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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

terça-feira, 23 de novembro de 2010

LITOTERAPIA


A Litoterapia é uma técnica que tem por objetivo harmonizar os campos energéticos de seres vivos, sejam eles, seres humanos, plantas ou animais.

De um lado temos os cristais como canal energético que vibra em uma freqüência especifica, de acordo com seu sistema de cristalização e os componentes internos, gerando campos eletromagnéticos capazes de canalizar, diluir ou mesmo transmutar energias, podendo ser utilizado como ferramenta de equilíbrio para problemas gerais ou bem específicos.

De outro lado, temos os desequilíbrios diversos que atuam na energia viva de forma a “desbalancear” a harmonia e o sincronismo energético, gerando doenças, padrões de comportamento alterados, padrões vibratórios negativos.

Sendo um instrumento vindo da própria Mãe Terra, gerado das mesmas energias e com os mesmos componentes minerais que estão presentes em nosso organismo, os Cristais são um veículo energético capaz de atuar tanto nos campos energéticos mais sutis, como em energias densas. Atua tanto no Físico, como no Mental, como no Emocional e também promove o equilíbrio Espiritual de um ser.

A desarmonia vem a causar deficiências energéticas que se traduzem em somatizações destas deficiências no organismo, trazendo alterações em seu funcionamento e no metabolismo. Os Cristais podem suprir energeticamente estas deficiências, e também reorganizar a estrutura energética do funcionamento do organismo.

Através de um relaxamento profundo, a Litoterapia pode atuar na limpeza do corpo físico e dos sete corpos sutis. Espiritualmente pode limpar as energias provenientes de influencia extrafísica nocivas. Logo a seguir, há um trabalho de avaliação do funcionamento dos chakras e a identificação dos bloqueios somatizados por todo o corpo. O trabalho de equilíbrio, de energização e de desbloqueio vem recheado dos minerais que trabalham exata e especificamente as mesmas deficiências energéticas apresentadas, sob a forma das mais belas e eficientes pedras. Neste processo o sistema de cristalização influencia muito no sucesso da atuação destes minerais, pois reorganizam nossa estrutura molecular, e, portanto nossa energia.

O passo seguinte parte no sentido da energização propriamente dita, podendo ser utilizada com várias técnicas, de acordo com a energia vibracional necessária, seja ela Reiki, ou Cura Prânica, ou Passe Magnético, ou simplesmente a intenção do Amor Incondicional. Todos os passos e compassos em harmonia com a natureza, nossa natureza, e o Equilíbrio Universal, integrando e reorganizando.

O resultado desta sinfonia visa buscar a perfeita integração do ser, que ajustado em sua própria energia, pode expandir-se em todos os sentidos da vida. Promove o autoconhecimento, o desabrochar de vários tipos de potenciais adormecidos, a superação em casos de deficiências energéticas que já somatizaram doenças as mais diversas, o alcance de objetivos da alma ou soluções que necessitem do trabalho interior para fluir, superação de estados emocionais conflitantes ou depressivos, a superação de medos, e tantos outros, pois as aplicações e possibilidades são infinitas.

Fonte: www.guiadobuscador.com.br

A CURA PELAS PEDRAS

Litoterapia ou terapia com Cristais, é uma técnica que tem por objetivo harmonizar os campos energéticos de seres vivos, sejam eles, seres humanos, plantas ou animais. De um lado temos os cristais como canal energético que vibra em uma freqüência especifica, de acordo com seu sistema de cristalização e os componentes internos, gerando campos eletromagnéticos capazes de canalizar, diluir ou mesmo transmutar energias, podendo ser utilizado como ferramenta de equilíbrio para problemas gerais ou bem específicos.

De outro lado, temos os desequilíbrios diversos que atuam na energia viva de forma a "desbalancear" a harmonia e o sincronismo energético, gerando doenças, padrões de comportamento alterados, padrões vibratórios negativos. Sendo um instrumento vindo da própria Mãe Terra, gerado das mesmas energias e com os mesmos componentes minerais que estão presentes em nosso organismo, os Cristais são um veículo energético capaz de atuar tanto nos campos energéticos mais sutis, como em energias densas. Atua tanto no Físico, como no Mental, como no Emocional e também promove o equilíbrio Espiritual de um ser.

A desarmonia vem a causar deficiências energéticas que se traduzem em somatizações de destas deficiências no organismo, trazendo alterações em seu funcionamento e no metabolismo. Os Cristais pode suprir energeticamente estas deficiências, e também reorganizar a estrutura energética do funcionamento do organismo. Através de um relaxamento profundo, a Litoterapia pode atuar na limpeza do corpo físico e dos sete corpos sutis. Espiritualmente pode limpar as energias provenientes de influencia extra-física nocivas. Logo a seguir, há um trabalho de avaliação do funcionamento dos chakras e a identificação dos bloqueios somatizados por todo o corpo.

O trabalho de equilíbrio, energização e desbloqueio vem recheado dos minerais que trabalham exata e especificamente as mesmas deficiências energéticas apresentadas, sob a forma das mais belas e eficientes pedras. Neste processo o sistema de cristalização influencia muito no sucesso da atuação destes minerais, pois reorganizam nossa estrutura molecular, e portanto nossa energia. O passo seguinte parte no sentido da energização propriamente dita, podendo ser utilizadas várias técnicas, de acordo com a energia vibracional necessária, seja ela Reiki, ou Cura Prânica, ou Passe Magnético, ou simplesmente a intenção do Amor Incondicional. Todos os passos e compassos em harmonia com a natureza, nossa natureza, e o Equilíbrio Universal, integrando e reorganizando.

O resultado desta sinfonia, visa buscar a perfeita integração do ser, que ajustado em sua própria energia, pode expandir-se em todos os sentidos da vida. Promove o auto-conhecimento, o desabrochar de vários tipos de potenciais adormecidos, a superação em casos de deficiências energéticas que já somatizaram doenças as mais diversas, o alcance de objetivos da alma ou soluções que necessitem do trabalho interior para fluir, superação de estados emocionais conflitantes ou depressivos, a superação de medos, e tantos outros, pois as aplicações e possibilidades são infinitas.

A Litoterapia age energeticamente em nosso campo áurico, atuando sutilmente nas as sete camadas, ou seja, nos sete corpos energéticos. Age também nos Chakras, desobstruindo, mudando sua freqüência, limpando e energizando. Seu efeito parte do princípio da vibração interna dos componentes de cada pedra. O conjunto de minerais que formam a composição de uma pedra é determinante para a vibração que ela emite. Sabemos que a somatização de doenças parte do desequilíbrio primeiramente energético. Este desequilíbrio se expressa na deficiência de determinados minerais que acabam por descompensar e desequilibrar todo o universo físico, sendo que neste universo temos todos os componentes que encontramos nas pedras. Através da aplicação da Litoterapia, podemos repor energeticamente, a deficiência de minerais já somatizada, de forma natural, sem a ingestão na reposição de minerais, pois a prática da ingestão se mal administrada, pode causar danos irreversíveis à saúde.

A técnica de reposição mineral através de sua energia, é conhecida no mundo todo, tendo o seu principal foco na Itália. Com a Litoterapia, tratamos a nível energético e é claro, nunca descartando o tratamento médico, pois ela é um tratamento alternativo e auxiliar para a cura dos efeitos dos desequilíbrios que geramos em nossa energia. Pode-se tratar com ela literalmente todos os desequilíbrios já localizados no físico,em parceria com a área médica, e os que ainda se encontram nos planos emocional e mental, como por exemplo: Stress, Depressão, Fobias, Medos, Desequilíbrios físicos diversos, Alinhamento do Eixo Energético, Reconhecimento de Padrões de Pensamento responsáveis pelo desequilíbrio, etc.

É uma técnica que utiliza os Cristais, Pedras Preciosas ou Semi-preciosas, Metais, como instrumento de aplicação direta ou indireta. Através de um relaxamento profundo, trabalha os pontos energéticos, com a aplicação de Cristais sobre o corpo, ou podemos ainda trabalhar à distância, não só com mandalas como também Gráficos Radiônicos. Também são utilizados na Litoterapia, águas solarizadas coloridas (instrumento da Cromoterapia); águas solarizadas com Pedras, para banhos; Elixires feitos a partir dos cristais, que funcionam como as essências florais.

Fonte: www.litoterapia.com.br

TERAPIA COM CRISTAIS

Terapia com Cristais, é uma técnica que tem por objetivo harmonizar os campos energéticos de seres vivos, sejam eles, seres humanos, plantas ou animais.

De um lado temos os cristais como canal energético que vibra em uma freqüência especifica, de acordo com seu sistema de cristalização e os componentes internos, gerando campos eletromagnéticos capazes de canalizar, diluir ou mesmo transmutar energias, podendo ser utilizado como ferramenta de equilíbrio para problemas gerais ou bem específicos.

De outro lado, temos os desequilíbrios diversos que atuam na energia viva de forma a “desbalancear” a harmonia e o sincronismo energético, gerando doenças, padrões de comportamento alterados, padrões vibratórios negativos.

Sendo um instrumento vindo da própria Mãe Terra, gerado das mesmas energias e com os mesmos componentes minerais que estão presentes em nosso organismo, os Cristais são um veículo energético capaz de atuar tanto nos campos energéticos mais sutis, como em energias densas. Atua tanto no Físico, como no Mental, como no Emocional e também promove o equilíbrio Espiritual de um ser.

A desarmonia vem a causar deficiências energéticas que se traduzem em somatizações de destas deficiências no organismo, trazendo alterações em seu funcionamento e no metabolismo. Os Cristais pode suprir energeticamente estas deficiências, e também reorganizar a estrutura energética do funcionamento do organismo.

Através de um relaxamento profundo, a Litoterapia pode atuar na limpeza do corpo físico e dos sete corpos sutis. Espiritualmente pode limpar as energias provenientes de influencia extra-física nocivas. Logo a seguir, há um trabalho de avaliação do funcionamento dos chakras e a identificação dos bloqueios somatizados por todo o corpo. O trabalho de equilíbrio, energização e desbloqueio vem recheado dos minerais que trabalham exata e especificamente as mesmas deficiências energéticas apresentadas, sob a forma das mais belas e eficientes pedras. Neste processo o sistema de cristalização influencia muito no sucesso da atuação destes minerais, pois reorganizam nossa estrutura molecular, e portanto nossa energia.

O passo seguinte parte no sentido da energização propriamente dita, podendo ser utilizadas várias técnicas, de acordo com a energia vibracional necessária, seja ela Reiki, ou Cura Prânica, ou Passe Magnético, ou simplesmente a intenção do Amor Incondicional. Todos os passos e compassos em harmonia com a natureza, nossa natureza, e o Equilíbrio Universal, integrando e reorganizando.

O resultado desta sinfonia, visa buscar a perfeita integração do ser, que ajustado em sua própria energia, pode expandir-se em todos os sentidos da vida. Promove o auto-conhecimento, o desabrochar de vários tipos de potenciais adormecidos, a superação em casos de deficiências energéticas que já somatizaram doenças as mais diversas, o alcance de objetivos da alma ou soluções que necessitem do trabalho interior para fluir, superação de estados emocionais conflitantes ou depressivos, a superação de medos, e tantos outros, pois as aplicações e possibilidades são infinitas.

