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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Solicitado a opinar sobre o sexo, Francisco Cândido Xavier ensejou-nos nova e amorável mensagem:





Chico Xavier:

- Acreditamos que o compromisso sexual entre duas pessoas deve ser profundamente respeitado. Uma terceira pessoa em qualquer compromisso sexual é uma dificuldade a superar, porque não podemos esquecer que a lesão sentimental é, talvez, mais importante do que uma lesão física.

E alguém que prometeu amor a alguém deve se desincumbir deste compromisso com grandeza de pensamento e sem qualquer insegurança.

Não compreendemos a promiscuidade. Mas entendemos perfeitamente o relacionamento de alma para alma, com respeito que nós todos devemos uns aos outros."





Fonte: "O Espírita Mineiro". número 179, julho/agosto/setembro de 1979.

Publicado no livro CHICO XAVIER - MANDATO DE AMOR, editado abril/1993

pela União Espírita Mineira - Belo Horizonte, Minas Gerais



Enviado por Luz do Evangelho - luzdoevangelho@aol.com

A mente apaga registros duplicados...


O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, .... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di fErEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE... V I V A !!!!!!!!
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)




"A mente humana tem que primeiro construir formas,
independentemente,
antes de poder encontrá-las nas coisas."

(Albert Einstein; 1879-1955)

O significado das doenças!!!




Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos
são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de
ruim que acontece no nosso organismo.


Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga
Americana Louise L. Hay.

Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos
perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar
mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço
onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas
prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena
tentar evitá-las:

DOENÇAS/CAUSAS:

AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.

APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.

ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.

ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.

BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões..

CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.

DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.

DIABETES: Tristeza profunda.

DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.

DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.

DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que

procuram se apoiar nos outros.

ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).

FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.

HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

INSÔNIA: Medo, culpa.

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.

MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.

PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.

PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança.. Derrotismo.

PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

PULMÕES: Medo de absorver a vida.

QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.

REUMATISMO: Sentir-se vitima.. Falta de amor. Amargura..

RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.

SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIREÓIDE: Humilhação.

TUMORES: Alimentar mágoas.. Acumular remorsos.

ÚLCERAS: Medo.. Crença de não ser bom o bastante.

VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos. ..
Principalmente daqueles, que escondemos de nós mesmos.


Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma'.
Remédios indicados: Auto-estima, Perdão, Amor.

A importância de nos amarmos






Somente quando nos amarmos de forma verdadeira, nos auto-conhecermos e nos aceitarmos como somos é que iniciaremos o caminho para cura de nossas mazelas/doenças, tanto físicas, como emocionais e espirituais, uma vez que a doença nunca começa no corpo físico.

Temos que aceitar e amar nosso eu oculto (nossas inferioridades) em primeiro lugar, para conseguirmos curá-las.

O corpo que habitamos na atual encarnação, a aparência física, cor dos olhos, dos cabelos, estatura, peso, entre outros, foram feitos sob medida pelo Criador para que possamos evoluir e encontrar a missão de nossa alma.

Todas nossas características físicas, assim como os aspectos emocionais são importantíssimos para evolução da nossa alma/consciência, porém, devemos estar cientes e aprendermos a nos enxergar não somente como "o corpo", "a casca", mas um espírito em constante aprendizado e que necessita de determinadas experiências em uma "roupagem" diferente em cada encarnação.

Devemos nos preocupar menos com nossas características físicas que aos nosso olhos são "imperfeições" e nos darmos conta do quão importante é a nossa missão aqui na Terra, esse Planeta-Escola. E, se estamos aqui é porque temos muito a curar e nos melhorar.

Assim, embora vivamos em um mundo material e necessitemos de bens materiais para nossa sobrevivência, eles não são os únicos nem os mais importantes para nossa felicidade. Da mesma forma, a preocupação excessiva com a aparência externa, esquecendo do nosso espírito não nos trará felicidade e bem estar. Talvez uma felicidade momentânea, ou seja, ilusória.

A felicidade vem do interior, é um estado de espírito e independe de situações, acontecimentos ou bens externos. Muito menos dos padrões de beleza impostos pela sociedade!

Por isso a necessidade de nos amarmos do jeito que fomos criados e seguirmos na direção do que realmente nos trará a "felicidade eterna": a descoberta da missão da nossa alma e a consequente evolução espiritual.

Agora reflitamos: Será que nos amamos como seres espirituais e estamos aproveitando a nossa encarnação?

Por: Vivi Draghetti
http://luzdaserra.com.br

ATRAÇÃO HOMEM MULHER


Por que nos apaixonamos?

O que está por trás da atração entre os sexos? A sexualidade é um assunto sobre o qual ninguém é neutro. Todos têm uma natureza sexual, todos têm necessidade da sexualidade, e uma personalidade sexual que foi formada no lar, na escola, pelo sistema de tentativa e erro na vida, e seja lá o que for que passemos ao longo do caminho, das influências sutis e nem tão sutis assim da sociedade em que vivemos.

Ao tentar entender nossa sexualidade devemos procurar por suas origens. De onde vem nossa sexualidade? Neste artigo, eu gostaria de contemplar duas abordagens. Uma é a abordagem prevalecente, contemporânea, científica. E então nós a compararemos com a abordagem da Torá – especificamente, a perspectiva cabalista-chassídica na Torá.

Quando um homem está fisicamente atraído por uma mulher, ou uma mulher por um homem, isso pode parecer algo muito biológico, mas sob uma perspectiva judaica, da Torá, é apenas uma manifestação física de uma atração espiritual bastante profunda.

Existem, obviamente, numerosas teorias científicas seculares sobre o tema. Examinemos aquela que é provavelmente a dominante: a teoria biológica ou evolucionária, baseada essencialmente na idéia de que a "sobrevivência do mais apto" é a força primária na natureza, e a fonte das características particulares de qualquer criatura, desde as células isoladas até o alto da "cadeia evolucionária", os animais e seres humanos.

Sob esta perspectiva, nossa sexualidade deriva do fato de que a perpetuação da espécie é atingida através do relacionamento sexual entre macho e fêmea. O homem, portanto, procurará a mulher que seja mais fértil, e que terá os filhos mais saudáveis; e a fêmea procurará um homem que forneça a semente mais sadia, que seja o mais viril e que proteja os descendentes.

Esta teoria explica muitas coisas sobre a nossa sexualidade. Explica por que homens e mulheres procuram uns aos outros. Explica por que determinados aspectos nas mulheres ou nos homens são tão atraentes para o sexo oposto, porque refletem elementos de fertilidade ou sinais de saúde, que são importantes para a perpetuação da espécie.

O que esta teoria basicamente afirma é que por trás da mística e da beleza, do romance e sensualidade nos quais vem envolvida a sexualidade humana, está uma força primitiva: a necessidade de existir, e de eternizar aquela existência. Como o ser humano é um animal com uma certa dose de sofisticação, a sexualidade humana evolui rumo à sofisticação. O homem moderno não está preparado para pensar em si mesmo meramente como máquina de produzir filhos, portanto para envolver duas pessoas numa união, a evolução e a biologia conspiraram para imbuir o ato sexual não apenas com prazer, mas também com uma mística que nos compele ao longo da jornada romântica.

Olhando nos olhos do ser amado sobre a luz de velas numa mesa posta para dois, o ser humano pode pensar que ele ou ela se elevou acima do modelo de existência da sobrevivência-do-mais-apto; porém, na verdade, este "um degrau acima" é apenas a maneira da natureza de empacotar aquele impulso. Dois seres humanos se cortejando são essencialmente o mesmo que duas abelhas cortejando uma à outra. Uma abelha zumbe de certa maneira ou excreta um determinado cheiro, mas estas são táticas para fazê-las acasalar e produzir descendentes. Pela mesma ótica, os equipamentos da sexualidade humana, o romance, as flores, a música, a luz do luar, são na verdade a maneira da natureza de juntar duas pessoas.

A natureza é impiedosa, e deve prevalecer. Portanto, a natureza encontra uma maneira de fazer o macho e a fêmea se acasalarem. Esta, basicamente, é a abordagem científica para a sexualidade humana. Vamos agora contrastar isso com a abordagem da Torá.

A concepção da Torá sobre a sexualidade humana é expressa nos primeiros capítulos de Bereshit, e declara que a atração sexual entre os seres humanos é impulsionada por uma força totalmente diferente: a busca pela sua imagem Divina, pelo seu eu quintessencial

A Torá descreve o homem como tendo sido originalmente criado como um ser com "dois-lados". "Macho e fêmea Ele o criou e Ele chamou seu nome: homem." D’us então dividiu esta criatura em duas, e desde então, as metades divididas da imagem Divina procuram e anseiam uma pela outra.
Não são pessoa pela metade: o homem é uma personalidade completamente desenvolvida e a mulher é uma personalidade completamente desenvolvida. Mas há elementos em sua persona transcendental, em sua plenitude, que permanece incompleta se eles não encontram um ao outro.
Há alguma coisa faltando em cada um deles; eles foram certa vez parte de um todo maior. Para expressar em termos mais místicos, ou mais Divinos: eles estão realmente procurando tornar-se um só com D’us.

A raça humana é essencialmente uma entidade, uma singularidade macho-fêmea. Quando o homem e a mulher se juntam na união conjugal, recriam a imagem Divina na qual ambos foram formados como um.

Os ensinamentos da Cabalá vão um passo além, vendo a dinâmica macho/fêmea não apenas como dois sexos dentro de uma espécie. Segundo a Cabalá, estas são duas formas de energia que, na forma mais abstrata, são mencionadas como uma energia interna e uma energia projetora. A energia feminina e a energia masculina existem em cada homem e em cada mulher, e em toda parte da natureza.

Até a Divindade é às vezes descrita no feminino e às vezes no masculino. Contrário à percepção comum do D’us "patriarcal" da Torá, muitos dos atributos Divinos são femininos, como a Shechiná, que é a dimensão feminina da Divindade.

Portanto, o que temos aqui é uma divisão de duas energias, e uma ânsia e inclinação para se tornar um só todo. A raça humana foi criada à imagem de D’us, mas a raça humana é metade macho e metade fêmea, e por meio de sua união eles se tornam aquele todo maior, aquela Divina imagem que procura a união com D’us, que busca uma realidade mais elevada.

Esta é a alma da atração sexual. Esta atração, que se manifesta em muitas sensações físicas, desde o coração acelerado até a atração física por outra pessoa, é essencialmente a atração para se tornarem um todo completo, conectando-se à sua fonte em D’us. Não que eles tenham se desconectado por completo; mas conscientemente, as pessoas podem se afastar ao seu caminho individual narcisista, até egoísta. E aqui, há uma voz em você dizendo: eu anseio por algo maior. Quando um homem está fisicamente atraído por uma mulher, ou uma mulher por um homem, isso pode parecer algo muito biológico, mas sob uma perspectiva judaica, da Torá, é apenas uma manifestação física de uma atração espiritual bastante profunda.

