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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Redes Sociais


Qual é a primeira coisa que você faz quando entra na internet? Checa seu e-mail, dá uma olhadinha no Twitter, confere as atualizações dos seus contatos no Orkut ou no Facebook? Há diversos estudos comprovando que interagir com outras pessoas, principalmente com amigos, é o que mais fazemos na internet. Só o Facebook já tem mais de 500 milhões de usuários, que juntos passam 700 bilhões de minutos por mês conectados ao site - que chegou a superar o Google em número de acessos diários. A internet é a ferramenta mais poderosa já inventada no que diz respeito à amizade. E está transformando nossas relações: tornou muito mais fácil manter contato com os amigos e conhecer gente nova. Mas será que as amizades online não fazem com que as pessoas acabem se isolando e tenham menos amigos offline, "de verdade"? Essa tese, geralmente citada nos debates sobre o assunto, foi criada em 1995 pelo sociólogo americano Robert Putnam. E provavelmente está errada. Uma pesquisa feita pela Universidade de Toronto constatou que a internet faz você ter mais amigos - dentro e fora da rede. Durante a década passada, período de surgimento e ascensão dos sites de rede social, o número médio de amizades das pessoas cresceu. E os chamados heavy users, que passam mais tempo na internet, foram os que ganharam mais amigos no mundo real - 38% mais. Já quem não usava a internet ampliou suas amizades em apenas 4,6%.
Então as pessoas começam a se adicionar no Facebook e no final todo mundo vira amigo? Não é bem assim. A internet raramente cria amizades do zero - na maior parte dos casos, ela funciona como potencializadora de relações que já haviam se insinuado na vida real. Um estudo feito pela Universidade de Michigan constatou que o 20 maior uso do Facebook, depois de interagir com amigos, é olhar os perfis de pessoas de gente que acabamos de conhecer. Se você gostar do perfil, adiciona aquela pessoa, e está formado um vínculo. As redes sociais têm o poder de transformar os chamados elos latentes (pessoas que frequentam o mesmo ambiente social que você, mas não são suas amigas) em elos fracos - uma forma superficial de amizade. Pois é. Por mais que existam exceções a qualquer regra, todos os estudos apontam que amizades geradas com a ajuda da internet são mais fracas, sim, do que aquelas que nascem e crescem fora dela.
Isso não é inteiramente ruim. Os seus amigos do peito geralmente são parecidos com você: pertencem ao mesmo mundo e gostam das mesmas coisas. Os elos fracos não. Eles transitam por grupos diferentes do seu, e por isso podem lhe apresentar coisas e pessoas novas e ampliar seus horizontes - gerando uma renovação de ideias que faz bem a todos os relacionamentos, inclusive às amizades antigas. Os sites sociais como Orkut e Facebook tornam mais fácil fazer, manter e gerenciar amigos. Mas também influem no desenvolvimento das relações - pois as possibilidades de interagir com outras pessoas são limitadas pelas ferramentas que os sites oferecem. "Você entra nas redes sociais e faz o que elas querem que você faça: escrever uma mensagem, mandar um link, cutucar", diz o físico e especialista em redes Augusto de Franco, que já escreveu mais de 20 livros sobre o tema. O problema, por assim dizer, é que a maioria das redes na internet é simétrica: se você quiser ter acesso às informações de uma pessoa ou mesmo falar reservadamente com ela, é obrigado a pedir a amizade dela, que tem de aceitar. Como é meio grosseiro dizer "não" a alguém que você conhece, mesmo que só de vista, todo mundo acabava adicionando todo mundo. E isso vai levando à banalização do conceito de amizade. "As pessoas a quem você está conectado não são necessariamente suas amigas de verdade", diz o sociólogo Nicholas Christakis, da Universidade Harvard. É verdade. Mas, com a chegada de sites como o Twitter, a coisa ficou diferente.

