envelhecimento saudável e uma boa qualidade de vida

Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CASAMENTOS CURIOSOS


Na Copa do Mundo da França, em 1998, a brasileira Rosângela de Souza e o norueguês Oivind Ekeland se casaram bem no centro do gramado do Estádio Vélodrome, em Marselha. A cerimônia aconteceu antes da partida Brasil x Noruega.

Na Grécia um caso chocou os habitantes da ilha de Creta. Às vésperas de seu casamento, a jovem noiva resolveu levar alguns amigos para conhecer sua nova casa. Ao chegar lá, encontrou o futuro marido na cama com outro homem. Pior: o noivo estava usando o vestido da noiva. A garota teve uma crise nervosa e o noivo nunca mais foi visto.

Em seu casamento, quando chegou o momento de Mark Meltz colocar a aliança no dedo da noiva Hillary Feinberg, ele mostrou uma chapa de raio X de sua cadela. É que o animal havia engolido a aliança de Hillary no dia anterior. Felizmente a cadela vomitou o anel no dia seguinte.

Reinaldo Rocha é um valadarense que saiu do Brasil em busca de melhores condições de trabalho em Boston, nos Estados Unidos. Quando foi embora, deixou por aqui Edna Santos, com quem namorava há cinco anos. Em fevereiro de 2001, os dois se casaram, cada um da sua cidade, sem nem precisar pegar avião para vencer a distância de 7 mil quilômetros. Como? Por videoconferência! Os noivos se viram e disseram "sim" por um monitor de TV. Esse recurso, muito usado por médicos em grandes centros hospitalares e para educação a distância, permite trocar imagens e sons em alta velocidade por meio de linhas de transmissão especiais.

O casamento mais longo da história durou 86 anos. Os americanos Lazarus Rowe e Molly Weber, do Estado de New Hampshire, casaram-se em 1743. Tinham 18 anos. O casamento só acabou quando ele morreu aos 104 anos.

No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas propondo casamento para uma garota que ele conhecera na cidade de Galle. A moça acabou se casando com o carteiro.

No Egito, Mohammed Abdel Rahman, de 29 anos, se matou na noite de seu casamento ao descobrir que sua futura sogra havia trocado os papéis no cartório. Ele viajou a negócios e deixou toda a papelada com ela. Ao preenchê-la, porém, a sogra resolveu colocar o nome de sua filha mais feia.

O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a idéia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.

Em outubro de 2004, Kamarudin Mohammed, um aposentado de 72 anos da Malásia, se casou pela 53ª vez. A noiva era a sua primeira esposa, de quem havia se separado no passado. Como seguia o islamismo, Kamarudin podia ter quatro mulheres de uma vez, mas isto nunca ocorreu. Ele declarou à imprensa: "Não acredito em casar com mais de uma ao mesmo tempo. Também não aprovo casos passageiros".

A francesa Christel se casou em 2004 com o policial Eric Demichel, que havia morrido em um acidente de trânsito em 2002. A noiva se valeu de uma lei aprovada no mandato do presidente Charles de Gaulle. Ela permite o casamento entre um vivo e um morto desde que seja comprovado o desejo da união antes da morte. Christel compareceu à cerimônia trajando um vestido negro e afirmou estar ?cumprindo um acordo? estabelecido durante uma ?belíssima história de amor?.

O casamento do príncipe herdeiro de Brunei Al-Muhtadee Billah Bolkiah com a jovem Sarah Salleh, em 2004, custou 5 milhões de dólares. O casal usou roupas cobertas de ouro e diamantes e desfilou para a população em um dos 150 Rolls-Royce dourados da coleção do pai do noivo, o sultão Hassanal Bolkiah. Achou caro? Pois saiba que foi um casório bem simples para os padrões locais. A festa de aniversário de 50 anos de Hassanal, por exemplo, saiu a bagatela de 35 milhões de dólares.

O casal chinês Wu Wei e Lin Teng fez sua cerimônia de enlace matrimonial debaixo d'água. Eles subiram ao altar no Parque do Mundo Submarino, em Hainan (China), em 2005. Foi o primeiro casório submerso no país.

Fonte: guiadoscuriosos.ig.com.br

O casal chinês Wu Wei e Lin Teng fez sua cerimônia de enlace matrimonial debaixo d'água. Eles subiram ao altar no Parque do Mundo Submarino, em Hainan (China), em 2005. Foi o primeiro casamento submerso no país.

No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas propondo casamento que ele conhecera na cidade de Galle. A moça acabou se casando com o carteiro.

O casamento mais longo da história durou 86 anos. Os americanos Lazarus Rowe e Molly Weber, do Estado de New Hampshire, casaram-se em 1743. Tinham 18 anos. O casamento só acabou quando ele morreu aos 104 anos.

Na Copa do Mundo da França, em 1998, a brasileira Rosângela de Souza e o norueguês Oivind Ekeland se casaram bem no centro do gramado do Estádio Vélodrome, em Marselha. A cerimônia aconteceu antes da partida Brasil x Noruega.

Fonte: www.casadinhos.com.br

Nos EUA, a âncora de telejornal Emily Leonard foi pedida em casamento ao vivo pelo namorado e homem-do-tempo Matt Laubhan. Surpreendida pela proposta, Emily chorou e disse um "sim" digno de filme romântico para Matt. O caso aconteceu em outubro de 2008.

Na Copa do Mundo da França, em 1998, a brasileira Rosângela de Souza e o norueguês Oivind Ekeland se casaram bem no centro do gramado do Estádio Vélodrome, em Marselha. A cerimônia aconteceu antes da partida entre Brasil e Noruega. A seleção europeia venceu por 2 a 1.

Na Grécia um caso chocou os habitantes da ilha de Creta. Às vésperas de seu casamento, a jovem noiva resolveu levar alguns amigos para conhecer sua nova casa. Ao chegar lá, encontrou o futuro marido na cama com outro homem. Pior: o noivo estava usando o vestido da noiva. A garota teve uma crise nervosa e o noivo nunca mais foi visto.

Em seu casamento, quando chegou o momento de Mark Meltz colocar a aliança no dedo da noiva Hillary Feinberg, ele mostrou uma chapa de raio-x de sua cadela. É que o animal havia engolido a aliança de Hillary no dia anterior. Felizmente a cadela vomitou o anel no dia seguinte.

Reinaldo Rocha é um mineiro que saiu do Brasil em busca de melhores condições de trabalho em Boston, nos Estados Unidos. Quando foi embora, deixou por aqui Edna Santos, com quem namorava há 5 anos. Em fevereiro de 2001, os dois se casaram, cada um da sua cidade, sem nem precisar pegar avião para vencer a distância de 7 mil quilômetros. Como? Por videoconferência! Os noivos se viram e disseram "sim" por um monitor de TV. Esse recurso, muito usado por médicos em grandes centros hospitalares e para educação a distância, permite trocar imagens e sons em alta velocidade por meio de linhas de transmissão especiais.

O casamento mais longo da história durou 86 anos. Os americanos Lazarus Rowe e Molly Weber, do estado de New Hampshire, Estados Unidos, casaram-se em 1743. Tinham 18 anos. O casamento só acabou quando ele morreu, aos 104 anos.

No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas propondo casamento para uma garota que ele conhecera na cidade de Galle. A moça acabou se casando com o carteiro.

No Egito, Mohammed Abdel Rahman, de 29 anos, se matou na noite de seu casamento ao descobrir que sua futura sogra havia trocado os papéis no cartório. Ele viajou a negócios e deixou toda a papelada com ela. Ao preenchê-la, porém, a sogra resolveu colocar o nome de sua filha mais feia.

O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a idéia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.

Em outubro de 2004, Kamarudin Mohammed, um aposentado de 72 anos da Malásia, se casou pela 53ª vez. A noiva era a sua primeira esposa, de quem havia se separado no passado. Como seguia o islamismo, Kamarudin podia ter quatro mulheres de uma vez, mas isto nunca ocorreu. Ele declarou à imprensa: "Não acredito em casar com mais de uma ao mesmo tempo. Também não aprovo casos passageiros".

A francesa Christel se casou em 2004 com o policial Eric Demichel, que havia morrido em um acidente de trânsito em 2002. A noiva se valeu de uma lei aprovada no mandato do presidente Charles de Gaulle. Ela permite o casamento entre um vivo e um morto desde que seja comprovado o desejo da união antes da morte. Christel compareceu à cerimônia trajando um vestido negro e afirmou estar "cumprindo um acordo" estabelecido durante uma "belíssima história de amor".