Isso não equivale a dizer que o conceito de sexualidade da Torá não está intrinsecamente ligado ao objetivo de criar uma nova vida. Com certeza está. Porém a perpetuação da espécie não é o único fim de nossa sexualidade. Ao contrário: a natureza Divina de nossa sexualidade – o fato de que a união do macho e fêmea completa a Divina imagem na qual eles foram criados – é isso que nos dá o poder de trazer vida ao mundo.

Portanto, há algo Divino sobre a união em si. Isso está refletido na Halachá (Lei da Torá), que amplia a santidade do casamento também a circunstâncias em que a geração de descendentes não é uma possibilidade (como é o caso de um homem e/ou mulher que estão além da idade reprodutiva, ou são fisicamente incapazes de gerar filhos). Se a sexualidade fosse simplesmente o mecanismo da procriação, alguém poderia perguntar: "Eu, sem a perpetuação da espécie, de que servem o casamento e a sexualidade? Apenas um prazer egoísta? Onde está a santidade?"

A resposta é sim, a sexualidade em si é sagrada. Homem e mulher se unindo num ato Divino, uma experiência Divina.

Fonte: www.chabad.org.br

Voz e sexo, tudo a ver

Estudo brasileiro mostra a importância da voz na atração sexual e comprova que os homens com fala bonita têm mais chances na hora da conquista.

Uma lenda chinesa conta que um mandarim, em busca do grande amor, convidou sua eleita para um chá. A decepção, assim que a jovem abriu a boca, foi inevitável. ''Posso suportar uma mulher que não seja bela. Jamais uma que tenha voz semelhante ao som dos gansos'', teria dito.

O conto ancestral se repete no resultado de um estudo realizado pelo coordenador de pesquisas do Instituto Brasileiro de Sexologia, o ginecologista Amaury Mendes Jr. Durante um ano, o médico filmou e gravou as sessões de terapia com o consentimento de seus pacientes. Depois avaliou uma a uma, para saber que relação havia entre os problemas sexuais e a voz: ''Minhas suspeitas se confirmaram. Quando uma pessoa tem disfunções sexuais, acaba sofrendo uma baixa na auto-estima, o que se reflete imediatamente em sua voz. Ela gagueja, desafina, não tem clareza para falar e altera a modulação. Isso, óbvio, compromete qualquer conquista'', afirma o médico.

Para uma mulher, a voz de taquara rachada soa como trompete desafinado numa banda de metais, mas não chega a comprometer o andamento da música. Já para os homens, a voz titubeante, inesperadamente fina ou pouco firme representa definitiva interrupção da sinfonia antes mesmo da tentativa de execução. ''O homem se sente estimulado pela visão e, diante de um corpão violão, consegue deixar para segundo plano uma voz estridente ä e desagradável. Mas com a mulher acontece o contrário, porque os dois sentidos que mais a estimulam são a audição e o toque. Como o homem não pode sair acariciando impunemente, é o som de sua voz a arma mais poderosa que tem para conquistar a mulher desejada.''

Casos de homens que seduzem - ou decepcionam - em função da voz são comuns. De um lado estão os incontestavelmente belos como o ator Fábio Assunção, que, na pele de crápula ou herói, conquista mulheres de todas as idades com sua fala aveludada, grave e bem firme. De outro, os não menos bonitos, como Erik Marmo, que, ao emitir sons, metem a língua no meio dos dentes, fazem pausas pouco seguras, são homens com voz de menino. ''O timbre, a impostação e até a modulação da voz revelam a personalidade, a conduta e o comportamento de seu dono. Não há como um jovem imaturo ter uma voz firme, assim como é impossível para as adolescentes falar pausadamente, sem dar gritinhos'', diz o doutor Amaury.

De acordo com um estudo publicado na revista científica Evolution and Human Behavior, a voz é um fator determinante na Teoria da Evolução das Espécies. Depois de pedir a 146 jovens de ambos os sexos que classificassem vozes de acordo com seu nível de sedução, pesquisadores identificaram que as mais sedutoras correspondiam às pessoas consideradas mais bonitas. Em outras palavras, vozes que soam mais atraentes representam homens e mulheres de características físicas mais desejáveis ou, do ponto de vista científico, os melhores reprodutores.PODEROSO

Além de belo, Fábio Assunção tem uma voz aveludada, grave e tão firme que lhe permite até brincar de cantor

Mas as constatações acima não devem levar ao desespero aqueles que têm voz esganiçada, titubeante, atropelada ou pouco convincente. Afinal, para toda Gisele Bündchen, que fala como boa parte das garotas recém-saídas da puberdade, há sempre um Leonardo DiCaprio, que costuma fazer exclamações desafinadas, alvo de piadas em toda Hollywood. No entanto, para quem quer alterar o som da própria vida, é bom saber que timbre, altura e modulação são passíveis de mudança, desde que haja persistência. Uma prova disso são os cursos sempre lotados de Reinaldo Polito, especialista em expressão verbal e autor de mais de uma dezena de livros sobre o assunto, o último deles - Como Falar Corretamente e Sem Inibições - na 105° edição: ''O nervosismo deixa a voz enroscada na garganta e cada frase é pronunciada com dificuldade. Respirar profundamente é um truque básico para modular a voz, sem desafinar na entonação'', ensina do alto do púlpito em que subiu para ajudar muita gente a impostar e aveludar a voz. A atriz Juliana Paes não é sua aluna. Mas a moça, que sonha trilhar a carreira de cantora, arranjou um professor. Sua recente aparição no programa do Faustão cantando revela uma voz que nem de longe lembra os gritos irritantes da Jaqueline Joy em Celebridade.

Diferenças entre sexos

Confira as novas descobertas

Homens de voz grossa têm mais chances com as mulheres?

A mulher precisa ser convencida a fazer sexo. Uma voz grossa e bem modulada ajuda a formatar melhor esse convite.

Que tipo de voz feminina atrai os homens?

A voz mais doce e aveludada da mulher em fase reprodutiva, ou seja, entre a primeira menstruação e a menopausa. Parece meio animal, e é. O homem percebe, pela voz, que a mulher está produzindo estrogênios e sente-se atraído por isso.

Dicas para melhorar a voz

Brinque de AEIOU e pronuncie alto e prolongadamente cada vogal

A : faz os pulmões se abrir
E: massageia o pescoço
I: faz a laringe vibrar
O: transmite vibrações até os órgãos genitais
U: equilibra as funções do abdome

Mastigue gengibre

Limpa a garganta e ajuda a ''varrer'' as impurezas da saliva, deixando a voz mais clara e compreensível

Não fume

A nicotina engrossa a saliva, que acaba absorvendo impurezas e provocando pigarro, uma verdadeira barreira para a bela voz

Fonte: revistaepoca.globo.com


Descubra porque homens e mulheres tem cheiros diferentes


É o suor e sua interação com os hormônios, mas a questão – que encerra uma das chaves da atração sexual – envolve uma química mais complexa. O cheiro masculino, por exemplo, é mais intenso devido aos homens terem mais pêlos, que estimulam tanto a produção de suor quanto de odor. Já o aroma feminino característico concentra-se na região genital, por causa da sua lubrificação constante e do fato de o interior da vagina ser mais ácido, para proteger a mucosa. Além disso, existe grande concentração de glândulas sudoríparas na virilha e na vulva. O papel principal nessa história toda é justamente dessas glândulas produtoras do suor. Existem dois tipos: écrinas e apócrinas. As primeiras soltam um líquido que serve apenas para resfriar o corpo. Já as apócrinas liberam uma secreção leitosa, que é a verdadeira responsável pelos cheiros do corpo humano.

“Essa secreção, que tem a função de manter a pele hidratada e contém gordura, é um alimento rico para as bactérias, que se aproveitam do calor e da umidade de certas regiões do corpo para proliferar, causando cheiros fortes”, afirma o dermatologista Luís Antônio Torezan, de São Paulo. O odor feminino também é atribuído aos chamados ácidos alifáticos, substâncias gordurosas presentes no suor e na secreção vaginal. Estudos comprovaram que esses ácidos são uma forte isca sexual entre os primatas. Um exemplo divertido é a famosa carta de Napoleão Bonaparte à sua amada Josephine, avisando que chegaria do campo de batalha em poucos dias e pedindo para ela parar de se banhar, para deixar bem concentrado seu aroma natural. Mas o mais incrível nesse setor da bioquímica erótica são os feromônios, hormônios que produzem aromas que não são percebidos conscientemente, mas que, no mundo animal, regulam a atração que leva ao acasalamento.

Entre os humanos, fatores sociais e culturais pesam mais que os feromônios, mas eles não deixam de ter efeitos curiosos: mulheres que dormem ao lado de um homem tendem a menstruar e ovular mais regularmente; ao mesmo tempo em que, neste homem, a barba cresce mais rápido.

1. As glândulas sudoríparas se dividem em écrinas e apócrinas. As écrinas produzem um líquido incolor e inodoro, cuja composição é 99% água, que serve basicamente para resfriar o corpo – por isso, são uniformemente espalhadas por toda a nossa pele

2. O líquido leitoso produzido pelas glândulas apócrinas é levado naturalmente para o folículo piloso (base do pêlo) – por isso, regiões do corpo com mais pêlos costumam ter cheiro mais forte. Os feromônios, hormônios aromáticos que regulam a atração sexual, também são liberados por essas glândulas

3. Diferentemente das écrinas, a maioria das glândulas apócrinas se concentra nas axilas, no rosto, nos mamilos, na genitália e no ânus. Elas liberam uma secreção leitosa, formada por açúcares, gordura, proteínas e amônia – combinação que é um prato cheio para as bactérias, cuja proliferação é a verdadeira responsável pelo cheiro típico do suor

DE MENINO A HOMEM
Os testículos produzem testosterona, o hormônio sexual masculino. É ele que, na puberdade, faz a voz ficar grave, a massa muscular aumentar e os pêlos crescerem. Nessa fase, as glândulas apócrinas (veja acima) também se desenvolvem – o que acontece igualmente nas mulheres, mesmo sem testosterona

DE MENINA A MULHER
Os ovários produzem progesterona, o hormônio sexual feminino. É ele que, na puberdade, faz crescer seios e pêlos e desencadeia a menstruação. Nessa fase, o progesterona avisa o cérebro de que pode iniciar a produção de feromônios, os hormônios aromáticos que atuam na atração sexual. Nos homens, isso também acontece, mesmo sem progesterona.