Amizade assimétrica

No Twitter, eu posso te seguir sem que você tenha de autorizar isso, ou me seguir de volta. É uma rede social completamente assimétrica. E isso faz com que as redes de "seguidores" e "seguidos" de alguém possam se comunicar de maneira muito mais fluida. Ao estudar, com um time de pesquisadores, a sua própria rede no Twitter, Christakis percebeu que seu grupo de amigos tinha começado a se comunicar entre si independentemente da mediação dele. Pessoas cujo único ponto em comum era o próprio Christakis acabaram ficando amigas entre si. "As redes sociais estão ficando maiores e mais diversificadas", diz o sociólogo e pesquisador de redes Barry Wellman, da Universidade de Toronto.
É o seguinte. Eu posso me interessar pelo que você tem a dizer e começar a te seguir. Nós não nos conhecemos. Mas você saberá quando eu o retuitar ou mencionar seu nome no site, e poderá falar comigo. Meus seguidores também podem se interessar pelos seus tuítes e começar a seguir você. Os seus seguidores podem ter curiosidade sobre mim e entrar na conversa que estamos tendo. Em suma: nós continuaremos não nos conhecendo, mas as pessoas que estão à nossa volta estabelecem vários níveis de interação - e podem até mesmo virar amigas entre si.
Mas boa parte dos cientistas ainda acha que, mesmo estando em contato com qualquer pessoa mais facilmente e a todo o momento, a distância conti-nuará prejudicando as amizades. "A internet faz com que você consiga desacelerar o processo, mas não salva as relações", acredita o antropólogo Robin Dunbar. "No fim das contas, ainda precisamos estar próximos das pessoas de vez em quando." É verdade. A maioria dos especialistas em relacionamento humano acredita que a proximidade física é essencial para sentirmos os efeitos benéficos das amizades profundas. Só que o cérebro pode estar começando a mudar de opinião.
Um estudo que está sendo realizado na Universidade da Califórnia começou a desvendar o efeito que as redes sociais produzem no organismo. Mais precisamente, o que acontece com os níveis de ocitocina quando usamos o Twitter, por exemplo. É há um efeito. Os primeiros resultados mostraram que tuitar estimula a liberação desse hormônio, e consequentemente diminui os níveis de hormônios como cortisol e ACTH, associados ao estresse.
Isso significa que o cérebro pode ter desenvolvido uma nova maneira de interpretar as conversas no Twitter. "O cérebro entende a conexão eletrônica como se fosse um contato presencial", diz Paul Zak. Isso seria uma adaptação evolutiva ao uso da internet. "O sistema de ocitocina está sempre se ajustando ao ambiente em você está", diz. "Pode ser que, de tanto interagir em redes sociais, as pessoas estejam se tornando mais sintonizadas para a amizade. E aí elas acabam fazendo mais amigos, inclusive presencialmente." Ou seja: além de mudar as amizades, a internet também pode acabar modificando o próprio cérebro humano. Mas ainda é cedo para dizer se acabaremos nos tornando seres hiperssociais, com cérebros capazes de acomodar um número maior de amigos. O próprio Paul Zak diz que não é possível desconsiderar a importância do contato físico - um dos mais importantes estimulantes da liberação de ocitocina no organismo. "No máximo, vamos ter mais possibilidades de manter relações íntimas a distância por mais tempo", diz. Outros, como Robin Dunbar, acham que a tecnologia ainda pode nos surpreender, e romper a última barreira da amizade online: "O Skype e outros serviços do tipo não são bons o suficiente, porque não nos permitem tocar um no outro em realidade virtual. Ainda."

AMIZADE POS-MODERNA

A internet e as redes sociais se baseiam em dois tipos de relação:
Amizade simétrica

É recíproca: se eu quiser ter você como amigo e acessar o seu perfil, você precisa autorizar o pedido e se tornar meu amigo também.
Pró: Privacidade. Você decide quem terá acesso às suas informações.
Contra: Reduz a possibilidade de conhecer gente nova.
Exemplos: Facebook / Orkut / Flickr / Linkedin / MSN / Last.fm
Amizade assimétrica

Não é recíproca: eu posso adicionar ou seguir você sem precisar pedir permissão (e posso inclusive fazer isso sem que você saiba).
Pró: Torna muito mais fácil a formação de laços e comunidades.
Contra: Mais difícil de virar amizade íntima, pois a interação é pública.
Exemplos: Twitter / Buzz / Tumblr / Blip.fm
Fonte: super.abril.com.br

sábado, 22 de outubro de 2011

Dia do Pára-Quedista


22 DE OUTUBRO
O paraquedismo, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é um esporte criado há pouco tempo. Na verdade ele vem do eterno sonho do ser humano, destinado a viver no chão, o sonho de VOAR! Voar livremente utilizando somente seu próprio corpo, assim como fazem os pássaros!
O sonho tem início registrado ainda na mitologia, que mostra DEDALO e seu filho ÍCARO na busca de alçar vôo com asas de penas de pássaro ligadas por cera.
Em 1306, aparecem registros de acrobatas chineses que se atiravam de muralhas e torres empunhando um dispositivo semelhante a um grande guardachuva que amortecia a chegada ao solo.
Em 1495, LEONARDO DA VINCI escreveria em suas notas: "Se um homem dispuser de uma peça de pano impermeabilizado, tendo seus poros bem tapados com massa de amido e que tenha dez braças de lado, pode atirar-se de qualquer altura, sem danos para si". DA VINCI é considerado também o precursor como projetista de um pára-quedas.
Em 1617, o italiano FAUSTO VERANZIO salta com um "paraquedas" da torre da catedral de Veneza, aterrando ileso diante dos espectadores.
Em 1783, SEBASTIAN LENORMAND constrói e patenteia um paraquedas com que repetidamente executa saltos.
Em 1785, JEAN PIERRE BLANCHARD constrói e salta com um paraquedas feito de seda, sem a armação fixa que ate então era utilizada para manter o velame aberto.
Em 1797, ANDRE-JACQUES GARNERIN, em Paris, salta de um balão a uma altura aproximada de 2000 pés. GARNERIN prossegue saltando regularmente e a ele a história deu a honra de ser considerado o PRIMEIRO PARAQUEDISTA DO MUNDO. Em 1802, em Londres, GARNERIN salta a 8000 pés, um recorde para a época.
Em 1808, pela primeira vez o paraquedas foi usado como salva-vidas quando o polonês KUPARENKO o utiliza para saltar de um balão em chamas.
Em 1837, acontece o primeiro acidente fatal com um paraquedista, quando ROBERT COCKING falece em razão do impacto contra o solo. COCKING saltava com um paraquedas com o desenho de um cone invertido que se mostrou inadequado, não resistiu à pressão e fechou.
Em 1887, o Capitão americano THOMAS BALDWIN inventa o equipamento que se ajusta ao corpo do paraquedista, substituindo os cestos até então utilizados. Este invento foi um novo e importante passo para o desenvolvimento do paraquedismo.
Em 1901, CHARLES BROADWICK inventa o paraquedas dorsal, fechado dentro de um invólucro, como os que hoje são utilizados pelos pilotos de aviões militares. O sistema de abertura do paraquedas era um cabo amarrado ao balão.
Em 1911, GRANT NORTON realiza o primeiro salto utilizando um avião. NORTON decolou levando o paraquedas nos braços e na hora do salto arremessou-o para fora sendo por ele extraído da aeronave.
Em 1919, LESLIE IRVIN executa o primeiro salto livre, abrindo o paraquedas, por ação muscular voluntária durante a queda livre.
Em 1930, os russos organizam o primeiro Festival Desportivo de Paraquedismo.
Em 1941, o exército alemão emprega o paraquedas como equipamento de guerra, lançando pára-quedistas militares para conquistar a Ilha de Creta.
Dai em diante o pára-quedismo se desenvolve numa velocidade vertiginosa, seja quanto aos equipamentos, técnicas de salto e tipos de competição.
Fonte: www.cbpq.org.br