O casamento do príncipe herdeiro de Brunei Al-Muhtadee Billah Bolkiah com a jovem Sarah Salleh, em 2004, custou 5 milhões de dólares. O casal usou roupas cobertas de ouro e diamantes e desfilou para a população em um dos 150 Rolls-Royce dourados da coleção do pai do noivo, o sultão Hassanal Bolkiah. Achou caro? Pois saiba que foi um casório bem simples para os padrões locais. A festa de aniversário de 50 anos de Hassanal, por exemplo, saiu a bagatela de 35 milhões de dólares.O casal chinês Wu Wei e Lin Teng fez sua cerimônia de enlace matrimonial debaixo d’água. Eles subiram ao altar no Parque do Mundo Submarino, em Hainan (China), em 2005. Foi o primeiro casório submerso no país.

Fonte: corujatricoteira.blogspot.com

Na Grécia um caso chocou os habitantes da ilha de Creta. Às vésperas de seu casamento, a jovem noiva resolveu levar alguns amigos para conhecer sua nova casa. Ao chegar lá, encontrou o futuro marido na cama com outro homem. Pior: o noivo estava usando o vestido da noiva. A garota teve uma crise nervosa e o noivo nunca mais foi visto.

Em seu casamento, quando chegou o momento de Mark Meltz colocar a aliança no dedo da noiva Hillary Feinberg, ele mostrou uma chapa de raio X de sua cadela. É que o animal havia engolido a aliança de Hillary no dia anterior. Felizmente a cadela vomitou o anel no dia seguinte.

Reinaldo Rocha é um valadarense que saiu do Brasil em busca de melhores condições de trabalho em Boston, nos Estados Unidos. Quando foi embora, deixou por aqui Edna Santos, com quem namorava há cinco anos. Em fevereiro de 2001, os dois se casaram, cada um da sua cidade, sem nem precisar pegar avião para vencer a distância de 7 mil quilômetros. Como? Por videoconferência! Os noivos se viram e disseram “sim” por um monitor de TV. Esse recurso, muito usado por médicos em grandes centros hospitalares e para educação a distância, permite trocar imagens e sons em alta velocidade por meio de linhas de transmissão especiais.

O casamento mais longo da história durou 86 anos. Os americanos Lazarus Rowe e Molly Weber, do Estado de New Hampshire, casaram-se em 1743. Tinham 18 anos. O casamento só acabou quando ele morreu aos 104 anos.

No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas propondo casamento para uma garota que ele conhecera na cidade de Galle. A moça acabou se casando com o carteiro.

No Egito, Mohammed Abdel Rahman, de 29 anos, se matou na noite de seu casamento ao descobrir que sua futura sogra havia trocado os papéis no cartório. Ele viajou a negócios e deixou toda a papelada com ela. Ao preenchê-la, porém, a sogra resolveu colocar o nome de sua filha mais feia.

O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a idéia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.

Em outubro de 2004, Kamarudin Mohammed, um aposentado de 72 anos da Malásia, se casou pela 53ª vez. A noiva era a sua primeira esposa, de quem havia se separado no passado. Como seguia o islamismo, Kamarudin podia ter quatro mulheres de uma vez, mas isto nunca ocorreu. Ele declarou à imprensa: “Não acredito em casar com mais de uma ao mesmo tempo. Também não aprovo casos passageiros”.

A francesa Christel se casou em 2004 com o policial Eric Demichel, que havia morrido em um acidente de trânsito em 2002. A noiva se valeu de uma lei aprovada no mandato do presidente Charles de Gaulle. Ela permite o casamento entre um vivo e um morto desde que seja comprovado o desejo da união antes da morte. Christel compareceu à cerimônia trajando um vestido negro e afirmou estar ?cumprindo um acordo? estabelecido durante uma ?belíssima história de amor?.

O casal chinês Wu Wei e Lin Teng fez sua cerimônia de enlace matrimonial debaixo d’água. Eles subiram ao altar no Parque do Mundo Submarino, em Hainan (China), em 2005. Foi o primeiro casório submerso no país.

Fonte: copao.blogspot.com

Noivos chegam de jet-sky e molham os convidados na capela de uma ilhota em Angra dos Reis. Mergulhadores trocam as alianças a metros de profundidade. Casal de pára-quedistas salta de mãos dadas rumo ao “até que a morte os separe”. O casamento não-convencional parece estar em alta.

Um exemplo de criatividade foi a união de Débora Cristina Cardoso Santos, 29 anos, e Márcio Roberto Santos, de 30. Eles afirmam que não precisavam se casar dentro de um templo religioso, mas sim, onde a presença de Deus os abençoasse.

No melhor estilo hawaiano, em uma surf house, na praia do Tombo, em Guarujá, os noivos comemoraram com parentes e amigos.

Todos vestidos no estilo surfe, a noiva, de saia moderna e blusa branca, cabelos soltos e arco com mini-rosas brancas, combinava com o noivo, de camisa floral e calça com a barra dobrada. Realizado durante a primavera, o salão da casa foi todo decorado com flores do campo. O altar foi envolvido com ramos de folhas e flores em arco. As alianças foram trazidas dentro de um coco e entregues aos noivos por “hawaianinhas”. Débora caminhou em direção a Márcio ao som de música clássica instrumental. Após a cerimônia, celebrada por um pastor, muitas frutas, bolo gelado e champagne brindaram a felicidade dos então recém-casados.

“Foi algo que tínhamos em comum, o desejo de casar em uma cerimônia simples e diferenciada dos padrões atuais. E quanto ao vestido da noiva, não importa o estilo, tradicional ou moderno, ele sempre será um vestido de noiva”, conta Débora realizada.

Fonte: www.unisantos.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

HISTÓRIA DA MAQUIAGEM


TUDO COMEÇOU NO EGITO...

É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus -sol.

As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. É também com a civilização egípcia que surge a distinção: "Mulher de pele clara" e "Homem de pele escura". Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, a Cleópatra imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol.

PELE CLARA, OBSESSÃO UNIVERSAL

Dizia-se que Popéia tinha a pele muito branca graças ao resultado de constantes banhos em leite de jumenta. Ela lançou moda e todas as romanas abastadas eram dadas às máscaras noturnas, onde ingredientes como farinha de favas e miolo de pão se combinavam ao leite de jumenta diluído para formar papas de beleza. Mas a verdade é que a bela complementava seus tratamento de clareamento da pele maquilando as veias dos seios e testa com tintura azul. Esta aparência translúcida foi imitada em misturas de giz, pasta de vinagre e claras de ovos durante muitas décadas.

Conta a lenda que Psyché foi buscar no inferno o segredo da pele branca da deusa Vênus, trazendo a cerusa, ou alvaiade, para compor suas fórmulas mágicas. Até a Renascença italiana esse mesmo alvaiade era usado durante o dia pelas lindas mulheres nobres, que à noite cobriam suas faces com emplastros de vitelo crú molhado no leite afim de minimizar os efeitos nocivos causados pelo alvaiade. O Kama Sutra, escrito entre os séculos I e IV, define a mulher ideal como Padmini, aquela que tem "...a pele fina, macia e clara como o lótus amarelo..." No Japão, do século IX ao XII, período de Heian, a valorização da pele branca era regra geral. Para obter a aparência extremamente clara as mulheres aplicavam um pó espesso e argiloso feito de farinha de arroz, chamado oshiroi. Depois passaram também à usar o beni, pasta feita do extrato de açafrão, para colorir as maçãs do rosto.

Aproximadamente em 150AC o físico Galeno criou o 1o creme facial do mundo, adicionando água à cera de abelha e óleo de oliva. Mais tarde o óleo de amêndoas substituiu o azeite e a incorporação de bórax contribuiu para a formação da emulsão, minimizando o tempo de processo. Estava aí a primeira base para sustentar os pigmentos de dióxido de titânio e facilitar a aplicação na face; nascia a base cremosa facial.

COMEÇAM OS OBSTÁCULOS...

Mas nem só de aprovação caminhou a história dos cosméticos coloridos. Na Roma antiga a indignação masculina frente aos artifícios femininos de usar produtos para maquilagem está registrada em obras imortais, como escreveu Ovídio "...Seu artifício deve permanecer insuspeito.

