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"O Segredo da vitória, em todos os setores da vida, permanece na arte de aprender,imaginar,esperar e fazer mais um pouco."
( Chico Xavier - ditado por André Luiz )

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

DIA NACIONAL DA ABREUGRAFIA




O dia 4 de janeiro, dia do nascimento de Manoel Dias de Abreu, foi instituído como o dia nacional da abreugrafia em homenagem ao saudoso médico radiologista, nascido no ano de 1892 em São Paulo.

O criador do exame (daí o termo abreugrafia) tornou-se mundialmente conhecido após o desenvolvimento do método diagnóstico e pela sua constante luta contra tuberculose.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Manoel Dias de Abreu foi o inventor da abreugrafia que revolucionou o diagnóstico e tratamento da tuberculose, através de um método de diagnóstico coletivo e o primeiro no mundo a falar sobre Densitometria Pulmonar.

O papel social da ciência era algo claro para Abreu: "No valor da ciência, está o valor da vida; fora da vida, a ciência não tem amenor finalidade". Abreu escreveu poesias e trabalhos em filosofia, além de inovar em outras áreas fora da medicina, como em hidráulica. Em Manuel de Abreu, observa Barros Vidal, lampejava "esse gênio de múltiplas formas, que fazia a grandez do sábio, alimentava a inspiração do poeta e dava originalidade e profundeza ao filósofo".

Não raro se encontra o poeta e o cientista como no momento em que descreve a emoção que experimentou ao contemplar os primeiros resultados daquilo que perseguia com tenacidade por anos: "no fime revelado estavam as primeiras fluorografias; olhei-as longamente; eram flores para mim, eram pássaros, cantavam um canto matinal que me extasiava".Manoel de Abreu foi o terceiro filho do casal Júlio Antunes de Abreu, português da província do Minho, e Mercedes da Rocha Dias, natural de Sorocaba. Nasceu em São Paulo a 4 de janeiro de 1892. Diplomou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1913 e defendeu tese de doutoramento intitulada "Natureza Pobre", relativa à influência do clima tropical sobre a civilização, em julho de 1914. Nesse mesmo ano, deixa o Brasil acompanhado de seus pais, seu irmão Júlio Antunes de Abreu Júnior e sua irmã Mercedes Dias de Abreu, com destino à Europa, a fim de aperfeiçoar-se nos hospitais de Paris. A primeira Grande Guerra obriga-os a desembarcar e permanecer em Lisboa até o início do ano de 1915 quando, enfim, a família Abreu chega à capital da França. Seu primeiro contato com a medicina francesa foi no "Nouvel Hôpital de la Pitié", mais precisamente, no serviço do professor Gaston Lion. Encarregado de fotografar peças cirúrgicas, Manoel de Abreu demonstra engenhosidade e constrói um dispositivo especial para obter fotografias da mucosa gástrica. Além do aparelho, Abreu tem a idéia de mergulhar as peças a serem fotografadas, na água, visando à uniformização da superfície faiscante.Uma das primeiras radiografias feitas por RöntgenFoi entre as paredes do Hôtel-Dieu, no ano de 1916, que o jovem brasileiro despertou para os encantos da emergente radiografia, especialidade criada por Roentgen em 1895, cerca de vinte anos antes. Uma das mais espetaculares e influentes invenções, o aparelho de radiografia, inventado pelo físico alemão Wilhelm Röntgen, em 1895, revolucionou a medicina ao permitir que os médicos obtivessem imagens não invasivas do corpo dos pacientes, ou seja, sem precisar abri-los. Milhares de diagnósticos se tornaram possíveis, desde fraturas até tumores, úlceras e distúrbios das veias e artérias.Mas até os tempos de Abreu, os médicos não utilizavam radiografias com fins de diagnósticos, confiando apenas no método de percussão e auscultação, com uso de estetoscópio. Radiografias chegavam a ser utilizadas com fins de diversão. A primeira radiografia foi realizada no Brasil em 1896. A primazia é disputada por vários pesquisadores: Silva Ramos, em São Paulo; Francisco Pereira Neves, no Rio de Janeiro; Alfredo Brito, na Bahia e físicos do Pará. Como a história não relata dia e mês, conclui-se que as diferenças cronológicas sejam muito pequenas. Em 1897 um rico comerciante de Recife, capital de Pernambuco, importou um aparelho para fazer, em suas festas, radioscopias das mãos das senhoras da Sociedade local.No seu livro, o doutor Itazil dos Santos narra com rara felicidade o fascínio que causou em Manoel de Abreu, em 1916, o inesperado diagnóstico radiológico de tuberculose em doente cujo exame propedêutico clínico, realizado pelo chefe do Serviço, o professor Gilbert, nada havia revelado de anormal: "Feita a chapa, Abreu levou-a -ainda molhada e prêsa aos grampos com os quais deveria voltar à solução fixadora,- a seu mestre....Tomando a chapa nas mãos, Gilbert suspendeu-a em face da janela, para examiná-la por transparência...Não pôde esconder mais do que a sua surprêsa, o seu espanto, ante o quadro que se lhe deparava aos olhos, de uma tuberculose avançada, complicada de piopneumotórax....aquela contradição entre o achado clínico e o achado radiológico era resultante da transição que experimentavam os conhecimentos médicos na ocasião...a radiologia ensaiava seus primeiros passos...para êle, Abreu, aquela contradição chocante, entre a estetacústica e a radiologia, teve uma grande significação." Esse acontecimento provavelmente contribuiu para que o jovem médico brasileiro se inclinasse definitivamente para a radiologia.O professor Gilbert viria a aproximar Manoel de Abreu da promissora especialidade ao confiar-lhe a chefia do Laboratório Central de Radiologia do Hôtel-Dieu, ocupando o posto do Dr. Guilleminot, afastado para servir na Grande Guerra. Guilleminot relata a Abreu suas pesquisas em radiocinematografia indireta, assinalando que seu êxito definitivo dependeria de obter ecrans de maior fluorescência (as imagens não tinham muita definição), emulsões fotográficas mais sensíveis e objetivas de abertura maior. Não pensava Abreu ainda na fluorografia, na fotografia do ecran como solução para o exame coletivo "Há certas criações do pensamento que somente se realizam numa encruzilhada. No caso da fluorografia em massa, a idéia nasceu do encontro da fotografia da imagem fluorescente e do diagnóstico das afecções toráxicas. Quando ambos atingiram a plenitude no meu pensamento, eu teria encontrado a chave do recenseamento em massa das populações"O terceiro nosocômio que freqüentou em Paris foi o Hospital Laennec , desta vez como assistente do professor Maingot. Lá, aperfeiçoou-se na radiologia pulmonar e desenvolveu a densimetria, isto é, a mensuração das diferentes densidades. O tom, a densidade, a tonalidade das sombras ou imagens, não haviam sido ainda devidamente valorizados. Não haviam sido ainda convenientemente pesados como elementos de apreciação das mesmas. Coube a Abreu o mérito de salientar a importância da tonalidade da sombra pulmonar, como um elemento indispensável à própria caracterização da imagem radiológica. Ao invés de termos vagos, imprecisos, para exprimir as diferentes nuances de tonalidades das sombras, dever-se-ia fazer a mensuração delas e exprimi-las em graus.

Para tanto utiliza o cm3 de água como unidade densimétrica, como elemento de comparação, pela razão de que água apresenta uma opacidade quase idêntica à dos tecidos orgânicos. Faz então a mensuração da densidade por dois modos: servindo-se de um dispositivo contendo uma sequência de lâminas de prata correspondente, densimetricamente, a uma gradação de 1 a 30 cm3 de água. desse dispositivo, ajustado sobre o tórax, obtinham-se simultaneamente, ao fazer a radiografia do paciente, as imagens a ele correspondentes. Por comparação da tonalidade da sombra radiológica em questão com aquela projetada pela escala de lâminas de prata, fazia a sua densimetria. O segundo modo consistia em compara a densidade da imagem com a opacidade de determinados reparos anatômicos (ósseos ou não) cujo valor densimétrico fora estimado previamente, em relação aos valores da escala de lâminas prata. Esse trabalho intitulado "Densimetria Pulmonar", levou Abreu à Academia de Medicina de Paris.A frequencia ao Hospital Laennec proporcionou a Abreu o convívio com personalidades de projeção na época, da medicina torácica e pulmonar, entre as quais Rist, Leon Bernard, Ameuille, Kuss. Ao pensar nas vantagens da sistematização dos quadros da radiologia pulmoar da tuberculose, Abreu, sobrepondo-se à sua época e à fase de evolução que atravessava a radiologia
entrevê na fotografia (filme pequeno de 36 mm) da radioscopia do tórax (ecran, 30 x 40 cm) o meio exequível de realizar em massa o exame de tórax, em tempo mínimo e por baixo custo. Foi também no hospital que leva o nome do inventor do estetoscópio que visualizou pela primeira vez na fotografia do "écran" fluorescente o meio de realizar exame do tórax em massa e por baixo custo com a finalidade de detectar precocemente a tuberculose pulmonar. Infelizmente, obstáculos técnicos o impediram de desenvolver a abreugrafia já em 1919: "a luminosidade muito fraca da fluorescência do ecran está longe de ser suficiente para impressionar os ceclulóides com sais de prata em tão mínima fração de segundo; tal é, pelo menos, o resultado de nossas experiências".