A EVOLUÇÃO DO PÁRA-QUEDISTA
A evolução do pára-quedista depende de vários fatores, um conjunto de elementos que se unem e que, aos poucos, vão formando a estrutura pessoal do esportista. Fatores determinantes, como a consciência de todos os pontos envolvidos na evolução, são de extrema importância para que a mesma possa ocorrer naturalmente e da maneira correta. O ideal é que aconteça gradualmente e sem esforços de antecipação dos passos, que só devem ser percorridos após determinado tempo.
A escolha do pára-quedismo como esporte já denota um tipo de perfil que excede os limites cotidianos, típico de alguém que está à procura de algo desafiador. Mas há nesse contexto uma ambigüidade incrível ao mesmo tempo em que pressupõe a ausência de limites, o esporte revela-se bastante limitador em alguns aspectos psicológicos e físicos. As sensações que experimentamos se alteram com o tempo, elas modificam a nossa visão da vida e também dentro do esporte. Gradativamente, vamos alterando nossas percepções e nossos medos. Isso conseqüentemente gera uma autoconfiança que pode ser positiva ou prejudicial, dependendo de como o pára-quedista utiliza e lida com estas emoções.
No início todas as novidades e sentimentos que experimentamos nos geram uma certa confusão mental, que acaba nos proporcionando uma pequena distorção da noção aeroespacial que cresce indefinidamente, não possuindo padrões ou fatores específicos que determinem sua evolução. Com o passar do tempo, vamos adquirindo a experiência necessária para que nossos sentidos desenvolvam-se com relação ao novo ambiente e aos novos estados de consciência que necessitamos para a prática do esporte e, especificamente, dos exercícios que estamos praticando naquele determinado momento.horizontal da aeronave), a queda-livre, as pessoas que estão com você no salto, os exercícios ou manobras, a noção do nosso corpo, a percepção da velocidade que atingimos, o momento da separação, o track, deslocamento horizontal, a atenção para sabermos se realmente nos afastamos, se existem pessoas por perto, seja em cima, ao nosso lado ou embaixo, os pára-quedas abertos de outros grupos que saíram na frente, o acionamento do pára-quedas, a verificação da abertura naquele momento em que ela se inicia, a sustentação e desaceleração do nosso corpo, os checks para termos certeza de que está tudo em ordem, nossa orientação com o campo de visão de 360°, localização da área de pouso, intensidade do vento, tráfego aéreo, outro velames, ordenação e planejamento de pouso, a aproximação, o circuito final e finalmente o pouso. Tudo isso faz parte de um conjunto técnico que é necessário, mas aliado a toda esta parte técnica, ainda temos as milhares de sensações que experimentamos durante o conjunto que chamamos de salto.
A subida do avião, a sensação da saída, os primeiros segundos da queda livre, a velocidade terminal, a percepção do ar fluindo por nosso corpo, a paisagem que se abre diante de nossos olhos, a sensação do vento e tudo o que experimentamos durante um salto... São muitos os sentidos, sentimentos e pensamentos que se alternam de um segundo para outro.
E se pararmos para pensar e perceber, todo este conjunto se desenvolve em harmonia e sincronia, passo a passo, salto a salto, e cada vez mais trocamos de sensações, nos familiarizamos com as freqüentes, experimentamos as novas e desta maneira evoluímos nosso corpo, mente e espírito dentro do nosso esporte, com uma grande reflexão em cada momento de nossas vidas.O desenvolvimento técnico é lento e não se deve procurar caminhos curtos, porque eles não existem. Tudo que vem rápido vai embora rápido, apenas as coisas conquistadas com esforço são duradouras. A técnica é conquistada praticando os movimentos básicos de modo lento, cadenciado e repetitivo, de forma que o corpo e a mente possam ir entendendo os caminhos espaciais a percorrer.
Quando se pratica um movimento muitas vezes e de modo lento, se percebe todas as variações e possibilidades. A afobação camufla a magia da precisão e a beleza da limpidez técnica. A resistência no desempenho é inversamente proporcional ao foco em que a pessoa consegue permanecer durante a atuação.
No pára-quedismo, o atleta deve se manter focado durante a subida da aeronave e atuar conforme o briefing por 35 segundos, no caso de FQL 4, em queda livre. A queda livre é um fator que gera "medo". Esse medo deve ser superado. A maioria das pessoas não consegue atuar com 100% de foco, pois não têm preparo físico ou psicológico adequado.
Portanto, para conseguir atingir uma performance perfeita, o atleta tem de, além de se preparar tecnicamente, estar bem preparado física e psicologicamente.
A velocidade é adquirida a partir da execução correta dos movimentos. O corpo e a mente começam a aprender e a velocidade vai aparecendo naturalmente. O mais importante antes da velocidade é realizar os movimentos corretos. "O lento sai rápido" é uma frase muito escutada pelos atletas de 4-way. Significa que se fizer os movimentos lentos e corretos a média final de pontos será maior do que o time que faz os movimentos rápidos e não precisos, estes têm de, a todo momento, ficar se corrigindo em queda livre.
Quando uma pessoa começa a saltar, dizemos que ela esta saltando no "escuro", porque ela não tem muita noção do que está acontecendo em queda livre, está "perdida" espacialmente e não vê nada. Estou me referindo à noção do corpo em queda livre e às noções espaciais na visão 3D.
Depois de alguns saltos o atleta adquire habilidade para "sobreviver" sozinho, ele está num estágio onde começa a ter consciência dos movimentos e partes do corpo em queda livre, percebendo se esta indo para frente, para trás, girando, deslizando lateralmente, etc.
Ele salta "vendo algumas coisas", mas às vezes não tem muita certeza do que está acontecendo e, na maioria das vezes, "chega atrasado". Falta ainda, a antecipação dos movimentos. Com o tempo e treinamentos específicos, o atleta começa a ampliar os horizontes, ver melhor o que está em sua volta e a ter uma boa noção corporal durante a queda livre.
No entanto ainda falta, às vezes, antecipação nos movimentos. É o momento em que ocorrem afobações para realizar movimentos rápidos. Conseqüentemente, o aluno esquece do básico, que é fazer devagar e corretamente, tornando a antecipação mais difícil ainda.
De repente, num "estalo mental", parece que tudo fica mais claro e o atleta ancora a idéia de que os movimentos devem ser executados da maneira correta e na velocidade que sua mente pode acompanhar, pois só assim ele começa a aprender a antecipar os movimentos e estar no lugar certo, na hora certa. Geralmente, é o momento em que os atletas se unem para fazer o primeiro time de 4-way.Ainda neste estágio o atleta se afoba muito quando vê os companheiros fazendo movimentos em queda livre. Ele acaba querendo fazer mais rápido do que todos, o que, conseqüentemente, dá chances para executar o movimento fora do eixo ou numa velocidade em que ele não conseguirá se manter até o fim do salto.
A partir deste ponto, com treinamentos individuais e com o time, o atleta vai atingindo um nível técnico e mental onde ele vê tudo e também atua de forma tranqüila e cadenciada, respeitando a velocidade individual e a do time, antecipando os movimentos de forma correta e aumentando naturalmente a velocidade dos movimentos.
É o momento em que o mental training faz parte do atleta, quando ele consegue visualizar todo o salto antes de fazê-lo. É o momento em que os integrantes do time se olham e conversam somente com o olhar, é quando, em queda livre, um time está voando com 100% de certeza do que está fazendo.
Faça uma reflexão, veja em que fase está e analise por quais sentimentos tem passado, como está seu nível mental de percepção e entendimento do exterior, que o cerca a cada salto. Até que ponto os fatores externos influenciam sua vida dentro e fora do pára-quedismo? Quanto você tem se preparado para encarar o nosso esporte da melhor maneira possível? Fica aqui a mensagem deste mês.
Blue skies e boa reflexão.
Fonte: www.pqdbrasil.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Dia do Médico