Fonte: www.floresdelotus.com

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

DIA DO MÚSICO


22 DE NOVEMBRO

A ATIVIDADE DO MÚSICO DE ORQUESTRA: PRÁTICA INSTRUMENTAL E DESCONFORTO CORPORAL

1. INTRODUÇÃO

Durante a vida profissional, os músicos confrontam-se com demandas que podem conduzir ao adoecimento e mesmo à interrupção de suas carreiras. Especificamente nos músicos de orquestra, as demandas profissionais podem estar relacionadas ao contexto produtivo em que o músico se encontra, tais como aspectos da organização do trabalho, das exigências de produtividade e de cognição (disciplina, memorização, concentração, raciocínio, percepção criatividade, rápidas tomadas de decisões, musicalidade, além da expressão corporal), aos exercícios psicomotores complexos e à discriminação auditiva apurada (PETRUS, 2005; COSTA e ABRAHÃO, 2002).

Para Araújo e Cárdia (2005) a execução de um instrumento musical exige do músico um grande esforço físico e mental e estas questões também podem estar relacionadas aos adoecimentos. De forma geral, para Meija (1977), existe uma forte demanda em se adaptar o instrumento às possibilidades de movimento do homem, mas não o inverso, pois o instrumento de trabalho foi construído para o homem e não o homem para o instrumento. Para Frank e Mühlen (2007) a postura em relação ao instrumento é assimétrica e nãoergonômica. Estas e outras questões fazem com que alguns autores cheguem à conclusão de que os músicos constituem um dos principais grupos de risco de adoecimento ocupacional (COSTA, 2005).

Mesmo que exista a chamada escassez de informação em função da atividade desenvolvida pelos músicos não ser considerada como uma profissão, há necessidade de maiores investigações para possibilitar estratégias preventivas e de controle (ZAZA, 1998; SIQUEIRA et al, 2006). O que ocorre na verdade é que a atividade de tocar um instrumento, segundo Zazá (1998) é comparada ás atividades de trabalhadores industriais ou de escritórios.

As problemáticas identificadas pelos estudos de maneira geral apontam para as atividades trabalhistas de músicos, como por exemplo, os problemas musculoesqueléticos (com prevalência de 55% a 86% em músicos profissionais de orquestras) (FRANK e MÜHLEN, 2007), dor (37% a 63% de prevalência) e desconforto (TULCHINSKY e RIOLO, 1994; MOURA, FONTES e FUKUJIMA, 2000; TRELHA et al., 2004; GLATZ, POFFO e PRZSIEZNY, 2006; FRANK e MÜHLEN, 2007).
Para Lederman (2003) os riscos musculoesqueléticos podem gerar queda no desempenho funcional e comprometer as horas trabalhadas. Diante destas premissas Glatz, Poffo e Przsiezny (2006) encontraram correlações fortes e significativas entre o tempo de profissão e o tempo de dor. Porém, falta ainda a identificação das relações entre tempo de estudo diário individual, semanal e com a orquestra com as questões de desconforto em músicos de orquestra. Logo, este estudo objetivou identificar e relacionar os desconfortos musculoesqueléticos que a prática musical gera com o tempo dedicado às atividades práticas com o instrumento musical.

2. METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se, segundo Thomas e Nelson (2002), como um estudo descritivo-exploratório, de corte transversal, no qual foi realizado um levantamento de informações ainda pouco investigadas em uma determinada população.

O estudo foi realizado com músicos de uma orquestra da região sul do Brasil, caracterizada como sendo semiprofissional e constituída por jovens instrumentistas. Esta orquestra é composta por 29 músicos sendo estes trabalhadores dos seguintes instrumentos: cordas, sopros, metais e percursão. Como há indicação de predomínio e não de diferenças estatisticamente significativas de sintomas em músicos de cordas e sopro (TRELHA et al., 2004), neste estudo foram selecionados aqueles que realizam práticas sistemáticas e desenvolvem seu trabalho relacionado a instrumentos de cordas e madeiras e metais, chamados de sopros.

Do total de 29 músicos, 19 concordaram em participar do estudo e responderam ao questionário para identificação da dor nas partes do corpo (QD) adaptado do instrumento desenvolvido por Corlett e Bishop (1976), que consiste de uma folha com um mapa corporal dividido em 27 partes. Este questionário sugere cinco respostas possíveis ao desconforto corporal, que neste estudo, foi relacionado às práticas instrumentais dos músicos de orquestra: 1) sem desconforto, 2) desconforto leve e/ou esporádico, 3) desconforto moderado e/ou periódico, 4) desconforto considerável e/ou freqüente e, 5) desconforto intenso e/ou contínuo. Para questões de análise optou-se em classificar os músicos em com ou sem presença de desconforto.

Além do questionário, para as relações com o desconforto musculoesquelético, foram investigadas, por meio de perguntas, as atividades profissionais relacionadas ao tempo de prática instrumental individual, tempo de prática com a orquestra e freqüência semanal em que realiza a prática instrumental, para poder assim contemplar os objetivos propostos. A aplicação dos instrumentos foi realizada em sessões individuais, nos locais de trabalho dos indivíduos, após autorização dos responsáveis pela orquestra e com a concordância dos músicos, que foram informados sobre os objetivos do estudo.

Para a análise dos dados foi realizada estatística descritiva por meio da média, desvio padrão e percentual das respostas. Foram realizadas correlações entre as respostas ao questionário de desconforto e ao tempo de prática individual, tempo de prática com a orquestra e freqüência semanal de prática com o instrumento por meio do teste de correlação de Spearman (rho), com nível de significância de 5%.

Considerou-se, para efeito de análise, os critérios adotados por Malina (1996), os quais descrevem correlação baixa para um valor menor que 0,30, moderada para valores entre 0,30 e 0,60 e alta para valores superiores a 0,60. Para as análises foi utilizado o programa estatístico SPSS 11.5 for Windows.
3 RESULTADOS

A idade média dos músicos foi de 27,00 ± 12,05 anos. O tempo em que se toca o instrumento foi 8,37 ± 11,04 anos; o tempo que se toca na orquestra foi 3,11 ± 2,16 anos. Os músicos estudam em uma freqüência semanal de 5,47 ± 1,50 dias, sendo desenvolvidos estudos individuais de 2,21 ± 1,69 horas por dia e 3,47 ± 0,70 horas com a orquestra.

As queixas musculoesqueléticas apresentadas por todos os músicos (19) estão ilustradas na Figura 1. As maiores porcentagens estão indicadas em vermelho, sendo estas as mais relatadas pelos músicos. As regiões sem porcentagens foram aquelas que não houveram queixas.



Figura 1 – Porcentagem das queixas musculoesqueléticas relatadas pelos músicos em cada região corporal.

A Tabela 1 ilustra a porcentagem das queixas musculoesqueléticas relatadas pelos músicos de cordas e de sopros nas regiões corporais do ombro, braço, cotovelo, antebraço, punho e mão. A Tabela 2 ilustra as queixas relatadas no pescoço.


Tabela 1 – Porcentagem de desconforto na região do ombro, braço, cotovelo, antebraço, punho e mão no hemicorpo esquerdo e direito dos músicos de corda e sopros.


Tabela 2 – Porcentagem de desconforto na região do pescoço, parte superior, meio e superior das costas, dos músicos de cordas e sopros.

A análise de correlação feita não mostrou associação entre a freqüência semanal de estudo e com tempo de estudos individuais. As únicas associações significativas encontradas foram com o tempo de orquestra e queixas de desconfortos na região das costas (região do meio e inferior) e antebraço. A Tabela 3 ilustra as correlações encontradas.



* probabilidade do teste para a correlação de Spearman. Valor menor que 0,05 indica diferença estatisticamente significativa

Tabela 3 – Correlação entre as queixas de desconforto e o tempo de prática instrumental com a orquestra.

De acordo com os critérios de Malina (1996) apenas a associação entre o desconforto na região do meio das costas e com o tempo de orquestra pode ser considerada alta. Neste sentido, pode-se dizer que há uma tendência em se ter dor nas costas (região do meio) com o aumento do tempo na orquestra.

DISCUSSÃO

Os músicos sejam profissionais, professores ou estudantes, representam um grupo ocupacional único, no qual os problemas neuromusculares relacionados ao tocar parecem ser comuns (LEDERMAN, 2003).

Durante o trabalho desenvolvido pelos musicistas há exposição a fatores de risco, propiciando muitas vezes o aparecimento de lesões (TRELHA et al., 2004). Segundo Mazzoni et al. (2006) foi a partir de 1980 que houve um rápido aumento do desenvolvimento da clínica dos músicos, organização da medicina artística e surgimento de pesquisas visando a prevalência, tratamento e aspectos ergonômicos dos instrumentos usados.

A falta de conhecimento e de acompanhamento do meio científico relacionado às questões de saúde dos músicos, aliado com as problemáticas do medo em se perder oportunidades de um mercado restrito e até de perder o emprego, se afastados, fazem com que haja negligência em não se aceitar ou de se conviver com as dores e com o desconforto gerado com a prática do instrumento. Para Campos et al. (2006) estas preocupações fazem com que haja convívio com a dor, sem reclamar do desconforto, criando a “cultura do silêncio”.

Para Frank e Mühlen (2007) é conhecida a atitude de musicistas profissionais de não procurar auxílio médico ao surgirem sinais de alerta, com receio de perda de espaço profissional e diminuição de ganho financeiro. Estas atitudes levam a agravamentos do quadro clínico, que começa com um simples desconforto e pode se transformar em doenças que levam a piora da saúde e ao afastamento do emprego.

De acordo com as queixas apresentadas foi possível observar que muitos músicos relatam queixas musculoesqueléticas na região do pescoço, ombro e braço esquerdo e parte superior das costas (Figura 1). Um pouco diferente dos resultados encontrados com os músicos da orquestra semi-profissional foi a avaliação realizada por Lederman (2003), que avaliou 1353 instrumentistas mostrando que 64,4% deles apresentaram disfunções musculoesqueléticas nas regiões das mãos, punhos e antebraço. Resultado semelhante obteve Brandfonbrener (2003) que avaliou 2394 músicos, entre os anos de 1985 e 2002, obtendo os locais de maior acometimento os braços, punhos e mãos. Neste mesmo estudo foram encontradas problemas de queixas nos ombros, joelhos e tronco, dependendo do posicionamento do instrumento.

Entre 45 músicos da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina também foram estudadas a localização dos sintomas musculoesqueléticos. Os resultados mostraram que as regiões anatômicas mais acometidas nos últimos doze meses foram os ombros (48,9%), coluna cervical (46,7%), coluna dorsal (46,7%) e punhos e mãos (33,3%) (TRELHA et al., 2004). Durante a observação da atividade de violinistas, observaram-se sintomas de desgaste físico na região das costas (região dorsal) e dos braços (região do tríceps braquial) (PETRUS e ECHTERNACHT, 2004).
As diferenças dos locais encontrados pelo presente estudo podem estar principalmente pelo número de horas semanais despendido para as práticas instrumentais. No presente estudo, por se tratar de músicos semi-profissionais, há menores exigências de práticas de estudos com a orquestra (3,47 ± 0,70 horas). Além disso, o número de apresentações também é reduzido, pois enquanto músicos de orquestras profissionais realizam apresentações semanais, nesta orquestra há apresentações mensais, o que permite mais tempo de estudo e ensaio em cada peça musical.