A abreugrafia é um método, derivado dos raios-X, que permite o diagnóstico precoce da tuberculose. Este método foi inventado pelo médico e cientista brasileiro, Manoel Dias de Abreu em 1936 e tem, até hoje, ajudado a salvar muitas vidas.

Trata-se de um método tecnicamente mais eficaz e de um custo operacional bastante reduzido, o que contribuiu para o acesso das populações carentes.

Este dia é dedicado em homenagem ao saudoso médico nascido nesta mesma data, em 1892. Manoel de Abreu freqüentou a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde se formou médico em 1913. Tinha então 21 anos e um grande espírito crítico e investigativo.

Sua grande preocupação era encontrar meios para se diagnosticar eficientemente a tuberculose, buscando custos menores, a fim de que o processo pudesse estar disponível para a população carente. Naquela época, a tuberculose causava altos índices de mortalidade, situação essa que se estendeu por muito tempo.

Abreu mudou-se para Paris, em 1915, onde trabalhou nos hospitais Nouvel Hôpital de la Pitié, Laennec e no laboratório de radiologia do Hôtel-Die. Como resultado de seus estudos, descobriu o método da abreugrafia em 1936.

Assim, publicou diversos livros e muitos artigos sobre a abreugrafia, em revistas especializadas nacionais e internacionais. Como reconhecimento à importante contribuição deste ilustre brasileiro no combate à tuberculose, lhe foram rendidas diversas homenagens das principais entidades médicas internacionais.

Além disso, recebeu o título de membro honorário do Colégio Americano de Radiologia e da Sociedade Alemã de Radiologia. A importância de sua obra também levou à criação da Sociedade Brasileira de Abreugrafia em 1957, elevando o reconhecimento da radiologia brasileira em todo o mundo. Em seguida, a publicação da Revista Brasileira de Abreugrafia contribuiu para a divulgação e popularização do método.

Fonte: www.paulinas.org.br

sábado, 1 de janeiro de 2011

DIA MUNDIAL DA PAZ


1 DE JANEIRO

Toda nova era suscita nos homens expectativas e temores, mas sobretudo esperanças de virem a experimentar relações mais justas e fraternas. Ou seja, baseadas na partilha, na comunhão e em um espírito mais cooperativo.

Confraternização, aliás, é bem isso: é equilíbrio. É paz. As duas juntas - paz e confraternização - seguem paralelas e de mãos dadas com o amor universal.

Obviamente que guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.

Muitas nações ainda lutam entre si.

Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.

Importante, portanto, que no Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz a humanidade como um todo se veja, se enxergue como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.

Diálogo entre as civilizações

O Ano de 2001 foi considerado pela Organização das Nações Unidas como o "Ano Internacional do diálogo entre as civilizações". A escolha deste tema justo no início do novo século foi de fundamental importância porque apontou para a urgência de todos os povos do mundo abrirem caminhos para uma cultura da paz.

O objetivo dessa escolha da ONU - que atua como um centro para a solução dos problemas que a humanidade enfrenta - é o de promover o diálogo e a tolerância usando o tema de que a diversidade não é uma ameaça.

São essas as palavras de Kofi Annan (o atual secretário geral da ONU), em relação a essa escolha, para quem a ONU é o lugar próprio e ideal de confraternização, já que é um fórum onde o diálogo deve fluir e frutificar: "Eu vejo que o diálogo é a chance para as pessoas de diferentes culturas e tradições se conhecerem melhor, estejam elas em lados opostos do mundo ou de uma mesma rua".

2004

O Ano Internacional do Arroz Ao declarar 2004 o Ano Internacional do Arroz (AIA), a Organização das Nações Unidas (ONU) pretende estimular o aumento da produção desse alimento vital para mais da metade da população mundial.

O arroz é um alimento de extrema importância na luta contra a fome, além de ser um símbolo de identidade cultural e de união entre os povos. Afinal, quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo compartilham das tradições relacionadas a esse produto.

No sudeste da Ásia, muitos agricultores ainda comparam o grão de arroz a uma pepita de ouro!

No Japão, ele é considerado um autêntico símbolo da cultura nacional.

Na África Ocidental, as boas-vindas aos convidados são feitas com pratos de arroz preparados especialmente para eles.

Enfim, o arroz é cultivado por diversos povos e é alimento diário para muitas pessoas, além de estar presente em festas religiosas, banquetes de casamento, em pinturas e nas letras de canções populares.

Por tudo isso, o arroz é muito mais que um simples alimento. É sociedade, cultura, política, negócio e comunhão. Em outras palavras: arroz é vida.

A produção do arroz no Brasil Tendo em vista que 2004 foi escolhido pela ONU para ser O Ano Internacional do Arroz, bem como a declaração do diretor geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, de que a produção desse alimento no mundo enfrenta graves obstáculos , resolvemos dar uma olhada na publicação Produção Agrícola Municipal: culturas temporárias e permanentes 2002, editada pelo IBGE, para obtermos informações estat ísticas a respeito do assunto em âmbito nacional.

Diouf ressaltou que enquanto a população mundial cresce cada vez mais, a área e a quantidade de água dedicadas à produção de arroz vêm diminuindo. Entretanto, medidas para reverter essa situação já estão sendo tomadas.

O Banco de Desenvolvimento Africano, por exemplo, aprovou liberação de verba no valor de 37 milhões de dólares para um programa que promove a produção de espécies africanas de arroz cruzadas com tipos asiáticos de alto rendimento.

A FAO também realiza, entre os dias 12 e 13 de fevereiro de 2004, a Conferência Mundial sobre o Arroz, em sua sede, em Roma (Itália), para discutir questões sobre a economia mundial do arroz e o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis baseados no arroz.

Fonte: Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística

No dia 1º de Janeiro celebra-se o Dia Mundial da Paz. Não poderia haver data melhor. A cada ano que começa é como se zerássemos tudo e começássemos de novo. Tudo pode ser esquecido e, sobretudo, perdoado, condição essencial para a paz.



Em uma época de tantos conflitos, de tanta desigualdade e sofrimento, o novo ano surge como uma possibilidade de fazermos tudo diferente e melhor.

Além da paz mundial e da paz em nossa sociedade, precisamos também exercê-la em nossas relações, cultivando a paz de espírito.

Como o dia 1º de janeiro foi escolhido pela ONU como o dia da Confraternização Universal, muitos países também comemoram essa data com esse sentido de confraternização.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Nota pessoal:
Desejo a todos os amigos e seguidores um ano novo recheadinho de coisas maravilhosas. Muito alto astral, muita saúde e paz. Que DEUS ilumine nossos governantes para termos um país melhor e com igualdade. Que a paz reine entre os homens. E que sejamos todos pessoas melhores.
FELIZ ANO NOVO !!!!!!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

ANO NOVO


O dia 1º de janeiro foi reconhecido como Dia do Ano Novo com a introdução do calendário gregoriano na França, Itália, Portugal e Espanha em 1582.

Calendário gregoriano é quase universal. Mesmo em alguns países não cristãos, ele foi adaptado às próprias tradições ou adotado apenas para uso civil, mantendo-se outro calendário para fins religiosos.

As promessas feitas na passagem de ano, tão comuns e tão descumpridas, não são uma tradição recente.

Os babilônios já as faziam há 4 mil anos. Mas em vez de resolverem levar uma dieta a sério ou parar de fumar, eles juravam de pés juntos que, tão logo acabassem as festas, devolveriam equipamentos de agricultura que haviam sido emprestados por amigos.

A tradição de usar um bebê como símbolo do Ano Novo foi adotada pelos gregos por volta do ano 600 a.C. Eles desfilavam com um bebê dentro de um cesto para homenagear Dionísius, o deus do vinho.

O ritual era a representação do espírito da fertilidade, pelo renascimento anual de Dionísius.

Pular sete ondinhas e fazer sete pedidos assim que soa a meia-noite do Ano Novo é um costume brasileiro tão arraigado quanto vestir branco. A origem desses rituais está nas religiões africanas trazidas pelos escravos. O branco representa luz, pureza e bondade.

Foi na França, em 1885, que usou-se pela primeira vez a expressão fim de éculo .