18 DE OUTUBRO
Neste 18 de outubro, comemora-se o Dia do Médico, em referência ao dia consagrado pela Igreja Católica a São Lucas, padroeiro da medicina. O santo, que foi um dos quatro evangelistas, escreveu o “3º Evangelho” e o Ato dos Apóstolos” do Novo Testamento da Bíblia Sagrada.
Era médico, pintor, músico e historiador. São Lucas nasceu na Antióqua (atual Turquia), no início do século I. Bondoso, abnegado, peregrinou por muitos lugares curando as pessoas e desafiando instituições políticas. Não conheceu Jesus, mas escreveu o Evangelho, transmitindo suas palavras. Morreu aos 80 anos e seus restos mortais estão na Basílica de Santa Justina, em Pádua, na Itália.
São Lucas é o santo dos médicos. Seu nome, como patrono da classe, foi lançado por Eurico Branco Ribeiro, cirurgião paulista e estudioso da vida do santo.Sua escolha deveu-se às ações que, naquela época, aliviaram o sofrimento de muitos doentes. Desse modo, adotou-se o dia do santo médico para homenagear todos aqueles que, com a mesma tenacidade e dedicação que São Lucas teve um dia, salvam vidas, curam doenças e atenuam os males da saúde.
Fonte: www.amb.org.br