No estudo de Trelha et al. (2004) o tempo de trabalho semanal foi de 32,85 ± 9,26 horas, o que apresenta diferença de dedicação ao instrumento quando comparado aos músicos do presente estudo. Pode-se dizer também que o tempo dedicado de estudo individual também é relativamente baixo (2,21 ± 1,69 horas por dia), mesmo tendo freqüência semanal de 5,47 ± 1,50 dias.

A única variável que mostrou ter com associação com as queixas de desconforto, na região do meio das costas, foi o tempo total de práticas com a orquestra (Tabela 3). Porém, uma das reflexões que podem ser realizadas em função destas informações é que mesmo com práticas consideradas baixas há comprometimento musculoesquelético, o que demonstra que o desconforto encontrado nas partes do corpo deve ser melhor estudado para poder selecionar outras atitudes que possam estar associadas a estas queixas.

Para Blum e Ahlers (1995) e Norris (1997) as problemáticas ocorrem em função de fatores predisponentes ao adoecimento, como o tempo excessivo de dedicação ao instrumento, falta de condicionamento físico, hábitos incorretos na prática do instrumento (não realização de alongamentos e aquecimentos, as posturas adotadas), questões técnicas do instrumento (realização de força excessiva), a troca do instrumento e seu tamanho, as condições ambientais (como quantidade insuficiente de iluminamento, a temperatura), as características do mobiliário (uso de cadeiras que não contemplam as diferenças individuais), as técnicas de compensação e condições corporais dos músicos. Logo, muitas destas características devem se melhor investigadas, uma vez que, poucas associações foram encontradas com relação a freqüência de estudo e além disso, apenas a correlação com a parte do meio das costas foi considerada alta.

Na verdade parece que a dor musculoesquelética deve ser relacionada ao instrumento, conforme indicações de Brandfonbrener (2003). Com a análise das queixas dos músicos de cordas e sopros, parece que, de maneira geral, os antebraços, punhos, mãos dos músicos de sopro são mais acometidos que os músicos de sopros (Tabela 1). Em contrapartida, os ombros, os braços, pescoço e costas são mais acometidos pelos músicos de cordas, podendo então ser investigadas as diferenças do dimensionamento dos instrumentos, forma e posicionamento adotados durante o tocar (Tabela 1 e 2).

Para Brandfonbrener (2003) as dores, advindas das práticas instrumentais, em músicos de violino e viola, podem estar relacionadas ao suporte fornecido pelo ombro no lado esquerdo pelo queixo e mandíbula no lado direito. O que ocorre é o posicionamento do ombro para cima e anteriormente, enquanto o pescoço é rotado para a esquerda e a mandíbula pressionada para baixo. Estas questões podem ser observadas pelo presente estudo, uma vez que, as queixas apresentadas pelos músicos encontraram-se principalmente na região pescoço, ombro esquerdo e costas superior.

Estes achados merecem maiores investigações, pois também estão relacionados com a técnica de execução que determina o suporte correto ao instrumento, onde, por exemplo, os instrumentos de cordas, não devem ser seguros pelo membro esquerdo e sim apoiados pelo ombro e cabeça, utilizando-se de acessórios como a queixeira e a espaleira.

No caso dos violoncelistas e baixistas, muitas vezes, há presença de dores em função da forma como carregam seus instrumentos, pela alta repetição e atividade dos dedos e pela prática por longas horas. Em instrumentos de sopro, a dor está associada às necessidades individuais de suporte de cada instrumento. O polegar direito suporta a carga estática dos clarinetes e oboés, levando a uma freqüência de dor maior que no polegar esquerdo, além de problemas no braço. Já, em relação à flauta transversal, observa-se maior demanda na mão esquerda e antebraço, com hiperextensão de punho, podendo predispor a problemas no braço e pulso esquerdos. Segundo Norris (1993) o peso do instrumento quando sustentado e suportado pela mão, pode ser uma fonte significativa de carga estática, particularmente nos músculos do ombro, sendo para Brandfonbrener (2003) fator etiológico nas lesões dos trabalhadores.

O estudo de Andrade e Fonseca (2001) identificou quatro causas de dor, tensão e fadiga nos instrumentistas, sendo elas: 1) inadequações posturais primárias, ou seja, má postura não necessariamente relacionada à execução do instrumento; 2) inadequações posturais secundárias à execução do instrumento, decorrentes da inadequação da relação das dimensões dos acessórios do instrumento com os instrumentistas e excesso de tensão durante a performance; 3) vícios técnicos de execução sem grandes repercussões posturais, mas causadoras de tensão ou contração muscular excessiva com sobrecarga articular ou neuromuscular; e 4) doenças orgânicas articulares e periarticulares.

Somado a estes fatores, além das posturas incorretas, outros agravantes durante a prática musical podem ser citados, como por exemplo, a força aplicada para manipular o instrumento, a repetitividade exercida pelos membros superiores, a vibração (GLATZ, POFFO e PRZSIEZNY, 2006) e a contração muscular utilizada para a sustentação do instrumento para a prática ou utilização indevida de determinados grupamentos musculares.

Mesmo que exista indicação de Siqueira et al. (2006) em ocorrências de distúrbios nos membros inferiores, em função do trabalho com o instrumento ser sustentado, muitas vezes, pelos membros inferiores, no presente estudo não foram encontradas queixas musculoesqueléticas na região inferior corporal.

4 CONCLUSÃO
De acordo com os resultados encontrados, foram observadas queixas musculoesqueléticas na região do pescoço, ombro e braço esquerdo e parte superior das costas. Houve diferenças de queixas quando os músicos foram analisados conforme os tipos de instrumentos tocados, sendo que os músicos de sopros apresentaram queixas principalmente na região dos antebraços, punhos, mãos, comparados aos músicos de cordas que relataram maiores desconfortos nos ombros, os braços, pescoço e costas.

A única correlação encontrada foi em relação ao tempo total de prática com a orquestra, sendo que a associação considerada alta e significativa foi na região do meio das coisas (21,10% das queixas dos músicos avaliados) com o tempo total em que os músicos tocam juntamente com a orquestra (3,11 ± 2,16 anos).

5 REFERÊNCIAS

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COSTA, C. P.; ABRAHÃO, J. I. Músico: profissão de risco? In: CONGRESSO LATINOAMERICANO E CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 13, 2006, Recife. Anais... CD- Rom, 2002.
FRANK, A.; MÜHLEN, C. A. V. Queixas musculoesqueléticas em músicos: prevalência e fatores de risco. Revista Brasileira de Reumatologia, v. 47, n. 3, p. 188-19, 2007.
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PETRUS, Ângela. Márcia. Ferreira. Produção musical e desgaste musculoesquelético: elementos condicionantes da carga de trabalho dos violinistas de uma orquestra. 2005. 116f.
Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de
Minas Gerais, Belo Horizonte, 2005.
SIQUEIRA, A. M.; ALVARENGA, F. P. V.; FERREIRA, G. A.; PESSOA, M. R. G.; SAADE,
S. V. L; VELLOSO, F. S. B. Distúrbios músculoesqueléticos entre músicos – uma revisão de literatura. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 14, 2006, Curitiba, Anais... CD-Rom, Out/Nov, 2006. THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre: ArtMed, 2002. TRELHA, C. S.; CARVALHO, R. P. C.; FRANCO, S. S.; NAKAOSKI, T.; BROZA, T. P.; FÁBIO, T. L.; ABELHA, T. Z. Arte e Saúde: Freqüência de sintomas músculo-esqueléticos em músicos da orquestra sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Semina: Ciências Biológicas e da Saúde, v. 25, p. 65-72, 2004. TULCHINSKY, E.; RIOLO, L. A Biomechanical motion analysis of the violinist’s bow arm. Medical Problems of Performing Artists. v. 9, n. 4, p. 119-124, 1994. ZAZA, C. Playing-related musculoskeletal disorders in musicians: a systematic review of incidence and prevalence. Canadian Medical Association, v. 158, n. 8, p. 23-27, 1998.

Fonte: boletimef.org

domingo, 21 de novembro de 2010

DIA DA HOMEOPATIA


21 DE NOVEMBRO

A homeopatia normalmente é confundida com a fitoterapia, que é a utilização de plantas medicinais no tratamento de doenças a partir de um princípio diferente do princípio homeopático.

A fitoterapia se fundamenta no princípio dos contrários, que busca combater sintomas isolados de uma enfermidade com substâncias que atuem contrariamente a eles.

Já a homeopatia é fundamentada no princípio dos semelhantes, que significa que toda substância capaz de provocar determinados sintomas numa pessoa sadia é capaz de curar tais sintomas numa pessoa doente.

A partir desse princípio, Samuel Hahnemann criou a homeopatia há mais de 200 anos, apoiando-se na observação experimental.

Foi ele o responsável pela criação desse ramo da medicina, que estimula o organismo a reagir contra a sua enfermidade a partir de uma substância que causa em alguém sadio essa mesma enfermidade.

A homeopatia é um ramo da medicina que propõe que o médico trate o paciente como um todo e não apenas seu sintoma específico.

Ela também defende uma “dosagem mínima”, com o objetivo de simplesmente estimular as propriedades curativas do próprio corpo. Assim, os remédios são administrados em soluções diluídas.

Os críticos sustentam ser improvável que doses tão diminutas tenham qualquer efeito significativo sobre o organismo.

Os homeopatas defendem que, através da homeopatia, é possível emagrecer e até amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual.

Fonte: UFGNet

A palavra "homeopatia" tem origem grega (homeo = "semelhante" + patia = "sofrimento" ou seja, "sofrimento semelhante"). A homeopatia é um ramo da medicina criado e desenvolvido pelo médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, nascido em Meissen em 1755, e falecido em Paris em 1843.

Desiludido com a medicina alopática, Hahnemann deixou de clinicar e passou a se dedicar somente à tradução de livros. Em 1790, ao traduzir o livro Matéria Medica de William Cullen, observou que a descrição dos quadros de intoxicação por quinino era semelhante ao quadro clínico da malária, doença tratada com aquela substância.

Foi do "princípio da semelhança" que se originou toda a base do tratamento homeopático. Já Hipócrates, o "pai da medicina moderna", descrevia dois princípios básicos da cura: o "princípio da similitude" (os semelhantes se curam pelos semelhantes) e o "princípio dos contrários" (os contrários se curam pelos contrários).

Este último princípio, adotado no século II pelo médico grego Cláudios Galeno, é usado até hoje, pois os tratamentos são feitos à base de anti (prefixo grego que significa "ação contrária", "oposição"): antibiótico, antiinflamatório, antibacteriano, antialérgico, anti-séptico, etc.

Em razão dessa descoberta, Hahnemann voltou a clinicar e passou a experimentar em si mesmo um número cada vez maior de substâncias. Após seis anos de intenso trabalho e observação clínica rigorosa, em 1796, publicou seu primeiro artigo sobre o assunto. Em 1810, publicou a primeira edição de seu mais importante livro: Organon da arte de curar.

Em 1810, o brasileiro José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, grande naturalista e estudioso da mineralogia, conheceu a teoria homeopática ao se corresponder com Hahnemann, considerado o maior químico da época.

Em 1840, chegou ao Rio de Janeiro o médico francês Benoit Jules Mure, para implantar uma colônia com mais cem famílias. Em sua curta estada no Rio, Mure clinicou e difundiu a homeopatia. Nesse período, conheceu Souto Amaral, célebre cirurgião brasileiro, a quem ensinou os preceitos da homeopatia.