Como não sentir repugnância diante da pintura espessa em sua face se dissolvendo e escorrendo até seus seios? Por que tenho de saber o que torna sua pele tão alva?..." Andreas de Laguna, o médico espanhol do Papa Julius III, dizia que a maquilagem das mulheres era tão espessa que dava para cortar "a nata da torta de queijo de cada uma das bochechas"

A BELEZA ENTRA NA MIRA DA IGREJA

Os líderes religiosos expressavam sua indignação contra o uso de artifícios coloridos. No relato de São Jerônimo fica evidente a reprovação do ato de maquilar-se, visto como força do mal e da impureza. "...O que faz essa coisa púrpura e branca no rosto de uma mulher cristã, atiçadores da juventude, fomentadores da luxúria, e símbolos de uma alma impura?..."

PROPAGANDA ENGANOSA X BRUXARIA

No final do século XVIII, o Parlamento inglês recebeu a proposta de uma lei que tentava impor sobre as mulheres a mesma penalidade por adorno que era imposta por bruxaria. O termo desobrigava de suas responsabilidades os maridos que haviam casado com uma "máscara falsa": "Todas as mulheres que à partir deste ato tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado..." É hilária a carta publicada no jornal britânico The Spectator, no ano 1711, onde um marido aflito desabafa... "Senhor, estou pensando em largar minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas.

Nunca um homem foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras , e não supostas, feições..." O rei Henrique VII mandava os pintores retratarem suas pretendentes matrimoniais, pedindo também às pessoas que cercavam a rapariga que respondessem um extenso questionário sobre a futura esposa.

As instruções previam saber como era o rosto, se estava pintada e se havia algo "perto dos lábios", referindo-se ao uso de batons e brilhos. Elizabeth I, a rainha virgem, que assim ficou famosa por ter morrido sem se casar, usou até o final de seus dias as faces cobertas de branco, as maçãs pintadas com círculos vermelhos bem definidos e a cabeça coberta por uma peruca de cabelo ruivo e dourado.

E A VAIDADE VENCE...

Mas apesar da postura radical da igreja e dos costumes rígidos, com os desenvolvimentos científicos o ato de pintar os lábios tornou-se moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se mais acessíveis e seguras. Ainda no século XVI a preocupação com higiene pessoal foi deixada de lado, o que ironicamente contribuiu para o crescimento do uso da maquilagem e dos perfumes.

O primeiro estilista surgiu no século XIX, quando um verdadeiro artista traz uma nova fonte de prestígio à moda; Charles Frederick Worth abriu sua loja em Paris em 1858, para vender modelos de casacos e sedas de primeira classe. A imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III era sua mais famosa cliente. Em 1885 é fundada a Chambre Syndicale de la Couture Parisienne, regulamentando a arte da alta costura. Paul Poiret, Madeleine Vionnet, Coco Chanel, Christian Dior, Cristóbal Balenciaga, Hubert Givenchy são alguns dos nomes que mudaram a história da moda no mundo, causando a necessidade de uma mudança de patamar na indústria de produtos para maquilagem.

Durante os 100 anos seguintes Paris firmou-se como autoridade em moda, trazendo para o mundo da maquilagem um novo alento. Podemos dizer que a popularização da moda aconteceu em 1892, com o lançamento da revista Vogue, tendo em seus primeiros números personalidades como Gertrude Vanderbilt Whitney, vestindo suas próprias roupas. Quando Condé Nasta comprou a revista, em 1909, a publicação passa à ter um enfoque mais atraente, mostrando objetos do desejo para todas as mulheres.

É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral. Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações. A morena Marilyn Monroe usava maquilagem clara e pintava lábios vermelhos intensos, atraindo e intensificando sua feminilidade.

O maquilador americano Kevyn Aucoin conta que em 1967, ainda criança, quando confundiu a maquilagem branca -rosada intensa de uma vendedora de cosméticos com a aparência deixada pela aplicação de loção de calamina. Esta mistura de óxido de ferro vermelho e óxido de zinco era muito usada, na época, para aliviar o desconforto causado por picadas de insetos. A ingenuidade de Kevyn levou-o à comentar com a moça o quanto ele estava penalizado por sua dor! Como resposta deparou-se com um silêncio sepulcral, que só foi entendido pelo menino quando sua mãe, já a caminho de casa explicou que se tratava de maquilagem e não remédio... Na década de 70 as cores de maquilagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções de alta-costura francesa, italiana e inglesa.

Cada vez que um grande costureiro lançava uma nova coleção de cores e formas para as roupas, lá vinha um tom de sombra específico para os olhos, uma nova cor de boca. Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e todos os grandes fabricantes ousavam e enchiam os olhos das mulheres de todo o mundo com suas criações cada vez mais tentadoras. E é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados. Às beiras do novo milênio finalmente entram em cena fórmulas baseadas em tecnologia de vanguarda, cujo uso garante propriedades bem interessantes para nossa beleza, como proteção solar, umectação e controle do envelhecimento da pele.

Nos anos 90 a era do benefício visível ganha importância vital. A haute couture toma rumos inteligentes nesta nova era. Estilistas ingleses de vanguarda como John Galliano e Alexander McQueen vêm dar uma ventilada nas conservadoras Dior e Givenchy, alterando mais uma vez a história da moda & make-up. Hoje podemos nos beneficiar do produto que colore e trata a pele, limpa, perfuma e protege os cabelos, como nunca antes na história da humanidade. Yohji Yamamoto, Rei Kawakubo, Helmut Lang e Ann Demeulemeester apontam para uma nova era, a era da Beleza Inteligente, onde cada ser possa encontrar seu equilíbrio na roupa, no cheiro e na cor.

Fonte: www.maquiagemfacil.com.br

No período paleolítico, o homem começa a se reunir em grupos, fixando-se na terra ficando mais sedentário e com isso surgem os primeiros sinais da vaidade no homem.

Com as diferenças hierárquicas, dentro desses grupos, os Chefes enfeitavam-se com garras e dentes de animais ferozes.

Já os feiticeiros e curandeiros adornavam o corpo com pinturas “mágicas”..

Com a evolução do homem surgem as primeiras pinturas de guerras, mais tarde surge na mesopotâmia produtos de maquiagem a base de carvão para os olhos, henna e outros resíduos naturais.

No Egito a maquiagem tornou-se parte da higiene diária e toma função de requinte.

Começa então a maquiagem como ritual de beleza.

Já os Gregos tinham mais preocupações com a saúde e a beleza do corpo do que com a maquiagem propriamente dita.

A maquiagem era usada sim, porém não como na Babilônia e no Egito.Fonte: www.amira.com.br

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

SETE NOVAS MARAVILHAS DO MUNDO


CRISTO REDENTORSéc. XVI

Os portugueses dão ao morro o nome de Pináculo (ou Pico) da Tentação, em alusão a um monte bíblico.

Séc. XVII

O morro é rebatizado como Corcovado, nome derivado de sua forma, que lembra uma corcova ou corcunda.

1824

D. Pedro I lidera pessoalmente a primeira expedição oficial ao Corcovado, que resulta na abertura de um caminho de acesso ao cume.

1859

Ao chegar ao Rio de Janeiro, o padre lazarista Pedro Maria Boss encanta-se com a beleza do Corcovado e sugere à princesa Isabel a edificação de um monumento religioso no local.

1882

D. Pedro II concede aos engenheiros João Teixeira Soares e Francisco Pereira Passos a permissão para construírem e explorarem a Estrada de Ferro do Corcovado.

1884

É inaugurado o trecho entre o Cosme Velho e as Paineiras da Estrada de Ferro do Corcovado, com a presença da família imperial. Na mesma ocasião, inaugura-se o Hotel das Paineiras.

1885

É inaugurado o trecho entre as Paineiras e o Corcovado, completando assim a extensão total da Estrada de Ferro, com 3.800 metros.

Início da década de 1910 A companhia The Rio de Janeiro Tramway, Light and Power - conhecida como Light - concessionária da Estrada de Ferro do Corcovado desde 1906, transforma-a na primeira ferrovia do Brasil a ser eletrificada.

1921

A idéia da construção do monumento ao Cristo Redentor surge para marcar a comemoração do Centenário da Independência do Brasil no ano seguinte.

Reúne-se no Círculo Católico a primeira assembléia destinada a discutir o projeto e o local para a edificação do monumento. Disputam o Corcovado, o Pão de Açúcar e o Morro de Santo Antônio. Vence a opção pelo Corcovado, o maior dos pedestais.