A festa de Bom Jesus dos Navegantes é realizada em Salvador, no primeiro dia do ano. A imagem de Cristo, em embarcação ornamentada e acompanhada por centenas de outras, cruza a baía de Todos os Santos.

A música mais famosa do réveillon brasileiro, Adeus, Ano Velho!, foi feita em 1951 por Chico Alves, com letra de David Nasser.

Todos os anos a comunidade nipônica de São Paulo (SP) realiza no dia 31 de dezembro a Motitsuki. Consiste em uma farta distribuição do moti, bolinho de arroz japonês.

Faz parte da tradição comer o petisco no primeiro dia do ano para trazer sorte.

O último lugar do mundo a festejar o início de um ano novo é a Ilha de Samoa, no Pacífico.

Fonte: lista10.org

A primeira comemoração chamada de festival de ano-novo aconteceu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a C. Na Babilônia a festa começava na ocasião da Lua Nova, indicando o equinócio de primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador, quando os dias e as noites têm a mesma duração.

No calendário atual, isso ocorre em meados de março, mais precisamente, dia 19 de março, data em que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico.

Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano novo no dia 23 setembro e os gregos comemoravam o início de um novo ciclo em dezembro, nos dias 21 e 22.

Os romanos foram os primeiros a estabelecer uma data no calendário para realizar uma grande festa (753 AC a 476 DC). O dia era primeiro de março, mas foi trocado para primeiro de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 AC. Só em 1.852 foi que a igreja consolidou a data quando adotou o calendário gregoriano.

Ainda hoje, na China se comemora a festa de passagem de ano no fim de janeiro ou começo de fevereiro. A comunidade judaica tem um calendário próprio para comemorar a passagem de um ano ou Rosh Hashaná que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Já os islâmicos, o ano-novo é comemorado em meados de maio.

Para nós, a contagem decrescente indica o fim de um ciclo e o começo de um outro. É um momento de promessas que irão alimentar nossos sonhos por 365 dias. Todos os rituais indicam que o ano que começa virá com novas esperanças.

Todas as tradições que de uma forma ou outra estão presentes nas nossas vidas. Vale muito a comemoração, exaltação do espírito, roupas novas, fogos e desejos de um ano melhor

Fonte: jornale.com.br


ORIGEM E CURIOSIDADES SOBRE O ANO-NOVO

Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.

A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.

No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).

Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.

Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.

Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.

A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.

Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...

Fogos e barulho

No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.

Roupa nova

Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.

Origem do Ano Novo

As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.

O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.

As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.

Tradições de Ano Novo no mundo

Itália

O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.

Estados Unidos

A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.

Austrália

Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os pubs e as praias.

França

O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.

Brasil

No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para Yemanjá , rainha do mar para os brasileiros.

Inglaterra

Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.

Alemanha

As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.

Curiosidade

Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo - Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.

Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama Hégira , que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.

As comemorações do Ano Novo judaico, chamado Rosh Hashanah . É uma festa móvel no mês de Setembro (este ano foi 6 de Setembro). As festividades são para a chegada do ano 5763 e são a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o Chalah , uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.

O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.

Tradições Portuguesas

As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada Roupa Velha é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.

Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.

Fonte: www.miniweb.com.br

O ano novo está chegando e nada melhor que começar o ano com o pé direito.

Existem várias frases de ano novo que falamos para pessoas próximas desejando um ano melhor e cheio de realizações.
Confira abaixo frases de ano novo:

1° Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

2° Nós abriremos o livro. Suas páginas estão em branco. Nós vamos pôr palavras nele. O livro chama-se Oportunidade e seu primeiro capítulo é o Dia de ano novo.

3° Nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos.

4° Festejar, comemorar, comer e beber bastante nas festas de final de ano não é o que engorda, o que realmente engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, e sim, aquilo que comemos entre o Ano Novo e o Natal.

5° Alegrias para um ano novo e outra chance para nós acertarmos.

6° As pessoas estão tão preocupadas sobre o que eles comerão entre o Natal e o ano novo, mas eles realmente deveriam estar preocupados sobre o que eles comem entre o ano novo e o Natal.

7° O Dia de ano novo é o aniversário de todo homem.

8° De repente, num instante fugaz, os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.

9° Se chovesse felicidade, eu lhe desejaria uma tempestade. Feliz Ano Novo!

10° O objetivo de um ano novo não é que nós deveríamos ter um ano novo. É que nós deveríamos ter uma alma nova.

Fonte: www.sitequente.com

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

ANO NOVO, CORES NOVAS


TODO FIM DE ANO É A MESMA PREOCUPAÇÃO.

Afinal, que cor eu uso?

Azul, para proteção e tranqüilidade. Amarelo, prosperidade. Rosa, para o amor. Ou devo ser mais agressiva, usando um vermelho fatal talvez?!!

As festas de fim de ano chegaram tão rápido, que aquela roupa usada no Réveillon passado, que foi super planejada, nos parece sempre familiar, pois é a mesma coisa todo ano, o tal do branco.

E se a roupa não era branca, pelo menos, nas peças íntimas, com certeza, eram. O medo de discordar do que já é convencional e se dar mal é muito grande. Às vezes, crenças que você nem sabe de onde vêm dirigem as nossas vidas.

As pessoas valorizam a passagem do ano, pois depositam nela todos os seus sentimentos e o desejo de renovação.

Comunidades antigas expressavam isso através de ritos, pois jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar de suas vidas tudo o que estivesse envelhecido, e se banhavam em rios ou mar para acolher boas vibrações e renovar as energias.

Daí, talvez venham algumas dessas crenças.

No Brasil, usar roupas brancas no Réveillon se tornou quase que uma obrigatoriedade, e essa mania surgiu de superstições das religiões africanas.

Fazemos planos para o futuro, pensamos e planejamos com cuidado, incluindo como nos comportaremos, e como iremos nos vestir. Aí a moda vai e vem, e muda conforme nossas necessidades.

Pelo fato de morarmos num país tropical, onde o sol reina a maior parte do ano - e justo nestas datas - isso nos faz querer usar roupas leves com cores alegres.

Quando vestimos uma cor para passar o Réveillon, devemos escolher cores que representem os nossos sonhos e as nossas necessidades, para que tudo se realize no no Ano Novo.

O que você busca?

Qual é a cor que a sua alma está pedindo?

Veja se estas cores podem te ajudar.

Relação de cores e seus significados

Branco

Sugere pureza, ordem, simplicidade, hamonia. É expressiva, estimula os sentidos, realça o bronzeado, mas em excesso promove o cansaço e a depressão. Cuidado com tecidos transparentes para não se tornar vulgar.

Preto

É uma cor sóbria, indica o silêncio. Quando brilhante, sugere nobreza, distinção e elegância, pode ser combinada com várias cores, cria também a ilusão de estarmos mais magras, mas deve ser evitada no verão.

Cinza

Como as cores expressam o estado de nossa alma, o cinza revela que estamos com incertezas ou neutra. É o próprio símbolo da indecisão e da ausência de energia, quanto mais sóbrio, mais se está desanimada e na monotonia.

Vermelho

Significa força, dinamismo, funciona como estimulante, tem ação poderosa sobre o estado de ânimo. É uma cor quente devendo ser usado com cautela, pois é uma cor enervante. Transborda vida e agitação. Esta cor tem a tendência de dar a impressão de engordar a pessoa que usa, por isso, evite usar uma roupa inteira vermelha.

Laranja

Sua função é estimular e nos alegrar. É uma cor contagiante e quente, transborda irradiação e expansão, é acolhedora, mas cuidado para não carregar demais. Usar em estampas de camisas ou em peças menores.

Amarelo

Ela age direto no nosso sistema nervoso central, é muito luminosa, vibrante e forte, atrai a atenção com facilidade. Estimula a ação, o encorajamento e as realizações. Em roupas, usar em pequenas peças ou que tenham estampas; o amarelo aumenta o calor.

Verde

Cor universal da natureza. Tem efeito calmante, relaxante, tem frescor, harmonia e equilíbrio. Pode ser combinado com alguns tons como marrom, terra e preto.

Azul: efeito calmante e repousante, cor profunda. Preferida por adultos pois traz uma certa maturidade. Azul na roupa fica ótimo quando usado tom sobre tom. No tom claro ou com branco provoca sensação de frescura e higiene, quando escuro, chama para o infinito.

Roxo

Equivalente a um pensamento místico, ao mistério. Remete à nobreza e ao poder.

Marron

Emana a impressão de algo denso. Sugere segurança e solidez. É indicado para ser usado em compromissos de trabalho onde se queira passar segurança e confiança para outras pessoas.

Rosa

É uma cor delicada, sugere feminilidade e afeição. É a cor dos românticos e sonhadores.