Mure recebeu uma licença imperial para colonizar a península de Saí, em Santa Catarina, aonde chegou em 21 de novembro, data escolhida para comemorar o Dia da Homeopatia e o Dia dos Homeopatas, no Brasil. Foi Mure que organizou a Escola Suplementar de Medicina e Instituto Homeopático de Saí.

Fonte: www.paulinas.org.br

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

DIA DA BANDEIRA


19 DE NOVEMBRO

Projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e por Miguel Lemos, a Bandeira Nacional foi desenhada por Décio Vilares. Ele se inspirou na bandeira do Império, que havia, por sua vez, sido desenhada pelo pintor francês Jean Debret.

A esfera azul, onde hoje aparece a divisa positivista "Ordem e Progresso", substituiu a antiga coroa imperial. Dentro da esfera estava representado o céu do Rio de Janeiro com a constelação do Cruzeiro do Sul, tal como apareceu às 8h30min do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. Mas, em 1992, uma lei modificou as estrelas da bandeira, para permitir que todos os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal fossem representados.

Como símbolo da pátria, a bandeira nacional fica permanentemente hasteada na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Mesmo quando é substituída, o novo exemplar deve ser hasteado antes que a bandeira antiga seja arriada. O hasteamento e o arriamento podem ser feitos a qualquer hora do dia ou da noite, mas tradicionalmente a bandeira é hasteada às 8 horas e arriada às 18 horas. Quando permanece exposta durante a noite, ela deve ser iluminada.

O Hino à Bandeira surgiu de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar uma melodia apropriada à letra.

Em 1906, o hino foi adotado pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução estendeu-se às corporações militares e às demais unidades da Federação, transformando-se, extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido de todos os brasileiros.

Hino à Bandeira Nacional

Letra: Olavo Bilac Música: Francisco
Braga

Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra etc.

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra etc.

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

Recebe o afeto que se encerra etc.

Fonte: Universidade Federal de Goiás



RESUMO DA ANÁLISE

Em 18/06/98, o Inmetro concluiu a análise de conformidade em Bandeira do Brasil.

França, 1998, 16ª edição da Copa do Mundo de Futebol. Mais uma vez, milhões de brasileiros, independente das diferenças regionais, se unem em torno da seleção brasileira de futebol.

As principais avenidas e ruas das capitais brasileiras ganham uma decoração com bandeiras, bandeirolas e faixas, de diversos tamanhos, onde predominam as cores verde e amarelo. A Bandeira do Brasil, de várias medidas e materiais de fabricação, ganha destaque nas janelas dos prédios comerciais e residenciais.

A maioria dos brasileiros desconhece que a fabricação da Bandeira Nacional obedece a rígidos critérios em relação às dimensões das figuras geométricas (retângulo, losango e círculo), das letras e das estrelas.

Uma característica peculiar, presente na legislação específica para os Símbolos Nacionais (a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional), dispõe sobre a posição das estrelas no círculo azul da Bandeira do Brasil. As constelações, incluindo a constelação do Cruzeiro do Sul, reproduzem o aspecto do céu, na cidade do Rio de janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República. Cada uma das estrelas, no total de 27, correspondem aos Estados brasileiros e ao Distrito Federal.

Além dos aspectos dimensionais, a legislação indica como deve ser o cerimonial da Bandeira (hasteamento e arriamento, posição em relação às bandeiras de outros países, etc) em diversas ocasiões e ambientes.

De acordo com a lei vigente são consideradas manifestações de desrespeito à Bandeira Nacional, e portanto proibidas:

apresentá-la em mau estado de conservação;

mudar sua forma, suas cores, suas proporções ou acrescentar-lhe outras inscrições;

usá-la como roupagem, pano de boca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a inaugurar;

reproduzí-la em rótulos ou invólucros de produtos expostos à venda.

A análise realizada pelo Inmetro procura ressaltar a importância da metrologia no dia-a-dia do consumidor. A metrologia é o conhecimento dos pesos e medidas, assim como, seus sistemas de unidade.

Uma das aplicações da metrologia é controlar o processo produtivo e, como conseqüência, gerar um produto final de acordo com as especificações, normas técnicas e regulamentos técnicos, garantindo, assim, os direitos básicos dos consumidores e da sociedade.

NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

Os ensaios verificaram a conformidade de amostras de Bandeiras de acordo com os seguintes documentos:

Lei n.º 5.700, de 1º de setembro de 1971 – Símbolos Nacionais;

Lei n.º 8.421, de 11 de maio de 1992.

LABORATÓRIO RESPONSÁVEL PELOS ENSAIOS

Os ensaios foram realizados pelo Setor de Comprimento, Área e Velocidade da Diretoria de Metrologia Legal do Inmetro, localizado em Xerém, Rio de Janeiro.

ENSAIOS REALIZADOS E RESULTADOS OBTIDOS

A confecção da Bandeira Nacional, independente do material de fabricação, cond
ições de uso tamanho, obedece à regras bem definidas.

Cores

Sobre o retângulo verde ficará o losango amarelo e, dentro deste, o círculo azul, no qual estarão a faixa branca, com as letras da legenda ORDEM E PROGRESSO em cor verde, e as estrelas na cor branca.

TODAS AS MARCAS FORAM CONSIDERADAS CONFORME NESTE REQUISITO.

Apresentação

1. As 27 estrelas devem apresentar a distribuição conforme a figura abaixo;
TODAS AS MARCAS FORAM CONSIDERADAS CONFORME NESTE REQUISITO.

2. As duas faces devem ser exatamente iguais, com a faixa branca inclinada da esquerda para a direita (do observador que olha a faixa de frente), sendo vedado fazer uma face com avesso da outra.

SEIS MARCAS FORAM CONSIDERADAS NÃO CONFORME NESTE REQUISITO.

Para cálculos das dimensões, será tomada por base a largura, dividindo-a em 14 (quatorze) partes iguais, sendo que cada uma das partes será considerada uma medida ou módulo (M). Os demais requisitos dimensionais seguem o critério abaixo:

1 - Comprimento será de vinte módulos (20M);

2 - A distância dos vértices do losango amarelo ao quadro externo será de um módulo e sete décimos (1,7M);

3 - O raio do círculo azul no meio do losango amarelo será de três módulos e meio (3,5M);

4 - Centro dos arcos da faixa branca estará a dois módulos (2M) à esquerda do ponto de encontro do prolongamento do diâmetro vertical do círculo com a base do quadro externo;

5 - Raio do arco inferior da faixa branca será de oito módulos (8M); o raio do arco superior da faixa branca será de oito módulos e meio (8,5);

6 - A largura da faixa branca será de meio módulo (0,5);

7 - As letras da palavra ORDEM e da palavra PROGRESSO terão um terço de módulo (0,33M) de altura e três décimos de módulo (0,30M) de largura;

8 - A letra da conjunção E terá três décimos de módulo (0,30M) de altura e um quarto de módulo (0,25M) de largura;

9 - As estrelas serão de 5 (cinco) dimensões, sendo que devem ser traçadas dentro de círculos cujos os diâmetros são:

Três décimos de módulos (0,30M) para as de 1ª grandeza;

Um quarto de módulos (0,25M) para as de 2ª grandeza;

Um quinto de módulo (0,20M) para as de 3ª grandeza;

Um sétimo de módulo (0,14M) para as de 4ª grandeza;

Um décimo de módulo (0,10M) para as de 5ª grandeza.

A legislação específica para a confecção da Bandeira Nacional (Lei n.º 5.700, de 1º de setembro de 1971) não prevê margem de erro para as dimensões. O Inmetro arbitrou um erro aceitável de ± 10%, sobre a medida legal, de acordo com o módulo obtido (específica para cada Bandeira ensaiada), para as medições efetuadas.

TODAS AS MARCAS FORAM CONSIDERADAS NÃO CONFORMES NESTE REQUISITO.

Resultado Geral

No requisito cores, todas as marcas de Bandeiras ensaiadas forma consideradas conforme.

Seis marcas não apresentavam dupla face, sendo consideradas não conforme no requisito apresentação.

Todas as marcas de Bandeiras analisadas apresentaram erros, acima do tolerado pelo Inmetro (± 10%), em vários itens dimensionais, portanto, todas foram consideradas não conforme nos requisitos dimensionais.

Somente são consideradas conforme as marcas que atenderam, totalmente, aos requisitos de cores, apresentação e dimensões.

Conclusões

Todas as 12 marcas de Bandeira do Brasil analisadas foram consideradas não conforme em relação à legislação aplicável.

Cabe destacar que as marcas de Bandeira do Brasil feitas em tecido são, em sua maioria, confeccionadas por costureiras e de forma semi-artesanal, acarretando uma imprecisão nas medidas. Além disso, a legislação específica para o produto é muito rígida por não apresentar erros toleráveis nos requisitos de dimensão.

Uma possível revisão da Lei n.º 5.700 deve abranger, ao menos, os seguintes itens:

estabelecimento de tolerâncias aceitáveis para as medidas, diferenciando as tolerâncias para as Bandeiras de uso oficial e uso comum;

padronização das cores a serem utilizadas na confecção do produto.

Fonte: www.inmetro.gov.br

quinta-feira, 18 de novembro de 2010




CHOCOLATE AMARGO É ALIADO CONTRA DERRAMES



Pesquisa realizada pela Universidade de Toronto, no Canadá, mostrou que consumir uma certa quantidade de chocolate amargo por semana diminui os riscos de ter um AVC (acidente vascular cerebral). A pesquisa, que envolveu diversos estudos em conjunto, será apresentada no mês de abril no encontro internacional da American Academy of Neurology.
Envolvendo cerca de 45 mil voluntários a pesquisa concluiu que o consumo de uma porção de chocolate por semana diminuiu em 22% o risco dessas pessoas sofrerem um derrame. Outro estudo realizado com mais de 1500 pessoas, indicou que o consumo de 50g do chocolate por semana reduz em 46% as chances de morte, após um AVC.


Ainda é necessário estudar se o chocolate realmente diminui os riscos de AVC ou se são as pessoas saudáveis que consomem mais chocolate. O benefício do chocolate contra derrames estaria associado aos polifenóis, antioxidantes que protege as células contra agressões externas, na composição do cacau.
Demais benefícios ainda estão sendo analisados, inibição de oxidação do colesterol ruim (LDL), diminuição da coagulação das plaquetas. O estudo é valido apenas para o chocolate amargo, pois é rico em cacau.

O chocolate é um alimento, encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir da amêndoa torrada do cacau;[1] antes dos espanhóis chegarem às Américas, os astecas já conheciam o cacau. Com ele, faziam um líquido escuro que chamavam de xocoatl (do náuatle xococ "amargo" + atl "água"[2]). Em 1502, a ilha de Guanaja, habitada pelos Astecas, povo místico e religioso, recebeu a esquadra de Colombo. O navegador foi um dos primeiros europeus a provar o sabor do chocolate.