1922

Um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes solicita ao presidente Epitácio Pessoa permissão para a edificação da estátua. A pedra fundamental da construção do monumento no morro do Corcovado é lançada no dia 4 de abril de 1922.

1923

É realizado o concurso de projetos para a construção do monumento ao Cristo Redentor. O projeto escolhido é o do engenheiro Heitor da Silva Costa. Em setembro é organizada a Semana do Monumento, uma campanha nacional para arrecadação de fundos para as obras.

1926

São iniciadas as obras de edificação do monumento.

1931

A estátua do Cristo Redentor é inaugurada no dia 12 de outubro. O desenho final do monumento é de autoria do artista plástico Carlos Oswald e a execução da escultura é responsabilidade do estatuário francês Paul Landowski.

O monumento ao Cristo Redentor no morro do Corcovado torna-se a maior escultura art déco do mundo. O evento de inauguração tem a presença do cardeal dom Sebastião Leme, do chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas, e de todo o seu ministério.

Por iniciativa do jornalista Assis Chateaubriand, o cientista italiano Guglielmo Marconi foi convidado a inaugurar a iluminação do monumento, a partir de seu iate Electra, fundeado na baía de Nápoles.

Emitido do iate, o sinal elétrico seria captado por uma estação receptora instalada em Dorchester, na Inglaterra, e retransmitido para uma antena em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, de onde seriam acesas as luzes do Corcovado. No entanto, o mau tempo no dia prejudicou a transmissão e o monumento foi iluminado diretamente do Rio de Janeiro.Em 21 de outubro, sob a orientação do cardeal dom Sebastião Leme, foi criada a Ordem Arquidiocesana do Cristo Redentor, em substituição à Comissão Organizadora do Monumento, tendo por objetivo administrá-lo e conservá-lo.

1932

Por iniciativa do jornal O Globo, a iluminação definitiva substitui o sistema de luz provisório instalado desde a inauguração.1934

A União transfere o domínio da área de 477m2 situada no alto do Corcovado à Ordem Arquidiocesana do Cristo Redentor.1960

Por decreto do então cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, dom Jaime de Barros, a Ordem Arquidiocesana do Cristo Redentor é extinta e substituída pela Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro.

1973

O monumento do Cristo Redentor é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN).

1980

Recuperação do monumento por ocasião da visita do papa João Paulo II.

1990

O monumento do Cristo Redentor é tombado pelo município do Rio de Janeiro. Um convênio entre a Rede Globo de Televisão, a Shell do Brasil, a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) e a Prefeitura do Rio de Janeiro promove uma ampla reforma no monumento.

O Ibama assume as atividades de vigilância, limpeza e conservação da estátua e seu entorno. O direito de uso da imagem do Cristo Redentor mantém-se sob a exclusividade da Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro.

2000

É iniciado o Projeto Cristo Redentor, com as seguintes ações: recuperação do monumento, com a instalação de proteção catódica, nova iluminação, criação de sinalização histórica e turística, uma parceria entre a Fundação Roberto Marinho, Banco Real ABN AMRO Bank, Ibama, Arquidiocese e Prefeitura da Cidade.

2001

A Gerdau S.A integrou-se ao Projeto Cristo Redentor para as obras de ampliação da plataforma do trem, melhoria de infra-estrutura e implantação de elevadores, passarelas metálicas e escadas rolantes.

2002

Durante este ano foram realizadas as principais etapas das obras civis do Projeto.2003

Com a conclusão das obras do projeto, o acesso ao mirante é facilitado, contribuindo para aumentar o número de visitantes a este importante ponto turístico da cidade.

Fonte: www.corcovado.org.brMedidas

Localização - Cume do Morro do Corcovado, 710 metros acima do nível do mar

Visibilidade - 360 graus

Altura total do monumento - 38 metros

Altura da estátua - 30 metros

Altura do pedestal - 8 metros

Altura da cabeça - 3,75 metros

Comprimento da mão - 3,20 metros

Distância entre os extremos dos dedos - 28 metros

Peso da estátua - 1,145

Tonelada Peso da cabeça - 30 toneladas

Peso de cada mão - 8 toneladas

Peso de cada braço - 57 toneladas

História

A história do Cristo Redentor começou em 1859, quando o padre Pedro Maria Boss teve a idéia de erguer um monumento religioso no Morro do Corcovado, que anos antes era chamado de Pináculo da Tentação. Ele pediu recursos para a Princesa Isabel, mas ela negou. Somente em 1921 é que o projeto foi retomado.

A intenção era construir uma estátua de bronze, representando Jesus Cristo abençoando o Brasil, no alto do Pão de Açúcar, para comemorar o Centenário da Independência, que aconteceria no ano seguinte. Para isso, algumas assembléias foram organizadas para discutir o projeto e local da edificação. A dúvida era entre o Pão de Açúcar, o Corcovado e o Morro de Santo Antônio. Optou-se pelo Corcovado por ser o mais alto e estruturado.

A pedra fundamental da construção foi lançada no dia 4 de abril de 1922. Quatro anos depois, as obras foram iniciadas.O engenheiro Heitor da Silva Costa tornou-se responsável pelo projeto através de concurso. Ele foi para a Europa e escolheu o arquiteto Paul Landowsky para desenvolver a maquete definitiva da estátua e estudar os problemas de construção e base. Enquanto isso, a Igreja Católica iniciou no Rio de Janeiro a Semana do Monumento, que foi uma campanha para arrecadar contribuições para a construção.Até 1928, várias maquetes foram elaboradas para aperfeiçoar o Cristo Redentor. Neste ano, a armação metálica foi substituída por uma estrutura de cimento armada e a imagem assumiu a forma de uma cruz. Vários materiais foram cogitados para seu revestimento, mas, por fim, foi escolhida a pedra-sabão, pois é extremamente resistente ao tempo, além de não deformar e nem rachar com as variações de temperatura.

Em 1931 não se falava outra coisa na cidade. A chegada e a montagem da estátua e os preparativos para a inauguração eram os assuntos preferidos dos cariocas. Inaugurado em 1884 por D. Pedro II, o Trem do Corcovado foi o responsável pelo transporte das peças e dos funcionários que trabalharam na obra.

O esperado monumento do Cristo Redentor foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931, no alto do Morro do Corcovado. A consagração foi feita pelo cardeal Dom Sebastião Leme. Segundo sua pregação, os objetivos da estátua eram evangelização e retomada do poder da Igreja no Estado Republicano. O chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas, e todo o seu ministério também participaram da cerimônia.Em 1934, o Cristo recebeu a visita do então secretário de Estado do Vaticano, Eugênio Pacelli. Cinco anos depois, Pacelli se tornaria o Papa Pio XII. Em 1980, foi a vez do Papa João Paulo II. Ele emocionou o mundo ao abençoar o Rio lá de cima.

Os anos se passaram, o local recebeu nova iluminação e seus acessos se modernizaram. Em 2003, foram inaugurados os elevadores panorâmicos e as escadas rolantes. Antes, era preciso enfrentar 220 degraus que levam até a imagem.

O monumento do Cristo Redentor completou 75 anos em 2006. Como homenagem, a Capela Nossa Senhora Aparecida, aos pés da estátua, se tornou um santuário pela Arquidiocese do Rio. Ela já está sendo reformada e em breve poderá celebrar casamentos, batizados e missas, além de receber fiéis.

Em 2007, Cristo Redentor é o candidato brasileiro na lista das sete novas maravilhas do mundo. O monumento concorre com outros 20 cartões-postais e o resultado da maior votação do planeta será divulgado no dia 7 de julho.

Polêmicas

A estátua já foi motivo de muitas divergências entre a Arquidiocese do Rio, artistas e empresas que, inspiradas no cartão-postal, acabaram comprando briga com a cúpula religiosa. - Em julho de 2001, durante os desfiles da 8ª Semana BarraShopping de Estilo, a marca Salinas teve que se desculpar com o então arcebispo do Rio, Dom Eugenio Sales, depois de estampar a imagem do Cristo Redentor em maiôs e biquínis.

Em 2000, a Peugeot também tentou usar a imagem em outdoors, anunciando a escolha do Rio como sede da fábrica. No entanto, a montadora teve que recuar diante dos pedidos da Arquidiocese.