TPM


Dicas para evitar inchaço e ansiedade durante a TPM

Nos dias que antecedem a menstruação nosso nível de serotonina (molécula responsável pela comunicação entre as células e fundamental para a percepção/avaliação do ambiente que nos cerca) se reduz e o resultado são mulheres ansiosas a beira e um ataque de nervos.
Essa ansiedade fora do comum se reflete no nosso bem-estar já que nos sentimos mais inchadas do que o normal e tendemos a comer alimentos cheios de açúcar para tentar compensar essa falta orgânica.
Para passar pela TPM sem os temidos quilos extras e equilibradas emocionalmente podemos adotar alguns hábitos como, por exemplo, fazer algum exercício físico que diminui o inchaço e principalmente a vontade de comer doce.
Se essa vontade de doces for incontrolável, coma alimentos menos calóricos e mais saudáveis que uma barra de chocolate; iogurtes, frutas e até chicletes sem açúcar valem. Cereais também sustentam a sensação de saciedade por muito mais tempo.
Com a menstruação, nossos níveis de magnésio também se reduzem, assim que aproveite para comer alimentos ricos dele como os legumes e peixes.
Evite cigarro, assim como substancias estimulantes como a cafeína e refrigerantes.
Fonte: En Plenitud

Livre-se da TPM de acordo com a sua idade
Veja o que fazer em cada fase para dar fim à tensão pré-menstrual de uma vez por todas


Ansiedade, choro, dor de cabeça, inchaço, gula, raiva de tudo e de todos. Esses são os sintomas típicos da tensão pré-menstrual (TPM), que dura em média seis dias. É o tempo suficiente para infernizar sua vida e a do marido, filhos, chefe e quem mais estiver por perto.

De cada cinco mulheres, quatro têm ou já tiveram sintomas da TPM. “Os sinais surgem quando os hormônios femininos entram em desequilíbrio. É isso que causa as dores e os problemas emocionais”, explica o ginecologista Carlos Petta, coordenador de uma pesquisa sobre TPM na
Universidade Estadual de Campinas.

Os tratamentos dependem da intensidade dos sintomas. “Indicamos anticoncepcionais e antidepressivos quando os sintomas são mais emocionais. Nos casos leves, apenas exercícios e alimentação saudável — com menos sal, chocolate e álcool”, esclarece o médico.

Problema tem solução

A apresentadora Ana Hickmann aderiu ao implante subcutâneo para interromper a menstruação e se livrar dos sintomas. “Meu humor melhorou”, contou a apresentadora. A TPM se manifesta de maneiras diferentes em cada fase da vida. Veja o que fazer em cada idade para se livrar dela de uma vez por todas.

Na adolescência
A TPM pode surgir dois anos após a primeira menstruação

O mau humor da TPM é confundido com a rebeldia das adolescentes. Leve sua filha ao ginecologista — só ele poderá diagnosticá-la e indicar o tratamento adequado.

. Evite lanches fast-food e refrigerantes durante esse período.
. Coma menos chocolates e doces.
. Batata, milho, pães, massas, arroz integral, barrinhas de cereais e granola ajudam a manter o bom humor.
. Consuma cálcio, presente em alimentos como leite, queijo, iogurte, couve e brócolis. Esse mineral diminui . nervosismo, a retenção de líquidos e as dores nas mamas.
. Pratique esportes ou caminhe. Atividades físicas ajudam a aliviar a tensão.
. Se você sofre ou já sofreu de TPM, sua filha tem metade de chance de padecer do mesmo mal. Porém, alguns sintomas podem ser diferentes.
. Mostre a ela como e quando surgem os sinais da TPM. Deixe claro que a menstruação não é um castigo — nem a TPM, pois tem tratamento.

Na fase adulta
Para a maioria das mulheres, a TPM começa entre os 20 e os 40 anos

Devido à sobrecarga física e mental, os sintomas da TPM podem até piorar! Não é fácil conciliar trabalho, maternidade e atividades domésticas, não é mesmo?

. Consuma fontes de vitamina B6: arroz integral, aveia, batata e banana. Ela combate enjoo, nervosismo, dores de cabeça e irritabilidade.
. Beba muita água. Oito a 12 copos por dia são capazes de aliviar a retenção de líquido no corpo.
. Aumente o consumo de alimentos diuréticos, como alface, pepino, tomate, salsinha, melancia, melão e abacaxi.
. Tome chás de camomila, erva-cidreira e melissa, que acalmam os ânimos.
. Consuma menos carne vermelha.
. Faça muito amor. Essa ótima atividade física libera endorfina, que dá sensação de bem-estar e acalma as dores.
. Uma em cada 20 mulheres sofre de um tipo mais grave de TPM, o transtorno disfórico pré-menstrual. Os sintomas de depressão, ansiedade e irritabilidade são tão intensos que podem incapacitar a mulher para as tarefas cotidianas. Nesses casos, o médico indica antidepressivos com fluoxetina, que agem na química do cérebro para reequilibrar o humor.
. Pílulas anticoncepcionais podem diminuir até metade dos sintomas da TPM. As mais modernas, como a pílula de drospirenona, devem ser tomadas ao longo de 24 dias do mês e controlam melhor o sobe e desce dos hormônios.

Na maturidade
Após os 40, os sintomas se agravam

Nessa fase os hormônios são produzidos emmenor quantidade. Com o fim da ovulação, os sintomas da TPM podem piorar e os cuidados devem ser redobrados.

. Prepare os alimentos com pouco sal e evite bebidas alcoólicas e café.
. A sensação de cansaço pode ser amenizada com alimentação fracionada ao longo do dia em três refeições principais, intercalada com três pequenos lanches.
. Sardinha, sementes de linhaça, sementes de gergelim, iogurte, leite e couve são boas fontes de ácidos graxos. Esses alimentos combatem o mau humor e as dores nas mamas.
. Sessões de acupuntura podem diminuir a irritação.
. Exercícios físicos são muito importantes. Faça caminhadas, ioga ou alongamento diariamente.
. Nozes, castanhas, azeite de oliva, óleos de soja, de girassol e de milho, feijão, ovo, soja, brócolis, espinafre e cereais são boas fontes de vitamina E. Ela alivia as cólicas, as dores de cabeça e as dores nas mamas.
. Pergunte ao seu médico sobre a possibilidade de tomar suplementos vitamínicos. Magnésio, vitamina B6 e cálcio são eficazes na redução dos sintomas da TPM.

5 maneiras de sobreviver
Passe pela TPM da melhor forma possível

1. A TPM está chegando?
Avise seu marido, seus filhos e suas amigas. Assim, eles podem perdoar uma briga à toa e não vão se assustar com uma crise repentina de choro e desânimo.

2. Planeje o seu mês
Tente não deixar as atividades mais complicadas e importantes para os dias de TPM.

3. Está se sentindo gorda?
Então, esqueça a blusa justinha e o jeans apertado. Batas e vestidos soltinhos vão deixar você em paz com a autoestima.

4. Suba na balança antes e depois de ficar menstruada
Isso mostra quanto de líquido você acumula na TPM e evita o estresse com um possível aumento de peso. Depois da menstruação, tudo volta ao normal.

5. Reflita
Palavras duras ditas durante a TPM podem marcar um relacionamento. Pense duas vezes antes de falar.


O fim da menstruação

Muitas mulheres sonham em suspender a menstruação, mas médicos alertam para o efeitos colaterais

Vantagens

. Acaba com a TPM
. Previne endometriose
. Protege contra câncer

Desvantagens

. Enfraquece os ossos
. Pode dar infarto
. Causa varizes

Métodos

. Pílula de uso contínuo
Você toma os comprimidos todos os dias, sem dar intervalo entre os ciclos.

. Implante subcutâneo
É feito um furinho no braço (com anestesia local) para inserir o implante. Ele lança no sangue substitutos à progesterona, que fazem o cérebro parar de estimular o ovário. Preço: R$ 700

. DIU de plástico
É colocado na cavidade uterina e libera pequenas doses do hormônio levonorgestrel. Dura cinco anos. Preço: R$ 600


Nota pessoal:
Nunca havia sentido isso, de um tempo pra cá tenho percebido que estou tendo crises de TPM.
É estranho mas real... Achava mesmo que era frescura quando ouvia falar disso, mas infelizmente agora sei que é real. O pior de tudo é que só agora aos 47 anos vim experimentar uma crise de TPM.kkkk Acho graça sim, pq a maioria das pessoas tem a tal crise na adolescência. Só comigo mesmo podia acontecer de iniciar a tal crise, quando devia iniciar a menopausa.kkkk. Pra mim está sendo uma experiencia inovadora. kkkkkk
Peço para meus filhos e marido terem muita paciência comigo nessa época. Pois fico muito sensível e carente. Ainda bem que passa.....

MENSTRUAR OU NÃO?


Eis a questão...

Avanços científicos sempre foram intimamente ligados e até responsáveis pelas grandes revoluções comportamentais de nossa história. A pílula anticoncepcional é um caso clássico dessa relação entre ciência e comportamento social. Seu aparecimento nos anos 70 teve papel fundamental nos movimentos de emancipação feminina e de liberação sexual que mudaram o mundo.

Quatro décadas se passaram, e as pílulas se desenvolveram tanto quanto a mulher e seu papel na sociedade. De verdadeiras bombas hormonais, as pílulas evoluíram a ponto de hoje em dia se encontrar opções que tratam de cólicas, do sangramento em excesso e até da TPM.

Dentre os novos e sofisticados métodos contraceptivos, os que estão causando polêmica e merecem uma maior reflexão são os medicamentos que anulam a menstruação.

Após conquistar a possibilidade de não engravidar, a mulher pode hoje também não menstruar: é tudo uma questão de opção.

Segundo a Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), em cerca de 30% a 40% das mulheres que usam esses anticoncepcionais, a menstruação continua em menor número, ou ocorrem sangramentos irregulares, dependendo do método utilizado.

Diante de tal tipo de escolha, a melhor saída é a informação. As principais dúvidas dizem respeito aos possíveis danos físicos e psicológicos de se não menstruar, assim como o funcionamento e eficácia de tais métodos. Ainda não há consenso entre os médicos especialistas sobre o uso prolongado desses remédios hormonais. Por isso, a posição da Febrasgo é que nenhum dos medicamentos que encerra a menstruação pode ser usado sem indicação médica.

A seguir, uma entrevista com o Coordenador do Setor Integrado de Reprodução Humana do Depto de Ginecologia da Unifesp – Escola Paulista de Medicina (Universidade Federal de São Paulo), Dr Vilmon de Freitas.

É fato que o ciclo reprodutivo feminino vem sofrendo alterações ao longo da evolução humana. Como antigamente a mulher passava bom tempo de sua vida em gestação, era bem comum não menstruar. Pesquisas revelam que no início do século 19, as mulheres menstruavam de 30 a 40 vezes durante sua vida. Hoje, são mais de 400 ciclos menstruais. Afinal, o que há de verdade nas teses que afirmam que o organismo feminino não está apto a ter tantos ciclos menstruais? É verdade que o aumento do número de casos de câncer de mama está relacionado à grande quantidade de ciclos menstruais que a mulher tem nos dias de hoje? Passar uma vida inteira menstruando faz mal?