História do chocolate

O chocolate vem sido usado como bebida desde o começo de sua história. A civilização maia cultivava o cacau em seus quintais. Das sementes, fazia-se uma bebida amarga chamada xocoatl,[2] geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço.
Resíduos de chocolate encontrados numa peça de cerâmica maia de Río Azul, na Guatemala, sugerem que já era utilizado como bebida por volta do ano 400 d.C.
Em novembro de 2007, arqueólogos encontraram vestígios de uma plantação de cacau datada de 1100 a 1400 a.C., em Puerto Escondido, Honduras. Pelo tipo de recipiente encontrado e pela análise de seu conteúdo, concluiu-se que produzia-se uma bebida alcoólica pela fermentação dos açúcares contidos na parte branca que envolve os grãos.
Documentos a respeito dos hieróglifos maias dizem que o chocolate era usado tanto para fins cerimoniais como no cotidiano.
Na América Central pré-colombiana, grãos de cacau eram usados como moeda. Todas as áreas conquistadas pelos astecas eram obrigadas a plantar cacau e pagar um imposto em grãos.
Mas os europeus só foram apresentados a esse grão após a derrota dos astecas por Cortez, no século XVI, quando passou a ser consumido pelas cortes europeias na forma de bebida. Para acompanhar a demanda da novidade, o exército espanhol começou a cultivar o cacau em plantações na América, usando o trabalho de escravos nativos. Na Europa, apenas a realeza e os ricos podiam se dar ao luxo de consumir o caro produto importado. Na Inglaterra, a primeira chocolataria foi inaugurada em Londres, em 1657. Em 1689, na Jamaica, o famoso médico e colecionador Hans Sloane desenvolveu uma bebida à base de leite com chocolate que foi inicialmente usada por boticários, mas mais tarde vendida para os irmãos Cadbury. A Espanha passou a cultivar o cacau em plantações, com mão-de-obra africana escravizada.
Por centenas de anos, o processo de fabricação do chocolate permaneceu o mesmo. Quando a Revolução Industrial chegou, muitas mudanças ocorreram e trouxeram o alimento para a forma em que o conhecemos hoje. No século XVIII, máquinas de espremer manteiga de cacau foram criadas. Isso ajudava a fazer um chocolate mais consistente e durável. A partir daí, o consumo do chocolate foi popularizado e espalhado pelo mundo todo.
[editar]O chocolate no Brasil

Várias fábricas se instalaram no Brasil. Em Porto Alegre os irmãos alemães Franz e Max Neugebauer, juntamente com o sócio Fritz Gerhardt fundaram a empresa Neugebauer Irmãos & Gerhardt em 1891.
Outras empresas, como Nestlé, Garoto, Cacau Show e Lacta, além de companhias de menor porte, estão envolvidas na comercialização de chocolate no Brasil.
O tradicional chocolate ao leite brasileiro possui um baixíssimo percentual de cacau.[carece de fontes] O chocolate comercializado no Brasil é rico em açúcar, aromatizantes artificiais e em gordura hidrogenada.[carece de fontes] Comparando-se uma barra de chocolate comercializada no Brasil e na Europa, as mesmas empresas oferecem produtos com uma grande diferença de qualidade.[carece de fontes]

Tipos de chocolate



Chocolate em suas diversas composições: Chocolate branco (branco), chocolate ao leite (mais claro) e chocolate amargo (mais escuro).
O chocolate é um alimento popular que tem conhecido diversas formas de apresentação.
Pode ser bebido (chocolate em pó ou achocolatado) com leite, ou em tabletes. Neste caso é apresentado em muitas versões: ao leite (em Portugal diz-se chocolate de leite), branco, amargo, com amendoim, amêndoa ou avelã, com ou sem recheio, etc., variando em função do acréscimo em partes diferentes de seus componentes individuais e assim, varia também seu valor calórico, que em qualquer dos casos é elevado.
O chocolate amargo é feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas. Deve-se usar um mínimo de 35% de cacau, segundo as normas europeias.
O chocolate ao leite ou chocolate de leite leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas europeias estabelecem um mínimo de 25% de cacau.
A couverture é o chocolate rico em manteiga de cacau, utilizados pelos profissionais chocolateiros, como a Valrhona, Lindt & Sprüngli, Theo Chocolate e outros, com mais de 70% de cacau, e gordura de cerca de 40%.
O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina, podendo ser acrescentados aromas como o de baunilha.[3] Inventado na Suíça após a I Guerra Mundial, só foi divulgado nos anos 80 do século XX pela Nestlé.
A Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP desenvolveu um chocolate à base de cupuaçu,[4] que pertence à mesma família do cacau.
Quanto ao formato, o chocolate pode ser comercializado em tabletes, barras, gotas, raspas e em outras versões mais peculiares, como na forma de ovos e línguas de gatos.
[editar]Saúde

Apesar de o chocolate ser geralmente consumido por prazer, há alguns efeitos positivos para a saúde na ingestão do alimento. O cacau ou o chocolate amargo, por exemplo, são benéficos para o sistema circulatório. Outros efeitos incluem as propriedades anticancerígenas, estimulantes cerebrais e a capacidade de curar diarreias, entre outros. As propriedades afrodisíacas dos chocolates ainda não foram comprovadas.
Por outro lado, ingerir grandes quantidades de alimentos altamente energéticos, tais como o chocolate, aumenta o risco de obesidade. Há uma preocupação a respeito de casos de envenenamento leve por chumbo através do consumo de alguns tipos de chocolate.
Um estudo da BBC indicou que um chocolate derretendo na boca de uma pessoa causa um aumento na atividade cerebral e nos batimentos cardíacos que é mais intenso do que o associado a beijos apaixonados, e que duravam quatro vezes mais tempo após o término na atividade.
Há centenas de anos, povos europeus e da América do Sul usavam o chocolate para o tratamento de diarreia.

Efeitos no sistema circulatório
Estudos recentes sugerem que o cacau e o chocolate amargo podem surtir certos efeitos benéficos na saúde humana. O cacau possui uma considerável ação antioxidante. Outros estudos também observaram que ocorre uma pequena diminuição na pressão sangüínea após o consumo diário de chocolate amargo. Existe até mesmo uma dieta, a "Dieta do Chocolate", que sugere a ingestão de cacau e chocolate em cápsulas. No entanto, o consumo de chocolate ao leite ou chocolate branco, ou beber chocolate amargo com leite gorduroso, parecem anular o benefício na saúde. Na verdade, quantidades pequenas e regularmente ingeridas de chocolate reduzem o risco de ataque cardíaco.
[editar]Afrodisíaco
A cultura romântica considera o chocolate um afrodisíaco. As famosas qualidades afrodisíacas do chocolate estão geralmente associadas ao simples prazer sensual de seu consumo. Além do mais, a natureza doce e gordurosa do chocolate estimula o hipotálamo, induzindo sensações prazerosas e elevando o nível de serotonina. Apesar de a serotonina ter efeitos prazerosos, em excesso pode ser convertida em melatonina, que, por sua vez, reduz a libido. Finalmente, o chocolate tem substâncias que podem ativar receptores canabinóides, o que causa sensações de sensibilidade e euforia. Um presente com chocolates é um ritual de corte muito comum.
[editar]Acne
Há uma crença popular de que o consumo de chocolate pode causar acne. Vários estudos mostram que esse é o caso de alimentos com alto índice glicêmico em geral, apesar de essa questão ainda estar sendo estudada. Sabe-se que o leite estimula o aparecimento de espinhas.
[editar]Valor nutritivo
O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C.
Estudos recentes sugerem a possibilidade de o consumo moderado de chocolate preto e amargo trazer benefícios para a saúde humana, nomeadamente devido à presença de ácido gálico e epicatecina, flavonóides com função cardioprotetora. Sabe-se que o cacau tem propriedades antioxidantes. O chocolate constitui ainda um estimulante devido à teobromina, embora de fraca capacidade. O chocolate também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina.
[editar]Efeitos em animais

Em certas quantidades, a teobromina encontrada no chocolate é venenosa a animais como cães, gatos (especialmente filhotes), cavalos, papagaios e hamsters. Alimentados com chocolate, estes animais não conseguem metabolizar a substância eficazmente, e esta permanece no seu sistema circulatório por quase 20 horas. Esses animais podem, devido ao consumo, ter convulsões, ataques cardíacos, hemorragia interna, e às vezes a morte. O tratamento médico deve fazer com que o animal vomite o chocolate dentro de duas horas depois de engolido, ou levá-lo a um veterinário.
Um cão de 20 kg irá normalmente sentir dores de estômago depois de comer menos que 240 g de chocolate com leite, mas não irá necessariamente ter bradicardia ou taquicardia a não ser que ele coma pelo menos meio quilo de chocolate de leite. Se ele não expelir o chocolate do seu sistema por causa do açúcar ou da gordura, então ele terá 50% de probabilidade de sobreviver depois de comer 5 quilos. Chocolate preto (com menos leite) tem aproximadamente 50% a mais de teobromina e por causa disso é mais perigoso aos cães.
[editar]O Chocolate na cultura popular

Festividades


O chocolate, ao longo dos tempos, foi tomando novas formas e foi criando vários hábitos na sociedade ocidental. Nessa imagem, o chocolate em formato de ovos envoltos em papel brilhante, na forma como usualmente é apresentado na Páscoa.
No mundo todo, o chocolate aparece como tradição em festividades populares. Na Páscoa, é presenteado em formato de ovos maciços ou ocos, recheados com pequenos brinquedos ou com doces variados. No Dia dos Namorados e no Dia das Mães, uma caixa de chocolates é um presente sugerido a quem quer demonstrar carinho. Também é um brinde usado em outras datas comemorativas, como no Natal e nos aniversários, quando surge ainda em forma de enfeites decorativos e também em bolos e docinhos.
[editar]Livros e filmes
O chocolate tem sido tema central de diversos livros famosos e suas versões cinematográficas. Em 1964, Roald Dahl publicou um livro infantil intitulado A Fantástica Fábrica de Chocolate. A história gira em torno de um menino pobre chamado Charlie que é convidado a visitar a maior fábrica de chocolates do mundo, propriedade de Willy Wonka. Duas adaptações do livro foram feitas para as telas de cinema.
Chocolate é um livro de 1999 escrito por Joanne Harris. Conta a história de Vianne Rocher, uma jovem mãe solteira, cujos chocolates mudam a vida das pessoas através da mágica dos ingredientes, sempre diferentes a cada receita e feitos quase como encomenda, tão apurados são os efeitos nas vidas das pessoas.
[editar]Outros aspectos



Uma variedade do chocolate surgiu na Itália e logo conquistou o mundo: o sundae de chocolate.
A um indivíduo compulsivo em comer chocolates e/ou afins dá-se o nome de chocólatra. Aquele que não tem autodomínio diante de qualquer tipo de chocolate em qualquer forma.
Na sociedade atual o chocolate possui uma característica interessante servindo como um substituto à linguagem no relacionamento humano, estabelecendo relação de comunicação de laços de amizade, solidariedade e amor. Dar uma caixa de bombons pode significar: "feliz aniversário", "boa viagem", "desculpe-me", "saúde" ou "estou apaixonado por você". Trata-se de um presente difundido no Dia dos Namorados, Dia das Mães e em alguns países também se valem de bombons para recompensar os filhos exemplares. Durante a Páscoa é transformado em coelhos e ovos, símbolos da Ressurreição de Cristo.

A pimenta mais ardida do mundo


Dizem que essa é a pimenta do diabo. Conhecida pelo nome de Bhut Jolokia ou Pimenta Fantasma.
No ano 2000, cientistas do laboratório de defesa da Índia reportaram a Bhut Jolokia como sendo a pimenta mais potente do universo, atingindo um score de 855.000 podendo alcançar até 1.041.427 unidades na escala Scoville (a escala Scoville foi criada para poder estimar com precisão o quanto uma pimenta pode ser ardida).
Toda pimenta contém a capsaicina (alguns mais, alguns menos), é um componente químico que estimula os termoreceptores da pele, principalmente nas regiões de mucosa. Logo, quanto mais capsaicina, mais quente é a sensação.
O valor é dado baseado na dissolução da pimenta e seu princípio ativo.
Assim, uma pimenta que leva nota 200,000 ou mais, indica que ela poderá ser diluída 200.000 vezes até que seu princípio ativo não seja mais percebido.