O episódio que mais causou polêmica foi quando a estátua apareceu em plena Marquês de Sapucaí, em um desfile da Beija-Flor. O carnavalesco Joãozinho Trinta usou a imagem do Cristo Redentor de braços abertos para toda a impunidade e desigualdade carioca, representada em um carro alegórico da escola. A Arquidiocese proibiu o uso da imagem sagrada em um ritual pagão e Joãozinho não se contentou. Ele levou para a Avenida um Cristo coberto por um plástico preto e com uma faixa com os dizeres "Mesmo proibido, olhai por nós".

Gilmara Farias

Fonte: www.etur.com.br


CHICHÉN ITZÁA pirâmide principal de Chichén Itzá, sítio arqueológico maia no sudeste mexicano que um milhão de pessoas visitam todos os anos, recuperou o seu esplendor depois de um processo de restauro.

O projecto geral de conservação que começou em finais de 2006 devolveu o brilho ao Templo Maior da grande pirâmide, assim como a uma substrutura interna onde há duas relíquias maias, um "chac mool" (escultura que representa um deus) e um jaguar, que se encontram em excelente estado.

A equipe de restauro mexicana passou mais de dois meses limpando cada centímetro quadrado de pedra, removendo o musgo que se tinha assentado sobre as esculturas e aplicando materiais nas juntas que o tempo tinha desfeito. A equipa propôs-se a devolver o brilho original a cada escultura, sem intervir com materiais novos nas esculturas ou relevos que têm centenas de anos.

O trabalho começou pela pirâmide principal e o seu Templo Maior. Uma vez concluída a primeira parte do restauro, a equipa de peritos limpou a escultura do jaguar e um "chac mool", imagem de uma divindade, que estava saturada de musgo tal como o seu ambiente.

O jaguar está pintado de vermelho férreo, possivelmente trazida de uma região remota quando se construiu, e tem incrustações de discos de jade.

Recuperado o brilho das suas principais esculturas, relevos e templos, Chichen Itza encontra-se em óptimas condições para receber diariamente 5 mil turistas, embora esse número possa chegar a 13 mil durante o equinócio.

Chichén Itzá é um dos sítios que concorre para estar entre as sete novas maravilhas do mundo num concurso que se realiza via Internet e cujo resultado será conhecido em Julho.

Fonte: www.canalhistoria.comOs Habitantes da "Boca do poço dos feiticeiros d'água" - Chichén-Itzá - queriam desvendar o caminho dos astros para chegar ao coração dos deuses.

Nesse local mágico, os maias ergueram uma civilização sobre os pilares da ciência e da religião

A sombra de Kukulcán, o deus-serpente dos maias, passeia por Chichén-Itzá durante os equinócios de primavera e de outono, quando noite e dia têm a mesma duração.

Seu ponto de partida é a principal escadaria do Castelo, uma grande pirâmide erguida em sua honra com base em conhecimentos astronômicos: os degraus das quatro escadarias e da plataforma superior somam 365, número de dias do ano.

Além disso, cada um dos lados alinha-se com um dos pontos cardeais e os 52 painéis esculpidos em suas paredes são uma referência aos 52 anos do ciclo de destruíção e reconstrução do mundo, segundo a tradição maia.

Sacrifícios humanosFundada no ano 452, Chichén-Itzá conheceu dias de glória no século X, quando foram construídos o Castelo, o templo dos guerreiros e a quadra de jogo de pelota.

Na aridez da região, seu florescimento só foi possível graças aos cenotes, poços de água com função também religiosa. Em tempos de seca, ofereciam-se sacrifícios ao deus da chuva, Chaac, no Cenote Sagrado.

Conquistada pelos guerreros de Mayapán no século XII, Chichén-Itzá estava abandonada quando os espanhóis chegaram. Suas grandes obras mantém o vigor da cultura maia.

Fonte: br.geocities.com

COLISEU DE ROMA
O Coliseu de Roma era, na época de sua construção, um anfiteatro oval de quatro níveis. Suas arquibancadas de mármore tinham capacidade para 45 mil pessoas.

Denominado anfiteatro Flávio, era conhecido como o Coliseu pelo fato de sua proximidade com a colossal estátua de Nero. Os gladiadores lutavam na arena e, segundo a história relata, era o lugar onde os cristãos eram lançados aos leões.

Mundialmente conhecido, o Coliseu, construído por ordem do imperador Vespasiano e concluído no ano 80 d.C., durante o governo de seu filho Tito, é um dos mais grandiosos monumentos da Roma Antiga.

A parede externa do anfiteatro preserva os quatro pavimentos da estrutura de concreto armado; nas três arquibancadas inferiores estão as fileiras de arcos, e na quarta, pequenas janelas retangulares.

Construído em 72 d.C., sobre o lago da casa de Nero, a Domus Aurea, ficou conhecido como Colosseo porque ali foi achada a estátua gigante (colosso) do imperador que incendiou Roma. Para a inauguração, apenas oito anos depois do início das obras, em 80 d.C., as festas e jogos duraram cem dias, durante os quais morreram 9 mil animais e 2 mil gladiadores.

As atividades do Coliseu foram encerradas em 523 d.C., mas o espaço permanece carregado de uma clima misterioso.

Depois de 1.500 anos o Coliseu voltou a viver. Por um breve período - de 19 de julho a 6 de agosto - o monumento que se tornou símbolo do império romano e da cidade eterna, foi palco de espetáculos.

Eventos que nada têm a ver com os cruéis e violentos jogos da época do império para os quais o anfiteatro Flávio, verdadeiro nome do Coliseu, foi construído.

Sobre os escombros do maior anfiteatro do mundo antigo foi construído um novo palco para encenar peças de Sófocles. Édipo Rei, Antígone e Édipo em Colono foram montadas por companhias da Grécia, do Irã e de Israel, respectivamente em língua original com livreto em italiano.

O palco, feito de pranchas de madeira resistente e indeformável, como era originalmente, medindo 400 metros quadrados - menos de um quarto da superfície total - foi construído sobre parte do que resta dos subterrâneos para que houvesse a possibilidade de se ter ao menos em parte uma idéia de como era o local.

A reconstrução foi feita na parte leste, do lado oposto da bilheteria, zona que pode resistir melhor ao impacto. Para maior segurança, a base é reforçada, aproveitando as paredes da época romana antiga e integrando os espaços vazios com argamassa.

Por esse lado entrava o desfile que abria os jogos, inventados para distrair os romanos das dificuldades e para os imperadores ganharem o apoio da massa. Eram cavalos, tigres, leões, girafas, gladiadores, caçadores e músicos que paravam diante do camarote do imperador que dava início à "festa".

O Coliseu tinha capacidade para 60 mil espectadores. Agora foi permitida, no máximo, a entrada de 700 pessoas para cada espetáculo, isso para proteger o monumento que está sendo submetido a uma longa e lenta restauração para reforçar a sua estrutura.

A imagem que se tem agora, entrando no imponente anfiteatro de 56 metros de altura, no entanto, não dá uma idéia clara de como era o local. O que resta da fachada externa equivale a cerca de dois quintos do monumento que é sustentado nas extremidades por duas muralhas construídas em 1800.

É preciso usar a imaginação para conseguir visualizar a arena, as arquibancadas e o subterrâneo cheio de corredores, porões e uma rede de canais que podiam transformar a parte central numa área para batalhas. Lá ficavam os animais, as armas e os instrumentos usados durante os espetáculos.

Um meio adotado para eliminar a associação do local com morte é a campanha das Nações Unidas contra a pena capital. Durante este ano, toda vez que, em qualquer parte do mundo, um condenado à morte for poupado, as luzes do Coliseu ficarão acesas por 48 horas.

Fonte: www.virtual.epm.br

"Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá; quando o Coliseu ruir, Roma cairá e se acabará o mundo".

A profecia do monge inglês Venerável Beda dá a medida do significado que teve para Roma o anfiteatro Flávio, ou Coliseu (Colosseo em italiano), nome que alude a suas proporções grandiosas.

O Coliseu ergue-se no lugar antes ocupado pela Domus Aurea, residência do imperador Nero.

Sua construção foi iniciada por Vespasianus por volta do ano 70 da era cristã.

Titus inaugurou-o em 80 e a obra foi concluída poucos anos depois, na época de Domitianus.

A grandiosidade desse monumento testemunha o poderio e o esplendor de Roma na época dos Flávios, família a que pertenciam esses imperadores.

O edifício inicial, de três andares, comportava mais de cinqüenta mil espectadores.