A mãe natureza quando pôs a mulher na terra foi com o intuito de que ela reproduzisse o que é importante para a manutenção da espécie. Desta forma, ela nunca iria imaginar que chegaria um dia em que suas filhas fossem fazer parte do mercado de trabalho atuando como jornalistas, advogadas, médicas, entre outras profissões. Para tanto, tiveram que renunciar a maternidade na hora apropriada, ou seja, por volta dos 17, 18 anos, fase da vida na qual têm maior potencial reprodutivo. Ora, se antigamente os casais se uniam para ter filhos, muitos filhos, quase que seguidamente, e a mulher era chamada "dona de casa" e, além dos afazeres domésticos, criava e educava a prole. Hoje, ah hoje! Além de se casarem mais tarde, a última coisa que o casal quer são os filhos. E, quando os têm, é somente um ou dois no máximo. Portanto, a gestação "fora de época", isto é, mais tarde (após 30 anos) permite a pessoa ter muitos ciclos menstruais. Muitas recorrem ao uso prolongado de pílulas, e tudo isto levou, seguramente, ao aumento do câncer da mama em aproximadamente quatro vezes. Existem trabalhos científicos, epidemiológicos, que mostram este fato.

Para finalizar, devo informar que muita menstruação (ovulações) também predispõe ao câncer de ovário, entidade rara, mas mortal.

Você costuma indicar a suas pacientes remédios que inibem a menstruação? Se sim, quais remédios desse tipo você confia mais?

Em algumas situações sim. Por exemplo: paciente com endometriose; a cada ciclo menstrual a doença avança. Então é importante a suspensão do sangramento mensal. Neste sentido, as pílulas são excelentes. Obviamente, é necessário acompanhamento médico por causa de possíveis efeitos adversos que os hormônios que compõem o comprimido podem provocar. Aliás, as pílulas anticoncepcionais têm mais de 40 anos de uso, portanto são os fármacos mais estudados que existem, além do baixo custo.

Pessoas que levam uma vida sedentária, fumam e bebem com freqüência podem tomar pílula normalmente? É comum se falar que nesses casos, o risco de derrame é muito grande.

Faltou você acrescentar idade acima de 30 anos. Ah, realmente, é um perigo, já que os hormônios exercem impacto sobre o sistema de coagulação.

O ato de não menstruar pode não fazer mal à saúde, mas e à cabeça feminina?

É escolha pessoal. O fato da a pessoa menstruar regularmente mostra que a saúde vai bem. Isto espelha a função reprodutiva, evidencia que as glândulas estão com bom funcionamento. Agora, alterações emocionais, depressão, estresse, podem fazer cessar as menstruações. Sem menstruar, a mulher não tem como analisar sua saúde. Neste sentido, é importante a visita ao médico para um diagnóstico correto.

Fonte: delas.ig.com.br


Todos os dias no meu consultório escuto dúvidas com relação a menstruação: “nunca vem no dia certo, será que sou desregulada?” “Nos primeiros dois dias desce bastante sangue e às vezes com pedaços, no terceiro vem bem menos e no quarto quase não sai nada. É normal?” “E se eu ficar sem menstruar? Tem algum problema?” Pronto! Esta é uma das grandes dúvidas feminina: menstruar ou não menstruar? Eis a questão!

Antes de mais nada, vale a pena lembrar que a menstruação é um processo natural do corpo feminino e indica que naquele mês a mulher não engravidou.

Mas, por mais que seja natural, para algumas mulheres este pode ser um período muito incômodo. Nos dias de hoje, grande parte das mulheres leva uma vida bem corrida: casa-trabalho-família e quando sobra um tempinho para passear, ir a praia... é ótimo! Imagina estar menstruada nestas horas? E quando aquele cara que você está de olho há um tempão te chama pra sair e você está naqueles dias? E para completar, cheia de cólicas e TPM? Que situação!

Isto sem falar naquelas mulheres que realmente precisam ficar sem menstruar, como por exemplo, as que estão em tratamento para endometriose.

Estas e tantas outras situações podem servir de motivo para uma consulta com o ginecologista para saber quais são as alternativas disponíveis para quem quer se livrar temporariamente da menstruação.

Existem diversos medicamentos que podem provocar a suspensão da menstruação, mas os mais utilizados para este fim são os métodos anticoncepcionais que contém somente um tipo de hormônio: a progesterona.

As injeções trimestrais, a minipílula, o DIU medicado com hormônio (Mirena) e o implante colocado debaixo da pele (Implanon) são exemplos. A suspensão da menstruação é um efeito esperado para quem usa estes métodos.

As pílulas anticoncepcionais combinadas, que contém estrogênio e progesterona, também têm sido usadas para suspender ou atrasar a menstruação.

Muitas mulheres “emendam” uma cartela na outra sem dar intervalos. Apesar de não ser prejudicial à saúde e nem diminuir a eficácia do método, estas mulheres podem ter mais sangramentos de escape, aquele tipo “fora de hora”.

Todos estes métodos são muito seguros e têm vantagens e desvantagens. Entretanto devem ser sempre utilizados sob recomendação médica, pois não são livres de contra-indicações. Se não forem bem indicados, aí sim, podem trazer danos à saúde da mulher!

Existe uma crença popular que diz que se a mulher não menstruar, pode ficar maluca, pois o sangue “sobe para a cabeça”. É claro que isto não acontece, mas é importante estar atenta: em geral, ficar sem menstruar não traz riscos para a saúde da mulher e nem para o seu futuro reprodutivo, desde que ela esteja usando algum método que tenha este efeito! Se a mulher não usa nada e fica sem menstruar, é fundamental procurar ajuda médica, pois esta situação não é normal. Ela poderá estar grávida e não saber ou ter algum problema que precisa ser investigado e tratado.

Fonte: www.wmulher.com.br

Quando dizemos que uma mulher pode ficar sem menstruação ,nos dirigimos àquelas mulheres a quem o sangramento menstrual traz evidentes prejuízos. São as portadoras de doenças como: endometriose, anemia, miomas, tensão pré menstrual, menstruações abundantes, além de outras situações associadas à menstruação.

Mulheres que não apresentam problemas menstruais no presente, também podem se beneficiar com a ausência de sangramento e evitar a manifestação de uma doença grave no futuro.

Estas mulheres poderão ser prováveis candidatas a qualquer cirurgia de baixo ventre(pélvica) pois sabemos que durante a menstruação, levamos restos de tecido em decomposição, células vivas e possivelmente microor-ganismos para dentro do abdômen, que poderão provocar aderências e várias outras doenças, dentre as quais destacamos a endometriose, como uma das principais causas de dor pélvica e infertilidade nas mulheres.

Também podem deixar de menstruar, por períodos variáveis, as mulheres para quem menstruação é um incômodo.

É importante a consciência da dificuldade que representa modificar uma herança cultural que domina o comportamento da população há mais de 2000 anos, principalmente, nos países de 3º mundo onde a menstruação está associada à juventude e a feminilidade.

Podemos evitar a menstruação de várias formas. A mais radical consiste na retirada do útero e dos ovários. A simples histerectomia livra a mulher do sangramento menstrual e das cólicas, mas não da tensão pré menstrual. A retirada dos ovários ou castração, livra a mulher da tensão pré menstrual e do sangramento, mas traz a menopausa, que pode ser minimizada com a reposição hormonal, considerando, porém, eventuais dificuldades de adaptação aos hormônios. Uma alternativa menos radical é a ressecção do endométrio pela histeroscopia.

As alternativas menos radicais, são , sem dúvida, os tratamentos que inibem a ovulação. Podem ser utilizados com esse objetivo, os anticoncepcionais orais sem intervalo(tem a grande vantagem das mulheres menstruarem quando quiserem ou seja, com a simples interrupção das tomadas diárias) ou as injeções de medroxiprogeste-rona mensais ou trimestrais.

Os novos conhecimentos que afastam a idéia de que a ausência da menstruação é prejudicial a saúde da mulher , trazem uma luz àquelas mulheres para quem o sangramento repetido é um incômodo ou uma causa de sofrimento.

Fonte: www.austa.com.br

Menstruar ou não menstruar? Está aí uma dúvida cruel do universo feminino, já que, hoje, há diversas alternativas para suspender aqueles dias.

Todos os dias no meu consultório escuto dúvidas com relação à menstruação: "nunca vem no dia certo, será que sou desregulada?" "Nos primeiros dois dias desce bastante sangue e às vezes com pedaços, no terceiro vem bem menos e no quarto quase não sai nada. É normal?" "E se eu ficar sem menstruar? Tem algum problema?" Pronto! Esta é uma das grandes dúvidas feminina: menstruar ou não menstruar? Eis a questão!

Antes de mais nada, vale a pena lembrar que a menstruação é um processo natural do corpo feminino e indica que naquele mês a mulher não engravidou.

Mas, por mais que seja natural, para algumas mulheres este pode ser um período muito incômodo. Nos dias de hoje, grande parte das mulheres leva uma vida bem corrida: casa-trabalho-família e quando sobra um tempinho para passear, ir à praia... é ótimo! Imagina estar menstruada nestas horas? E quando aquele cara que você está de olho há um tempão te chama pra sair e você está naqueles dias? E, para completar, cheia de cólicas e TPM? Que situação!

Isto sem falar naquelas mulheres que realmente precisam ficar sem menstruar, como, por exemplo, as que estão em tratamento para endometriose. Estas e tantas outras situações podem servir de motivo para uma consulta com o ginecologista para saber quais são as alternativas disponíveis para quem quer se livrar temporariamente da menstruação.

Existem diversos medicamentos que podem provocar a suspensão da menstruação, mas os mais utilizados para este fim são os métodos anticoncepcionais que contêm somente um tipo de hormônio: a progesterona.

As injeções trimestrais, a minipílula, o DIU medicado com hormônio (Mirena) e o implante colocado debaixo da pele (Implanon) são exemplos. A suspensão da menstruação é um efeito esperado para quem usa estes métodos.

As pílulas anticoncepcionais combinadas, que contêm estrogênio e progesterona, também têm sido usadas para suspender ou atrasar a menstruação.

Muitas mulheres "emendam" uma cartela na outra sem dar intervalos. Apesar de não ser prejudicial à saúde e nem diminuir a eficácia do método, estas mulheres podem ter mais sangramentos de escape, aquele tipo "fora de hora".

Todos estes métodos são muito seguros e têm vantagens e desvantagens. Entretanto, devem ser sempre utilizados sob recomendação médica, pois não são livres de contra-indicações. Se não forem bem indicados, aí sim, podem trazer danos à saúde da mulher!

Existe uma crença popular que diz que se a mulher não menstruar, pode ficar maluca, pois o sangue "sobe para a cabeça". É claro que isto não acontece, mas é importante estar atenta: em geral, ficar sem menstruar não traz riscos para a saúde feminina e nem para o seu futuro reprodutivo, desde que ela esteja usando algum método que tenha este efeito! Se a mulher não usa nada e fica sem menstruar, é fundamental procurar ajuda médica, pois esta situação não é normal. Ela poderá estar grávida e não saber ou ter algum problema que precisa ser investigado e tratado.

Fonte: www.bolsademulher.com"Pílulas" modernas atraem quem não quer menstruar

Quatro décadas depois da revolução provocada pela pílula anticoncepcional, uma grande polêmica se inicia e promete modificar novamente os paradigmas em torno da vida reprodutiva feminina. Um número cada vez maior de mulheres quer informações sobre os novos contraceptivos de uso contínuo, que prometem acabar com os transtornos que a menstruação costuma acarretar -ou pelo menos, diminui-los-, como a tensão pré-menstrual (TPM), os sangramentos em excesso, as cólicas e as temíveis variaçõesde humor.