Médico: uma profissão que salva vidas
O que faz
Busca tratar e curar as doenças das pessoas enfermas, indicando tratamentos a base de remédios, procedimentos cirúrgicos ou mudança de hábitos alimentares.
Características profissionais importantes (aptidões)
Dedicação máxima à profissão, gostar de estudar e conhecer as novidades da área, saber se relacionar com as pessoas de forma humana, capacidade de análise de situações (saber diagnosticar).
Mercado de Trabalho
Hospitais Públicos e Particulares, Clinicas médicas, consultórios particulares, grandes empresas (médico do trabalho), clubes esportivos entre outros.
Especializações
Após a formação em Bacharel em Medicina, podendo atuar como Clínico Geral, o médico poderá entrar em cursos de especializações.
Exemplos
Medicina do trabalho, patologia clínica, ginecologia, geriatria, genética, cardiologia, urologia, neurocirurgia, psiquiatria, pediatria, medicina sanitária, angiologia, dermatologia, etc.
Fonte: geocities.com

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia do Professor


5 de Outubro

Importância da data, 15 de outubro, comemoração
PROFESSOR: UM PROFISSIONAL FUNDAMENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA NAÇÃO.

O Dia do Trabalho é comemorado em 15 de outubro. Esta data deve ser lembrada e comemorada por todos, pois os professores exercem atividades de suma importância para o desenvolvimento do nosso país.
São os professores que alfabetizam nossas crianças e transmitem informações e conhecimentos fundamentais para o desenvolvimento dos nossos jovens. Os professores também atuam na motivação para os estudos, no desenvolvimento de habilidades e na transmissão de valores sociais positivos e saudáveis.
Mas os professores não estão presentes somente nas salas de aulas das escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Superior. Os mestres também estão nos cursos de línguas, escolas de esportes, cursos vestibulares e etc.
Esta profissão é tão marcante em nossas vidas que é difícil encontrar alguém que não se lembre de um professor que marcou sua infância ou juventude.
Parabéns Professores !!!
Fonte: geocities.com

sábado, 8 de outubro de 2011

Eu e os micos com animais

Adoro animais... Outro dia estava pensando... Gosto tanto dos animais, mas acho que eles não gostam muito de mim.
Desde o dia em que me casei percebi que teria problemas com animais...
Era uma noite linda, fresca, uma noite enluarada, maravilhosa. Lá estávamos depois da cerimonia religiosa, felizes, no parque do Ibirapuera para fotografar. Eu linda e maravilhosa o meu recém marido e o fotografo, tirando belas fotos. Quando de repente olhei minha saia... Estava mudando de cor... olhei de novo ... Gritei!!!!! Minha saia estava repletas de grilos, muitos grilos....Fiquei paralisada... Tentei tirar o vestido, mas era abotoado por centenas de minúsculos botões de pérolas nas costas, os quais nem por sonho conseguiria tirar sozinha. Depois de acalmada,o noivo e o fotografo passaram algum tempo tirando os grilos das diversas camadas de saia. Eu nem respirava e nem ousava olhar para aquilo.


MAs não parou por aí....

Um tempo depois, numa viagem bem legal que fizemos para Campos novos Paulista-SP, presenciei um cavalo dar um coice enorme numa amiga nossa. Foi terrível vê-la passar a Páscoa com uma ferradura estampada na panturrilha.( Desta vez, não fui eu a vítima).

Em uma viagem deliciosa para Caxambu-MG, fomos fazer um passeio bem divertido de charrete. Fomos visitar uma cachoeira. Na margem da tal cachoeira estavam alguns animais, vacas e bois... Todos desceram, se aproximaram apreciaram e de repente uma enorme vaca de olhos negros e imensos disparou atrás de mim.... Corri tanto que nem sei como larguei meu filho no colo do monitor. Foi uma coisa absurda. Não sei se a vaca desistiu de mim, ou se eu fui mais rápida que ela. Até hoje penso nisso.

Alguns anos depois.... Numa outra viagem, essa viagem foi inesquecível...
Fomos para Bonito-MS, lugar lindo, maravilhoso, hotel deslumbrante o Sta Esmeralda...
Ao chegarmos, nos instalamos e fomos almoçar, depois de mais de 1000 km de estrada, estavámos famintos...Nos acomodamos no restaurante, lindo, diga-se de passagem....
Quando sem mais nem menos, sai do lustre um papagaio bem nutrido e com garras imensas e pousa na minha cabeça... Gritei, me debati, esqueci completamente onde estava, tamanho foi o susto. Só sentia aquela ave enorme e com as garras cravadas em minha cabeça.Depois que o Edson me acalmou, me dei conta que todo o restaurante parou de comer para me observar... Uma sensação "maravilhosa"... Nem isso me fez perder o apetite...kkkkk Depois de orientada , fiquei sabendo que a ave era praticamente hóspede do hotel, e lá se abrigava e se divertia. No dia seguinte soube que eu não fui a única vítima, a outra pessoa derrubou até cadeira. kkkkkkk
Numa destas tardes, recebemos a visita desta ave que se chamava Kekel, soube depois, No chalé, veio roubar nosso suco de manga. kkkk Ficamos até amigas posteriormente...kkkk