Dois séculos depois, sua capacidade foi ampliada para quase noventa mil, quando os imperadores Severus Alexander e Gordianus III acrescentaram um quarto pavimento.

O Coliseu foi construído em mármore, pedra travertina, ladrilho e tufo (pedra calcária com grandes poros).

Sua planta é elíptica e os eixos medem aproximadamente 190 por 155m.

A fachada se compõe de arcadas decoradas com colunas dóricas, jônicas e coríntias, de acordo com o pavimento.

Os assentos são de mármore e a cavea, escadaria ou arquibancada, dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; as maeniana, setor destinado à classe média; e os portici ou pórticos, para a plebe e as mulheres.

A tribuna imperial ou pulvinar ficava no podium e era ladeada pelos assentos reservados aos senadores e magistrados.

Por cima dos muros ainda se podem ver as mísulas que sustentavam o velarium, grande cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores.
A arena do Coliseu foi cenário de espetáculos cruéis, como lutas de gladiadores ou de feras.

Nos subterrâneos ficavam as jaulas dos animais, bem como todas as celas e galerias necessárias aos serviços do anfiteatro.

O edifício permaneceu como sede principal dos espetáculos romanos até o tempo do imperador Honorius, no século V.

Danificado por um terremoto no começo desse século, foi restaurado na época de Valentinianus III.

Em meados do século XIII, a família Frangipani transformou-o em fortaleza.

Nos séculos XV e XVI foi diversas vezes saqueado e perdeu grande parte dos materiais nobres de que tinha sido construído.

Acredita-se que o Coliseu tenha sido cenário dos primeiros martírios de cristãos e, por isso, no século XVII, o papa Bento XIV consagrou-o à Paixão de Cristo e declarou-o lugar sagrado.

Os trabalhos de consolidação e restauração parcial do monumento em ruínas foram feitos sobretudo pelos pontífices Gregório XVI e Pio IX, no século XIX.

O grupo formado pelo Coliseu e pelo vizinho arco de Constantinus I, ao lado das ruínas do forum imperial, é um dos conjuntos arquitetônicos mais evocativos da antiga Roma.

Fonte: www.nomismatike.hpg.ig.com.br


GRANDE MURALHA DA CHINASímbolo do espírito nacional da China, a Grande Muralha é o cristal de inteligência e de saber do povo da China antiga.

Esta muralha constituiu um sistema completo de defesa militar durante a época das armas frias. Nos tempos modernos se apresenta como um espaço remarcado de aventuras transformando-se desta forma em importante atração turística, tanto para chineses como para turistas estrangeiros.

A Grande Muralha extende-se por cinco mil kilômetros de leste a oeste no norte da China como um imenso dragão percorrendo seu caminho pelos desertos e montanhas. Considerada uma das sete maravilhas do mundo, despertou a curiosidade, o interesse e a admiração de todo o planeta.

A Grande Muralha figura no catálogo de relíquias culturais e foi incluída em 1987 no Patrimônio Cultural Mundial da Unesco.

Sua construção se iniciou no período de primavera e outono (770-475 a. C) se prosseguiu no período dos Reinos Combatentes.

Durante esta prolongada época, teve na China sete reinos independentes: Chu, Qi, Wei, Han, Yan, Qin e Zhao que para se defenderem das incursões vizinhas cada um destes reinos construiu suas próprias muralhas em terrenos de difícil acesso.

No ano de 221 a.C, o reino de Qin conquistou os outros seis estados e resolveu portanto unificar toda China, ordenando a união das muralhas levantadas por cada reino e construir novas tramas.

Desde então, a Grande Muralha passou a fazer parte da história da China com o nome de "Muralha do Dez Mil Li" (dois Li equivalem a um kilômetro), nome que foi conservado até os dias de hoje e vem sendo usado pelos chineses. A fim de protegerem-se contra as invasões dos hunos, as dinastias seguintes deram continuidade aos trabalhos de manutenção e reparação da muralha.

As reparações de maior envergadura se realizaram durante as dinastias Qin, Han e Ming.

A muralha existente foi reconstruída sobre a base original nos tempos da dinastia Ming até alcançar uma largura de 5.660 Km, começando por Shanghai a leste para Jiayu a oeste, atravessando também quatro províncias (Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu), duas regiões autônomas (mongólia e Ningxia) e Beijing.

O desenho e a construção da Grande Muralha são um reflexo fiel da sabedoria dos estrategistas e construtores daqueles tempos.

Os muros, corpo principal da obra, se construíram aproveitando os contornos das montanhas e dos vales.

Além dos muros, ao longo da muralha levantaram-se torres, passos estratégicos e atalayas que tinham por função servir como um alarme a possíveis ataques.

Ainda que a Grande Muralha tenha cumprido sua missão por muito tempo, sua permanência para a humanidade constitui em um valiosíssimo legado cultural, histórico, artístico, arquitetônico e turístico.

Fonte: www.camarabrasilchina.com.br

O que é a Grande Muralha

A Grande Muralha da China era um mecanismo de autodefesa antigo, e é formada de muros, passagens, fortalezas e torres.

A Grande Muralha passa por cadeias de montanhas, atravessa desertos. Passando por desfiladeiros estrategicamente importantes e difíceis para acessar, ela foi contruída aproveitando-se as características geográficas das montanhas.Na época antiga, guardas protegiram a Grande Muralha, morando dentro das fortalezas e das torres, de onde controlavam os vales. Quando um guarda de qualquer fortaleza ou torre visse inimigos chegando, ele acendia fogueiras para informar as torres vizinhas.

Ao ver as fumaças, as torres vizinhas acendiam tembém fogueiras para passar a informação mais adiante.

A quantidade de fogueira variava dependendo da quantidade de inimigos - cada fogueira significava 500 inimigos.

Assim, um sinal de advertência passava combinado com a quantidade de inimigos ao longo da Grande Muralha e todos os soldados podiam se preparar para se defenderem.A história das construções da Grande Muralha

Quantos quilômetros a Grande Muralha tem? Isso é uma pergunta difícil para responder. A Grande Muralha não é um muro só.

Ela consiste de muitos muros construídos em épocas diferentes, espalhando-se amplamente pela China.

Através da história chinesa, foram construídos no total mais de 50 mil quilômetros da Grande Muralha, mas a maior parte não existe mais.

No século 11 antes de Cristo, na época da Dinastia Zhou do Oeste, documentou-se pela primeira vez a construção de uma muralha para autodefesa.

Do século sete ao século três antes de Cristo, era a época da Dinastia Zhou do Leste. Havia vários principados, e aí, guerras constantes entre eles.

Os principados construíram muralhas de autodefesas nas fronteiras. Os muros daquela época não eram da forma de um muro grande, mas eram muros dispersos.

O comprimento da construção total era de mais de 5.000 quilômetros. Hoje na China, ainda existe uma parte da Grande Muralha daquela época.Até o ano 221 antes de Cristo, o primeiro imperador de Dinastia Qin unificou os principados e fundou a China. Começou a Dinastia Qin (221-207, antes de Cristo).

O primeiro imperador da Dinastia Qin começou a demolir as muralhas construídas pelos principados. Ao mesmo tempo, para defender-se de Hun, uma etnia chinesa antiga do norte, ele mandou mais de uma milhão de pessoas para o norte para construir a Grande Muralha. A

Grande Muralha da Dinastia Qin se estendeu por mais de 5.000 quilômetros, e era a primeira Grande Muralha bem construída.Até a Dinastia Han (227 antes de Cristo - 220), a etnia Hun do norte invadiu de forma mais forte e com mais freqüência no sul. Por um lado, a Dinastia Han tentava desenvolver boa relação com a Hun, por exemplo, por casamentos entre Han e Hun. Por outro lado, Han começou a construir a Grande Muralha em larga escala.

Além de restaurar a Grande Muralha da Dinastia Qin, construiu-se também a Granda Muralha no oeste, no norte, no leste, e uma Grande Muralha exterior.

No total, construiu-se mais de 100 mil quilômetros da Grande Muralha na Dinastia Han. Isso era a maior construção da Grande Muralha na história.Do ano 420 ao ano 581, na Dinastia do Norte e do Sul, o norte ficavam ao sul. Múltiplos níveis da muralha foram construídos ao norte do Rio Amarelo nessa época. O comprimento total chegou a 5.000 quilômetros.

No ano 581, a Dinastia Sui unificou de novo o país. Construíram-se mais 2.000 - 2.500 quilômetros de muralha acima do Rio Amarelo.