Celso Kasprzak

Fonte: www.velhosamigos.com.br



ANO NOVO, CORES NOVAS

Todo fim de ano é a mesma preocupação. Afinal que cor eu uso? Azul, para proteção e tranqüilidade. Amarelo, prosperidade. Rosa, para o amor. Ou devo ser mais agressiva, um vermelho fatal talvez?!!

As festas de fim de ano chegaram, tão rápido que aquela roupa usada no Reveillon passado, que foi super planejada, nos parece sempre familiar, pois é a mesma coisa todo ano, o tal do branco. E se a roupa não era branca, pelo menos, nas peças intimas, com certeza, eram. O medo de descordar do que já é convencional e se dar mal é muito grande. Às vezes crenças, que você nem sabe de onde vem, dirigem a nossas vidas.

As pessoas valorizam a passagem do ano, pois depositam nela todos os seus sentimentos e o desejo de renovação. Comunidades antigas expressavam isso através de ritos, pois jogavam fora roupas e objetos, querendo eliminar de suas vidas tudo que estivesse envelhecido, e se banhavam em rios ou mar para acolher boas vibrações e renovar as energias. Daí, talvez venham algumas dessas crenças.

No Brasil, usar roupas brancas no Reveillon se tornou quase que uma obrigatoriedade, e essa mania surgiu de superstições das religiões africanas.

Fazemos planos para o futuro, pensamos e planejamos com cuidado, incluindo como nos comportaremos, e nos vestimos, aí a moda vai e vem, e muda conforme nossas necessidades.

Pelo fato de morarmos num país tropical, onde o sol reina a maior parte do ano e justo nestas datas isso nos faz querer usar roupas leves com cores alegres.

Quando vestimos uma cor para passar o Reveillon devemos escolher cores que representem o que queremos para o Ano Novo, os nossos anseios e nossas necessidades. O que você busca? Qual é a cor que a sua alma está pedindo? Veja se estas cores podem te ajudar.

Relação de cores e seus significados

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

RECEITA DE ANO NOVO


Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo

até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Fonte: www.revista.agulha.nom.br

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

RECEITAS PARA CEIA DE ANO NOVO


Adeus ano velho
Feliz Ano Novo
Que tudo se realize
No ano que vai nascer.
Muito dinheiro no bolso
saúde pra dar e vender

Para os solteiros
Sorte no amor
Nenhuma esperança perdida

Para os casados
Nenhuma briga
Paz e sossego na vida

Composição: Francisco Alves e David Nasser




SALADA RICA DE GRÃOS DE BICO


Ingredientes

1/2kg de grãos de bico
1 couve flor
3 cebolas cortadas em fatias
cheiros verdes picados em grande quantidade
2 latas de atum
sal a gosto
molho de pimenta a gosto
2 pés de alface crespa
6 tomates sem sementes picados
vinagre a gosto
azeite a gosto.

Modo de fazer

Lave bem a couve flor, corte em buquês, cozinhe em água e sal, e retire do fogo quando estiver cozida, porém ainda durinha, sem se desmanchar. Reserve.

Cozinhe os grãos de bico em panela de pressão e tire todas as peles (saem facilmente depois de cozidos), esfregando com as mãos. Reserve.
Pique os tomates e as cebolas em fatias, e reserve. Limpe a alface.

Depois, monte o prato utilizando uma grande travessa de inoxidável, monte, no centro, a alface como se ela estivesse inteira. Enfeite com galhos de salsinha.

Misture bem as cebolas em rodelas, os grãos de bico, os tomates e o conteúdo das duas latas de atum. Tempere com cheiro verde picado, o sal e o molho de pimenta, regue com azeite e vinagre. Ponha em volta da alface. Ao redor do prato, os buquês de couve flor, formando uma guirlanda.

LOMBO COBERTO POR LARANJAS

Ingredientes

2kg de lombo de porco
1 cebola ralada,
1 colher (sopa) de manteiga,
1 e 1/2 colher (sopa) de maisena,
1/2 colher (chá) de gengibre em pó,
1 copo de suco de laranja,
1 tablete de caldo de carne.

Modo de fazer:

Coloque o lombo em assadeira com a parte gordurosa para cima e asse durante 1:30 hora, mais ou menos, em forno brando.

Frite a cebola na manteiga até que fique macia. Junte os ingredientes mexendo sempre. Cozinhe até engrossar um pouco e pincele o lombo com essa mistura, assando-o por mais 1 hora, aproximadamente. Sirva com fatias de abacaxi e rodelas de laranja.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

SIMPATIAS DE ANO NOVO


"Para passar o ano novo é recomendável usar roupas brancas. Para ter bastante dinheiro usa-se uma nota nova na carteira"

"Para conquistar um amor, coloque numa pequena vasilha algumas gotas de azeite de oliva, folhas de ciprestes e umas gotas de perfume de laranjeira. Misture tudo muito bem e guarde. Toda vez que você sair, passe um pouquinho dessa fórmula sobre as sobrancelhas e, em seguida, leia o Salmo 113, deixando-o aberto sobre a cabeceira da cama".

"Para atrair sorte, faça um saquinho pequeno, com tecido vermelho, que nunca tenha sido usado. Coloque dentro dele um pouco de cera de abelha e feche-o. Carregue sempre na carteira ou no bolso, como patuá".

"Para uma solteira conseguir casamento, conte três palmos de uma fita branca e corte. Amarre este pedaço da fita numa imagem de Santo Antônio. Deve colocar a imagem no quarto e pedir a Santo Antônio que lhe arranje um casamento. Se a mulher solteira for você, a simpatia também pode ser feita. Peça para que sua mãe ou uma amiga fiel faça a simpatia, sem que você veja".

Estas são algumas das milhares de receitas mágicas de domínio popular, as quais muitos recorrem a fim de resolver seus problemas. Seus praticantes as chamam de simpatias e são largamente empregadas pelo povo brasileiro, sendo difundidas como inofensivas tradições folclóricas. Mas... Será que as simpatias são realmente inofensivas? Que poderes envolvem? Que perigos escondem? Quais os reais limites entre a fé e a superstição? O uso de palavras bíblicas santifica esta prática? Há alguma relação entre a simpatia e a bruxaria?

Possuir respostas para estas perguntas é vital. Pessoas que jamais entrariam em um terreiro ou se envolveriam com algum tipo de ocultismo tornam-se ingenuamente (ou não) vítimas das maldições inerentes a este tipo de prática. A inocência não serve de escudo.

Definindo simpatia

O que é mesmo simpatia? O dicionário Aurélio a define, entre outras coisas, como: "ritual posto em prática, ou objeto supersticiosamente usado, para prevenir ou curar uma enfermidade ou mal-estar". Mas esta explicação é muito branda. A significação de um site sobre simpatia é outra bem diferente para esta prática: "Simpatia é a maneira ritual de forçar poderes ocultos a satisfazerem a nossa vontade".

Este conceito é exato e sincero, uma vez que não são as meras palavras, atos, rituais e objetos que vão levar a realização do desejo do praticante da simpatia, mas, sim, os poderes nela invocados. Não são as gotas do azeite, os pingos da vela e/ou o pano vermelho os verdadeiros objetos da fé. Os praticantes, quando usam destas coisas, colocam sua fé em entidades indefinidas ou em algum santo católico, como no caso de Santo Antônio, Santo Expedito e São Jorge, muito comuns em simpatias.

Isso significa que, mesmo sem intenção, ou involuntariamente, procura-se criar algum vínculo com o mundo espiritual e manipulá-lo de forma a atender nossos desejos. A grande questão é: com quem a magia da simpatia lida?

Brincando com o inimigo

Neste mundo pragmático em que vivemos, o que as pessoas geralmente querem saber é: "Funciona?".

O mesmo site comenta: "A simpatia tem grande prestígio, dada a psicologia do povo que quer resultados imediatos, sem tratamento e sem trabalho, trazidos pelas escamoteações da mágica. Em suma, o milagre".

Embora a única preocupação do praticante seja ter resultado imediato, ele, porém, não se detém para questionar qual a fonte do poder por trás das simpatias. Claro que a maioria não funciona, e o aparente efeito de algumas não passa de coincidência ou auto-sugestão. Mas quando se trata de um "milagre" real, os envolvidos não questionam o autor do suposto milagre, nem sequer cogitam que estes "poderes ocultos" têm como fonte os espíritos malignos.

A Bíblia relata que quando Moisés foi enviado por Deus ao Egito para falar a faraó acerca da libertação do povo hebreu, lançou sua vara ao chão e Deus a transformou em cobra. Entretanto, os magos egípcios fizeram o mesmo com seu poder (Êx 7.10-12). Os milagres foram iguais, mas a fonte deles era antagônica: Moisés invocava ao Deus verdadeiro, e os outros, cultuavam falsos deuses e espíritos malignos.