Em outra viagem que fiz em Monte Verde-MG, lugar bucólico e aconchegante...
Fomos visitar um criadouro de trutas, pois lá é o que mais tem...Um lugar enorme, onde vc visita os tanques com trutas em várias fases de crescimento. Num onde vc nem sequer vê os peixinhos. Um outro com os peixinhos que parecem de aquário, pequeninos... Num outro onde eles já estã maiores, e outro onde já estão preparados para o abate. Pois lá tem um restaurante onde preparam a truta que vc escolher para comer... Sentei-me a beira do tanque e fiquei admirando os peixes, lindos, enormes. A água borbulhava. Toquei a água calmanete e os danadinhos se aproximaram... Toquei novamente, meu marido disse: Cuidado o peixe vai te morder!
Mas não deu tempo de mais nada e ecoei um berro imenso...
Quem poderia pensar que peixe morde!
Nunca ouvi falar, só tubarão....
Levei um tranco no dedo que achei que tinha perdido o dedo.
O lugar é imenso, mas o meu berro foi maior. Todos que lá estavam se levantaram para ver o que tinha acontecido....
Fique verde de raiva. Por que não acreditei que peixe morde!!!!! Teria me poupado o vexame.




Já em Eldorado... Fomos visitar a caverna do diabo.
Ao chegarmos no chalé, o recepcionista estava mostrando as instalações e resolvendo um pequeno probleminha na tv. Quando resolvi levar a necessaire para o banheiro para colocar as coisas em oredem....
Do nada sinto um peso no peito, que olho, nossa, um terror.... Uma perereca surgiu do nada e estava grudada em mim, me encarando com olhos enormes... Grite, gritei, gritei..... Não conseguia me desvencilhar dela de jeito nenhum.... Acho que ela achou que eu era uma moita, pois estva com uma blusa estampada de flores, e ela não queria sair de lá por nada. Foi um terror. Até que o Edson se aproximou e tirou com a mão a perereca que media uns 3 cm...kkkkk MAs o meu berro ecoou por todo o vale. kkkkkk

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sinuca


Sinuca é um jogo de mesa, taco e bolas praticado no Brasil, e constitui uma variante do snooker, um jogo de mesa inventado em 1875 na Grã-Bretanha.
Neste jogo dois adversários tentam colocar num dos seis buracos da mesa as bolas coloridas (não brancas) na seqüência definida pelas regras. Pode ser jogado individualmente ou em dupla.
Numa mesa de 2,84 m X 1,42 m (medida brasileira), são colocadas oito bolas, com pontuação de 1 (vermelha) a 7 (preta) mais a bola branca.
As regras em vigor no Brasil são ligeiramente diferentes das do snooker praticado no resto do mundo:
A bola branca é utilizada para impulsionar as outras. Denomina-se bola da vez a bola colorida de menor pontuação presente na mesa.
Ela é livre, isto é, o jogador não perde pontos caso erre quando tenta encaçapar (matar) essa bola. Quando encaçapada, ela não retorna à mesa e dá direito ao jogador de jogar livremente qualquer outra bola. Esta, se encaçapada, retorna à mesa e o jogador deve a seguir jogar a nova bola da vez.
Com exceção da tacada inicial (saída), é permitido jogar uma outra bola no lugar da bola da vez, porém com castigo, isto é, com perda de 7 pontos em caso de erro.
A mesa original, inglesa, possui mais 50 cm, tanto na largura, quanto no comprimento, com 15 bolas vermelhas (bola 1) ao invés de apenas uma, como no Brasil, e regras diferentes da nossa adaptação.
Hoje, há uma tendência, principalmente em campeonatos oficiais, de se jogar na “regra inglesa” (ver descrição da mesma em snooker), visando internacionalizar os atletas brasileiros.
O termo sinuca é usado popularmente no Brasil, nos inúmeros, bares, salões e clubes etc., muitas vezes para fazer referência a vários tipos de jogos de bilhar.
No entanto, em sua origem, o termo sinuca é um aportuguesamento do termo inglês “snooker”. Este jogo de “snooker”, ou sinuca no Brasil (que, com o tempo, sofreu também aqui um abrasileiramento de suas regras, que foram sendo alteradas à medida que se diminuía o número de bolas vermelhas com que era jogado), a um observador mais atento não pode ser confundido com os diversos jogos de bilhar existentes e que ganham muitos nomes conforme a região em que são praticados, e.g. mata-mata, bola 8, bola 9, vida, fuca, 21, carolina, etc. – muitos deles originados nos Estados Unidos e não na Inglaterra, como é o caso do snooker.
Portanto se conclui que sinuca/snooker é o nome específico de um determinado jogo (quer na regra inglesa, quer na regra brasileira), mas que, apesar dessa especificidade, às vezes é utilizado popularmente de forma genérica, para fazer referência a diversos tipos de jogos de bilhar (inclusive americanos).
De tal sorte, poder-se-á ouvir um amigo convidar outro para jogar “sinuca”, quando, na verdade, ambos estariam indo jogar “bola 8?, ou outro jogo de bilhar qualquer jogado no Brasil.