Na Dinastia Tang (618-907), a China ficou muito poderosa. As etnias ao norte e ao oeste da Grande Muralha chegaram a embutir seus conceitos à China.

Assim, a Dinastia Tang não construiu muralha de autodefesa. Construiu somente três torres no Monte Yin para atender as etnias. As três torres foram conectadas por uma muralha a qual se estendia cerca de só 200 quilômetros.
Depois da Dinastia Tang, começou-se a época das Cinco Dinastias (907-960). O Regime de Liao e o Regime de Jin do norte da China tinham conflitos e lutas com Mongóis e outras etnias. Assim, foram construídos 7.000 quilômetros de muralhas no nordeste e na Mongólia Interior de hoje.

Na Dinastia Ming, foram construídas muralhas no norte para a defesa de etnias. Foram construídas também muralhas em lugares estratégicos no sudeste ao longo da costa para a defesa da invasão de estrangeiros. A Grande Muralha construída na Dinastia Ming estendia-se cerca de 7.500 quilômetros. Ela é a Grande Muralha conhecida hoje pelo mundo.

A Dinastia Qing (1644-1911), não se interessou pela construção da Grande Muralha e construiu pouco. No começo de Qing, restaurou-se uma parte da Grande Muralha velha, e construiu-se 1.300 quilômetros de muralha em Liaoning.

Além disso, durante a época de Jin (265-420), a época dos Três Reinos (220-265), a da Dinastia Sui (581-681) e da Dinastia Tang (618-907), várias etnias e vários reinos, tais como a etnia coreana e o Reino de Liao, construíram também suas próprias muralhas. No total, construíram mais de 15.000 quilômetros.A muralha mais antiga

A muralha mais antiga é do Reino Chu (688-292, antes de Cristo) da Dinastia Zhou do Oeste (770-221, antes de Cristo). Ela é situada na cidade Nanyang da Província Henan. O desenterramento e a pesquisa de relíquias culturais ainda não estão prontos.A Grande Muralha conhecida pelo mundo hoje em dia é a muralha da Dinastia Ming (1368-1644). Ela começa na cidade Dandong da Província Liaoning e acaba na região Keshi na fronteira chinesa no sudoeste em Xinjiang.

Até hoje, um terço da Grande Muralha de Ming está restaurada e na boa forma, um terço ainda está quebrada, e outro um terço não existe mais. A proteção da Grande Muralha tornou-se cada vez mais importante na China.É verdade que a Grande Muralha era um mecanismo de autodefesa, embora ela não tinha conseguido manter nenhuma dinastia até hoje. O progresso da história anda pelo seu próprio ritmo.

Havia uma opinião por muitos anos, que a construção da Grande Muralha significou guerras e conservadorismo. Sobre isso, os historiadores têm uma opinião diferente.

Andando pela história chinesa, pode se encontrar cenários bem diferentes do ponto de visto que a Grande Muralha signifique guerras e conservadorismo.

Na época da Dinastia Zhou do Leste (770-721, antes de Cristo), os reinos tinham construído suas próprias muralhas para sua defesa. Mas, aquela época era uma das épocas mais abertas e ativas na história. Havia comércios ativos and culturas vivas, e os intercâmbios de pensamentos e de filosofia mais ativos na história têm uma boa influência até hoje.

Na Dinastia Han (260 antes de Cristo - 220), apareceu a Rota da Seda, que começou na China, atravessou pela Ásia Média e estendeu-se até o Mar Mediterrâneo.

A Rota da Seda servia para transporte comercial entre o mundo oriental e o mundo ocidental, onde também se encontraram as civilizações diferentes intercambiando as culturas, tradições, religiões e inventos. A Grande Muralha de Han foi construída ao longo da Rota da Seda para proteger esta rota comercial entre o oriente e o ocidente.Na Dinastia Ming (1368-1644), a Grande Muralha não era a fronteira chinesa, a qual ficava bem longe ao Norte da Muralha. Nessa época, a Grande Muralha ajudava muito a ordenar os comércios entre as regiões dentro e fora da muralha.

Existia aí um sistema comercial, o qual funcionava pelas trocas de mercadorias ao longo da Grande Muralha.

As mercadorias principais que vinham de fora da Grande Muralha consistiam em cavalo, pelagem de carneiro, couro e medicamento; e de dentro da Muralha, cereais, sal, açúcar, chá e tecido.

Muitas fortalezas pela Grande Muralha se tornaram cidades prósperas na Dinastia Ming, tais como Xuan'hua, Datong, Shanghaiguan, etc.

Na Dinastia Qing (1644-1911), o governo não favorecia à construção da Grande Muralha e também não fez quase nada. O final de Qing era uma época mais conservadora na história.

Fonte: www.minhachina.com


PETRAPetra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada, numa cerimónia realizada em Lisboa (Portugal), uma das Novas sete maravilhas do mundo.

História

Antecedentes

A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco (Síria) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina.

Fundação

O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos Nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos Selêucidas e dos Ptolomaicos, Petra e a região envolvente floresceram material e culturalmente, graças ao aumento das trocas comerciais pela fundação de novas cidades: Rabbath 'Ammon (a moderna Amã) e Gerasa (actualmete Jerash).

Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controlo das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira.

O estilo arquitectónico dos Nabateus, de influência greco-romana e oriental, revela a sua natureza activa e cosmopolita. Este povo acreditava que Petra se encontrava sob a protecção do deus dhû Sharâ (Dusares, em grego).


Época Romana

Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos Hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.

No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controlo directo de Roma (Arábia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebaptizou-a de Hadriana Petrae, em honra de si próprio.Época Bizantina

Em 313 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constatinopla (actual Istambul).

Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até 363, ano em que um terramoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.

Em 551, um segundo terramoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo. Petra não se conseguiu recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.

Redescoberta de Petra

As ruínas de Petra foram objecto de curiosidade a partir da Idade Média, atraíndo visitantes como o sultão Baybars do Egipto, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904).

Petra nos dias de hoje

A 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.

Em 2004, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa inglesa para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.

A 7 de Julho de 2007, foi eleita em Lisboa, no Estádio da Luz uma das Novas sete maravilhas do mundo.

Curiosidades

O edifício da Câmara do Tesouro, em Petra, foi utilizado como cenário no filme Indiana Jones e a Grande Cruzada.

O interior mostrado no filme não corresponde, no entanto, ao interior do dito edifício, tendo sido fabricado em estúdio.

Petra é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre El Khazneh).

Peritos no domínio da hidráulica, os Nabateus dotaram a cidade de um enorme sistema de túneis e de câmaras de água.

Um teatro, construído à imagem dos modelos greco-romanos, dispunha de capacidade para 4000 espectadores.

Tintim, herói da banda desenhada belga, visita Petra no álbum Perdidos no Mar (ou Carvão no Porão).

Fonte: www.caravanaterrasanta.com.brNão é à toa que alguns bares em Wadi Musa, pequena cidade perdida no sul da Jordânia, exibam todas as noites o filme Indiana Jones e a Última Cruzada, de Steven Spielberg.

Ali ao lado, a poucos quilômetros, esconde-se um dos cenários mais fascinantes já utilizados pelo diretor em seus filmes.

Encravada no deserto da Jordânia, um país pobre de população beduína, fica a magnífica cidade de Petra, a antiga capital do povo nebateu, que viveu na região há 2000 anos.

A visão de Petra é uma dessas coisas surpreendentes que você guardará para contar aos netos quando estiver bem velhinho.

Entre penhascos e desfiladeiros espalham-se construções impressionantes de uma cidade que, no seu apogeu, chegou a ter 30000 habitantes.

E o mais fantástico é que as principais obras foram esculpidas na própria rocha do deserto.

Petra já seria inesquecível apenas por isso mas, para chegar até ela,é preciso caminhar pela estonteante trilha Siq, num desfiladeiro de 1,2 km de extensão e 100 metros de altura, que torna a jornada ainda mais espetacular..

E quando você menos espera, surge a sua frente o monumento mais importante do lugar: o Tesouro.

Trata-se de uma fachada em estilo helenístico com 43 metros de altura encravada na rocha.

A segunda principal atração de Petra fica à distância de uma escalada de 800 degraus a partir da praça central, por uma trilha de terra e pedra: é o Monastério.

O esforço vale a pena, mas para os mais comodistas, os beduínos oferecem carona em seus "táxis", burricos que, de tanto subir e descer, sabem o caminho de cor e salteado.