Assim, pode-se depreender que desejar milagres e não se preocupar com a "fonte de origem" é abrir a porta para a atuação do diabo. Sobre o poder do diabo em obrar prodígios a Palavra de Deus esclarece: "A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo engano da injustiça para os que perecem. Perecem porque não receberam o amor da verdade para se salvarem" (2Ts 2.9,10; grifo do autor).

Fé e superstição

"De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10.17). Logo, a fé bíblica, a fé verdadeiramente cristã, é uma conseqüência de se ouvir e aceitar a Palavra de Deus. A superstição, elemento essencial das simpatias, não tem seu fundamento nas Escrituras Sagradas, se é que possui algum fundamento. As pessoas que se envolvem com simpatias, o fazem pela indicação de outro, e não se preocupam em analisar os poderes ocultos que se escondem por trás das mesmas.

Mesmo o uso de objetos, palavras e atos narrados na Bíblia podem se degenerar em superstição. Embora a Palavra de Deus se utilize desses elementos, tais elementos, no entanto, só têm valor quando baseados na fé. "Tudo o que não é por fé, é pecado" (Rm 14.23).

Temos de fazer distinção entre as narrações bíblicas e os princípios bíblicos. Quando Deus ordenou ao povo de Israel que desse voltas ao redor dos muros de Jericó e tocasse trombetas para que os muros caíssem (Js 6), não estava ensinando com isso um ritual de "como derrubar muros". A Bíblia é explícita ao dizer que "pela fé caíram os muros de Jericó" (Hb 11.30), e não pelo simples fato de serem rodeados. Houve uma ordem específica de Deus e uma obediência em fé correspondente, então Deus operou. A vitória veio de Deus pela fé, e não porque aquele era um ritual mágico.

Da mesma forma, o fato de Jesus ter cuspido na terra, feito lodo, passado nos olhos de um cego e este ter sido curado após lavar-se no tanque de Siloé, não significa que Jesus estava ensinando, com isso, um ritual para curar cegos (Jo 9.11). Aquele foi um milagre produzido pelo poder de Cristo mediante a fé, e não passos a serem seguidos pelos cegos que buscam cura. A Bíblia estava narrando um acontecimento, não ensinando um ritual para curar cegos.

É importante também mencionar a repetição de palavras que geralmente está inserida nas simpatias. Jesus condenou a prática das chamadas "rezas", quando disse: "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles..." (Mt 6.7,8). Embora no dicionário orações e rezas sejam palavras sinônimas, na prática, porém, as rezas tornaram-se fórmulas mágicas com poder em si mesmas, e não representam nenhuma manifestação de fé, no sentido bíblico.

É bom ratificar que, biblicamente, fé significa confiar (crer) em Deus e em Cristo (Jo 14.1). Os cristãos oram e tomam atitudes confiando nas promessas divinas, e não em meras palavras e atos por si só. Os praticantes da simpatia não agem de acordo com um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus.

O nome de Deus em vão

"SALMOS 37 e 38 - Leia os salmos 37 e 38 três vezes ao dia, durante três dias. Após tê-lo feito, publique o texto (salmo) no jornal no quarto dia e veja o que acontece. Faça dois pedidos difíceis e um impossível".

Tem-se popularizado o uso de Salmos, ou mesmo do nome de Jesus, como simpatia para a resolução de problemas. Todos os dias, os jornais trazem uma coluna de agradecimento ou de recomendação de pessoas que aconselham os leitores a usar o "salmo tal" ou a "palavra tal" para resolverem seus problemas e alcançarem alguma coisa.

"Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão" (Êx 20.7). Embora alguns achem que, ao citarem a Bíblia, Deus ou Jesus valida este tipo de atitude, o oposto, no entanto, é que é verdade. As pessoas estão, de fato, querendo manipular a Deus por meio de palavras e ritos, quando a Bíblia ensina que isto é abominável aos seus olhos.

Nós, os cristãos, mais do que ninguém, reconhecemos o poder da Palavra de Deus. Mas este poder só é válido quando tomamos toda a Bíblia como regra de fé e conduta, e não quando extraímos trechos isolados e os usamos com um ritual, ou quando escrevemos um salmo ou outro trecho qualquer das Escrituras e os usamos como talismã. O salmo 91 é Palavra de Deus e, se creio nele e o aplico em minha vida, ele trará resultado. Entretanto, o mero pano ou papel onde ele está impresso não é um talismã para ser colocado atrás da porta para me proteger de espíritos malignos.

Temos de tomar cuidado para que a nossa fé não se deteriore em superstição e idolatria. Em Números 21.4-9, Deus ordenou a Moisés que fizesse uma serpente de bronze e colocasse sobre uma haste. Todos os israelitas que olhassem para ela seriam curados, e assim aconteceu. Todavia, com o passar dos dias, o povo de Israel, ao invés de colocar sua fé no Deus que os curava ao olharem para a serpente de bronze, puseram sua confiança na própria serpente e passaram a adorá-la e a oferecer-lhe incenso. Substituíram Deus por um dos instrumentos que Ele usou para abençoá-los. Por isso o rei Ezequias ordenou sua destruição: "Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã" (2Rs 18.4; grifo do autor).

Feitiçaria caseira

"A bruxaria está na moda, e é possível encontrar cada vez mais adeptos em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. Suas fileiras exibem advogados, contadores e engenheiros [...] As feiticeiras modernas não gostam de ser chamadas de bruxas. Preferem o termo medieval wicca (pronuncia-se uíca), que deu origem à witch (bruxa em inglês). A palavra vem do alemão arcaico, wic, que significa dobrar, porque a mágica teria função de mudar ou 'dobrar' os acontecimentos". Mas, como diz Eddie Van Feu em seu livro Wicca - Rituais: "A verdade é que wicca é só um termo mais bonitinho para bruxaria".

Os que consideram exagero comparar simpatia e feitiçaria fariam bem em atentar para este assunto. Vejamos os rituais ensinados no mesmo livro sobre wicca :

Para proteger seu lar

"Deixe romãs abertas na janela da casa para trazer paz e harmonia para sua família", ou: "Faça uma cruz com dois pedaços de canela em pau e coloque-a escondida atrás da porta em sua escrivaninha".

Para ter amor

"Guarde uma rosa ou um amor-perfeito dentro de seu livro de poesia ou do seu romance favorito. Tenha-o sempre à cabeceira, pois este é um poderoso talismã".

Perguntamos: qual é, então, na prática, a diferença entre a simpatia e a bruxaria?

Ambas se apóiam em rituais, objetos e palavras para alcançar seus objetivos. Ambas utilizam elementos cristãos. Ambas definem apenas vagamente os poderes envolvidos na realização de seus "encantamentos". Em outras palavras, são usados apenas termos diferentes em relação ao mesmo tipo de prática. As forças malignas utilizadas pelos bruxos na História Antiga e Medieval continuam sendo acionadas por meio das chamadas "simpatias". O sincretismo cristão encobriu essa realidade, mas não pode mudar a essência do que realmente envolvem essas práticas.

Os historiadores são unânimes em admitir que o catolicismo português trazido para o Brasil era fortemente influenciado pela bruxaria européia. Como resultado, as mesmas práticas continuam sendo realizadas "camufladamente". Logo, simpatias nada mais são do que bruxarias caseiras efetuadas por pessoas que apenas querem resultados e estão dispostas a fazer qualquer coisa para alcançá-los.

Livrando-se da simpatia

"Andamos por fé, e não por vista" (2Co 5.7). Este é o fundamento da fé evangélica e bíblica. Quando o relacionamento diário com Deus se baseia em objetos, fórmulas, rituais e/ou palavras previamente estabelecidas, então ocorre um afastamento. Não importam quantas "graças" as pessoas digam que alcançaram por este meio, isto não prova que foi Deus quem realizou nada. O Novo Testamento rejeita completamente o uso de tais subterfúgios para se alcançar resposta divina, e o Velho Testamento só o faz quando é orientado por Deus e, mesmo assim, como símbolos espirituais de Cristo.

Não se engane, caro leitor, mexer com simpatia é mexer com o oculto, e todo benefício que resultar disso é aparente. "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios (receitas de simpatia e magia) [...] Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem. Tudo o que fizer prosperará" (Sl 1.1-3; parênteses do autor).