Arbusto perene de alta produtividade.

Usos: Condimento. Usar com moderação....rsrsrs

Cultivo: Como qualquer outra pimenta.

Nativa: India

Família: Solanaceae

Disponibilidade: Sementes - R$ 24

Mais informações: Pesquisadores de Sementes de Pimentas da Universidade de New Mexico, recentemente descobriram a variedade mais "quente" do mundo (em 28.10.2007). Bhut Jolokia, uma variedade de pimenta encontrada no Chile, mas originária de Assam, na Índia, ganhou Guinness World Records "como reconhecimento de pimenta mais quente do mundo" superando finalmente a famosa Red Savina. Replicadas em testes de unidades Scoville de Ardência (SHUs) (assim como no terremoto temos a escala Richter, anlogicamente o SHU é o índice que mede a ardência das variedades de sementes), Bhut Jolokia atingiu + de 1 Milhão SHUs , quase o dobro da SHUs da Red Savina, que tem uma medida simples de 577000. Dr. Paul Bosland, diretor do Chile Pepper Institute em Novo México State University’s Department of Plant e Ciências Ambientais, coletou sementes de Bhut Jolokia enquanto visitava a Índia em 2001. O nome Bhut Jolokia se traduz como" fantasma do chile ’ ", Bosland disse:" Acho que é porque o Chile é tão quente, que voce espanta os fantasmas quando você a come! " Bosland acrescentou que a concentração de calor intensa presente na Bhut Jolokia poderia ter um impacto significativo na indústria alimentar como um tempero econômico em alimentos embalados

Saiba por que o grão-de-bico vale ouro



O grão-de-bico é um alimento mais rico do que o feijão em muitos aspectos. Entre 20 e 30% de sua constituição é pura proteína. Possui muitas fibras, zinco, potássio, ferro, cálcio e magnésio. Se for consumido todos os dias, faz ganhar massa muscular, aumenta o bom humor, reduz o nível de colesterol ruim e regula o intestino.
Mas sua qualidade mais famosa é de gerar felicidade: possui mais triptofano do que o feijão,
o mesmo aminoácido essencial que faz do chocolate essa bela fonte de bem-estar e redução do estresse.
“Em seres humanos metabolicamente normais, o aumento do consumo do grão-de-bico tem como
conseqüência uma maior produção da serotonina”, destacam Leonardo S. Boiteux e Maria Esther
de Noronha Fonseca, do Laboratório de Melhoramento Genético & Análise Genômica do Centro
Nacional de Pesquisa de Hortaliças (CNPH) da Embrapa Hortaliças, em Brasília.

Por ter ômega 3 e 6, é indicado para prevenir doenças cardiovasculares.
E quem tem diabetes ou está lutando contra a obesidade também pode se beneficiar da leguminosa.

“Tem carboidratos complexos, ou seja, possuem uma metabolização lenta no organismo.
Por também ser rico em fibras, proporciona sensação de saciedade e a pessoa só vai sentir fome bem mais tarde”, explica a nutricionista baiana Solange Carvalho.

Os pesquisadores da Embrapa Hortaliças destacam que as sementes do grão-de-bico também
acumulam mais fitoestrogênios do que as do feijão - substâncias que têm ação preventiva na
osteoporose e de problemas cardiovasculares. Os fitoestrogênios também são usados na reposição
hormonal após a menopausa.

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ps: Coma bastante melão, pepino e melancia.
São considerados como destruidores de tumores, principalmente o melão.

CRISTALOTERAPIA


Cristais



Os cristais amplificam as energias (tanto que são usadas até na técnica das transmissões), além de conter na forma mais pura as cores que são necessárias para nosso equilíbrio físico, biológico e espiritual.

Todos nós temos energias e podemos transmiti-las para outros ou absorvê-las. Os cristais nos ajudam nisso, dimensionando-as e ampliando-as.

Limpeza

Coloque os cristais sob água corrente e permaneça por alguns instantes (de acordo com a sua intuição) visualizando uma intensa luz dourada banhando-os. A seguir, coloque-os num recipiente (exceto alumínio) com água e sal grosso, deixando-os submersos por 24 horas ou mais. Se possível, deixe-os sob uma forte chuva (com fortes trovões e relâmpagos), a fim de descarregarem as energias alheias/negativas para a terra.Obs.: Se tiveres cristais pequenos, coloque-os sobre uma drusa (quartzo transparente com várias pontas), pois a mesma é auto-limpante e auto-energizante.Obs2.: Por que limpar? Os cristais possuem a energia de todos que o tocaram, sem contar aquela que ele próprio absorve. Para ser mais clara, tudo neste mundo tem energia...por exemplo, a cadeira em que estás sentado contém a energia da pessoa que a fez e de todos que a tocaram e a usaram.

Energização

Após limpeza, deixe-os expostos à luz solar e/ou lunar (as melhores fases lunares para isso são a lua cheia e a crescente) pelo tempo que sua intuição mandar. Caso queiras, poderás, em seguida, acender um incenso (de sua preferência) e direcionar a fumaça sobre os mesmos.

Programação

Segure o cristal na mão direita apontando-o para o "terceiro olho" (chakra frontal) e diga, mentalmente, ao cristal qual é a sua função. Permaneça com ele na mão por mais uns dez minutos. Os cristais são sensíveis aos pensamentos, portanto, tenha cautela e paciência ao iniciar uma programação. Caso surgir alguma interrupção durante a programação, recomece tudo novamente. Se quiseres reforçar o que programou, repita o método supracitado por mais setes dias. Obs.: a mão esquerda recebe e a mão direita doa energia.

Usos Diversos

Banhos: Para obter um efeito energizante, coloque-os na banheira. Após o banho, limpe-os e energize-os novamente.

Energização de ambientes: Escolha alguns cristais e coloque-os dentro de um vidro com água, sendo que um deles precisa ser quartzo. À medida que a água for mudando de cor, troque-a e lave os cristais.

Uso pessoal: Escolha um cristal e coloque dentro de um veludo e carregue-o consigo. Ou coloque o cristal de sua escolha dentro do travesseiro para ter bons sonhos e/ou se proteger.

Plantas: Escolha um cristal de sua preferência e coloque-o perto da raiz da planta a ser energizada.



Radiestesia



A radiestesia - ciência do pêndulo - é uma prática muito antiga, que tem como
função a ativação do subconsciente humano. A palavra "radiestesia" foi cunhada no início do século pelo abade Bouly, na França. É uma combinação do latim radium (radiação) com o grego aesthesis (sensibilidade). Radiestesia, segundo o seu próprio nome, é uma sensibilidade para as radiações. A radiestesia não é uma invenção moderna, pois se sabe que os povos antigos - entre eles os gauleses, hebreus, citas, persas, etruscos, gregos, romanos, indianos, chineses, polinésios e até índios norte-americanos - já a utilizavam.

O pêndulo é recomendando para uso em lugares fechados. Para operá-lo, basta segurar a extremidade do fio entre o polegar e o indicador da mão direita (esquerda p/ os canhotos), mantendo-a firme, pois é a radiação cósmica que move o pêndulo, não os músculos. E possui quatro movimentos básicos: rotação positiva, qdo gira na direção dos ponteiros do relógio; negativa, qdo gira em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio; oscilação de ligação (vaivém de um objeto a outro); e oscilação de desligamento (vaivém separando um objeto do outro).

Cada movimento tem seu significado, cabendo à pessoa descobrir isso em diversas situações, anotando tudo. O pêndulo, colocado sobre um ovo, poderá indicar o sexo do pintinho: se a rotação for positiva, será um galo; se for negativa, será uma galinha.
Se o operador quiser saber se um casamento vai dar certo, deve colocar sobre a mesa 2 fichas brancas com os nomes dos pretendentes - se o pêndulo oscilar de uma ficha para a outra (oscilação de ligação), existe simpatia entre as duas pessoas; se oscilar em sentido oposto (oscilação de desligamento), o casamento tem a possibilidade de fracassar.

Lendo a Bola de Cristal



Esta técnica é melhor realizada com uma bola de cristal de 2 a 5 polegadas de diâmetro, e funciona melhor em noites de Lua Cheia. Obs.: Se uma bola de cristal não está dentro de seu orçamento, um recipiente com água contendo um aglomerado de cristal de quartzo será suficiente. Verdadeiras esferas de cristal podem ser muito onerosas, porém, nunca substitua por esferas de resina ou vidro, pois são inefetivas, a não ser para jogos infantis.
Acenda uma vela num quarto escuro e silencioso. Vc pode segurar o cristal ou colocá-lo num suporte, mas deverá ter um veludo azul ou preto sob ele. Assegure-se que não haja reflexos de coisa alguma incidindo no cristal. Vc pode acender um incenso tb, se quiser (ex.: Patchouli). Antes de começar, concentre-se em si mesma. Olhe fixamente para o cristal, porém não o fite e tente não piscar muito. Enquanto observa a esfera, inspire e expire devagar e profundamente. Relaxe e continue observando. Vc terá uma percepção de tempo infinito. Aproveite essa paz e simplesmente continue a observá-lo. Faça isso por, mais ou menos, 15 minutos e aumente mais 5 minutos a cada sessão efetuada.

Geralmente, em torno da segunda ou terceira sessão, vc perceberá um pequeno brilho anevoado no centro do cristal. Esta é a sua área de foco, na qual visões surgirão. Vc poderá ter uma visão na primeira tentativa, enquanto outros terão que tentar sucessivas vezes antes de ver alguma coisa. Bom, continue com seus próprios passos e boa sorte! ;-) Há várias imagens que poderão aparecer; vc poderá ter visões de lugares, pessoas ou de figuras simbólicas. Embora ninguém tenha tido muito sucesso em identificar o que cada nuvem de cor significa, aqui vai uma sequência bem acurada por muitos observadores:

Azuis: simbolizam sucesso de carreira ou negócios

Douradas: prosperidade, estabilidade de fluxo monetário ou novo romance para vir

Cinzas: fortuna em perigo

Verdes: saúde e felicidade no coração

Pretas: algo ruim está para acontecer

Laranjas: agressão e raiva ocultas, problemas emocionais

Vermelhas: perigo à vista, esta pessoa deverá ficar atenta qdo esta nuvem surgir

Prateadas: tempos ruins seguidos por bons

Brancas: fortuna ou algo muito bom está para vir

Amarelas: obstáculos à frente

Fonte: luarmagicko.tripod.com

CRISTALOTERAPIA

Os cristais são minerais com estrutura atômica regular e configuração cristalina. Apresentam-se com formas geométricas diversas: trigonal, isométrica, tetragonal, hexagonal, ortorrômbica, monoclínica e triclínica.

O cristal de quartzo possui seis faces que formam ângulos, para se unirem um uma ponta. As seis faces simbolizam seis dos sete principais chacras (os centros de força de nosso corpo que captam as energias cósmicas), e a ponta simboliza o sétimo chacra, a coroa, que faz conexão com o infinito.
Essas seis faces são sustentadas por seis lados paralelos dois a dois, e na sua base, geralmente mais leitosa, a força da luz se une à força da Terra. A energia flui da base para a ponta.