"Pelo menos uma cliente por dia me procura para obter mais informações sobre esses medicamentos", diz o ginecologista Eduardo Zlotnik, do hospital Albert Einstein. "Há um interesse crescente, particularmente no último ano, por causa do lançamento de novos produtos no Brasil, como os implantes subcutâneos e o dispositivo intra-uterino com hormônios", diz o chefe do setor de planejamento familiar do Hospital das Clínicas, Nilson Roberto de Mello.

Existe atualmente uma extensa gama de novos anticoncepcionais hormonais à disposição no mercado, o que possibilita individualizar os tratamentos de acordo com as necessidades e o estágio de vida da mulher. As novidades estão na forma de apresentação e de uso. Há implantes subcutâneos que liberam hormônios e podem ficar três anos seguidos no corpo e dispositivos intra-uterinos que "pingam" hormônio diretamente no útero, sem exigir troca por um período de até cinco anos.

Sobre a eficácia contraceptiva desses novos medicamentos, ela é próxima de 100%, principalmente os da categoria implante (subcutâneos e intra-uterinos), pois não exigem da mulher disciplina no modo de usar.

Já com relação à eficácia no combate aos incômodos mensais, há controvérsias. Ainda não existem estudos conclusivos no Brasil nem no exterior que garantam a eficiência desses medicamentos no combate aos efeitos indesejáveis da menstruação.

Também não há consenso entre os especialistas sobre possíveis males do uso contínuo desses hormônios no organismo feminino.

Os novos medicamentos jogam lenha na discussão sobre a importância ou não da menstruação para a saúde da mulher.

A fisiologia feminina vem sofrendo alterações ao longo da evolução da espécie humana. No início do século 19, as mulheres menstruavam de 30 a 40 vezes ao longo da vida. Hoje, são mais de 400 ciclos menstruais. No reino animal, fêmeas de poucas espécies ainda menstruam.

"A decisão de menstruar ou não é da mulher. O fato é que há um arsenal terapêutico muito grande, e já é possível resolver com mais eficiência problemas que incomodam as mulheres", afirma o médico Jarbas Magalhães, da Comissão Nacional de Anticoncepção da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Para a secretária Elizabeth Costa, 44, o implante representou um bem-estar que ela desconhecia. "Meu sangramento era exagerado, às vezes me impedia de sair de casa", diz. Já para a fisioterapeuta Silvia Waisman, há dois meses com o implante subcutâneo, sangrar não a incomoda. "Eu quero me ver livre da irritação, das cólicas e da enxaqueca que sinto antes de menstruar", diz ela, que também não vê problemas caso a menstruação seja totalmente interrompida.

"Não acredito em alguns mitos sobre a menstruação, como ser importante para "limpar" o corpo da mulher", diz Silvia.

A psicóloga Tânia Maria Soares Sonego, 37, usa uma pílula de uso contínuo há quatro meses. Usuária de anticoncepcionais orais desde os 23 anos, ela diz que, ao fazer as pausas após a ingestão de 21 comprimidos, sentia cólicas e enxaquecas que chegavam a provocar vômitos e outros desconfortos. "Os sintomas pioraram com a idade, e isso me fez optar pelo novo medicamento." Ela diz que não sente mais cólicas e quase não tem mais enxaqueca. Trocou de médico para usar o novo produto, pois o anterior não era favorável. "Agora vou partir para o implante, assim não tenho de lembrar de tomar comprimidos. Você põe e esquece."

Em estudo desenvolvido recentemente na Holanda com mais de 300 mulheres e publicado na "New Scientist", cerca de 70% daquelas entre 15 e 50 anos gostariam de ter seus ciclos mais longos: menos do que uma vez por mês. Dentre elas, a maioria preferiria ciclos a cada três meses ou nunca.

Mas há médicos que defendem a posição de menos interferência nos processos naturais do organismo. "Na idade fértil, querem que a mulher não menstrue. Quando chega a menopausa, indicam hormônios para manter o sangramento. Mas é preciso entender que, embora os remédios hormonais sejam muito mais seguros hoje em dia, todos apresentam algum tipo de risco. Não se pode vender a idéia de que finalmente apareceu uma solução mágica", pondera a ginecologista Juraci Ghiaroni, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O Centro de Apoio à Mulher com TPM do Hospital das Clínicas de São Paulo está realizando um trabalho de pesquisa inédito no Brasil e no exterior com medicamentos que interferem na menstruação de pacientes que sofrem de TPM intensa e desejam eliminar os sintomas.

"Queremos esclarecer cientificamente as vantagens ou desvantagens dos diferentes métodos, seu modo de ação no aparelho reprodutor e no restante do organismo feminino", explica a coordenadora do centro, a médica Mara Diegoli. Os resultados sairão num prazo de seis meses a um ano.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

CÓLICA MENSTRUAL


Cólica Menstrual ou Dismenorréia

Cólica menstrual é o sintoma normal que acompanha a menstruação.

Também é chamada de dismenorréia e afeta 50% das mulheres em idade fertil.

Juntamente com a Tensão Pré-Menstrual é uma das principais queixas das mulheres, responsável por perda de dias inteiros de estudo ou trabalho.

Ao contrário do que se pensava antigamente a cólica menstrual tem tratamentos muito eficazes que melhoram muito a qualidade de vida da mulher nestes dias.

Sintomas da Cólica Menstrual

O principal sintoma é a dor no baixo ventre ou na barriga e em algumas mulheres a dor parece vir das costas para a frente.

É uma dor em cólica ou seja vai e volta.

Costuma aparecer algumas horas antes ou junto com a menstruação.

Geralmente toda a região do abdomem fica dolorida e pode ser acompanhada de sintomas gerais como:

1. Enjoos
2. Diarréia
3. Vômitos
4. Cansaço
5. Dor de cabeça
6. Nervosismo
7. Vertigem e até mesmo desmaios.

Dismenorréia Primária

É a cólica normal ou fisiológica e atinge perto de 50 % das mulheres.

Costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.

Para se entender o mecanismo da cólica é preciso entender o que é a menstruação.

A menstruação é a limpeza da camada interna do útero que foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma gravidez.

O organismo feminino para evitar uma perda excessiva de sangue que acompanha esta limpeza faz com que o útero se contraia.

Quem realiza este processo é uma substância chamada prostaglandina que também é responsável pela dor.

Portanto a Dismenorréia Primária é uma condição normal do ciclo menstrual de algumas mulheres.

Dismenorréia Secundária

Já na dismenorréia secundária existe uma causa para a dor. Uma característica é que ela não aparece logo após o início da menstruação mas geralmente após alguns anos ou após algum fato.

Entre as causas mais comuns de dismenorréia secundária estão:

1. Alterações nos ovários.
2. Alterações no útero.
3. Endometriose.
4. Hímen sem orifício para sair a menstruação.
5. Uso de Diu.
6. Miomas.
7. Malformações Uterinas.
8. Doença Inflamatória Pélvica.

É imprescindivel a consulta a um(a) médico(a) ginecologista para estabelecer a causa da dor e o tratamento.

Tratamento

O tratamento da dismenorréia primária é a base de antiinflamatórios não-esteróides (AINEs). Estes medicamentos bloqueiam as prostaglandinas e portanto bloqueiam a dor.

É muito importante que eles sejam tomados logo ao primeiro sinal de menstruação ou dor, o que vier primeiro, para evitar a formação das prostaglandinas.

Apesar de muitos eficazes, alguns grupos de antiinflamatórios podem atacar o estômago e intestinos mas já existem grupos onde este efeito é minimizado.

No caso da dismenorréia secundária também os (AINEs) podem ser utilizados, mas é importante que a causa da cólica seja estabelecida para se fazer o tratamento eficaz.

Uma medicação que também pode ser usada é a pílula anticoncepcional.

Fonte: www.gineco.com.br


Uma visitante mensal mais do que INCÔMODA

A menstruação é um episódio comum na vida da mulher. Inicia-se ao redor dos 12 a 13 anos de idade e continua até a menopausa, que ocorre, entre as brasileiras, na faixa dos 47 aos 52 anos.

Considera-se normal o aparecimento de cólicas de intensidade leve, com duração de um a dois dias, no início ou pouco antes da menstruação. Esse sintoma é comum na maioria das mulheres, atingindo mais de 50% delas, e em 10%, a cólica é intensa. A cólica menstrual é denominada dismenorréia, palavra derivada do grego, que significa menstruação difícil.

ORIGEM DO PROBLEMA

A cólica menstrual pode ter início logo após a primeira menstruação. Um dos principais motivos é a presença de substâncias chamadas prostaglandinas, que são produzidas pelo útero. Quando aparecem em quantidade acima do normal, provocam contrações uterinas muito intensas (cólicas), semelhantes às dores do parto. Essa reação depende exclusivamente do organismo de cada mulher.

Por outro lado, algumas afecções ginecológicas, que normalmente ocorrem em mulheres adultas, podem ser a causa de fortes cólicas menstruais, tais como tumores do útero ou do ovário e infecções ginecológicas, bem como o uso do DIU (Dispositivo Intra-Uterino), que é usado para evitar a gravidez.

Como se pode ver, a cólica menstrual apresenta vários aspectos que justificam acompanhamento médico mais constante.

LAR E TRABALHO

Dor de cabeça, enjôo, vômitos, diarréia, dores na parte inferior das costas, dores nas pernas, fadiga, nervosismo e tontura. Essa é a extensa lista de sintomas que acompanham a cólica menstrual. As conseqüências são óbvias para o dia-a-dia da mulher: atrapalham a sua rotina de trabalho e interferem na sua qualidade de vida.

Segundo pesquisas realizadas em todo o mundo, cerca de 10% das mulheres com cólica menstrual ficam incapacitadas temporariamente para as suas atividades durante um ou dois dias no mês. Algumas delas, embora compareçam ao local de trabalho, apresentam produtividade abaixo da média.

Em termos de produtividade, isso significa milhões de horas de trabalho perdidas; em termos econômicos, perda de bilhões de dólares ao ano. Também não se deve esquecer que outras mulheres faltarão às aulas, prejudicando o seu rendimento escolar.

A cólica menstrual pode trazer perturbações psicológicas, principalmente no período pré-menstrual (do ponto de vista clínico, é a chamada Síndrome da TPM - Tensão Pré-Menstrual). Essa reação possui diversos componentes orgânicos e psicológicos, de interpretação complexa.

O certo é que esse período que antecede a menstruação caracteriza-se por forte carga de ansiedade e pode causar impactos emocionais nas relações conjugais, familiares e profissionais.

Recentemente, a imprensa divulgou pesquisa realizada por uma universidade americana, mostrando que parte significativa de mulheres que cometeram assassinato de seus maridos, companheiros ou namorados estavam passando por crises típicas de TPM.