Notas:

Novo Aurélio - O Dicionário da Língua Portuguesa Século XXI, Ed. Nova Fronteira.
http://www.ifolclore.com.br/simpatias/intro.htm
http://www.ifolclore.com.br/simpatias/intro.htm
Classificados do jornal A tribuna, de Santos, de 22/03/03.
Revista Época, 21 de out. de 2002, p.86.
Eddie Van Feu: carioca que estreou no mercado editorial nacional com a revista Olha à frente!, Ed. Escala, onde assinou muitos outros materiais. Atualmente, edita a Talentos do Mangá e escreve uma bateria de livros de Wicca, além de produzir diversos roteiros para desenhistas de todo o Brasil.
Wicca - Rituais, Eddie Van Feu, Ed. Escala, p. 11.
Ibid., p. 23-4.

Fonte: www.cacp.org.br

SIMPATIAS DE ANO NOVO

Para dar sorte no amor use uma calcinha ou uma cueca nova, pois assim você estará deixando os mal-entendidos para trás.

Use roupa branca para ter paz no novo ano. A cor branca representa a Luz pura, a pureza de espírito e a bondade.

Use uma peça de roupa na cor amarela, pois esta cor representa o Ouro, a riqueza. Pode ser qualquer peça de roupa, desde um simples lenço até uma roupa íntima.

Alimentos que trazem boa sorte

Lentilhas, Nozes e castanhas: Estes alimentos representam a fartura. Basta consumir uma colher de sopa de lentilhas no Reveillon ou um pouco de nozes e castanhas e acreditar na simpatia.

Romãs: Para atrair dinheiro, parta uma romã em sete partes e coma cada uma, guardando as sementes em sua carteira. Nunca deixe ninguém saber que você mantém as sementes na carteira, pois isso pode atrair a inveja e cobiça alheia.

Carne de Porco: Dizem que o porco sempre fuça para frente, por isso a carne de porco deve estar presente na ceia, para garantir a fartura na mesa o ano inteiro. E evite o Peru, pois ele cisca para trás&

Sua casa também é importante

Lave a entrada da casa e dos cômodos com agua e sal grosso. Ou lave com água do mar.

Deixe os sapatos sempre com os pares corretos e com o bico virado para a rua. Não deixe roupas viradas do avesso.

Vá em uma Igreja e pegue um pouco de água benta. Jogue um pouco nos quatro cantos de cada cômodo de sua casa.

Dinheiro

Para ter sempre dinheiro no bolso, coloque uma cédula nova em seu sapato direito durante a virada do ano.

Para atrair riqueza para todos em sua casa, na virada do ano, na porta de sua casa, jogue para fora de sua casa algumas moedas, de diversos valores, sem remorso. E peça para que o dinheiro que você está jogando fora lhe retorne em dobro.

O primeiro negócio do ano, não importando qual seja, não deve nunca ser feito com alguém pobre. Sempre faça o primeiro negócio do ano com alguém que seja rico que esteja em melhor situação financeira do que você.

Simpatias

Para ter Felicidade no Novo Ano: Comece a usar, a partir do dia 28 de dezembro, um par de meias brancas novas. No quarto dia, coloque a meia do pé direito no sol. Depois atire-a longe -cuidado para ela não cair em nenhum lugar úmido. À meia-noite do dia 31 coloque a meia do pé esquerdo ao luar e depois jogue longe dizendo: Minhas meias foram longe. Não têm teia, nem idade. Se elas se foram, porque se foram, virá a felicidade. Assim seja .

Para afastar os Maus Fluídos: Na beira do mar, com a água na altura da canela, derrame pipoca ao longo de seu corpo, da cabeça aos pés. Deixe que o mar leve a pipoca, que é um elemento do orixá Omolu, senhor da vida, da cura e da saúde.

Para ter dinheiro o ano todo:Leve para a praia sete rosas brancas, sete moedas do mesmo valor, perfume de alfazema e um champanhe. Reze para Iemanjá e para os orixás que têm força no mar. Conte sete ondas e jogue as flores no mar. Em seguida, coloque o conteúdo do champanhe e ofereça aos orixás.

Lave as moedas com o perfume e coloque-as na mão direita. Mergulhe a mão na água e peça proteção financeira. Deixe o mar levar seis moedas e fique com uma, que deve ser guardada como amuleto durante o ano.

Para ter Prosperidade: Dia 06, Dia de Reis, coloque uma romã dentro de um saquinho confeccionado de pano vermelho e ofereça aos 3 Reis Magos: Baltazar, Gaspar e Melchior.

Pendure esse saquinho atrás da porta e deixe lá o ano inteiro.

As tradicionais simpatias com romãs para serem feitas no Dia de Reis:

1. No dia de Reis, coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo.

2. No Dia de Reis, dia 6 de janeiro, pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro.

Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.

As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.

Fonte: www.simpatias.org

domingo, 26 de dezembro de 2010

50 TOQUES PARA SER MAIS FELIZ NO ANO NOVO


1- Seja ético A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

2- Estude sempre e muito. A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.

3- Acredite no amor. Não somos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.

4- Seja grato a quem participa das suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar todos motivados.

5- Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: "Isso não é para nós". Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.
6- Curta muito a sua companhia. Casamento dá certo para quem não é dependente. Aprenda a viver feliz mesmo sem alguém ao lado. Se não tiver com quem ir ao cinema, vá com a pessoa mais fascinante: você!

7- Tenha metas claras. A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro.

8- Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é o seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para que os outros gostem também.

9- Declare o seu amor. Cada vez mais devemos exercer nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor), mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10- Amplie os relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11- Seja simples. Retire de sua vida tudo que lhe dá trabalho e preocupações desnecessários. Crie espaço para desfrutar mais a viagem da vida.

12- Não imite o modelo masculino de sucesso. Os homens fizeram sucesso à custa da solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: enfartos. Sem dúvida, os homens têm mais a aprender com as mulheres. Preserve a sensibilidade feminina - é mais natural e lucrativa.

13- Tenha um orientador. Viver na neblina sabendo que o resultado só será conhecido quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido, para lhe orientar nas indecisões.

14- Jogue fora o vício da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem! Defina suas metas, conquiste-as e deixe a neura para quem gosta dela!

15- O amor é um jogo cooperativo. Se vocês estão juntos, é para jogar no mesmo time. Ficar mostrando dificuldades do outro ou lembrando suas fraquezas para os amigos não tem graça.

16- Tenha amigos vencedores. Campeões falam de e com campeões. Perdedores só tocam na tecla dos perdedores. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver e afaste-se de gente baixo-astral, que seca até espada-de-são-jorge.

17- Diga adeus a quem não o merece. Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é masoquismo e atrapalha sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você tiver alguém que não esteja lhe fazendo bem, empreste, venda, alugue, doe... e deixe espaço livre para um novo amor.
18- Resolva! As pessoas do próximo milênio vão limpar de sua vida as situações e os problemas são necessários. Saiba tomar decisões, mesmo as antipáticas. Você otimizará seu tempo e seu trabalho. A vida fluirá melhor.

19- Aceite o ritmo do amor. Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para a trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20- Celebre as vitórias. Compartilhe o sucesso, mesmo pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21- Perdoe. Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22- Tenha ídolos. Uma pessoa que você admira é uma fonte de inspiração. Ajuda a tomar decisões e a evitar desvios de rota.

23- Arrisque. O amor não é para covardes. Quem fica à noite em casa sozinho só terá de decidir que pizza pedir. E o único risco que correrá será o de engordar.

24- Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e à alma. Oração e meditação são forças de inspiração.

25- Planeje bem uma mudança. Os arquitetos gostam de conhecer bem as pessoas e discutir o projeto antes de começar a obra. Fazer tudo de supetão leva a desgastes desnecessários. A melhor ação é a análise do novo projeto de vida.

26- Mantenha seu rítmo apesar das mudanças. O caminhoneiro não deixa de viajar apesar das perspectivas de chuva. Nessa hora é preciso mais atenção; não perca o foco.

27- Namore muito antes de casar. De repente você encontra a pessoa perfeita e surge a vontade de morarem juntos, mas é legal a arte da convivência. A gente se machuca menos se tem tempo de conhecer e aceitar o outro.

28- Pare de procurar a pessoa perfeita. Já disse Aristóteles: "O amor é um sentimento dos seres imperfeitos".

29- Mantenha o romantismo. Sabe qual é o verdadeiro segredo de uma pessoa manter o clima de namoro depois de vinte anos de casamento? Ela tem um olhar que promete romance.

30- Pague o preço do seu sonho. Sonhar é o primeiro passo; depois vem o trabalho. Ninguém obtém nada de graça. O pódio é de quem aprender a lutar pelas suas metas. É melhor se esforçar pela realização do que viver com a dor da frustração.

31- Seja feliz todos os dias. A Felicidade não é feita de coisas gigantescas, mas de pequenos cuidados com você. Não se permita dormir sem alguns minutos de prazer. Ouça uma música, tome um banho gostoso, leia algo prazeroso.