Os cristais captam a energia cósmica e são uma criação Divina. Devemos utilizá-los com sabedoria para o nosso crescimento pessoal e o crescimento da humanidade. Aprenda como usar o poder dos cristais e pedras preciosas para alcançar o equilíbrio físico e emocional e entrar em sintonia com as forças cósmicas do universo. Tão antigos quanto os continentes perdidos da Lemúria e da Atlântida, os cristais foram descobertos pelos adeptos da Nova Era não só como instrumentos poderosos para alcançar a elevação espiritual, mas também como alternativa de cura.

Os cristais são arquivos cósmicos que guardam segredos e conhecimentos de antigas civilizações. Alguns chegam a afirmar que certas pedras não são originárias da Terra, mas foram trazidas para cá por extraterrestres para ajudar os homens a viver a transição para a Era de Aquário.

Pelo seu poder de cura e pelas informações que contêm, os cristais seriam então uma espécie de mensageiros da Nova Era e instrumento para aprender com o passado e preparar o futuro.

Os cristais funcionam como amplificadores de energia nos processos de cura, meditação e auto-conhecimento. A sua força consiste na capacidade de ampliar e direcionar nossos próprios poderes, e, por isso, o mais importante ao se lidar com os cristais é conseguir sintonizar corretamente nossas vibrações com as vibrações dessas pedras.

De todos os cristais, o límpido ou transparente é o mais poderoso, isso porque pode ser programado para qualquer tipo de cura. Além dele, existem os cristais coloridos e as pedras preciosas. O processo terapêutico com pedras é baseado no equilíbrio dos chacras, os centros de energia do organismo. Cada chacra está relacionado à determinado órgão e associado a uma cor. E é nessa cor que se baseia a terapia para escolher as pedras de cura.

Fonte: www.esoteric.com.br

Cristaloterapia é o sistema que trata o paciente por meio de cristais e pedras semi-preciosas, dispondo-as sobre órgãos ou centro de energia (chakras) do corpo.

A Cristaloterapia harmoniza, equilibra e fortalece os corpos: físico, emocional, mental e o ambiente em que vivemos. O uso dos cristais e das pedras facilita a descoberta das causas dos distúrbios que geram o desequilíbrio.

As pedras desbloqueiam, liberam e reequilibram energias e emoções, aliviando sintomas negativos ou aflorando memórias e sensações importantes para o desenvolvimento pessoal. De cada cristal tira-se um proveito específico, mas no geral todos abrem os canais intuitivos, fortalecem, harmonizam e trazem amor para a vida de quem os utiliza.

Antes da utilização de qualquer cristal, eles deverão ser limpos, energizados e programados.

Os benefícios e propriedades dos cristais

- Água-marinha: Desenvolve a tolerância e a comunicação nos relacionamentos, desbloqueando as emoções e equilibrando o sistema nervoso.

- Calcita laranja: Traz segurança e confiança para a vida emocional. Auxilia os tratamentos de doenças nos rins e os distúrbios menstruais.

- Crisocola: Acentua a sensibilidade e o afeto, facilitando a expressão verbal. Traz serenidade, humildade e compaixão.

- Granada: É a pedra da paixão que estimula a sexualidade, a emotividade e a ousadia. Combate a anemia e estimula a circulação sanguinea.

- Hematita: Energética, a pedra dá força, coragem e protege contra a negatividade. Fortalece os orgãos purificadores do sangue (rim, fígado e baço).

- Lápis-lazúli: Estimula o contato com o mundo inconsciente e os processos psíquicos. No plano físico, auxilia o sistema respiratório.

- Quartzo branco: Representa a iluminação e o contato com a energia espiritual, harmonizando e purificando as vibrações.

- Turquesa: Traz leveza, alegria, facilidade para expressar-se e estímulo para encontrar soluções criativas. Ajuda a eliminar toxinas.

- Pedra-da-lua: Desbloqueia os sentimentos e promove o desabafo emocional. Estimula a fertilidade e a troca afetiva e sexual.

- Pirita: Combate a depressão e o medo, além de auxiliar no discernimento e na clareza mental. Ameniza dores de cabeça e os distúrbios noturnos.

- Quartzo verde: É a pedra curadora usada em emergências. Acalma e equilibra a mente, o corpo e a alma, atuando sobre anomalias e distúrbios.

Fonte: www.brasilholistico.com.br

Os cristais (e as pedras preciosas) são a manifestação mais pura da energia e da luz no plano físico. Os átomos que os compõem estão em perfeita harmonia e permitem, assim, a manifestação da luz em forma sólida. Fisicamente já está provado e comprovado que os cristais são os melhores condutores e amplificadores de energia, sendo utilizados na composição de fibra óptica, chips de computadores, fabricação de relógios (Rubi, Quartzo), etc. Da mesma forma, como são condutores, receptores, amplificadores ou geradores de energia, são utilizados metafìsicamente para curas, meditações, energização de ambientes e pessoas, ou de qualquer outro ser vivo. Os cristais têm vida, são parte de um todo maior formado de energia pura. Tudo o que é energia é vida e tem vida. Esses seres tão especiais podem tornar-se amigos imprescindíveis, ajudando no crescimento espiritual e no autoconhecimento, e principalmente ensinando inúmeras formas de utilizar positivamente sua energia em conjunto com a nossa.

É de extrema importância que o coração e a intuição estejam sempre presentes, e milhares de descobertas individuais se oferecerão, a partir do convívio e do relacionamento com esses seres maravilhosos. A simples contemplação de um Cristal de Quartzo ou de uma pedra preciosa ou semipreciosa já nos transmite energia e nos leva a outras dimensões e à percepção de realidades paralelas, através da luz, da pureza e da beleza. Com a ajuda dos cristais, penetramos com mais clareza em nosso mundo interior. O único segredo para o funcionamento perfeito da interacão da energia de um cristal com a nossa própria é a intenção clara. É preciso saber que o cristal por si só não pode processar nenhum tipo de cura. A interação de energias é absolutamente necessária.

Existem vários tipos de cristais e pedras preciosas, e cada um tem sua energia particular. Para fazer uma comparação prática e fácil, o Cristal de Quartzo seria como um clínico geral, aquele médico da família, que sabe de tudo um pouco, e é também conselheiro, psicólogo, amigo, etc. Já as pedras coloridas são as especialistas, cada qual dominando sua área de energia e de cura, com energias mais específicas. Por isso mesmo, é aconselhável que a primeira pedra a ser adquirida seja um cristal de quartzo simples, de terminação única. A partir do relacionamento com este primeiro cristal, vamos pouco a pouco aumentando nossa coleção e começando a interagir com as diferentes energias das diferentes pedras.

O primeiro passo é a escolha de nosso primeiro cristal. Às vezes ele nos é presenteado, às vezes o encontramos por acaso, às vezes o adquirimos. Neste último caso é aconselhável sentir e olhar para vários cristais, e escolher exatamente aquele que nos atrair, que chamar nossa atenção. É comum dizer-se que não escolhemos um cristal, é ele que nos escolhe. O importante é trazê-lo para casa e a partir do primeiro momento estabelecer um relacionamento. De posse do cristal, procede-se à sua limpeza e energização.

Fonte: www.obrilho.com.pt

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

ABRINDO OLHOS E CORAÇÃO


Trabalhar a cidadania é aproximar os alunos de diferentes realidades sociais espera de intervenções que diminuam suas diferenças.

Acreditamos que as transformações da sociedade só acontecerão a partir da educação de nossas crianças e, sobretudo, de um esforço conjunto: sociedade e governo.

Nossos alunos são privilegiados no que diz respeito ao uso pleno da cidadania. Fazê-lo enxergar o outro lado é possibilitar-lhes um olhar reflexivo para os problemas das demais crianças de nosso país. Não pretendemos que eles se sintam culpados. Nossa intenção é de que passem a valorizar sua própria condição de vida e que busquem investir na formação pessoal, interferindo responsavelmente na sociedade, como protagonistas de ações solidárias que propiciem a inclusão dos demais.

Assim, aproveitamos as comemorações do aniversário do Pitágoras, no início do ano, para vivenciar uma verdadeira aula de cidadania, dentro do projeto "Somando nossas diferenças", que objetivou despertar nos alunos, desde a mais terna idade, a sensibilidade para alguns problemas sociais, principalmente aqueles que desapertam preconceitos, por estarem relacionados ás diferenças.

Organizamos encontros com diferentes instituições assisteciais e filantrópicas de Belo Horizonte, como a Sociedade Pestalozzi, Projeto Curumim, Escola Estadual São Rafael, Gapa, Abrigo Bom Pastor, Miguilim, Avante, Leuceminas, Núcleo Caminhos para Jesus, Cooperativa Dia- a- dia, Hemominas e outros.

Todas estas instituições montaram estandes com o propósito de divulgar o seu trabalho e, juntamente com nossas crianças, apresentarem números artísticos.

Já naquele momento foi possível mostrar aos alunos que as limitações, sejam e físicas, mentais ou sociais, não podem servir de barreira na busca da realização pessoal e de igualdade social.

Nossas crianças, sensibilizadas com tudo que viram, mobilizaram-se no sentido de uma aproximação e cada turma escolheu apadrinhar uma das instituições presentes, desenvolvendo um trabalho de parceria no decorrer do ano letivo. Foi possível compartilhar experiências que incluíram a troca de conhecimentos e, sobretudo, a troca de afeto e amor. Dar e receber foi possibilitado aos dois lados. A distância já não era tão grande e os dois mundos pareciam um só, como num grande abraço.

Em novembro, um novo encontro. As crianças das unidades Mangabeiras e Cidade Jardim receberam seus pais e a comunidade para apresentar o que foi realizado. Este trabalho não terminou, é apenas o começo de uma prática que pretende ser mais uma possibilidade de diminuir o fosso social, de trabalhar a inclusão e de somar tantas diferenças.

Uma outra experiência foi realizada no Colégio Pitágoras, dentro do projeto "Escola", abordando também o problema das diferenças, agora enfocando especificamente a deficiência visual.
Alunos do 1.º período (Educação Infantil) e da 3.ª série (Ensino Fundamental) da unidade Mangabeiras demonstraram interesse em pesquisa sobre deficiência visual, a partir do primeiro contato que tiveram, com alunos da E. E. São Rafael. Encantados com as potencialidades que aquelas crianças eficientes visuais - DV apresentaram e com as habilidades que tinham para tocar instrumentos musicais, nossos alunos perguntavam: "Como é que pode? Elas são cegas!"

A partir desse momento, iniciou-se o projeto de investigação. Muitas histórias e notícias que abordavam a questão do deficiente visual foram lidas em casa e na escola. Depois, vieram as trocas de experiências.

Acompanhados das professoras, nossos alunos visitaram a E. E. São Rafael com o objetivo de conhecer e aprender um pouco do que faz e de como aprende uma criança que não vê. Lá, brincaram de roda, andaram de mãos dadas (descobrindo como as crianças DV circulam pelo espaço da escola), conheceram o alfabeto Braille e a reglete, a máquina que possibilita a escrita para os cegos. Nas oficinas, trabalham com argila, confeccioram bijuterias e observaram, fascinados, os alunos no processo de encadernação. Durante o lanche coletivo, o que mais chamou a atenção foi ver como as crianças DV conseguiam localizar, sobre a mesa, o suco e o biscoito.