TRATAMENTO ATUALIZADO

Para aliviar ou eliminar as dores que surgem durante a crise de cólica menstrual, os médicos recomendam repouso, dieta leve, aplicação de bolsa de água quente no abdome e uso de analgésicos e outros medicamentos, em especial antiinflamatórios.

Além dessas recomendações, os médicos também sugerem outras ações preventivas, tais como a prática de atividade física, ginástica, lazer, psicoterapia de apoio e a conscientização da paciente de que não se trata de uma doença grave, mas de uma condição facilmente controlável.

Atualmente, o melhor tratamento para controlar as dores da cólica menstrual é o uso de antiinflamatórios de nova geração, há pouco tempo lançados no mercado. Eles têm uma grande vantagem em relação aos antiinflamatórios tradicionais: o seu uso não causa efeitos colaterais no aparelho digestivo, praticamente eliminando sintomas gástricos.

Esse é um dos principais problemas enfrentados pelas mulheres. O uso contínuo de antiinflamatórios tradicionais pode provocar efeitos colaterais desagradáveis, às vezes muito intensos, principalmente no aparelho digestivo. Enjôo, vômitos, dores e sangramento no estômago, gastrite e úlcera gástrica podem aparecer durante o tratamento.

Essa nova geração de produtos antiinflamatórios, mostrou resultados muito eficazes no tratamento da cólica menstrual. Por meio de rígido controle científico, foram feitos estudos comparativos entre a nova geração de antiinflamatórios e os antiinflamatórios tradicionais.

Ao que tudo indica, já foi encontrada uma solução eficaz, com mínimos efeitos colaterais, para reduzir as dores da cólica menstrual, mas, para que o tratamento seja bem-sucedido, o acompanhamento de um médico é fundamental. Só assim a mulher terá condições para enfrentar os próximos desafios do século XXI sem se preocupar com essa visitante mensal incômoda, a cólica menstrual.

Fonte: www.msd-brazil.com

A cólica menstrual também é chamada de dismenorréia. A maioria das mulheres sente cólicas menstruais em algum período de suas vidas. Elas podem variar de leves a severas. Também podem diferir mês a mês, ano a ano. A dor sentida durante a cólica menstrual pode ser acompanhada de dor nas costas, fadiga, vômitos, diarréia e dores de cabeça. Pode ser intensificada pelo inchaço pré-menstrual ( retenção de água ).

Causas

Existem dois tipos de cólica menstrual - primária e secundária. A primária geralmente ocorre em mulheres que recém começaram a menstruar, e pode desaparecer ou se tornar mais leve quando a mulher atinge a idade de 23-25 anos ou quando dá à luz ( o parto estira o útero ). Acredita-se que as cólicas menstruais chamada de prostaglandinas são compostos químicos que existem naturalmente no corpo. Algumas prostaglandinas promovem a contração dos músculos do útero.

A dismenorréia ocorre com menor freqüência em mulheres que não ovulam. Por este motivo, os anticoncepcionais orais (pílulas) diminuem as cólicas em 70-80% das mulheres que o tomam. Quando o uso da pílula é interrompido, a mulher geralmente volta a ter o mesmo nível de cólica que tinha anteriormente.

A dismenorréia secundária ocorre em conseqüência de outras alterações do sistema reprodutor, como os miomas, endometriose, cistos de ovário e, raramente, câncer. O DIU ( dispositivo intra-uterino ) também pode provocar cólicas, principalmente se a mulher nunca tiver tido filhos. A exceção é o DIU que libera pequenas quantidades de progesterona dentro do útero, o que ajuda a diminuir a cólica e o fluxo de sangue durante a menstruação.

Perguntas a fazer

Suas menstruações têm sido especialmente dolorosas após colocação do DIU?

Sim: Vá ao Médico

Você tem algum sinal de infecção, febre e saída de secreção com odor ruim da vagina? Você tem fezes enegrecidas ou com sangue?

Sim: Vá ao Médico

Para mulheres ainda capazes de dar à luz: Você teve uma menstruação mais abundante do que o normal ou a sua menstruação está mais de 1 semana atrasada?

Sim: Vá ao Médico

A dor é intensa? Você costuma ter menstruações com cólicas há anos mas agora passou a sentir cólicas mais severas?

Sim: Vá ao Médico

Você continua sentindo cólica, mesmo após o final da menstruação?

Sim: Vá ao Médico

Não: Use Autocuidado

Dicas de autocuidado

Durante a menstruação, tome ibuprofeno ou naxopreno de sódio conforme orientação da bula, para diminuir a dor e inibir a liberação das prostaglandinas. O acetaminofen diminui a dor, mas não as prostaglandinas. A maioria dos medicamentos para cólica do mercado contém acetaminofen. Leia os rótulos. ( Veja "Analgésicos" em "Farmácia em Casa" ).

Beba uma xícara de chá comum, de camomila ou de menta, quente.

Coloque uma bolsa de água quente ou bolsa térmica sobre o abdome ou sobre as costas.

Tome um banho quente.

Massageie delicadamente o seu abdome.

Faça exercícios leves como: alongamento, yoga, caminhada ou andar de bicicleta.

O exercício pode aumentar o fluxo de sangue e reduzir a dor pélvica.

Repouse bastante e evite situações estressantes.

Para controle da natalidade, considere a possibilidade de usar pílula, pois esta bloqueia a produção de prostaglandinas, ou o DIU com progesterona, que diminui a cólica menstrual.

Pergunte ao seu médico sobre a indicação e necessidade de suplementação de vitamina B6.

Se após adotar as medidas acima, você continuar sentindo dor, procure o seu médico.

IMPORTANTE

Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.

Fonte: www.lincx.com.br



"A cólica menstrual é uma das principais queixas das mulheres nos consultórios ginecológicos, atingindo cerca da metade das mulheres em idade fértil, e muitas vezes prejudicam a realização das tarefas do dia a dia. Também chamada de dismenorréia, pode ser primária, quando não há uma causa orgânica, ou secundária, quando é causada por alguma doença. Existem tratamentos e medidas bastante eficazes, mas devem ser realizados no momento certo para um alívio efetivo da dor".

Introdução

Quase 50% das mulheres, em idade fértil, apresenta cólica menstrual, e em cerca de 10 a 15% a dor chega a interferir nas atividades diárias. Juntamente com a tensão pré-menstrual é uma das principais queixas das mulheres, responsáveis por faltas ao trabalho ou escola.

Ela pode ser primária, quando não existe nenhuma patologia orgânica, ou secundária a algum outro problema que afeta a mulher.

Dismenorréia primária

A dismenorréia primária, também, conhecida como cólica fisiológica, é a mais comum das dismenorréias. Embora possa ocorrer em mulheres acima de 40 anos, é mais comum em jovens. Costuma aparecer um a dois anos após a primeira menstruação.

A menstruação é uma limpeza da camada interna do útero, que foi preparada durante o ciclo menstrual, para receber uma possível gravidez. Para se evitar uma perda muito grande de sangue, o organismo faz com que o útero se contraia. Esse processo de contração é realizado por uma substância chamada prostaglandina, que também é responsável pela dor. Portanto, para combater a dor torna-se importante bloquear a produção de prostaglandinas.

Portanto, a dismenorréia primária é uma condição normal do ciclo menstrual de algumas mulheres.

A dor pode ser branda, causando desconforto ou sensação de peso, moderada, levando a um mal-estar, ou muito intensa, incapacitando a mulher de realizar suas atividades habituais. Geralmente tem início poucas horas antes ou logo após o começo do período menstrual e localiza-se freqüentemente no baixo-ventre, ou seja, abaixo do umbigo. Quando não tratada, a cólica menstrual pode durar até dois ou três dias.

As cólicas podem surgir durante o período pré-menstrual. Porém, antes da menstruação ela é considerada um sintoma da tensão pré-menstrual.

Além da dor em cólica, podem ocorrer outros sintomas e manifestações associadas, como náuseas, diarréia, vômitos, dor nas costas, cansaço, nervosismo, tonteira, dor de cabeça e até desmaio.

Dismenorréia secundária

Dismenorréia secundária é a cólica menstrual devido a alguma doença que afeta a mulher. Diferentemente da dismenorréia primária, ela não aparece logo após o início da menstruação e sim, geralmente alguns anos após a primeira menstruação ou após algum fato.

Quando a mulher apresenta cólica menstrual com essas características é preciso averiguar a presença de doenças ou condições ginecológicas e não-ginecológicas, que possam estar causando a dor.

Dentre as causas ginecológicas mais comuns de dismenorréia secundária estão:

Alteração nos ovários
Alterações no útero
Endometriose
Hímen sem orifício para sair a menstruação
Uso de DIU (dispositivo intra-uterino)
Miomas (tumor benigno do útero)
Malformações uterinas
Doença inflamatória pélvica
Cistos
Pólipos
Existem ainda muitas outras causas que podem levar à dismenorréia secundária. É imprescindível a consulta a um médico ginecologista para esclarecer a causa da dor e estabelecer o tratamento.

Tratamento

Ao contrário do que se pensava antigamente, existem tratamentos muito eficazes para a cólica menstrual, que melhoram muito a qualidade de vida das mulheres nesse período.

O tratamento da dismenorréia primária é à base de antiinflamatórios não-esteróides (AINES). Estes medicamentos bloqueiam as prostaglandinas e, portanto bloqueiam a dor.

Um efeito colateral comum dos AINES são as lesões do estômago e intestinos, mas já existem antiinflamatórios em que esse efeito é minimizado.

É muito importante que eles sejam tomados logo aos primeiros sinais de menstruação ou dor, para evitar a formação das prostaglandinas, e deve ser repetido a intervalos suficientes para evitar a nova formação das prostaglandinas. Assim, seu efeito será mais rápido e eficaz.

Medicamentos antiespasmódicos também podem ser usados para diminuir as contrações do útero e assim, diminuir a dor.

Outras medidas também podem ser iniciadas alguns dias antes do período menstrual, para prevenir o aparecimento da cólica ou aliviar a dor. Entre elas estão o uso de compressas de água quente no local, e a prática de exercícios físicos, como caminhada e andar de bicicleta.

Em certos casos de dismenorréia primária pode ser útil o uso de anticoncepcionais hormonais, seguindo sempre a orientação médica.

No caso da dismenorréia secundária os AINES também podem ser utilizados para o alívio da dor, mas é importante que a causa da cólica seja conhecida para a realização de um tratamento efetivo e cura da doença. O uso de compressas de água quente e as atividades físicas também podem contribuir para o alívio das crises.

Fonte: bibliomed.uol.com.br

Ciclo menstrual é o período que vai de uma menstruação a outra. Este período varia de mulher para mulher e na mesma mulher também.

Ciclos regulares são os que têm a mesma duração, com freqüência semelhante, ou seja, de 22/22 dias ou de 38/38 dias.

Essa diferença nos períodos não representa anormalidade.