32- Trabalhe com campeões. Batalhe para estar sempre perto deles, porque vão ensiná-lo a ser um campeão. Não chame de amigo alguém que estimule você a se acomodar.

33- Continue a ter vida própria depois do casamento. É importante manter seu crescimento, suas amizades, seu trabalho, seu esporte predileto. O preço de se anular é muito alto. Seu enriquecimento vai criar mais beleza a ser compartilhada.

34- Seja generosa com você. Errar faz parte da vida. Aprenda com os erros e não se torture. Descubra a delícia de ser como você é.

35- Saiba administrar seu dinheiro. Muitas mulheres ainda cometem o erro de não aprender a zelar pelo que ganham. O dinheiro não pode ser um tabu para casais e a mulher tem o direito e o dever de cuidar da sua própria segurança financeira.

36- Participe de uma atividade beneficiente. O melhor antidepressivo é ser voluntário em uma enfermaria de crianças com câncer. A sensação de ser útil garante a certeza de ser abençoada por Deus. Não é só dar dinheiro, mas participar da vida de alguém.

37- Poupe para a velhice. Cada vez mais a expectativa de vida aumenta e as aposentadorias diminuem. Cuidar do futuro é a parte de uma velhice feliz. Não é preciso guardar tudo que recebe, e sim gastar bem para que não falte.

38- Mantenha o alto-astral. Competentes são aqueles que mantêm uma postura positiva mesmo nas horas mais difíceis. Fechar a cara só piora a situação.

39- O sucesso é feito hoje. Quando você tiver consciência de que algo precisa ser feito, crie um fato irreversível a mudança e mãos à obra. Fracasso é adiar para depois.

40- Invista em você todos os dias. Quando a pessoa nasce, Deus lhe dá um potencial infinito, que poucos aproveitam. Pense em si mesma e trabalhe firme.

41- Tenha tempo para as pessoas importantes. Filhos maridos, pais e irmãos são pessoas que vão estar com você nos melhores e piores momentos da vida. Dar valor quando se perde pode ser mais fácil, mas é muito menos prazeroso.
42- Valorize mais a sabedoria que a genialidade. Gênios são importantes, mas nem todo mundo é magnífico. Cultivar a sabedoria, a criatividade e a informação vale mais do que ter um momento de genialidade.

43- Conheça o que é diferente. Se você é conservadora, procure alguém liberal. Se gosta da cidade, passe férias no mato. O próximo milênio vai exigir flexibilidade, portanto é bom aprender coisas diferentes.

44- Tenha um hobby. Música, dança, pintura, culinária, corrida. Qualquer hobby melhora nosso humor, nosso desempenho e nossa criatividade. Curta independentemente do trabalho e da família.

45- Procure ainda. Saber se virar sozinha é importante para ajustar suas metas, mas ao extremo, produz uma solidão desnecessária. Peça ajuda aos amigos e familiares ou, se for o caso, a um analista. Não queira ser auto-suficiente sempre. Ninguém é onipotente.

46- Crie pessoas independentes. O melhor caminho para a tranqüilidade e a economia de tempo é ter filhos e funcionários capazes de administrar suas vidas. Pessoas dependentes geram sobrecarga de trabalho.

47- Aprenda a trabalhar em velocidade. O rítmo do mundo vai acelerar, quem aprender a produzir sobre pressão levará uma vantagem infinita.

48- Converse francamente em situações nebulosas. Há pessoas que vêem dragões e inimigos que nem existem. Imaginam traições, afastam-se de amigos queridos. Uma conversa franca pode revelar o que é realidade ou fantasia.

49- Tenha vida própria. O maior erro estratégico das mulheres é usar quase toda a sua energia para cuidar dos outros, na empresa, no casamento e na família. crie um tempo para você, suas amizades, suas coisas.

50- Respeite o seu jeito de ser. O pinheiro não inveja a roseira, a cerejeira está feliz com suas frutas. Não deixe de ser você para ganhar aplausos. O sucesso é ser feliz, profundamente feliz !

Roberto Shinyashiki

Fonte: www.bethynha.com.br

sábado, 25 de dezembro de 2010

PREENCHENDO UM VAZIO CULTURAL


Em 1843, o escritor inglês Charles Dikens lançou a clássica história de Natal: ?A Christmas Carol?. (Conto de Uma Noite de Natal - com os 3 fantasmas etc).

A mensagem era a importância da boa vontade e caridade para toda a humanidade. O conto atingiu em cheio a sociedade americana e inglesa e mostrou aos membros da era Vitoriana, a importância e os benefícios de celebrar o Natal.

A família estava se tornando menos disciplinada e mais sensível às necessidades emocionais das crianças nos primeiros anos de 1800.O Natal oferecia uma data onde se podia dar presentes e atenção às crianças sem parecer que as estavam mimando. Os americanos começaram a celebrar o Natal com um perfeito feriado familiar.

Os velhos costumes começaram a ser abandonados. As pessoas procuraram recentes imigrantes católicos para saber como a data deveria ser celebrada.

Pelos próximos 100 anos os americanos construíram a tradição de Natal por conta própria incluindo, roupas, objetos e outros costumes, como a decoração de árvores, enviar cartões e dar presentes.

A maioria das famílias logo comprou a idéia de que estava celebrando o Natal como havia sido por séculos. Os americanos reinventaram o Natal para preencher as necessidades culturais de uma nação em crescimento.

De São Nicolau a Papai Noel

Na busca das raízes históricas de Santa Claus, é preciso ir fundo no passado para descobrir que Santa Claus é uma combinação de diversas lendas e criaturas mitológicas.

A base do Santa Claus cristão é o bispo Nicholas de Smyma (Izmir) onde, hoje é atualmente a Turquia.

Nicholas viveu no século 4 dc, quando o cristianismo estabelecia sua modernidade em Bizâncio (Turquia) e não em Roma, apesar de coexistirem Papas e líderes bizantinos. Ele era muito rico e generoso, sempre dando presentes para as crianças. Tinha o hábito de jogar presentes para as crianças pobres pelas janelas de suas casas.

A Igreja Ortodoxa Bizantina elevou St. Nicholas ao status de ?milagreiro?. Em sua honra, foi construída uma catedral na Rússia, hoje, a mais antiga do país. A Igreja Católica Romana honrou Nicholas por ele ter ajudado as crianças e os pobres, tornando-o santo das crianças e navegantes. Seu dia é o 6 de dezembro.

Posteriormente, com a adoção do .ather Christmas e a Reforma Protestante na Inglaterra, Nicolau foi perdendo sua posição de devoção cristã e aos poucos entrando num circuito paralelo mais voltado à caridade na sua data.

Com o uso mercantilista dado pelos oportunistas do marketing do início do século, passou de figura religiosa à figura comercial. Muitas vezes seu caráter religioso é relevado até por praticantes de outras religiões e de Santo, caridoso, passou a ser um mero objeto capitalista sendo explorado, vendido e comercializado em milhares de formas e produtos diferentes, mas até hoje, conserva as pesadas roupas de inverno e cores vencedoras - vermelho e branco - mesmo nos tórridos natais tropicais.

25 de dezembro foi aproveitado comercialmente, para passar de um feriado religioso, de louvor e introspecção, para apenas uma data mercantilista, onde todos se vêem compelidos, por uma tradição que julgam ser religiosa e milenar, a gastar seu décimo terceiro salário no mercado.

Como Christmas se tornou Natal?

Nas áreas Protestantes do centro e nordeste da Alemanha, St. Nicholas ficou conhecido como Weinachtsmann. Na Inglaterra como .ather Christmas, a partir de 1500.

Quando fez seu caminho junto com os imigrantes holandeses para os EUA, foi referido como Sinter Klass.

Como Christmas (referente a Cristo) e Santa Claus se tornaram Natal e Papai Noel?

Bem, Natal é fácil, pois em italiano, onde fica a sede da Igreja, a festa é chamada e il Natale o ?a aniversário (dia do nascimento)?. Em espanhol é Navidad.

Sinter Klass é um apelido de Sint Nikolaas (o holandês para São Nicolau). .oi ?inglesado? para Santa Claus.

Mas e o tal do Papai Noel?

Essa é mais difícil. Parte vem do francês, onde o Natal é chamado de Noel, que vem da frase ?les bonnes nouelles?, ?as boas novas?, tradicional do Novo Testamento.

E o ?Papai? vem da tradição inglesa de .ather Christmas ?Papai Christmas? que em francês virou Pêre Noël - Papai Noel.

Mas ainda tem mais um!

Não é só o Santa Claus americano do século XIX que foi inspirado em São Nicolau para aparecer na época de Natal. Outras figuras similares são populares em outras partes do mundo.