As ruínas da cidade construída pelo Império Romano também estão lá, para comprovar um marcante período histórico para a região.

Fonte: viajeaqui.abril.com.br


MACHU PICCHUUMachu Picchuu, a misteriosa cidade dos Incas, mistura o real e o imaginário em doses perfeitas. Desde sua descoberta em 24 de julho de 1911, pelo norte americano Hiram Bingham, Machu Picchuu é considerado um dos monumentos arqueológicos e arquitetônicos mais importantes do mundo.

A cidade foi construída a 2.400m de altitude, no topo de uma grande montanha com abismos que chegam a 400m e possui uma área de um quilometro quadrado. Local considerado pelos Incas como mágico, principalmente por unir os Andes ao poderoso Rio Amazonas (Rio Urubamba), em meio à floresta tropical.

A surpreendente perfeição das construções com pedras encaixadas milimétricamente sem nenhum tipo de material que pudesse uni-las, desperta diversas teorias, como a existência de uma planta que dissolvia e comprimia as rochas dando a elas o formato perfeito para as construções. Mistérios e teorias infindáveis cercam Machu Picchuu.

Há quem acredite que se trate de um local sagrado onde jovens mulheres eram treinadas para servir ao Inca e ao Willac Uno (maior autoridade religiosa do império Inca), teoria sustentada pela descoberta de 135 corpos durantes explorações arqueológicas, sendo 109 de mulheres. Hipóteses, conjunturas, mitos e mistérios a parte, a real atratividade de se conhecer este Patrimônio Cultural da Humanidade (UNESCO) é poder caminhar por suas vielas, visitar seu relógio solar, ter uma bela vista das montanhas que a cercam do alto de suas torres de observação e sentir na pele como a mistura de todos estes elementos tornam Machu Picchuu em um dos lugares de maior magnetismo no mundo!

Fonte: www.pisa.tur.brMachu Picchuu é o sítio arqueológico mais conhecido da América do Sul. Fica a aproximadamente 150 km de Cuzco no Peru.

As ruínas ficam em uma montanha a 2.560 metros de altura acima do nível do mar. Recebe a visita de aproximadamente 500 mil turistas por ano.

O acesso se dá por trem desde Cuzco até Águas Calientes (na base do morro onde está Machu Picchuu). Micro ônibus levam os visitantes de Águas Calientes até Machu Picchuu.

Na entrada de Machu Picchuu tem apenas um hotel, mas a diária é alta (US$ 200,00). Recomenda-se pousar em Águas Calientes se tiver interesse em continuar visitando Machu Picchuu no dia seguinte.

História

Machu Picchuu é a mais conhecida ruína inca, porém pouco se sabe de sua história. Nada é mencionado nas crônicas dos conquistadores espanhóis.O sítio foi descoberto pelo historiador americano Hiram Bringman em 24 de julho de 1911. O sítio diferia muito do que hoje conhecemos. Estava coberto pela floresta.Muitos esqueletos foram encontrados, sendo 80% de mulheres. Uma recente teoria diz que era a cidade das mulheres escolhidas do Inca e que já estava vazia quando os espanhóis chegaram na região. Isto explica porque não foi mencionada pelos conquistadores.

Fonte: www.abbra.com.brDescoberta em 1911 pelo historiador americano Hiram Bingham, a antiga cidade inca de Machu Picchuu, situada a 732 metros acima do nível do mar, nos Andes, acima do Vale de Urubamba e 80 quilômetros ao norte de Cusco, no Peru, é um dos mais conhecidos pontos arqueológicos da América do Sul. No entanto, pouco se sabe a respeito do uso e finalidade desta cidade que originalmente era acessível apenas por uma escadaria íngreme de 3000 degraus cavada na montanha.

Hiram Bingham estava à procura da legendária cidade de Vilcabamba, a última fortaleza do império inca, e achou que a havia encontrado nas encostas dispostas em terraços e nas estruturas meticulosamente construídas de Machu Picchuu. Porém, a cidade procurada por Bingham, cujas ruínas são chamadas de Espiritu Pampa, encontrava-se ainda mais no interior da selva inacessível dos planaltos peruanos.

Apesar de cuidadosas escavações e restauração pelas equipes de Bingham em 1912 e 1915, e mais tarde, em 1934 na expedição de Luís E. Valcacelm, as ruínas de Machu Picchuu permanecem, na sua grande parte, um mistério. O sofisticado trabalho em pedra e o caráter religioso das estruturas de Machu Picchuu sugerem que o local era utilizado para rituais, mas não há realmente nenhuma evidência disto.

Fonte: monumentos.vilabol.uol.com.br


TAJ MAHALO Taj-Mahal fica em Agra, uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia. Situa-se nas margens do rio Yamuna. Tem cerca de 1400 mil habitantes. Foi fundada em 1566 pelo sultão Akbar.

O famoso Taj Mahal é o principal tesouro artístico da cidade.

Cerca de 22 mil homens (escultores, pedreiros, artesãos, calígrafos) de várias cidades do Oriente trabalharam na construção desse monumento que na opinião do Site Mistérios Antigos é uma das obras mais belas, entre as atuais ainda em votação para as Novas Sete Maravilhas do mundo, com grande sentido simbólico, um monumento ao amor do Príncipe Shah Jahan pela Princesa Mumtaz Mahal.

De acordo com a história o Príncipe Shah Jahan, então com 14 anos de idade, visitando um bazar encontrou Aryumand Banu Begam com 15 anos, filha do Primeiro Ministro, ficou tão encantado com a menina que no mesmo momento comprou um diamante de 10.000 ruppes (moeda da índia: rupia), e então foi ao seu pai e anunciou o seu desejo de casar com ela.

O casamento ocorreu cinco anos mais tarde e dali em diante eles tornaram-se inseparáveis...O Material empregado pra construção
da maior parte do Taj Mahal foi um marmore branco trazido em carretas puxadas
por bois, búfalos, elefantes e camelos das pedreiras situadas há mais de 300
quilômetros de distância

A Princesa Aryumand Banu Begam a quem o Príncipe Shah Jahan chamava carinhosamente de Mumtaz Mahal ("A jóia do Palácio"), acompanhava-o em todas as campanhas militares, e era ela que o aconselhava nos negócios do estado e nas obras beneficentes.

Shah Jahan teve "outras esposas", mas a sua predileta era Mumtaz Mahal, sua única e mais preciosa Jóia, com quem teve 14 filhos.

Em 1631, a Princesa e sua companheira Mumtaz Mahal, a Jóia do Palácio morreu dando à luz a sua 14° criança, o príncipe ficou com o coração partido e durante duas décadas de sua vida cumpriu com sua promessa: construindo Taj Mahal, um monumento como símbolo do seu amor imortal para sua esposa e eterna companheira.

O Taj Mahal foi construído sobre o túmulo de sua esposa e é considerado uma das maravilhas do mundo. Permanece no meio dos jardins do Rio de Yamuna em Agra.Suas autênticas tumbas se encontram
em uma cripta inferior com a qual não há comunicação
desta sala, já que o acesso ao lugar onde repousam os restos mortais
do imperador

A parte mais famosa do monumento é a tumba de Mumtaz Mahal (Jóia do Palácio) com sua cúpula de mármore branco, também inclui mesquitas, torres e outros edifícios.

Em 1657 Shah Jahan ficou doente, e em 1658 seu filho Aurangzeb aproveitou de sua fragilidade para encarcerar seu pai e ocupar o trono.Entrada do Palácio Taj Mahal,
o Pavilhão vermelho todo caligrafado em versos...

Shah Jahan permaneceu em cativeiro até sua morte em 1666. Dizem que ele passou os últimos dias de sua vida olhando fixamente em um pequeno espelho o reflexo do Taj Mahal, e morreu com o espelho em sua mão.

Ele foi enterrado no Taj Mahal com a esposa que ele nunca esqueceu, sua Mumtaz Mahal, a "Jóia do Palácio".O Palácio Taj Mahal está entre os concorrentes da campanha As 7 Novas Maravilhas do Mundo, e aqui estamos torcendo por ele, uma obra de uma grandiosidade única e merecedor desse título, não só pela sua construção monumental, mas também pelo lugar considerado sagrado e principalmente pelo seu valor simbólico: O Amor!

É sem dúvida uma das obras mais belas e perfeitas da história do Mundo!

Fonte: www.misteriosantigos.com