A primeira menstruação é chamada de menarca. A partir de então, podem levar alguns meses ou até dois anos para que os ciclos sejam regulares em adolescentes, pois o ovário quando inicia suas funções o faz de maneira incompleta, podendo precisar de até 2 anos para atuar em sua total integridade.

Por isso, não se deve tratar ciclos irregulares em adolescentes que menstruaram pela primeira vez. Da mesma forma, ciclos curtos, freqüentes ou longos, só devem ser tratados quando se estenderem além de 38 dias ou durarem menos de 22 dias.

A duração do fluxo da menstruação é variável podendo ir de 2 até 6 dias. Fluxos superiores a estes dias merecem investigação, lembrando que distúrbios hormonais, presença de DIU, miomas uterinos, entre outros detalhes, podem determinar fluxos prolongados.

A menstruação pode ser acompanhada de uma série muito diversificada de sintomas, como dores nas mamas com aumento de volume, acne, cólicas, também chamadas de dismenorréias que podem ser pré-menstruais ou menstruais. Tudo isso é normal.

No período menstrual, a mulher perde cerca de 150 ml de sangue, aproximadamente 3 a 4 absorventes por dia o que não compromete o estado de saúde da mulher.

Na gravidez não ocorre menstruação. Todo sangramento na gravidez tem um sinal importante para o médico avaliar, mas nunca será menstruação.

No período de aleitamento natural, cerca de 70% das mulheres não menstrua mas, isso não significa que não engravide.

Há, também, muita superstição sobre o comportamento da mulher durante o período menstrual. Dizem essas superstições que mulher menstruada não pode tomar banho de chuveiro, não pode lavar a cabeça que o sangue vai para a cabeça, que dor de cabeça é sinal de que o sangue subiu à cabeça, etc., etc., etc. Nada disso é verdadeiro. Ao contrário! A higiene da mulher neste período deve ser maior! O sangue acumulado na vagina, quando em contato com ar elimina um odor desagradável. Além disso, os riscos de infecção vulvo-vaginal são maiores, pois a acidez genital diminui, o que facilita o crescimento de germes.

O mesmo acontece com os exercícios. Muitas mulheres deixam de fazer ginástica nestes dias, quando deveriam continuar normalmente a se exercitar, pois cólicas e dores nos membros inferiores podem ser aliviados com a ginástica.

É recomendável adotar uma dieta com pouco sal, começando um pouco antes e indo até alguns dias depois do período menstrual. Isso porque há grande probabilidade de retenção de líquidos, o que pode causar aumento das mamas e do abdômen.

Algumas mulheres relatam o aparecimento de uma pele que acompanha o fluxo. A menstruação é a descamação do epitélio interno do útero, ou seja, o endométrio que se descama e com isto o sangramento as vezes traz esses fragmentos de tecidos. Nada para se alarmar.

Toda mulher deve observar e conhecer bem o seu ciclo. Anotar o início e a duração. Isto vai ajudar o médico a orientá-la não só nos tratamentos, mas também para evitar ou programar a gravidez.

Mas, lembre-se: Nada Substitui uma Consulta!

Fonte: www.mulherdeclasse.com.br

Dismenorréia

Puxa vida, acaba de passar um mês e lá vem ela de novo!

Em todas as populações femininas a estatística é de que mais de 50 % das mulheres apresentam dismenorréia em maior ou menor intensidade, sendo que 10% apresentam-se com dor incapacitante para as atividades (habitualmente no 1º e 2º dias do ciclo menstrual).

A palavra “dismenorréia” tem origem do grego, que significa "dificuldade no escoamento do fluxo menstrual".

Há algumas pacientes que apresentam sintomas adicionais, tais como: náuseas, vômitos, mal estar, tonturas, dor lombar (costas), cefaléias (dor de cabeça), diarréias, desmaios, dor nas mamas, quadros depressivos.

Para se entender o mecanismo da cólica é preciso entender o que é a menstruação.A menstruação é a limpeza da camada interna do útero que foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma gravidez.

O organismo feminino para evitar uma perda excessiva de sangue que acompanha esta limpeza faz com que o útero se contraia.

Quem realiza este processo é uma substância chamada prostaglandina que também é responsável pela dor.

A dismenorréia é dividida em dois grupos:

Dismenorréia primária

É a cólica normal ou fisiológica, costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.

Dismenorréia secundária

A dismenorréia secundária ocorre em conseqüência de outras alterações do sistema reprodutor, como os miomas, endometriose, cistos de ovário e, raramente, câncer. O DIU (dispositivo intra-uterino) também pode provocar cólicas, principalmente se na mulher que teve filhos. A exceção é o DIU que libera pequenas quantidades de progesterona dentro do útero, o que ajuda a diminuir a cólica e o fluxo de sangue durante a menstruação.

Diante deste quadro clinico partimos para pesquisar a causa:

1- Anamnese (história) da paciente, idade, periodicidade, ciclos regulares ou irregulares, duração etc

2- Investigar através de exames:

Ultra-sonografia (para descartar cistos de ovários, pólipos malformações uterinas, miomas, etc).

Histeroscopia.(examinar o canal cervical e cavidade uterina).

Hoje em dia, nada justifica que as mulheres continuem apresentando dismenorréia intensa e incapacitante, pois é possível fazer o diagnóstico e há tratamento clínico eficaz.Nos casos em que se faz necessário a intervenção cirúrgica deve-se optar pelo melhor caminho possível.

Fonte: www.wmulher.com.br

UMA INCÔMODA VISITANTE MENSAL

A menstruação é um episódio comum na vida da mulher. Inicia-se ao redor dos 12 a 13 anos de idade e continua até a menopausa, que ocorre, entre as brasileiras, na faixa dos 47 aos 52 anos.

No início ou pouco antes do período menstrual, é considerado normal o aparecimento de cólicas de intensidade leve, que geralmente duram de um a dois dias.

Esse sintoma comum atinge mais de 50% das mulheres, e em cerca de 10% delas, a cólica é intensa.

ORIGEM

A cólica menstrual (ou dismenorréia) pode ter início logo após a primeira menstruação, e um dos principais motivos é a presença de substâncias chamadas prostaglandinas (produzidas pelo útero) que, quando aparecem em quantidade acima do normal, provocam contrações uterinas muito intensas (cólicas), semelhantes às dores do parto.

Além dessa causa, algumas afecções ginecológicas (tumores do útero, infecções ginecológicas, uso de DIU (Dispositivo Intra-Uterino usado para evitar a gravidez etc.), que normalmente ocorrem em mulheres adultas, também podem causar fortes cólicas menstruais.

Como se pode observar, a cólica menstrual pode ter várias origens; portanto, um constante acompanhamento médico é fundamental.

SINTOMAS E REAÇÕES

Os sintomas mais comuns que acompanham as cólicas menstruais são dores de cabeça, enjôos, vômitos, diarréias, dores na parte inferior das costas, dores nas pernas, fadiga, nervosismo e tontura.

As conseqüências são óbvias para o dia-a-dia da mulher: atrapalham sua rotina de trabalho e interferem na sua qualidade de vida.

Segundo pesquisas realizadas em todo o mundo, cerca de 10% das mulheres que sofrem com cólicas menstruais ficam incapacitadas temporariamente para as suas atividades durante um ou dois dias no mês. Algumas delas, embora compareçam ao local de trabalho, apresentam produtividade abaixo da média.

A cólica menstrual pode trazer perturbações psicológicas, principalmente no período pré-menstrual (síndrome da TPM - Tensão Pré-Menstrual): forte ansiedade e impactos emocionais nas relações conjugais, familiares e profissionais.

TRATAMENTO

Para aliviar ou eliminar as dores que surgem durante a crise de cólica menstrual, os médicos recomendam repouso, dietas leves, aplicação de bolsa de água quente no abdômen e uso de analgésicos e outros medicamentos antiinflamatórios.

Além dessas recomendações, também é aconselhável a adoção de ações preventivas, tais como a prática de atividade física, ginástica, lazer, psicoterapia de apoio e a conscientização da paciente de que não se trata de uma doença grave, mas de uma condição facilmente controlável.

Atualmente, o melhor tratamento para controlar as dores da cólica menstrual é o uso de antiinflamatórios de nova geração. Eles têm uma grande vantagem em relação aos antiinflamatórios tradicionais: o seu uso não causa efeitos colaterais no aparelho digestivo, praticamente eliminando os problemas gástricos tão comuns pelo uso contínuo dos antiinflamatórios tradicionais.

Ao que tudo indica, essa solução eficaz, com mínimos efeitos colaterais, pode reduzir as cólicas menstruais; mas, para que o tratamento seja bem sucedido, não esqueça: o acompanhamento de um médico é necessário.

Fonte: www.saudeinformacoes.com.br

Queixa freqüente entre as mulheres, a cólica menstrual pode ser evitada com a prática de exercícios e alimentação adequada

A dismenorréia, popularmente conhecida como cólica menstrual, é um problema que costuma incomodar muitas mulheres. Em alguns casos, chega a impedir o desenvolvimento das atividades habituais, podendo ser motivo até de faltas na escola ou no trabalho.

É importante saber que a dismenorréia é um assunto que merece atendimento médico. Procure o seu ginecologista, para que ele possa avaliar o problema e prescrever o tratamento mais eficaz.

E veja algumas informações

A dismenorréia pode atingir mulheres em qualquer faixa de idade reprodutiva.

A principal característica é uma dor abdominal baixa, geralmente em cólica, que costuma começar algumas horas antes ou concomitantemente à menstruação, podendo durar de horas a dias.
A dor pode irradiar para a região lombar e para as coxas, sendo mais intensa geralmente no primeiro dia da menstruação.

Em boa parte dos casos, a dor pode ser acompanhada por outros sintomas, a exemplo de:

náuseas
vômitos
fadiga
nervosismo
cefaléia
sudorese
vertigem
lombalgia
diarréia, etc
A dismenorréia pode ser classificada como primária ou secundária. A primária caracteriza-se pela ausência de doença pélvica que justifique os sintomas. Já a dismenorréia secundária está associada a alguma doença pélvica que pode ser responsável pela dor menstrual. As causas mais frequentes são: endometriose, miomas, doença inflamatória pélvica etc.

É muito importante que a mulher que tem dismenorréia consulte o ginecologista para que seja feita uma avaliação adequada. O processo de diagnóstico pode incluir exame físico e ginecológico, e podem ser solicitados também exames complementares.

O tratamento da dismenorréia pode incluir diferentes abordagens, a depender de cada caso. Entre as possibilidades estão medicamentos, como antiinflamatórios, e tratamento hormonal.

Mas atenção

NUNCA utilize medicamentos por conta própria! É essencial que haja orientação, prescrição e acompanhamento médico do tratamento.

E veja algumas dicas que podem ajudar

praticar atividade física regularmente (com orientação médica)
manter alimentação rica em proteínas e vitaminas, sem excesso de gordura, álcool, cafeína e sal
eliminar o cigarro
A educação e a informação são essenciais, em todas as fases da vida da mulher. Conhecer o significado da menstruação, saber a forma como ocorrem os ciclos menstruais e seus sintomas associados - tudo isso é de grande importância. Quanto mais a mulher conhece o seu corpo, melhor ela aprende a cuidar de si e da sua saúde!