Fonte: www.emvideira.com.br



A Sinuca (ou snooker) foi inventada em 1875, na Grã-Bretanha. É um jogo em que dois adversários tentam encaçapar as bolas coloridas na sequencia. Pode ser jogado individualmente ou em dupla. Numa mesa de 2,84 m X 1,42 m (medida brasileira), são colocadas oito bolas, com pontuação de 1 (Amarela) a 7 (preta) mais a bola branca.
A branca é utilizada para impulsionar as outras. Devem-se matar as bolas em seqüência. Elas permanecem na caçapa. Quem mata a bola da vez tem direito a mais dois lances, incluindo bolas fora da seqüência (se encaçapadas, elas retornam à mesa). Nesses lances, se não matar um bola na primeira tacada, não perde pontos. Errando uma segunda, o jogador perde 7 pontos. A mesa original, inglesa, possui mais 50 cm, tanto na largura, quanto no comprimento, com 15 bolas vermelhas (bola 1) ao invés de apenas uma, como no Brasil, e regras diferentes da nossa adaptação.
Hoje, há uma tendência, principalmente em campeonatos oficiais, de se jogar na "regra inglesa" (ver descrição da mesma em Snooker), visando internacionalizar nossos atletas.
Jogadores brasileiros famosos: Carne Frita, Rui Chapéu, Renato Quirino, Roberto Carlos, Boca Mucha, Doutor Cláudio.O Uso do Termo Sinuca
O termo sinuca é usado popularmente no Brasil, nos inúmeros botecos, bares, salões e clubes etc., muitas vezes para fazer referência a vários tipos de jogos de bilhar.
No entanto, em sua origem, o termo sinuca é um aportuguesamento do termo inglês "snooker".
Este jogo de "snooker", ou sinuca no Brasil (que, com o tempo, sofreu também aqui um abrasileiramento de suas regras, que foram sendo alteradas à medida que se diminuia o número de bolas vermelhas com que era jogado), a um observador mais atento não pode ser confundido com os diversos jogos de bilhar existentes e que ganham muitos nomes conforme a região em que são praticados, e.g. mata-mata, bola 8, bola 9, vida, fuca, 21, carolina etc, muitos deles originados nos Estados Unidos e não na Inglaterra, como é o caso do snooker/sinuca.
Portanto se conclui que sinuca/snooker é o nome específico de um determinado jogo (quer na regra inglesa, quer na regra brasileira), mas que, apesar dessa especificidade, às vezes é utilizado popularmente de forma genérica, para fazer referência a diversos tipos de jogos de bilhar (inclusive americanos). De tal sorte, poder-se-á ouvir um amigo convidar outro para jogar "sinuca", quando, na verdade, ambos estariam indo jogar "bola 8", ou outro jogo de bilhar qualquer jogado no Brasil.
INSTRUÇÕES PARA INICIANTES: HORIZONTALIDADE DO TACO
O maior problema encontrado entre os iniciantes da sinuca é o mau posicionamento do taco, que geralmente é utilizado com a traseira muito elevada. Isso faz com que a bola branca seja forçada de cima para baixo, afundando no pano e desviando-se do alinhamento.
Obtem-se um melhor desempenho se o taco for colocado o mais próximo possível da POSIÇÃO HORIZONTAL.
Nota-se que os lances de execução mais complicada são aqueles em que a bola branca está colada ou encavalada, justamente por requererem o levantamento da traseira do taco.
Mas assim como não se deve levantar demais a traseira do taco, também não se deve baixá-la demais: no afã de se posicionar o taco horizontalmente, pode-se cometer o erro de baixar demais a parte de trás do taco, de tal forma que esta poderá bater na tabela no momento da execução da tacada desviando o taco da posição correta.
Às vezes essa batida é muito sútil e pode nem ser percebida, mas qualquer toque, por mais sutil que seja, pode ser suficiente para fazer errar a jogada.
Esse equívoco de baixar demais o taco é muito comum e acontece porque a tabela da mesa é mais alta que o plano onde as bolas rolam, fato que, com exceção de algumas jogadas, impede de se obter uma posição exatamente horizontal.
Daí se depreende que a horizontalidade do taco é uma questão bastante delicada, merecedora de um estudo atento por parte do praticante, que, à medida em que tenta colocar o taco o máximo possível na horizontal, não deve ultrapassar os limites que proporcionam a sua livre movimentação. É o fio da navalha.
Fonte: pt.wikipedia.org