Christkind ou Kris Kringle entrega presentes para as crianças na Suíça e Alemanha. Significa ?Christ Child? em inglês ou ?Cristo Criança? e é uma figura tipo anjo que acompanha São Nicolau em sua missões de Natal. Por favor esqueça os filmes de Hollywood que dão o nome próprio de ?Kris Kringle? ou ?Mister Kringle?, ao Santa Claus quando ele se mistura com as pessoas normais!!!

Num filme lançado em 2002, ?Meu Papai é Noel?, com Tim Allen, temos a maior pisada de bola de tradução da história do convívio do cinema americano com os péssimos tradutores para o português. Em um determinado momento, Santa Clause (como é chamado no filme) está ao lado de um de seus duendes, olhando de binóculo a chegada da Mamãe Noel. O duende fala: ?Hei, it?s miss Santa Clause?, o que significa apenas: ?Ei, é a Mamãe Noel?, mas o tradutor sapecou: ?Olhe! É a cláusula de Mamãe Noel?... Em inglês ?clause? é realmente ?cláusula?.

Na Escandinávia, um elfo mágico chamado Jultomten, entrega presentes num trenó puxado por bodes...

A lenda inglesa também fala que .ather Christmas ?Papai Christmas? visita cada casa na véspera do Natal.

Pêre Noël é o responsável pelos presentes na .rança.

Na lendas russas, existe uma velha, chamada Babouschka (a mesma daquelas bonequinhas que ficam umas dentro das outras e significa vovó) que deu informações errada para alguns sábios, que não conseguiram chegar a Belém e encontrar Jesus, quando ele nasceu.

Depois, ela se sentiu culpada mas não conseguiu achar os homens ou desfazer o engano. Neste dia, 5 de janeiro, ela visita as crianças russas deixando presentes perto de suas camas, na esperança de que alguma delas seja o bebê Jesus e que ela será perdoada.

Na Itália há outra lenda sobre uma mulher chamada La Befana, que voa numa vassoura e joga os presentes pelas chaminés para as crianças boas.

O quebra-cabeças cultural que formou o Natal

O Natal como conhecemos hoje é uma invenção da era Vitoriana, ao redor 1860, tendo uns 140 anos de ?tradição milenar?. É o feriado mais celebrado no mundo e o resultado da fusão de diferentes tradições de diferentes regiões, de culturas religiosas e seculares.

Suécia - casas iluminadas

A maior parte dos países da Escandinávia honra Santa Lúcia (St. Lucy) a cada ano no dia 13 de dezembro. A celebração do dia de Santa Lúcia começou na Suécia, mas se espalhou para a Dinamarca e .inlândia em meados do século XIX. Nestes países esta data marca o início do Natal, também referido como ?pequeno Yule?.

Tradicionalmente, a filha mais velha de cada família, acorda mais cedo e vai acordar os outros membros da família, com um longo vestido branco com uma faixa vermelha e com um coroa com 9 velas acesas.

A iluminação de casas e ruas no Natal também vem dos países de inverno rigoroso para facilitar a visualização do caminhos durante os dias mais escuros e com menos visibilidade do ano, devido às nevascas.

A ciência e o Papai Noel - .im do Mito

Em 1925, quando, cientificamente, se definiu que as renas não podiam viver no Polo Norte, jornais americanos, revelaram que Santa Claus vivia, na realidade, na Lapônia, parte da .inlândia, onde não faltam renas.

Em 1927, num programa de rádio estatal finlandês, o locutor revelou que Santa Claus vivia na aldeia de Korvatunturi.
Em 1931 a Coca-Cola usou Santa Claus em suas propagandas e o popularizou ainda mais nos desenhos do ilustrador Haddom Sundblom que foram usados até 1964 e recentemente começaram a ser reeditados por falta de coisa melhor.

Curiosamente, os desenhos de Sundblom são auto-retratos: é a cara dele mesmo. Outros artistas e outros produtos usavam Santa Claus nas suas propagandas muito antes da Coca-Cola.

De 1931 a 1964 diversas empresas usaram a imagem de Santa Claus e não havia nenhum monopólio da Coca-Cola. Outros artistas fizeram desenhos até mais interessantes que os de Sundblom. (vários deles estão em nosso site http://jipemania.com/coke)

Podemos achar horrível a idéia de um Papai Noel fumante, mas e no conto original de Moore, ele fuma cachimbo. Só que também é um elfo pequeno, com um trenó em miniatura e mini-renas. Seu tamanho foi a solução de Moore para que ele entrasse pela chaminé.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola teve a sensibilidade de tirar a Santa Claus e substituí-lo pelos soldados em combate e os que retornavam para casa. Outras marcas não: o Santa continuou a divulgar produtos no Natal, mesmo com os homens americanos sendo trucidados mundo a fora.
Nas imagens do site, você poderá ver coisas horrorosas como Santa Claus fumando, anunciando até mesmo cigarros Camel e Luky Strike. Que presentão de Natal, hein? Câncer de pulmão, mas com sabor, baixos teores etc e tal...

Rudolf a nona rena

A rena de nariz vermelho é a mais famosa de todas as renas e nasceu uns 100 anos depois das outras oito renas voadoras. .oi criação de Robert L. May, que trabalhava na loja de departamentos Ward. Os nomes corretos das outras você pode ver no texto original de 1822, na próxima página.

Em 1939 May escreveu uma história com o tema de Natal para atrair mais clientes para a loja. .icando dentro do antigo tema de Moore, ele escreveu ?Twas the Night Before Christmas?, onde contava a história de Rudolf, uma jovem rena que tinha sido desprezada pelas outras devido ao seu grande nariz vermelho. .oram 117 anos depois do poema de Moore.

Mas quando houve nevoeiro na noite de Natal e Santa não conseguia ir a lugar nenhum, Rudolf liderou as outras 8 renas, iluminando o caminho com seu nariz vermelho e luminoso.

Em 1939, a Montgomery Ward vendeu 2,5 milhões de cópias dessa história. Quando foi reeditado em 1946, vendeu outros 3,5 milhões de exemplares.

Em 1949, Jonhy Marks escreveu uma música sobre a história que foi gravada por Gene Autry e vendeu, imediatamente 2 milhões de discos. Desde então, a história já foi traduzida para 25 línguas e filmada para a TV em 1964, é passada quase todo o ano até hoje.

O panetone

Como tudo sobre o Natal há várias versões que apontam para o mesmo lugar na Itália. Na primeira delas, que nos parece a errada, Ughetto Degli Atellani, um falcoeiro milanês de origem nobre, se apaixonou por Adalgisa, filha de um modesto confeiteiro chamado Toni. Para conquistar o coração da amada, o cavalheiro fingiu ser confeiteiro e inventou um pão delicioso, acrescentando à farinha e à levedura, manteiga, ovos, uvas passas e cascas de laranja e limão confeitadas. O duque de Milão, Ludovico Il Moro Sforza (1452-1508) autorizou o casamento, que foi celebrado na presença de Leonardo da Vinci e estimulou a fabricação do novo pão, o qual todos chamavam de "pane di Toni".

Na segunda versão o cozinheiro do Duque de Sforza teria tido problemas com a sobremesa de Natal e serviu um pão docê com recheio de frutas preparado por um de seus ajudantes de cozinha chamado Toni. O cozinheiro teria batizado o pão com o nome do ajudante.

A terceira versão parece a mais correta e vem da mesma época, quando a família italianas preparavam um pão especial para o Natal, um pão de luxo que no dialeto milanês se chamava ?pane de ton?. Mas o que conhecemos hoje surgiu em 1919, logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, pelas mãos do confeiteiro, também milanês, Angelo Motta, até hoje uma das marcas mais conhecidas na Itália.

Ele alterou a receita da massa e deu a forma tradicionald e cúpula. Para isso a massa deve ficar em repouso durante 20 hora antes de ir ao forno e ganhar sua consistência macia e aerada.

Bem esse é o fim da história do Natal, pelo menos por enquanto...

José Roitberg

Fonte: jipemania.com

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O que é o Natal?




A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise.

Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra.

O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha.

A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto e levando todos os pecados do povo consigo. Assim, a ordem era reestabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos tomando lugar de seus mestres.

A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.

Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. Conta a Bíblia que um anjo, ao visitar Maria, disse que ela daria a luz ao filho de Deus e que seu nome seria Jesus. Quando Maria estava prestes a ter o bebê, o casal viajou de Nazaré, onde viviam, para Belém a fim de realizar um alistamento solicitado pelo imperador, chegando na cidade na noite de Natal. Como não encontraram nenhum lugar com vagas para passar a noite, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura (objeto usado para alimentar os animais).

Pastores que estavam com seus rebanhos próximo ao local foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso, voltando depois para seus reinos e espalhando a notícia de que havia nascido o fiho de Deus.

A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados.

Fonte: www.terra.com.br