E não se esqueça

Consulte regularmente o ginecologista, mesmo que não tenha qualquer sintoma. A consulta periódica é de grande importância para a prevenção e a detecção precoce de eventuais problemas. É, portanto, uma atitude preciosa para o cuidado com a sua saúde global.

Fonte: www.saudebrasilnet.com.br

A menstruação é um episódio comum na vida da mulher. Inicia-se ao redor dos 12 a 13 anos de idade e continua até a menopausa, que ocorre, entre as brasileiras, na faixa dos 47 aos 52 anos.

Considera-se normal o aparecimento de cólicas de intensidade leve, com duração de um a dois dias, no início ou pouco antes da menstruação. Esse sintoma é comum na maioria das mulheres, atingindo mais de 50% delas, e em 10%, a cólica é intensa. A cólica menstrual é denominada dismenorréia, palavra derivada do grego, que significa menstruação difícil.

ORIGEM DO PROBLEMA

A cólica menstrual pode ter início logo após a primeira menstruação. Um dos principais motivos é a presença de substâncias chamadas prostaglandinas, que são produzidas pelo útero. Quando aparecem em quantidade acima do normal, provocam contrações uterinas muito intensas (cólicas), semelhantes às dores do parto. Essa reação depende exclusivamente do organismo de cada mulher.

Por outro lado, algumas afecções ginecológicas, que normalmente ocorrem em mulheres adultas, podem ser a causa de fortes cólicas menstruais, tais como tumores do útero ou do ovário e infecções ginecológicas, bem como o uso do DIU (Dispositivo Intra-Uterino), que é usado para evitar a gravidez.

Como se pode ver, a cólica menstrual apresenta vários aspectos que justificam acompanhamento médico mais constante.

LAR E TRABALHO

Dor de cabeça, enjôo, vômitos, diarréia, dores na parte inferior das costas, dores nas pernas, fadiga, nervosismo e tontura. Essa é a extensa lista de sintomas que acompanham a cólica menstrual. As conseqüências são óbvias para o dia-a-dia da mulher: atrapalham a sua rotina de trabalho e interferem na sua qualidade de vida.

Segundo pesquisas realizadas em todo o mundo, cerca de 10% das mulheres com cólica menstrual ficam incapacitadas temporariamente para as suas atividades durante um ou dois dias no mês. Algumas delas, embora compareçam ao local de trabalho, apresentam produtividade abaixo da média.

Em termos de produtividade, isso significa milhões de horas de trabalho perdidas; em termos econômicos, perda de bilhões de dólares ao ano. Também não se deve esquecer que outras mulheres faltarão às aulas, prejudicando o seu rendimento escolar.

A cólica menstrual pode trazer perturbações psicológicas, principalmente no período pré-menstrual (do ponto de vista clínico, é a chamada Síndrome da TPM - Tensão Pré-Menstrual). Essa reação possui diversos componentes orgânicos e psicológicos, de interpretação complexa.
O certo é que esse período que antecede a menstruação caracteriza-se por forte carga de ansiedade e pode causar impactos emocionais nas relações conjugais, familiares e profissionais.

Recentemente, a imprensa divulgou pesquisa realizada por uma universidade americana, mostrando que parte significativa de mulheres que cometeram assassinato de seus maridos, companheiros ou namorados estavam passando por crises típicas de TPM.

TRATAMENTO ATUALIZADO

Para aliviar ou eliminar as dores que surgem durante a crise de cólica menstrual, os médicos recomendam repouso, dieta leve, aplicação de bolsa de água quente no abdome e uso de analgésicos e outros medicamentos, em especial antiinflamatórios.

Além dessas recomendações, os médicos também sugerem outras ações preventivas, tais como a prática de atividade física, ginástica, lazer, psicoterapia de apoio e a conscientização da paciente de que não se trata de uma doença grave, mas de uma condição facilmente controlável.

Atualmente, o melhor tratamento para controlar as dores da cólica menstrual é o uso de antiinflamatórios de nova geração, há pouco tempo lançados no mercado. Eles têm uma grande vantagem em relação aos antiinflamatórios tradicionais: o seu uso não causa efeitos colaterais no aparelho digestivo, praticamente eliminando sintomas gástricos.

Esse é um dos principais problemas enfrentados pelas mulheres. O uso contínuo de antiinflamatórios tradicionais pode provocar efeitos colaterais desagradáveis, às vezes muito intensos, principalmente no aparelho digestivo. Enjôo, vômitos, dores e sangramento no estômago, gastrite e úlcera gástrica podem aparecer durante o tratamento.

Essa nova geração de produtos antiinflamatórios, com destaque para o rofecoxib, lançado recentemente no Brasil e nos Estados Unidos, onde foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), mostrou resultados muito eficazes no tratamento da cólica menstrual. Por meio de rígido controle científico, foram feitos estudos comparativos entre a nova geração de antiinflamatórios e os antiinflamatórios tradicionais.

Ao que tudo indica, já foi encontrada uma solução eficaz, com mínimos efeitos colaterais, para reduzir as dores da cólica menstrual, mas, para que o tratamento seja bem-sucedido, o acompanhamento de um médico é fundamental. Só assim a mulher terá condições para enfrentar os próximos desafios do século XXI sem se preocupar com essa visitante mensal incômoda, a cólica menstrual.

Fonte: www.site.araraquara.com.br



Medicamentos

A cólica menstrual ou dismenorréia primária é um problema que atinge cerca de 50% das mulheres jovens, em todo o país.

Deste percentual, 10% sofre de cólica intensa, ficando com sua produtividade reduzida ou incapacitadas para o trabalho, por um ou mais dias, no mês, acarretando perda de milhões de horas de trabalho, e prejuízos econômicos de bilhões de dólares ao ano. Em geral, não é causada por doenças ginecológicas e sim por substâncias chamadas prostaglandinas, produzidas pela camada interna do útero, que, nesse caso, produz um volume mais do que o habitual.

Por esse motivo são causadas contrações uterinas muito fortes, semelhantes às do parto. Doenças ginecológicas, tais como, tumores uterinos ou ovarianos, infecções na área ginecológica, ou uso do dispositivo intra-uterino (DIU) também podem desencadear o aparecimento da cólica.

Além dos problemas físicos, a cólica menstrual também pode trazer perturbações psicológicas à mulher, principalmente no período pré-menstrual, devido a ansiedade da próxima menstruação. Em muitos casos, é comum que surjam problemas conjugais, familiares e profissionais. Quando a dor é intensa, precisa ser tratada, relata o médico.

O tratamento pode ser realizado durante a crise de cólica, simplesmente para aliviar a dor. Para isso, lança-se mão de repouso, dieta leve, aplicação de bolsa de água quente no abdômen, uso de analgésicos e medicamentos para cólicas, principalmente antiinflamatórios.

N. Moore e colaboradores, farmacêuticos, da Universidade de Bordeaux, na França, realizaram um estudo comparativo dos efeitos colaterais gástricos dos antiinflamatórios usados para dores articulares, e em outros tipos de dor como a cólica menstrual.

Foram usados o paracetamol, aspirina ou ibuprofeno para as dores freqüentes no dia a dia em uma clínica geral. Foram avaliados 8.633 pessoas, sendo que os fatores de risco como mais problemas gastro-intestinais, do que nos pacientes que tomavam esses medicamentos para dores articulares, foram para cólica menstrual - 0,4 (variando de 0,2-0,7); dor de garganta - 0,6 (variando de 0,5-0,8); gripe - 0,7 (0,6-0,8); dor de cabeça - 0,8 (0,7-1,0). É bom lembrar que quando esses índices estão abaixo de 1, como os citados anteriormente, o efeito é pequeno. Mas os autores observaram que quando os antiinflamatórios são usados juntos com outros medicamentos, os fatores de risco dobram, com o perigo de dar uma perturbação digestiva 2,2; (variando de1,6 a 2,9); dependendo se tomam junto 1,2,3 outros medicamentos associados, e também se o paciente já teve anteriormente úlcera.

Fonte: ram.uol.com.br

O QUE É

Dismenorréia é o termo usado pelos médicos para designar a cólica menstrual, um problema ginecológico que afeta metade das mulheres em idade fértil. A palavra, de origem grega, significa menstruação difícil Existem dois tipos de cólica menstrual: a dismenorréia primária e a secundária. Em 80% dos casos a cólica menstrual está associada à dismenorréia primária e se manifesta um a dois anos após a primeira menstruação (menarca).

O QUE CAUSA A DISMENORRÉIA

A dismenorréia primária é provocada por aumento da produção de substâncias chamadas prostaglandinas, pela camada que reveste o útero, denominada endométrio. A prostaglandina é uma substância hormonal produzida a partir do estímulo da progesterona, o hormônio que predomina na segunda fase do ciclo reprodutivo feminino, depois que ocorre a ovulação.

O excesso de prostaglandinas durante o período menstrual provoca fortes contrações do útero, que é um músculo. Ao contrair-se o útero pressiona os vasos sanguíneos à sua volta, dificultando o suprimento de oxigênio aos tecidos e a dor é resultado da falta de oxigênio em partes do útero. O excesso de prostaglandina afeta outros órgãos e é por isso que a cólica menstrual é freqüentemente acompanhada de sintomas como dor de cabeça, dor nas costas, náusea e vômito, tontura e diarréia.

AS CAUSAS DA DISMENORRÉIA SECUNDÁRIA

Aparece associada a algum distúrbio nos órgãos reprodutivos femininos -- ovários, anexos uterinos ou no próprio útero. As principais condições que podem dar origem à dismenorréia secundária são:

Endometriose -- doença que leva à proliferação do tecido endometrial
Mioma - espécie de tumor benigno que cresce dentro do útero
Doença inflamatória pélvica -- infecção causada por bactéria que começa dentro do útero e pode se espalhar pelos anexos desse órgão como trompas e ovários

OS PRINCIPAIS SINTOMAS DAS DISMENORRÉIAS

Além da dor, que pode ser intensa, também podem ocorrer os seguintes desconfortos:

náusea
diarréia
vômito
dor na região lombar e do sacro, com irradiação para as coxas
fadiga
nervosismo
tontura
dor de cabeça (cefaléia)
desmaio ou síncope (esta ocorrência, em particular, é bem rara)

Fonte: www2.uol.com.br


Nota pessoal;
Sempre sofri muito com cólica menstual....
Quando casei iniciei o tratamento com anticoncepcional e desde então meu sofrimento acabou. Nunca mais precisei ser socorrida em hospitais com medicamentos fortes e perder o dia acamada abraçada em uma bolsa de agua quente por conta de cólicas. Depois do nascimento de meu primeiro filho então, as cólicas passaram por completo. Nunca mais sofri com isso. Hoje 21 anos depois...kkkk Já não sofro desse mal. Mas me lembro muito bem do sofrimento que passei com elas e não desejo isso a ninguém.