A partir da visita, os alunos do 1.º período demonstram interesse em escrever um livrinho relatando essa experiência. Elas diziam ter descoberto que as crianças cegas vêem com os olhos do coração. Em acordo com a turma de 3.ª série, surgiu, também, a idéia de realizar uma campanha para comprar uma reglete e doá-la ás crianças carentes do instituto.

O segundo encontro aconteceu na unidade Mangabeiras. Nossos alunos recebem as crianças da E. E. São Rafael e, juntos, trabalham na sala de Artes, fazendo modelagem com massinha. Os visitantes participaram, também, de atividades de Educação Física, até mesmo na piscina, o que provocou medo e insegurança em alguns e uma grande euforia em outras.

No dia da apresentação do projeto, foi realizada uma exposição, com cartazes, depoimentos de alunos, trabalhos manuais. Fez grande sucesso o livro produzido pelas crianças do 1.º período. Além dele, foram apresentados relatos que retratavam um pouco das experiências vividas ao longo do ano. Apreciamos também uma emocionante exibição do coral integrado pelos alunos da E. E. São Rafael. Dessas vivências ficou um grande aprendizado que pode ser traduzido pela fala de alguns alunos: "Somos todos crianças felizes. Cada um de nós do seu jeito. Somos diferentes ... iguais por sermos pessoas ... temos o mesmo coração, o mesmo carinho, o mesmo amor, a mesma amizade ... O sol que me aquece também te aquece ... O mesmo vento que balança os meus cabelos balança os teus também ..."

Maria Marta Rosa Ferraz

Fonte: Rede Pitágoras

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA


15 DE NOVEMBRO

República é o sistema de governo em que um ou vários indivíduos eleitos pelo povo exercem o poder supremo por tempo determinado.

Nesta data, no ano de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca entrou no Quartel-General do Exército (hoje Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste, no Rio de Janeiro), montado num cavalo e terminou com o último Gabinete da Monarquia, que se encontrava em reunião naquele local.

Na verdade, o sistema monárquico de governo já não tinha o apoio de antes da Igreja, nem dos militares, nem das lideranças civis e dos antigos senhores de escravos. Essa insatisfação generalizada enfraqueceu a monarquia e o gesto do marechal Deodoro foi o marco decisivo para abolir aquele sistema e implantar a República. O fato é que muitos só esperavam que isso acontecesse após a morte do imperador D. Pedro II, admirado e respeitado por todos.

O marechal Deodoro, ao chefiar o movimento pacífico do qual se tratou a Proclamação da República no Brasil (não houve derramamento de sangue), marcou o início de uma nova era no país, a partir do ano de 1889. O começo da era republicana, que se firmou de fato com o marechal Floriano Peixoto, sucessor de Deodoro.

OS FUNDAMENTOS
A semente do ideal republicano no Brasil já podia ser percebida nos tempos coloniais. Movimentos de emancipação como a Inconfidência Mineira (1789), a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817) tinham em mente, de uma certa forma, a adoção da República como sistema de governo.

Esse ideal, que teve como fonte os princípios da Revolução Francesa, foi se fortalecendo aos poucos entre as Forças Armadas e sua implantação deixou de ser um mero sonho para se tornar uma possibilidade real, tendo em vista o desgaste da Monarquia.

O Imperador D. Pedro II ainda tentou manter o sistema monárquico, ao sugerir a formação de um ministério comandado por Silveira Martins, inimigo pessoal do marechal Deodoro. A decisão, porém, ocorreu-lhe tarde demais, não conseguindo impedir que, já na manhã do dia 16 de novembro, o Diário Oficial publicasse a notícia da Proclamação e também a do governo provisório na mudança do Regime.

A atual bandeira do Brasil foi instituída no dia 19 de novembro de 1889, quatro dias depois de proclamada a República.

ESTRATÉGIA E INTIMIDADE

Ninguém pode afirmar com certeza que o Marechal Deodoro quisesse de fato proclamar a República. Ele era amigo de D. Pedro II e tinha boas relações com a família imperial.

Entretanto, sua ação já havia avançado de uma tal maneira que não seria possível voltar atrás. Muitos militares saudavam a República das janelas dos quartéis, aguardando a conclusão do movimento.

À frente do Gabinete da Monarquia se encontrava o Visconde de Ouro Preto, de quem Deodoro guardava alguns ressentimentos: primeiro, por ter nomeado seu grande inimigo, Gaspar Silveira Martins, para a presidência do Rio Grande do Sul; e, segundo, por ter oferecido a presidência da província de Mato Grosso a Cunha de Matos, com o qual não se entendia.

Nessa mágoa de Deodoro é que os republicanos convictos se agarraram, vencendo a indecisão afetiva do Marechal e o aliciando definitivamente para a conspiração e o derradeiro golpe. Militares como Benjamin Constant e Sólon Sampaio Ribeiro, sabendo tanto do seu descontentamento com o Visconde de Ouro Preto quanto do seu prestígio entre os soldados, souberam estrategicamente convencer Deodoro a favor da causa republicana.

A CONSTITUIÇÃO: DE DIREITO E DE FATO

Elaborada e promulgada rapidamente, a nova Constituição do país determinava que o primeiro presidente da República e o seu vice fossem eleitos pelo Congresso Nacional. Ganharam a eleição o Marechal Deodoro para a presidência e o Marechal Floriano Peixoto para a vice-presidência. Ambos de chapas diferentes, iniciando, dessa forma, uma prática que viria a se tornar comum: a de o presidente e o vice serem de partidos opostos.

Inspirada na Constituição norte-americana, a Carta Magna brasileira estipulava para a nação um regime republicano, com governo presidencialista e sistema federativo. Na prática, no entanto, o que se deu nos governos seguintes foi um forte e centralizado presidencialismo, tornando difícil a aplicação do princípio federativo, uma vez que os estados nunca foram independentes do poder central nem no âmbito político, muito menos no financeiro.

Ganharam força as oligarquias rurais, basicamente as de São Paulo e Minas Gerais, fazendo surgir a conhecida política do "café com leite", que alternou o poder presidencial entre esses dois estados até o ano de 1930, quando chegou ao fim a chamada República Velha.

Em 24 de fevereiro de 1891, foi promulgada a primeira Constituição Republicana.

QUEM FOI O MARECHAL DEODORO?

Nascido em Alagoas, em 1827, combateu revoltas contra o Império e lutou nas guerras do Prata e do Paraguai, alcançando o posto de marechal, em 1884. No ano seguinte, foi nomeado comandante de armas do Rio Grande do Sul e lá mesmo se envolveu com os fatos que o colocariam, a sua revelia, na liderança do movimento que acabou com o sistema monárquico. Em 1886, foi para o Rio de Janeiro, assumindo a chefia da facção do Exército que era favorável à libertação dos escravos.

Como presidente, sofreu violenta oposição do Congresso, que tentou vencer articulando um golpe de Estado. Não contava, porém, com a resistência do Exército, chefiada pelo vice-presidente, Marechal Floriano Peixoto e, em 1891, cansado e desiludido, renunciou ao cargo com a seguinte frase: "Assino o decreto de alforria do último escravo do Brasil".

Hino à Proclamação da República

José Joaquim Medeiros de Albuquerque

Seja um pálio de luz desdobrado
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus.
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre país
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos unidos levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha avante da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!...
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue no nosso pendão
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!...

Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado
Sobre as púrpuras régias de pé!
Eia pois, brasileiros, avante!
Verdes-louros, colhamos louçãos!
Seja o nosso país triunfante
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!...

CONTANDO HISTÓRIA

Depoimentos

"Em 16 de novembro de 1889, o jornal carioca O Paiz noticiava como manchete: 'PROCLAMAÇÃO'. A seguir, anunciava o que ocorrera no dia anterior: 'Concidadão: o povo, o exército e a armada nacional em perfeita comunhão de sentimentos com os nossos concidadãos residentes nas províncias acabam de decretar a deposição da dinastia imperial.' Assim, o Brasil começava a viver sob um novo regime político, a República, ganhando nova bandeira, hino e heróis nacionais. O povo passava a eleger o chefe de Estado, o Presidente, além de escolher os senadores e os governadores dos chefes federados, muito mais poderosos do que quando eram províncias. Nesses 110 anos, a participação política do povo brasileiro não parou de crescer: o número de eleitores aumentou, com o voto feminino e dos analfabetos, e os direitos dos cidadãos se ampliaram bastante. Mas uma República nunca está "pronta", havendo sempre direitos a garantir e a conquistar. E todos, governo e povo, devem entrar nessa luta."

Angela de Castro Gomes
Historiadora da Fundação Getúlio Vargas e
Professora da Universidade Federal Fluminense - UFF

"Em 1922, quando da revolta do Forte de Copacabana, Siqueira Campos retalhou uma bandeira nacional em 29 frações e as distribuiu aos soldados sublevados, que, em qualquer situação, isoladamente, podiam homenagear o Pavilhão Nacional e dele receber inspirações.

Quando da fundação de Brasília, criou-se um recanto para o culto coletivo de toda a Nação. Na Praça dos Três Poderes, está permanentemente hasteada uma Bandeira Nacional. Na base do mastro, as palavras:

SOB A GUARDA DO POVO BRASILEIRO, NESTA PRAÇA DOS TRÊS PODERES, A BANDEIRA SEMPRE NO ALTO, A VISÃO PERMANENTE DA PÁTRIA.

Olhando de longe para a Capital Federal, os brasileiros, nomeadamente aqueles de "peito juvenil" podem cantar: Contemplando o teu vulto sagrado Compreendemos o nosso dever, E o Brasil por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser."

Raimundo Olavo Coimbra
Autor do livro " A Bandeira do Brasil"
Professor de Filosofia da Universidade Gama Filho

Fonte: www.ibge.gov.br



Em 1889, no dia 15 de novembro, o marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República Federativa do Brasil. O sistema monárquico do governo já não tinha apoio da Igreja, nem dos militares, das lideranças civis e nem dos antigos senhores de escravos. Por essa razão, a proclamação da república foi pacífica, sem guerra nem derramamento de sangue.

Movimentos sociais e revoltas já indicavam a falência do regime monárquico. A Inconfidência Mineira (1789), a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817) já carregavam o gérmen do sistema republicano de governo, impulsionados pelos ideais da Revolução Francesa.

Pouco depois da Proclamação da República, no dia 24 de fevereiro de 1891, foi promulgada a primeira Constituição Republicana. No mesmo ano, sofrendo oposição do Congresso, Deodoro da Fonseca renunciou e o vice-presidente, Marechal Floriano Peixoto, assumiu a presidência.

O forte e centralizado presidencialismo, que tornava difícil a aplicação do princípio federativo, fez com que algumas oligarquias rurais de São Paulo e Minas Gerais se destacassem, o que deu início à conhecida política do “café com leite”. Os estados de São Paulo e Minas Gerais passaram a alternar a presidência do Brasil até 1930.

A vida de Deodoro da Fonseca - O Marechal Deodoro da Fonseca nasceu em 1827, em Alagoas e lutou nas guerras do Prata e do Paraguai. Em 1884 conquistou o posto de marechal e, no ano seguinte, foi nomeado comandante de armas do Rio Grande do Sul. Ele foi para o Rio de Janeiro, sede da monarquia, em 1886 e assumiu a facção do Exército favorável à libertação dos escravos.

Fonte: UFGNet