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Todo dia é dia de flores


As plantas artificiais mudaram de nome e viraram as queridinhas de todos que apreciam uma boa decoração.
As flores encantam, emocionam, alegram. Remetem a cores, amores e perfumes. Melhor do que isto, impossível! Quem já ganhou um buquê ou arranjo de flores naturais, sabe o quanto torcemos para que durem mais um pouquinho, somente para sentirmos seu perfume e admirarmos sua beleza, lembrando com carinho da pessoa que nos agraciou com esse presente tão significativo.
Felizmente, os recentes avanços tecnológicos tornaram possível o desenvolvimento de produtos utilizados na confecção de flores artificiais, com carac
teristicas muito próximas das naturais. Foram rebatizadas como plantas permanentes, aquelas antigas flores de plástico, de aspecto grosseiro, que enfeitavam a casa da vovó. A nova versão é formada por um material chamado "soft touch" ou toque suave, cuja textura, forma e cores nos remetem às flores naturais. A semelhança é tanta, que é preciso ter muito cuidado para não rega-las por engano.
As plantas permanentes tornaram-se parte integrante da decoração de casas e peças comerciais. Elas embelezam o ambiente, estão sempre novas e não exigem cuidados especiais. Há dez anos atuando no segmento de decoração e arranjos florais, a proprietária da loja Vener Presentes, Rosana Veneroso, conta que a sofisticação das flores permanente é resultado do uso de materiais de qualidade como seda, silicone e materiais finos com pinturas delicadas e texturas que imitam as irregularidades das folhas e caules. Sua loja na zona oeste de São Paulo, possui cinco ambientes distintos com mais de 5000 itens para arranjos de flores e plantas permanentes, além de objetos para decoração.
Para Rosana, as flores permanentes são o carro chefe da Vner Presentes, com destaque para montagem de arranjos personalizados.
Uma ideias interessante para quem deseja reformular o ambiente ...
E agora que a Primavera chegou, aproveitem para enfeitarem suas casas com muitas flores, naturais ou não.


Por Carina Bessa, jornal leve e leia

domingo, 18 de setembro de 2011


OS SAPATOS DO VERÃO 2012
Anabelas, neutros, color blocking, corda, cobra e materiais rústicos estão entre as apostas das marcas que participaram da Francal.
Os sapatos da primavera-verão 2011/2012 serão os com saltos anabela, texturas, tons neutros e color blocking, os blocos de cores. Cobra é o bicho da vez e aparece em tons naturais e coloridas. Também será a estação da corda, que vem em amarrações, em saltos e detalhes. Materiais mais rústicos, como juta e linho, devem cair no gosto das apaixonadas por sapatos. Essas tendências estão entre as apostas de mais de mil fabricantes que expuseram na feira Francal, entre segunda-feira (27) e esta quinta (30), no Anhembi, em São Paulo.
Na próxima temporada de calor, os pés vão ficar mais à mostra que no verão 2011. As rasteirinhas e as sandálias com tiras voltaram, bem como os modelos com ar retrô, com aquele aspecto de "sapato da vovó". As pedras, que brilharam na temporada passada, continuam, mas agora aparecem com aspecto mais rústico, sem brilho, como se não tivessem sido lapidadas. Em contrapartida, o strass voltou, dos menores aos grandões, com muito brilho, que também está nos modelos com glitter - uma das apostas fortes - ou paetês. Vai valer a pena investir também em modelos estampados, como os florais e listrados.
Ao lado dos saltos de corda, os de madeira e palha vão estar em alta. Há modelos inteiriços, tradicionais e também os esculpidos, em diversos formatos. O aspecto artesanal aparece ainda nos tressês e no crochê. As meias-patas, que têm sido a sensação há mais de um ano e meio, continuam, enormes. Há saltos que chegam aos 15 centímetros, sejam os anabela, sejam os com meia-pata.
A geometria e as linhas arquitetônicas vêm fortes, em recortes e formatos. O tornozelo vai ficar preso por amarrações, das mais diversas, como nas espadrilhas, mas há também espaço para os modelos sem amarração nenhuma atrás, como tamancos e rasteirinhas, que não estiveram nas vitrines no último verão. Os sapatos pretos devem sair das ruas, dando espaço para os tons amarronzados, beges e neutros. Pontos de luz aparecem volta e meia para iluminar esses modelos. Entre as cores, os azuis, laranja e coral são as principais apostas.
Para as que não gostam de sandálias, os oxford e as sapatilhas ainda vêm com tudo. Modelos abotinados, que foram a sensação do verão 2011, ainda devem aparecer nas prateleiras, mas com menos exemplares. Os bicos finos, que já deram às caras sutilmente no inverno, também estão nas coleções de verão.

Fonte: moda.ig.com.br

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dia do Feirante


25 de Agosto

História das Feiras Livres

As feiras livres funcionam no Município de São Paulo desde meados do século XVII, haja vista a ocorrência de uma certa oficialização para venda, em 1687, de "gêneros de terra, hortaliça e peixe, no Terreiro da Misericórdia".
No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.
Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.
Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.
Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.

O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.
Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.
No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.
Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.
Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.
A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.
As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.
O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.


Fonte: www.prefeitura.sp.gov.br

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Lançamento do livro: SUICÍDIO: FALSA SOLUÇÃO!!!!


O suicidio nunca será solução para mal algum, simplesmente porque a morte não existe. Pode-se matar o corpo a qualquer momento, para isso basta utilizar o livre-arbítrio, contudo jamais a pessoa conseguirá aniquilar a própria vida, pois esta não reside no corpo, mas sim no Espírito que é imortal.
Neste livro, veremos a falácia que representa o suicídio, demonstrando a tese de que a morte não existe e que o suicídio é uma falsa solução...
Veremos, também, nesta obra o quanto é importante a valorização da vida e a utilização de todos os recursos para praticar o amor, única forma de encontrar o sentido existencial, e superar todo e qualquer sofrimento presente em nossas vidas.
Local:
Grupo Socorrista Maria Magdala
Rua Iquiririm, 316- Vila Indiana
Butantã- São Paulo

Por Dr. Alírio de Cerqueira Filho

Fonte: Jornal Leve e Leia